BREXIT - O FERRO E O BARRO SE SEPARANDO



Uma profecia de 2.600 anos revelada no livro de Daniel, já explica as dificuldades políticas e econômicas do bloco europeu.

A dificuldade atual é que a União Européia [UE] é uma união comercial de 28 países  -  Alemanha, Grécia, Áustria, Hungria, Bélgica, Irlanda, Bulgária, Itália, Chéquia, Letónia, Chipre, Lituânia, Croácia, Luxemburgo, Dinamarca, Malta, Eslováquia, Países Baixos, Eslovénia, Polónia, Espanha, Portugal, Estónia, Reino Unido, Finlândia, Roménia, França e Suécia – e as diferenças entre esses países são como o ‘ferro e o barro’.

“A moeda e o mercado e único, direito de trabalhar nos países, com livre circulação de pessoas, bens e serviços, são os principais benefícios dessa união dos países.
Mas os britânicos nunca acreditaram realmente na integração europeia completa pelo "euroceticismo" da sua classe política e seu povo” [BBC].

A profecia de Daniel está dentro de um contexto dos impérios mundiais – Babilônia, Medo-pérsia, Grécia e Roma; sendo a união europeia, representada pelo ‘barro e ferro’ nos pés da estátua que o sonho havia sido revelado.

A união europeia seria a ultima potência mundial predita pela profecia de Daniel; nem os EUA entram neste cenário profético. Os EUA entram como ‘reinos’ paralelos a esta profecia com interferências religiosas.

A união européia também é representada pela última ‘besta escalarte’ de Apocalipse 17, que ampara politicamente a igreja apostatada, representada pela ‘grande meretriz’.

A saída do Reino Unido [Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e Escócia] apenas é uma evidência da especificidade da profecia que coloca que essa última união dos países seria como a junção de ferro e barro, ou seja, uma ligação inadequada para representar a força de um ´império´.

A profecia classifica os reinos com valores e força dos metais:
Babilônia – Ouro
Medo-Pérsia – Prata
Grécia – Bronze
Roma – Ferro
União Européia – Ferro e barro

Ou seja, a força e os valores dessa última união de países seria muito inferior aos impérios da antiguidade. E os reinos desta última união seriam “fortes como o ferro, mas outras serão fracas como o barro” v42.

A grande verdade é revelada pelo profeta – “há um Deus nos céus que revela segredos, e ele mostrou ao rei Nabucodonosor o que acontecerá no futuro” v28.

EPIDEMIAS - SINAL DA SEGUNDA VINDA


O sinal de Jesus para a Sua Segunda Vinda – “haverá grandes... epidemias... em vários lugares” Lucas 21:11; se evidencia no início da nova década.

“Uma epidemia de SARS, potencialmente mortífera e semelhante à gripe, matou mais de 700 pessoas em todo o mundo entre 2002 e 2003, tendo início na China.

A epidemia ameaça retornar, e 136 novos casos e uma terceira vítima fatal foram confirmados. Até então, eram 62 casos oficiais. Desde então, os números só aumentaram, até os 440 oficialmente confirmados até agora [Janeiro 2020].

Especialistas afirmam que deve haver mais casos que ainda não foram identificados — estima-se que a cifra esteja em torno de 1,7 mil pessoas infectadas.” [Fonte: BBC]

Algumas das dez maiores epidemias do planeta estão relacionadas a zoonose, ou transmissão de microorganismos de animais aos humanos, através do consumo de carnes de animais, que a Bíblia indica sendo imundos (*):

1. Vírus Nipah – animal de origem são os morcegos*
2. Vírus Hendra – animal de origem são os morcegos*
3. Febre hemorrágica da Crimeia-Congo – carrapatos
4. Vírus ebola – animal de origem são os morcegos*
5. Febre de Lassa – animal de origem são os roedores*
6. Síndrome respiratória por coronavírus do Oriente Médio – dromedários*
7. Síndrome respiratória aguda grave (SARS) – gatos da argália*
8. Zika – mosquitos Aedes aegypti.
9. Febre do Vale Rift – gado infectado
10. Doença X – patógeno desconhecido

“A Sars passou para os humanos a partir de um animal selvagem conhecido como civeta (ou gato-de-algália, parente do guaxinim) — que era considerado uma iguaria culinária na região de Guangdong, na China”. [Fonte: BBC]

As epidemias são mais um sinal que se apresenta como evidência da proximidade da Segunda Vinda.

São também o resultado da ignorância e abandono da Lei de Deus. Os mandamentos de Levítico 11 alistam 5 categorias de animais que são impróprios para o consumo humano. 

A restrição dos ‘animais imundos’ é devido a ingestão da carne desses animais, ou o contato com os animais, transmitirem micro-organismos que causam doenças em humanos.

Por outro lado, a Bíblia afirma a benção da obediência – “O Senhor afastará de ti toda enfermidade; sobre ti não porá nenhuma das doenças malignas” Deuteronômio 7:15 NVT.

OS PERSONAGENS DA PROFECIA APOCALÍPTICA



As profecias apocalípticas estão nos livros de Daniel e Apocalipse e se constituem em revelações para o Tempo do Fim

O livro de Daniel estabelece um princípio para a interpretação dos animais em profecias – “Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis que se levantarão da terra... O quarto animal será um quarto reino na terra” Daniel 7:17 e 23.

Esse é um ‘molde de interpretação’ para as profecias apocalípticas. A sequência de animais deve ser interpretado como uma sequência de reinos. Isso em Daniel ou Apocalipse.

Os animais das visões de Daniel – os 4 animais do capítulo 7; os dois animais do capítulo 8, são reinos sequenciais. Os animais [bestas] de Apocalipse 11, 13 e 17, são reinos.

A BESTA QUE SAI DO ABISMO – Ap 11:7
“a besta que sobe do abismo” Apocalipse 11:7 – esse reino é descrito dentro da visão das 2 testemunhas. O reino faz guerra ás duas testemunhas, as destrói e vence por um período de tempo. As duas testemunhas “profetizam por mil duzentos e sessenta dias” v3. Ou seja, não podem ser pessoas reais.

Os 1260 dias são os 1260 anos de domínio papal na Europa [538-1798 dC] em que a Bíblia foi ignorada e adulterada pelo poder religioso romano. As Duas Testemunhas são o Antigo e Novo Testamentos – “as duas oliveiras e os dois candeeiros” v4, pelos quais Deus derrama unção e luz sobre a humanidade.

A nação que fez guerra a Bíblia e a erradicou por 3 anos e meio v9, é a França. Esse país através da Revolução Francesa, não só prendeu o papa, derrubou o domínio religioso corrupto, mas também aboliu as escrituras durante o ‘reinado do terror’ de 05.09.1793 a 28.07.1794.

As Bíblias foram queimadas nas praças da cidade de Paris motivados pela filosofia da Revolução Francesa que era o culto da razão, como as bases do iluminismo europeu que se estabelecia por todos os países.

A BESTA QUE SAI DO MAR – Ap 13:1-10
A descrição mais flagrante está no v.5  – "Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias” – as prerrogativas que o papado assume em mediar a relação do homem com Deus, dar ao papa o título de ‘substituto’ do Filho De Deus; perdoar pecados dos homens; a infalibilidade e outras prerrogativas, são arrogâncias e blasfêmias contra Deus.

O  v.6 ainda descreve  – “E abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome e do seu tabernáculo e dos que habitam no céu” – assumindo a postura de mediador entre Deus e o homem, o papado anulou a obra de Jesus no santuário Celestial (Heb. 4:14; 8:1) e toda a obra de salvação realizada ali.

Mas é o  v.7 que descreve a principal característica que coloca o papado como protagosnista desse símbolo – “ Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los” – talvez uma das mais claras referências, pois o papado foi o responsável pela morte de milhões de pessoas em 1260 anos de perseguição pelas guerras e inquisições contra os próprios cristãos que negavam seguir suas doutrinas corruptas.

A BESTA QUE SAI DA TERRA – Ap 13:11-18
Seguindo  o princípio de interpretação de que esse símbolo também é uma nação, o v13 indica que essa nação – “faz grandes sinais... descer fogo do céu” – essa cena evoca o evento do Carmelo (Elias) descrito no Antigo Testamento. Mas aqui o fogo que desce do céu, desta vez cai no altar errado, iludindo a humanidade. Uma clara referência ao Espírito Santo (fogo) e sua descida sobre a terra.

Certamente indicando o Pentecostalismo que se iniciou neste país; o berço pentecostal é os EUA.
O v14 ainda acrescenta  – “engana... com sinais que lhe foi permitido fazer” – é notório que o movimento pentecostal que se originou nos EUA tem a marca de um ministério de sinais e prodígios. Esses sinais servem ao propósito de enganar e dissimular a verdadeira experiência com o Espírito Santo.

A IMAGEM DA BESTA – Ap 13:15
Em Ap 13:14 é dito que a primeira besta [EUA] é que leva os que “habitam na sobre a terra” a fazer  “uma imagem à besta”.

No verso 15 do mesmo capítulo é dito que os EUA comunica “fôlego a imagem da besta”; isso se remete a Gênesis 2:7, na criação de Adão, quando Deus sopra o ‘fôlego’ dando vida ao ser humano. O texto da a entender que os habitantes da terra fazem a ‘imagem da besta’ e os EUA dão ‘fôlego’ ou vida a essa ‘imagem’. Essa é uma entidade que parte dos EUA; é um ‘produto’ da nação americana.

A ‘imagem da besta’ também parece ser uma entidade como a própria ‘besta do mar’ ou o papado. O capítulo 14 afirma que a “besta e a sua imagem” recebem adoração, sendo portanto uma entidade religiosa.

Os EUA [segunda besta] é descrito como que ‘faz descer fogo do céu’ 13:13. Essa é uma referência a experiência de Elias no Monte Carmelo; só que no evento do Tempo do Fim, o fogo descerá no altar do ‘falso profeta’. Essa é uma referência também à descida do Espírito Santo sobre os discípulos no Pentecostes, e se cumpre no movimento protestante dos pentecostais. A ‘imagem da besta’ ou movimento pentecostal é genuinamente americano por isso é descrita dentro da profecia da besta que sobre da terra.

FALSO PROFETA
O Apocalipse descreve que “a besta foi presa, e com ela o falso profeta” 19:20. O papa não é o Falso Profeta.

Os falsos profetas são muito mencionados na Bíblia como aqueles que arrogavam ter o Espírito Santo, mas falavam de si mesmos.

Os EUA como nação que “faz cair fogo do céu” 13:13:13up, parece ser a melhor interpretação para a origem do falso profeta. É uma clara alusão ao evento do Carmelo onde Elias – o verdadeiro profeta – e os profetas de Baal estiveram disputando que faria descer fogo do céu [1Rs 18:19].

A ‘imagem da Besta’ e o ‘Falso Profeta’ parecem ser a mesma entidade religiosa em fases diferentes.
Assim como a Besta do Mar [Ap 13:1], a Grande Prostituta [Ap 17] e a Cidade Babilônia [Ap 18] são a mesma entidade religiosa [papado, igreja romana e ICAR], mas em fases diferentes.

A ‘imagem da besta’ pode estar relacionado ao início do movimento pentecostal, associado à guarda do domingo; e o ‘falso profeta’ associado a ultima fase do movimento pentecostal em união à igreja católica, para o decreto dominical e o decreto de morte.

 GRANDE PROSTITUTA – Ap 17
Mulher na simbologia bíblica é uma referência à igreja - Efesios 5:35 [nos vs22-31 Paulo dá conselhos a marido e à mulher; no v35 ele explica que eram uma referência profética a Cristo e Sua igreja].

Essa é a mesma Besta do Mar [papado] mas em uma fase diferente, como igreja e não como poder político-religioso como na idade média.

O fato básico da simbologia é que é uma mulher prostituída, ou que se corrompeu.
A corrupção dessa mulher/igreja se deu pelas doutrinas bíblicas que foram modificadas:
-mudança do texto bíblico original
-mudança do sábado para o domingo
-exclusão do texto que descreve o segundo mandamento em Êxodo 20
-autorização para homens [padres] perdoarem pecados
-papa assumir o lugar do Espírito Santo na Terra
-atribuição a Maria como intercessora, e não a Jesus como intercessor

BABILÔNIA – A GRANDE CIDADE – Ap 18
Esse é o mesmo poder religioso anterior, mas em uma outra fase.
Os nomes da Mulher Prostituta [17:5] e da cidade [18:2] são a mesma. A igreja será transformada em algum poder político novamente mas não como no passado.
A imagística de uma cidade, é extraída da queda da antiga Bbailônia [Daniel 5] que caiu diante da ação dos Medo-persas.
É nesta fase que esse poder religioso cai e se encaminha para sua destruição – vs 9-19.

A MULHER DE APOCALIPSE 17


1.       A ‘mulher’ de Apocalipse 12 é mencionada como indo ao deserto em fuga; a ‘mulher’ do capítulo 17 é descrita como “num deserto e vi uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres” v.3.

Mulher na simbologia bíblica é uma referência à igreja - Efesios 5:35 [nos vs22-31 Paulo dá conselhos a 
marido e à mulher; no v35 ele explica que eram uma referência profética a Cristo e Sua igreja]

2.        Ela é identificada como a “grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas” v.1. Ora no Apocalipse é codificado que “as águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas” 17:15. 

A Europa é o berço dos povos e nações, e onde se encontra o Vaticano.

3.       É declarado desta igreja que “se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra” v.2. 

O Vaticano no passado e no presente sempre esteve envolvida com política e assuntos de estado. 
A ‘prostituição’ se refere às mudanças nos conceitos bíblicos para a formulação das suas falsas doutrinas. 
Também é uma referência a suas relações com as nações.

4.       A profecia descreve a “mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres”. 

Essa besta ou animal representa o estado do Vaticano sobre a qual a igreja se sustenta.

5.       O Apocalipse declara: “as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada” (17:9).  Roma é a cidade das 7 colinas – Campidoglio, Quirinale, Viminale, Esquilino, Celio, Aventino e Palatino.

6.       Outra indicação é feita como “os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora”. Os 10 chifres são os 10 reinos que originaram a Europa – Francos (França), Alamanes (Alemanha), Saxões (Inglaterra), Lombardos (Itália), Visigodos (Espanha), Suevos (Portugal), Borgundos (Suiça) Ostrogodos, Hérulos e Vândalos.

7.       A riqueza da igreja católica é descrita no v.4 – “Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição”. 

8.       É afirmado que a igreja católica não está sozinha na prostituição do evangelho de Jesus Cristo – “Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: Babilônia, A Grande, A Mãe Das Meretrizes E Das Abominações Da Terra". Como mãe é provável que haja suas filhas ou denominações que tem suas doutrinas deturpadas por conceitos  católicos.

9.       Talvez a evidência mais forte seja a do v.6 – “Então, vi a mulher embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus; e, quando a vi, admirei-me com grande espanto”.  Nada é mais evidente do que o fato desta igreja ter perseguido os cristãos dissidentes e protestantes que não concordavam com as mudanças teológicas.

10.   “A mulher que viste é a grande cidade que domina sobre os reis da terra” v.18; ou o Vaticano. Pode ser argumentado que o Vaticano não domina sobre as nações. Mas a profecia descreve apenas aspectos do domínio religioso. O papa é o líder moral do mundo contemporâneo.

O apelo da Palavra de Deus é – “Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” 18:4.

Os crentes devem sair deste sistema religioso falido – “Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo” 18:2 e 3.    

A mulher de Apocalipse 17 é a igreja católica apostólica romana.

A IMAGEM DA BESTA



O Apocalipse menciona 8x a ‘imagem da besta’ - 13:14 ;  13:15; 14:9 ; 14:11 ;  15:2 ; 16:2 ; 19:20 ; 20:4 . São 2 usos da expressão “imagem da besta” e 6 usos da expressão “sua imagem”.

Em Ap 13:14 é dito que a primeira besta [EUA] é que leva os que “habitam na sobre a terra” a fazer  “uma imagem à besta”.

1.“Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu” Ap 13:14.

No verso 15 do mesmo capítulo é dito que os EUA comunica “fôlego a imagem da besta”; isso se remete a Gênesis 2:7, na criação de Adão, quando Deus sopra o ‘fôlego’ dando vida ao ser humano. O texto da a entender que os habitantes da terra fazem a ‘imagem da besta’ e os EUA dão ‘fôlego’ ou vida a essa ‘imagem’.

2. “e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta” Ap 13:15.  

No capítulo 14, fora da descrição da besta que sai da terra, e agora descrevendo as 3 Mensagens Angélicas, na terceira mensagem é descrito que as pessoas adoram a ‘besta’ [papado] e a ‘imagem da besta’. Aqui o texto revela que são duas entidades diferentes; a besta que recebe adoração aqui é o papado, na pessoa do papa; e a imagem da besta também recebe adoração, sendo uma provável instituição ou entidade como o papado.

Paulo em 2Tessalonicenses menciona o “homem da iniquidade” 2:3, ou “iníquo” 2:8; e ainda o “filho da perdição”.  As 3 expressões se referem ao papa, que promove a ‘grande apostasia’ 2:3 predita por Paulo. O papado não pode ser a ‘imagem da besta’; ele faz parte deste reino representado pela ‘besta do mar’.

A ‘imagem da besta’ parece ser uma entidade como a própria ‘besta do mar’ ou o papado.
O capítulo 14 ainda afirma que a “besta e a sua imagem” recebe adoração, sendo portanto uma entidade religiosa. E essa entidade faz os ‘habitantes da terra’ receberem a ‘marca da besta’ sobre a ‘fronte e a mão’.

3. “Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão” Ap 14:9.
A ‘marca da besta’ é uma oposição ao ‘selo de Deus’ e ao selamento descrito no capítulo 7:3. O selo de Deus é identificado como a experiência de santificação do sábado [Ez 20:12 e 20]. Correlatamente a experiência da adoração no domingo é a ‘marca da besta’.

Ou seja, a entidade religiosa ‘imagem da besta’ promove ao lado da besta a falsa adoração do domingo. E isso é claramente relacionado em nossos dias que são as igrejas protestantes ou evangélicas que compartilham essa interpretação de que o domingo é o dia de guarda, em oposição à verdade bíblica da santificação do sábado.

Identificado a entidade religiosa que é a ‘imagem da besta’ – o protestantismo apostatado – entendemos que aquilo que o papado promoveu no passado, o protestantismo também irá promover em união ao papa. E o castigo descrito à ‘besta’, é participado pela ‘imagem da besta’.

4. “A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome" Apo 14:11. 

Os adoradores da besta e os adoradores da ‘imagem da besta’ são descritos como recebendo o mesmo castigo das pragas apocalípticas.

5. “Saiu, pois, o primeiro anjo e derramou a sua taça pela terra, e, aos homens portadores da marca da besta e adoradores da sua imagem, sobrevieram úlceras malignas e perniciosas” Apo 16:2.

Em contraste, os remidos são descritos como aqueles que estão fora destas duas entidades [Ap 18:4], porque Deus os chama a sair dali.

6. “Vi como que um mar de vidro, mesclado de fogo, e os vencedores da besta, da sua imagem e do número do seu nome, que se achavam em pé no mar de vidro, tendo harpas de Deus” Apo 15:2.

No verso seguinte encontramos três entidades mencionadas – a ‘besta do mar’ [o papado]; o ‘falso profeta’ e a ‘imagem da besta’. Mas o verso afirma que “os dois são lançados... no lago de fogo”. Ou seja, o ‘falso profeta’ é também a ‘imagem da besta’. O ‘falso profeta’ é o protestantismo apostatado. 

São duas fases da mesma entidade religiosa; pois inicialmente, quando ainda não está ligado ao papado, é descrito como falso profeta que ‘faz descer fogo do céu’ 13:13. Essa é uma referência a experiência de Elias no Monte Carmelo; só que no evento do Tempo do Fim, o fogo descerá no altar do ‘falso profeta’. Essa é uma referência também à descida do Espírito Santo sobre os discípulos no Pentecostes, e se cumpre no movimento protestante dos pentecostais. O ‘falso profeta’ ou movimento pentecostal é genuinamente americano e na profecia é descrito com ligação à besta que sobe da terra - 13:11.

7. “Mas a besta foi aprisionada, e com ela o falso profeta que, com os sinais feitos diante dela, seduziu aqueles que receberam a marca da besta e eram os adoradores da sua imagem. Os dois foram lançados vivos dentro do lago de fogo que arde com enxofre” 19:20.

 A última referência a ‘imagem da besta’ é usada para descrever a experiência dos que estão durante o milênio no céu. Ou seja, foram arrebatados na Segunda Vinda [1Tes 4:16 e 17]; e não receberam o selamento da besta [na mão e na testa] e reinam com Cristo no céu durante mil anos.

8. “tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos” 20:4 up.

Conclusão:
A ‘imagem da besta’ é uma criação dos que “habitam sobre a terra” e não um movimento religioso que parte de Deus. É identificada como um entidade religiosa que se liga ao papado em conexão com a experiência de se guardar o domingo, o dia falso de adoração. 

É também identificada como tendo uma ‘dupla personalidade’, sendo também o ‘falso profeta’ ou tendo o movimento pentecostal em sua composição. Como a ‘imagem da besta’ é descrita na seção da ‘besta da terra’, essa entidade seria formada em seu tempo e domínio, sendo identificada como o protestantismo apostatado.

A apostasia dessa entidade é denunciada pelo Apocalipse como ocorrendo pela experiência da falsa adoração, que a o papado havia criado e promovido. Daí a expressão ‘imagem da besta’, ou como tendo a mesma experiência do papado, ou da religião romana.

O CHIP E A MARCA DA BESTA



O Apocalipse indica que os humanos serão marcados com dois selos – o selo de Deus ou a marca da besta.

A profecia descreve o selamento do povo de Deus – “E ouvi o número dos selados, e eram cento e quarenta e quatro mil selados, de todas as tribos dos filhos de Israel” Ap 7:4.

Mas Satanás também tem seu selamento e pretende implantar sua marca nas mãos e testas de todos os habitantes da Terra.

O SELAMENTO
O selamento de Deus ocorre para que haja uma diferença entre os habitantes da Terra; Deus diferencia os justos dos ímpios, pois os eventos finais serão destruidores.

É dito na profecia que o Anjo “clamou com grande voz aos quatro anjos, a quem fora dado o poder de danificar a terra e o mar. Dizendo: Não danifiqueis a terra, nem o mar, nem as árvores, até que hajamos selado nas suas testas os servos do nosso Deus” Ap 7:2,3.

A razão do selamento então, é a destruição que ocorrerá antes da Segunda Vinda de Jesus.
Ainda é dito que os servos de Deus são selado na ‘testa’. A marca da besta é descrita da mesma forma, como sendo na ‘testa e na mão’ – “seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas” Ap 13:16.

Toda descrição do Apocalipse é simbólica. E os símbolos desta profecia devem ser extraídos do Antigo Testamento, e não do que imaginamos estar relacionado na atualidade.

O ENIGMA E A SOLUÇÃO
A Bíblia oferece o símbolo, e também dá a resposta, ou a solução para esses enigmas.

No Antigo Testamento encontramos uma orientação Divina para o povo de Israel, usar os ‘Tefilins’ ou ‘filacterios’ para ser diferenciado dos demais povos. Eram tiras de couro que usavam nos pulsos ou na testa, e nessas tiras de couro haviam trechos da Lei de Deus escritas.

A ordem de Deus era – “Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração... Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos” Dt 6:5-8.

O sinal de Deus para que o povo fosse reconhecido diante das nações pagãs, eram os filactérios amarrados na mão e na testa.

Quando o Apocalipse usa essa imagística, ou esse símbolo, está fazendo uma referência à Lei de Deus que deve estar na mente do Seu povo.

O povo de Deus no Temo do Fim será reconhecido como aquele que obedece sua Lei. O Apocalipse afirma essa realidade, dizendo que  “O dragão [Satanás] irou-se contra a mulher [a Igreja], e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente [o Povo de Deus], os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo” Ap 12:17.

O Selamento [Ap 7:1-3] do Povo de Deus ocorre quando o cristão reconhece a Soberania de Deus através de Sua Lei, e em obediência se distingue dos adoradores da bBesta, que ignoram ou mudam Sua lei.

O SELO DE DEUS
Outro profeta, Ezequiel, descreve o Selo de Deus como sendo um dos mandamento dessa Lei – “E também lhes dei os meus sábados, para que servissem de sinal entre mim e eles; para que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica” Ez 20:12.

O sábado se torna um ícone do selamento, porque foi um dos mandamentos alterados pela Besta [papado] mudando a guarda do sábado para o domingo.

O selamento de Deus, é mimetizado pela ‘Besta que sai do mar’, através da doutrinação do dia falso de adoração. Ou seja, a Besta também está realizando um selamento na testa e na mão, mas com o seu próprio ‘sinal’ [Ap 13:6].

A obediência a Deus é o processo de selamento. É a distinção que Deus usa para diferenciar na Terra aqueles que são realmente seus através da santificação – “santificai os meus sábados, e servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o Senhor vosso Deus” Ez 20:20.

Obviamente não é a obediência de um só mandamento, o sábado, que santifica, o sela o Povo de Deus, mas a obediência a todos os mandamento, do qual o sábado aqui é uma referência, devido a mudança que a Besta do Mar efetuou, tornando a Lei de Deus anulada.



A DISTRAÇÃO
A "marca na mão direita e na testa" não se trata de um 'chip'. As coisas espirituais se explicam com temas espirituais, e não com tecnologia deste mundo.

Essa é uma distração para que os que desconhecem a interpretação bíblica do Apocalipse, se envolvam em uma expectativa falsa, e sejam distraídos da verdadeiro selamento.

Lembre que os símbolos do Apocalipse é a própria Bíblia que oferece seu significado. No Antigo Testamento "na mão e na testa" eram colocados trechos da lei amarrados [Deut. 6.8] são os 'Tefilins' ou filactérios. É desta imagística do Antigo Testamento que deve ser extraído a solução para o símbolo da profecia.

Assim como o povo de Deus será selado com a Sua Lei através da obediência [Ap 7.3] os adoradores da besta [papado] serão selados na desobediência.

Essa 'marca da besta' é uma marca espiritual ou 'selamento’; assim como o selamento do remanescente será pela obediência à Lei.

OS MUÇULMANOS E A SEXTA TROMBETA


O método historicista de interpretação entende as profecias do Apocalipse como símbolos que se relacionam com os eventos da história.

Na profecia das trombetas nos capítulos 08 e 09 do Apocalipse os protagonistas 
são relacionados com os muçulmanos.

As trombetas são uma imagistica do juízo de Deus sobre as nações. E a 5a e a 6a trombetas são referentes aos muçulmanos na sua fase inicial e atual.

O capítulo 9 da revelação descreve assim a ação muçulmana – “O quinto anjo tocou a trombeta... saíram gafanhotos para a terra; e foi-lhes dado poder como o que têm os escorpiões da terra, e foi-lhes dito que não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão-somente aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fronte” vs.1, 3 e 4.

A imagística dos ‘gafanhotos’ com poder de ‘escorpiões’ que ‘causam dano à terra’, são as similaridades que a profecia relaciona as ações dos muçulmanos desde o 6o século.

Apesar das nações muçulmanas terem um aspecto secundário na profecia, os protagonistas, as duas bestas (animais)representados pelo papado e os EUA são alvejados pelas ações muçulmanas destruidoras.

Percebemos isto no v.5 desta citação onde é declarado que “ não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão-somente aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fronte.” .

Deus usa a energia destruidora dos escorpiões (muçulmanos) para castigar os que não possuem o selo de Deus. Ele direciona essa força destruidora contra aqueles que não possuem o sinal de lealdade ao Criador.

O terrorismo do islamismo extremista são os eventos da sexta trombeta; que antecedem a sétima e última trombeta, que é a Segunda Vinda de Jesus.

Ou seja, estamos muito próximos do Fim do Mundo. Cada evento terrorista é um toque da 6a trombeta.

A religião rapidamente esta se polarizando como catalisador na sociedade mundial; valores religiosos, costumes e motivações político-religiosas estão se tornando o referencial para as decisões dos líderes e até as guerras do planeta.

O que podemos esperar neste cenário mundial político-religioso?

Exatamente o que a profecia já indicou – o papado assumindo a liderança moral das nações e exigindo sua falsa adoração, isto através da força político-militar dos EUA.

O poder militar norte-americano vem sofrendo os golpes do ‘escorpião’, ou o terrorismo islâmico, e assim restringindo sua ação. Deus caprichosamente move as nações, porque tem todas elas sob Seu controle.

Deus se utiliza das nações para executar Seu planos. Restringe a apostasia dos americanos e o extremismo islâmico. “Pois do SENHOR é o reino, é ele quem governa as nações.” Salmos 22:28.

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