VIOLÊNCIA DOS ÚLTIMOS DIAS

“Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis,  pois os homens serão...  desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus...” 1 Timoteo 3:1-4.

Esse texto não é uma profecia que deveria se cumprir, mas uma descrição de um Deus onisciente que alerta para os últimos dias dos humanos neste planeta.
 
Anders Behring Breivik, que confessou ser o autor do massacre que deixou 93 mortos na sexta-feira (22), na Noruega, chegou na manhã desta segunda-feira à corte de Oslo, onde deve se declarar inocente.

Na primeira ação, um carro-bomba explodiu próximo à sede do governo, no centro de Oslo, matando sete pessoas. No segundo ataque, o agressor atirou contra os participantes de uma colônia de férias da juventude do Partido Trabalhista (no poder) na ilha de Utoya, 40 km a oeste da capital, provocando ao menos 86 mortes.

Os dois ataques foram cometidos com apenas duas horas de diferença. A hipótese mais sólida era de que o suspeito tinha ativado o carro-bomba que explodiu na capital para depois seguir em direção à ilha, situada a cerca de 40 quilômetros da capital.

Segundo Geir Lippestad, advogado do acusado, Breivik acredita que seus crimes foram "atrocidades, mas necessários" e que não merece nenhum castigo por eles.

O advogado disse ainda que Breivik quer se declarar "não culpado".

De onde vêm a motivação para essas atrocidades?

Sérgio Rizzo, colunista do Yahoo! Cinema, indica uma das fontes:

“Uma das características do cinema moderno é a ambiguidade, ou a possibilidade de enxergar em cada filme coisas muito distintas. Boa parte do sentido é produzida na cabeça do espectador, que conecta a história contada na tela a tudo o que já viu antes, em uma sala de cinema, na TV e na vida — em casa, na escola, no trabalho, na rua.
Nesse processo, entram em campo as experiências, crenças, preferências, idiossincrasias e preconceitos de cada um. Funciona assim comigo, com você — e também com os psicopatas. Alguns deles têm atribuído a filmes a inspiração ou a motivação para cometer os crimes pelos quais se tornam conhecidos.
O episódio mais recente envolve “Dogville” (2003), do dinamarquês Lars von Trier. Muito lembrado pelo tratamento incomum que dá aos cenários, é o primeiro longa de uma trilogia inacabada sobre os Estados Unidos, que prosseguiu com “Manderlay” (2005). Nicole Kidman interpreta uma mulher em fuga que se esconde em um vilarejo nas montanhas.

Entre os muitos admiradores de “Dogville”, está o norueguês Anders Behring Breivik, o terrorista de extrema direita responsável pelos atentados de 22 de julho. Em sua página no Facebook, agora bloqueada pela polícia, ele relacionava entre seus preferidos o filme de Von Trier, cuja sequência final guarda semelhanças com o massacre na ilha de Utoya.
A proximidade foi notada pelo próprio diretor (clique aqui para ler seus comentários). Por uma coincidência infeliz, Von Trier criou polêmica no Festival de Cannes deste ano ao sugerir ironicamente que “compreendia” Aldolf Hitler na entrevista coletiva com a equipe de“Melancolia”, que entrará em cartaz no Brasil na próxima sexta-feira (5

Quem deseja simplificar o cenário já está com o prato feito: um diretor que teria demonstrado simpatia por ideias de extrema direita veria um de seus principais filmes usado como “receita” por um psicopata com a mesma coloração ideológica. Parece difícil, no entanto, embarcar nessa simplificação — de Von Trier, do filme em questão e de Breivik.
Qualquer episódio de violência na vida real associado a um filme traz sempre à lembrança“Laranja Mecânica” (1971), que está sendo lançado em Blu-ray no 40o. aniversário de seu conturbado lançamento. À época, o diretor Stanley Kubrick decidiu retirar o filme dos cinemas do Reino Unido depois que a justiça o proibiu em algumas regiões, na esteira de crimes que teriam sido inspirados em algumas cenas.

Na ocasião, após receber ameaças anônimas, Kubrick argumentou que o caráter de denúncia do filme não havia sido compreendido. O autor do romance no qual se baseou, Anthony Burgess, o acompanhou na defesa da obra. Anos mais tarde, no entanto, Burgess escreveu um artigo no qual admitia que, se soubesse que uma obra sua teria sido responsável indireta por um ato de violência, nunca a teria escrito.
Desde então, outros episódios célebres têm reaberto periodicamente o debate sobre a suposta capacidade de o cinema, sozinho ou em conjunto com outros fatores, contribuir para a violência na sociedade. Hoje confiado a uma clínica psicológica, John Hinckley Jr. foi o protagonista de uma dessas histórias.
Em 30 de março de 1981, ele atirou no então presidente norte-americano Ronald Reagan e em outros integrantes de sua comitiva. Reagan chegou ao hospital em estado grave, mas se recuperou. Hinckley disse que cometeu o atentado para impressionar a atriz Jodie Foster, em ação semelhante à do personagem de Robert De Niro em “Taxi Driver” (1976), no qual Foster interpreta uma adolescente que se prostitui.

Eric Harris e Dylan Klebold, os dois adolescentes norte-americanos responsáveis pelo massacre da Columbine High School, em 20 de abril de 1999, relacionavam o então recém-lançado“Matrix”, dos irmãos Wachowski, entre seus filmes preferidos, e teriam se inspirado parcialmente nele para cometer os assassinatos.

Meses depois, um episódio polêmico envolvendo cinema e violência foi registrado em São Paulo. Em 3 de novembro de 1999, Mateus da Costa Meira atirou na plateia de um cinema que exibia “Clube da Luta”, de David Fincher, e matou três espectadores. Muito se disse na ocasião sobre a suposta importância do filme — que trata de esquizofrenia — para o assassino, mas a sua defesa alegou que ele havia sido influenciado pelo videogame “Duke Nukem”.

Fonte: Sérgio Rizzo, colunista do Yahoo! Cinema

A EPIDEMIA E A REFORMA


O processo de reformas religiosas teve início no século XVI. Podemos destacar como causas dessas reformas : abusos cometidos pela Igreja Católica e uma mudança na visão de mundo, fruto do pensamento renascentista.

 “Grande impulso foi dado à Reforma com o aparecimento da peste, ou "grande morte", que varreu a Suíça no ano 1519. Sendo os homens assim postos em face do destruidor, muitos foram levados a sentir quão vãos e inúteis eram os perdões que tinham tão recentemente comprado; e anelavam um fundamento mais seguro para a sua fé” O Grande Conflito, 179. 

A Igreja Católica vinha, desde o final da Idade Média, perdendo sua identidade. Gastos com luxo e preocupações materiais estavam tirando o objetivo católico dos trilhos. Muitos elementos do clero estavam desrespeitando as regras religiosas, principalmente o que diz respeito ao celibato. Padres que mal sabiam rezar uma missa e comandar os rituais, deixavam a população insatisfeita.

A burguesia comercial, em plena expansão no século XVI, estava cada vez mais inconformada, pois os clérigos católicos estavam condenando seu trabalho. O lucro e os juros, típicos de um capitalismo emergente, eram vistos como práticas condenáveis pelos religiosos. Por outro lado, o papa arrecadava dinheiro para a construção da basílica de São Pedro em Roma, com a venda das indulgências (venda do perdão).

No campo político, os reis estavam descontentes com o papa, pois este interferia muito nos comandos que eram próprios da realeza.

O novo pensamento renascentista também fazia oposição aos preceitos da Igreja. O homem renascentista, começava a ler mais e formar uma opinião cada vez mais crítica. Trabalhadores urbanos, com mais acesso a livros, começaram a discutir e a pensar sobre as coisas do mundo. Um pensamento baseado na ciência e na busca da verdade através de experiências e da razão.

Foram vários os fatores que determinaram uma libertação da tirania católica romana e o livre pensamento dos protestantes.

O destaque, porém é para o fator sobrenatural – a peste que assolou a Europa.

A Peste negra é a designação por que ficou conhecida, durante a Baixa Idade Média, a pandemia de bubônica que assolou a Europa durante o século 16 e dizimou entre 25 e 75 milhões de pessoas, sendo que alguns pesquisadores acreditam que o número mais próximo da realidade é de 75 milhões, um terço da população da época.

A doença é causada pela bactéria Yersinia pestis transmitida ao ser humano através das pulgas (Xenopsylla cheopis) dos ratos-pretos (Rattus rattus) ou outros roedores. Os surtos de peste bubônica teve origem em determinados focos geográficos onde a bactéria permaneceu de forma endêmica.

Foi o morticínio causada por esta pandemia que alertou os europeus da idade média de que algo estava errado, e muito errado. Os europeus eram pessoas religiosas (e supersticiosas) e embora explorados pelos clérigos católicos romanos, ainda temiam a Deus. “ Sendo os homens assim postos em face do destruidor, muitos foram levados a sentir quão vãos e inúteis eram os perdões que tinham tão recentemente comprado; e anelavam um fundamento mais seguro para a sua fé” O Grande Conflito, 179. 

A boa religião sempre vem acompanhada de saúde, economia e progresso. E hoje diante da pandemia que o século 21 enfrenta, cabe uma séria reflexão sobre o que temos deixado de fazer para receber as consequências de uma doença que já tem matado a dezenas de milhares de pessoas.

Essa pandemia é consequência da quebra da Lei de Deus em Levítico 11; e a nós cabe 'reformar' nossas vidas para estamos cumprindo essa lei e fiéis à Aliança de Deus. Na obediência há saúde e vida - Deut.7:15.

VULCÕES NA DESTRUIÇÃO DO MUNDO

Nos últimos 30 anos, houve pelo menos 26 incidentes graves com aviões provocados por nuvens de cinzas vulcânicas. Em nove deles, as turbinas das aeronaves chegaram a parar de funcionar durante o voo.

Um dos primeiros registros de encontros entre aviões e nuvens de cinzas vulcânicas de que se tem notícia ocorreu em 1980, durante a erupção do Monte Santa Helena (veja o vídeo), no Estado americano de Washington. Na época houve uma série de episódios em que aeronaves militares se depararam com as nuvens de cinzas expelidas pelo vulcão.

Os episódios com os vulcões estão cada vez mais comuns na última década.

O vulcão Eyjafjallajökull, na Islândia, situado abaixo da quinta maior geleira do país, já entrou em erupção cinco vezes desde a criação da Islândia no século XIX.

Países do Leste da África tiveram de cancelar voos devido à erupção do vulcão Nabro, na Eritreia.

Em um dos episódios mais recentes, a erupção do vulcão chileno Puyehue vem provocando há vários dias cancelamentos de voos em diversos países da América do Sul, na Austrália e na Nova Zelândia.

Mais de 4 mil pessoas fugiram dos arredores do vulcão Lokon, que entrou em erupção lançando rochas, lava e cinzas a mais de um quilômetro de altura na Indonésia. O alerta foi elevado porque a atividade do vulcão, de 1.580 metros de altura e localizado na ilha de Sulawesi (Celebes), aumentou consideravelmente em junho. Conforme as autoridades, a vegetação foi tomada pelas chamas em um raio de 500 metros em torno do vulcão. Segundo balanço dos serviços de socorro, 4.4 mil habitantes foram evacuados num raio de 3,5 quilômetros em torno da cratera. Cerca de 28 mil pessoas vivem nas imediações do Lokon, um dos vulcões mais ativos na região.

Isso demonstra o poder que os vulcões possuem ou a energia destruidora que o planeta tem em si mesmo.

Deus sempre se utilizou dos elementos da natureza como seu arsenal próprio. Fez isso com trovões e raios (Êxodo 9:23), terremotos (Apocalipse 19:18), com a água através do dilúvio (Gênesis 9:11) e até mesmo com fogo e enxofre (Gênesis 19:14) que muito se assemelha a destruição vulcânica.

A Bíblia descreve quadros catastróficos para o fim de todas as coisas, e em uma dessas descrições os vulcões parecem ser os protagonistas – “O Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas.Visto que todas essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão” 2 Pedro 3:10-12.

Sem dúvida o quadro profético descrito por Pedro tem a participação dos vulcões com sua força e energia destruidora capaz de derreter a tudo que se encontra pelo caminho.

As atividades vulcânicas recentes apenas nos chamam a atenção para o poder que esses vulcões possuem e o quanto estamos vulneráveis a eles.

Essa vulnerabilidade deveria nos fazer pensar sobre a transitoriedade de nossa existência. As cinzas desses vulcões fizeram parar a Europa, o Cone-sul na América; o que será quando eles entrarem em erupção?

A nossa esperança está em estarmos ligados ao Criador dos céus e da terra. Em algum momento Deus irá se manifestar no planeta através da Segunda Vinda. Em uma linguagem figurada o salmista descreve a presença Divina como algo aterrador – “Então, a terra se abalou e tremeu, vacilaram também os fundamentos dos montes e se estremeceram, porque ele se indignou. Das suas narinas subiu fumaça, e fogo devorador, da sua boca; dele saíram brasas ardentes” Salmo 18:7 e 8.

Você está preparado para eventos cataclísmicos dessa ordem?

Fonte: G1; BBC

FIM DO MUNDO


Muito se fala no fim do mundo. Estamos com uma data marcada para esse evento – 2012.

Mas o que realmente se pode esperar desse evento?

As Sagradas Escrituras descrevem o fim de todas as coisas, e não se parece nada com os filmes e como as profecias de civilizações antigas descrevem.

Veja como o mundo vai realmente se acabar:
1. Vão ocorrer 7 grandes pragas no planeta
2. A última dessas ‘pragas’ é um terremoto que abala todo planeta
3. Deus vai se manifestar visivelmente de forma gloriosa
4. A glória divina vai exterminar grande parte da população mundial e da vida animal
5. Outros eventos cataclísmicos como chuva de meteoros, vulcões e tsunamis devastam o planeta
6. Outra parte da população sobreviverá, mas será abduzida para o espaço
7. Ainda, outra parte das pessoas que morreram, ressuscitarão e também será levada do planeta
8. Em algum lugar do espaço sideral, parte dessa população de humanos passará 1000 anos vivendo
9. O planeta durante esses 1000 anos ficará desolado e sem vida
10. Depois deste período milenar os humanos retornam a terra
11. Ocorre mais uma ressurreição de todos os humanos de todos os tempos
12. Esses humanos são julgados por Deus e condenados
13. Há um grande cataclismo envolvendo vulcões e atividade solar
14. O planeta é envolto em uma destruição de proporções continentais
15. Se segue uma restauração sobrenatural do planeta
16. Surge uma nova dimensão e realidade de vida na terra
17. A terra é restaurada de forma paradisíaca
18. Os humanos que migraram do espaço recolonizam o planeta
19. Seres extra-terrestres e outras civilizações visitam a terra
20. Os humanos ganham a capacidade de viver eternamente

Essa é uma previsão das Escrituras Sagradas que admitem ser inspiradas e de origem divina.

As demais previsões poderão ser testadas em seu cumprimento - "Sabe que, quando esse profeta falar em nome do SENHOR, e a palavra dele se não cumprir, nem suceder, como profetizou, esta é palavra que o SENHOR não disse; com soberba, a falou o tal profeta; não tenhas temor dele". Deuteronômio 18:22

A Bíblia é a única fonte de previsões que tem suas profecias cumpridas de forma real e satisfatória.

POMPÉIA, SODOMA E GOMORRA


O que essas três cidades tem em comum?
A arqueologia tem revelado alguns detalhes não divulgados sobre os hábitos da cidade de Pompéia que só agora surgem como notícias arqueológicas, mas não no noticiário popular.
Pompeia é situada 7 milhas (11 quilômetros) a sudeste do Monte Vesúvio. Herculano é localizada quatro milhas (7 km) a oeste do pico. Em 24 de agosto de 79 dC, uma erupção vulcânica destruiu as prósperas cidades gêmeas, enterrando e fossilizando milhares de seus cidadãos em menos de 24 horas.

São essas figuras, formadas pelos restos dos corpos fossilizados e cobertos com gesso, que compõe a exposição aberta no Antiquário de Bocoreale, a cinco minutos de carro do sítio arqueológico de Pompéia.

Alguns corpos revelam detalhes impressionantes. Em uma cabeça, é possível ver a dobra do lenço usado para proteger o rosto das cinzas.

Os arqueólogos encontraram 1.150 corpos em Pompéia, mas muitos deles estavam danificados demais para serem preservados. Pelo menos um terço da cidade ainda não foi escavado.

O processo de escavação e preservação dos corpos em gesso vem ocorrendo desde o século 19.
Atualmente, "centenas de turistas concentraram-se junto à entrada do Lupanare, um dos mais extravagantes bordéis da antiga cidade romana de Pompeia, que reabriu após um ano de obras de restauro.

Do latim ‘lupa’ que significa prostituta, o Lupanare é uma das grandes atracções turísticas de Pompeia e surge agora com toda a sua memória erótica, após o restauro no valor de 200 mil euros.

Pinturas murais adornam os pequenos cubículos localizados nos dois lados das salas do imóvel de dois pisos, construído há 2000 anos. Era precisamente nesses cubículos que as prostitutas ‘entretinham’ os clientes".

Sinais em forma de 'pênis', no chão das ruas calçadas de pedras rústicas, indicavam a rota dos prostíbulos. 

"Nesta antiga cidade do Império Romano – destruída durante a grande erupção do vulcão Vesúvio no ano 79 d. C., – a prostituição não era ilegal, razão porque as prostitutas eram, frequentemente, escravas, muitas delas provenientes da Grécia.

Aliás, alguns dos nomes das mulheres que ali trabalhavam bem como dos seus clientes continuam bem visíveis nas paredes dos cubículos, cujas portas ostentam, em cima, pinturas eróticas. Os arqueólogos acreditam que as pinturas, representando uma posição sexual, indicavam a ‘especialidade’ de cada prostituta, que cobravam o equivalente a oito copos de vinho tinto.

Soterrada pelas cinzas que irromperam o Vesúvio, Pompeia esteve escondida durante 1600 anos antes de ser encontrada por acaso. Desde então, as escavações puseram à vista um sítio arqueológico extraordinário que dá uma visão detalhada na vida da cidade".

Afinal o que há de comum entre Pompéia, Sodoma e Gomorra? O julgamento Divino - esse é o ponto comum da história das três cidades promíscuas.

Assim como Sodoma e Gomorra, fogo e enxofre foram o meio de Deus destruir o pecado da devassidão sexual destas populações.

Um alerta para nossos dias, onde muitos movimentos são realizados a favor da liberação sexual.

"Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará" Gálatas 6:7.  

Fonte: BBC / Correio da Manhã

TORTURA - REPETINDO OS ERROS DA BESTA


[O papado é acusado de muitos abusos em nome da ‘religião’ e um deles foi o uso de tortura e a perseguição com morte daqueles que se recusavam aceitar as crenças da igreja romana.

O Apocalipse indica que a ‘segunda besta’ (EUA) adotaria um procedimento nas suas abordagens com as nações.

Apoc. 13:15 “Foi-lhe concedido (a Segunda Besta – EUA) também dar fôlego à imagem da besta (Papado) (...) e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta (Papado)”. 

A ênfase da  profecia neste verso é que os EUA (Segunda Besta) age como o Papado (Primeira Besta) em seu trato com as nações para impor suas posições políticas e crenças religiosas.

Na atualidade os EUA seguem esses procedimentos de guerra, perseguição, tortura e morte daqueles que se opõem ao seu regime político.

Em uma entrevista à rede de TV NBC, o diretor da Central de Inteligência Americana (CIA), Leon Panetta, admitiu que as autoridades americanas fizeram uso das polêmicas técnicas de interrogatório para obter informações que levassem ao paradeiro do cabeça da Al-Qaeda.

Indagado essas técnicas incluíam o chamado “afogamento simulado”, o diretor da CIA respondeu: "Correto".
No afogamento simulado, amarra-se um pedaço de pano ou plástico na boca do prisioneiro e derrama-se água sobre seu rosto. Isto o leva a inalar água, causando a sensação de afogamento.

Entre outras técnicas conduzidas nas prisões secretas da CIA, incluindo em centros de detenção como Guantánamo, estão manter os prisioneiros acorrentados em posições desconfortáveis por um longo período de tempo e privá-los de sono por até 180 horas.

As práticas foram introduzidas no início da chamada Guerra contra o Terror, durante o governo Bush.
Vários oficiais que participaram das sessões afirmam que as técnicas aportaram pouca informação sobre o paradeiro do chefe da Al-Qaeda.

O prisioneiro foi submetido à técnica 183 vezes antes de 2005, segundo reconheceu o próprio governo americano.
Porém, outras fontes ouvidas pelo jornal The New York Times apontaram que dois prisioneiros submetidos a tratamentos brutais – um deles sendo o próprio Mohammed – repetidamente deram pistas erradas sobre a identidade do mensageiro aos interrogadores.

Além de King, figuras importantes da era Bush, como o ex-vice-presidente Dick Cheney, a ex-secretária de Estado Condoleezza Rice e o ex-subsecretário de Defesa, Paul Wolfowitz, reivindicaram crédito pela dureza adotada pelo governo contra suspeitos nas prisões americanas.

[Apesar da 'imagem da Besta' se referir a outra entidade escatológica, os EUA também mimetizam as 
ações do antigo papado medieval, desde as guerras do Japão, Vietnã, Golfo da  Pérsia, Iraque, 
Afeganistão outras dezenas de guerrilhas, os EUA tem sido o grande impositor das nações.

A profecia indica que depois disto virão sanções econômicas (talvez até já existam) – “ E fez que a
todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão
direita, ou na fronte, para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o
sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”.]

Fonte: BBC

ESTAMOS AINDA VENDO CENAS DA 6a TROMBETA?

Deus sempre interviu na história da humanidade. As nações que se rebelaram e ousaram atingir os cristãos, sempre foram alvo dos flagelos divinos.

As 'trombetas' descritas nos capítulos 08 e 09 do Apocalipse, relatam algumas das principais intervenções de Deus para favorecer os crentes e castigar o poder opressor - o império romano.

Essas intervenções e castigos foram representadas por ícones da história antiga - Alarico, Genserico, Átila, Odoacro, Maomé e Otman - que serviram como 'açoite de Deus' para castigar Roma por sua opressiva política de governo.

Embora alguns estudiosos atribuam que as trombetas cessam as suas ações em Otman, é interessante observar que entre a quinta e sexta trombeta é o poder muçulmano que vigora na descrição dos eventos revelados.

A 5a e a 6a trombeta apresentam os árabes e depois os muçulmanos como agentes em destruir a influência do poder opressor do império romano (roma papal).

Desde a ação de Otman que estabeleceu na Europa o Islamismo e norte da África, o que temos presenciado no século 20 e 21 é uma crescente ação dos muçulmanos em oposição ao cristianismo ocidental representados pelo Vaticano e EUA.

Como as atribuições da 6a trombeta são muçulmanas, talvez o que estamos presenciando ainda sejam as últimas influências politico-militares desta trombeta.

Enquanto a sétima Trombeta não se inaugurar, talvez possamos ainda estar sob os 'juízos' que a penultima das trombetas trazem sob os poderes opressores do povo de Deus.

As trombetas assumem um caráter de juízo no Apocalipse. Todas as cenas das 7 visões de João( 1:11; 4:1; 7:1; 7:9; 15:5; 18:1; 19:1) ocorrem dentro do ambiente do Santuário Celetial, incluindo as Trombetas (8:3-6).

Os protagonistas e os eventos desta seção escatológica ocorrem em um contexto de julgamento, onde Deus executa seus juízos e flagelos sobre os poderes opressores do povo de Deus.

Os terroristas 'pós-modernos', incluindo Bin Laden, muito se assemelham aos ícones da profecia das trombetas que assaltavam e flagelavam o grande e poderoso império romano. Nações bárbaras e obscuras atacando e causando terror a potência mundial da época - Roma.

Alguns estudiosos que se utilizam do método bíblico-histórico de interpretação das profecias atribuem às nações bárbaras as cenas descritas nos capítulos 08 e 09 Apocalipse.

Talvez ainda estejamos vendo resquícios das últimas cenas ou os desdobramentos da peúltima trombeta. isto porque a sétima trombeta ainda não foi 'tocada'.

BIN LADEN DENTRO DO CONTEXTO DA 6a TROMBETA?


Bin Laden certamente NÃO está elencado entre as 'estrelas'(9:1) protagonizadas nas cenas das trombetas, mas talvez possa estar dentro da ação da penúltima das trombetas, pois as duas últimas (5a e 6a) se referem ao poder muçulmano e sua ação sobre a besta.

Apesar da ação destes 'juízos' divinos (trombetas) serem direcionados sobre a primeira besta (romã pagã e papal), é evidente que a ação muçulmana na atualidade, principalmente representada por Bin Laden (Al Qaeda) é sobre os EUA que o 'flagelo' ocorre.

A ação norte-americana sobre as nações e sua opressiva política militar, certamente tem desagradado a Deus. Violência, guerra e opressão nunca foram aprovados pelo Soberano governante celestial.

Como Bin Laden pôde cumprir parte do 'roteiro' profético nas cenas finais desta profecia apocalíptica?
A sexta trombeta é interpretada pelo método historicista como sendo a ação de Otman o terceiro califa muçulmano (644-656).

No Apocalipse a sexta trombeta é descrita como uma ação dos "quatro anjos que estavam presos junto ao rio Eufrates" (9:14). Esses quatro anjos são mencionados também no capítulo 7 ao descrever os que seriam 'selados' com o selo de Deus, e eles não deveriam ser soltos até que estes fossem assinalados.

A sexta trombeta pode estar sendo extendida até os dias finais, pouco antes da Segunda Vinda ou do selamento do povo de Deus. Seriam os eventos atuais cenas ainda da sexta trombeta, ainda protagonizados pelo poder muçulmano? Não há como saber.

No entanto, a projeção dos muçulmanos no atual cenário político mundial pode ser uma indicação de que esse povo ainda é articulado por Deus para exercer os castigos necessários nas duas bestas nas últimas cenas da história humana.

Note que o Apocalipse justifica a ação da última trombeta assim - "E os outros homens, que não foram mortos por estas pragas, não se arrependeram das obras de suas mãos, para não adorarem os demônios, e os ídolos de ouro, e de prata, e de bronze, e de pedra, e de madeira, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar.E não se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos" 9: 20 e 21.

O que provoca os 'juízos' de Deus?
- adoração de demônios
- ídolos de ouro (estátuas e imagens)
- homicídios
- feitiçarias
- prostituição
- furtos

O Vaticano é responsável por duas destas atividades em sua filosofia religiosa; a veneração de santos e a indução de adora-los e cultuar tais personagens são nada mais que cultos aos demônios (espiritismo). Maria, Pedro, João Paulo II e centenas de outros 'santos' estão mortos, inconscientes do culto dedicado a eles. É pelo princípio do espiritsmo que manifestações sobrenaturais ocorrem neste cenário de 'beatificação' e veneração a santos.

A idolatria ou culto a imagens (estátuetas) de tais personagens que "nem podem ver, nem ouvir, nem andar" v.20, constitui-se uma abominação para Deus.

Os EUA (a segunda besta) é reponsável pelos homicídios (Bin Laden é o último deles), feitiçarias (até mesmo as virtuais - filmes, internet e livros); a prostituição e incentivos desta (pornografia, filmes eróticos e apologia); e os furtos, que para movimentar a máquina governamental, tira do povo comum seus recursos básicos.

Curiosamente Bin Laden nomeava os EUA como o 'Grande Satã'...

Em meio a tudo isto, só podemos estar aguardando a sétima trombeta - a segunda vinda de Jesus Cristo. Nossa maior Esperança.

PROTAGONISTAS DAS 7 TROMBETAS - parte 1


A morte do terrorista Bin Laden, chama a atenção para os protagonistas da história medieval e que foram responsáveis também pelo terror na Europa e principalmente em Roma na antiguidade.

Os terroristas do passado foram vários -Alarico, Genserico, Átila, Odoacro, Maomé e Otman - que serviram como'açoite de Deus' para castigar Roma por sua opressiva política de governo.


Alarico I, nascido em 375, na ilha de Peuce, no delta do Danúbio e falecido em 410, junto ao rio Busento, em Cosenza, na Calábria, foi um rei Visigodo.

Foi o primeiro líder germânico a tomar a cidade de Roma, no famoso saque de Roma em 410. O saque foi resultado do fracasso das negociações entre Alarico e o Império na tentativa de obter um posto pra si mesmo no exército romano.

No século IV era comum o Império Romano utilizar-se de bárbaros como tropas auxiliares, oriundas de povos foederati, em suas campanhas militares, sob o comando dos generais romanos. (Curiosamente as tropas afegãs foram recrutadas na década de 70  e 80 para se opor ao russos na guerra fria).


Genserico (c. 389 - 25 de janeiro de 477), rei dos vândalos e alanos entre 428 e 477. Foi peça chave nos conflitos travados no século V pelo Império Romano do Ocidente, e durante os seus quase cinquenta anos de reinado elevou uma tribo germânica relativamente insignificante à categoria de potência mediterrânea. Filho ilegítimo do rei vândalo Godegisilo, supõe-se que nasceu nas imediações do lago Balaton (atual Hungria) por volta de 389.

Os historiadores retrataram-no como alguém pavoroso, tanto por ser ariano como por se tornar dono de Roma e de Cartago, duas das mais célebres cidades do mundo desse tempo, cidades que ele teria supostamente destruído com 80.000 vândalos - 15.000 deles homens de armas.

Em 442 desembarcou na península Itálica e marchou sobre Roma, cuja população rebelou-se contra o novo imperador e o matou três dias antes que, em 22 de abril de 455, os vândalos tomassem sem resistência a cidade.

O saque subsequente não produziu uma destruição notável, se bem que os vândalos fizeram provisão de grande quantidade de ouro, prata e objetos de valor. Genserico levou consigo Licinia Eudoxia como refém a Cartago, viúva de Valentiniano, e as suas duas filhas, Placídia e Eudoxia, que contrairia depois matrimônio com seu filho e sucessor Hunerico.

Na sua política interna, Genserico tolerou o catolicismo, apesar de ter exigido a conversão à doutrina ariana dos seus conselheiros mais próximos e procedeu a numerosos confiscos de bens da Igreja Católica, que se converteria assim numa poderosa força opositora à monarquia vândala.

Debilitou em forma sangrenta a nobreza tradicional vândalo-alana, substituindo-a por uma corte leal à sua própria família e aumentou a pressão fiscal sobre a população à custa das famílias ricas de origem romana e do clero católico. Genserico morreu em 25 de janeiro de 477, sendo sucedido pelo seu filho Hunerico.

Átila, o Huno (406–453), também conhecido como Praga de Deus ou Flagelo de Deus, foi o último e mais poderoso rei dos hunos. Governou o maior império europeu de seu tempo desde 434 até sua morte. Suas possessões se estendiam da Europa Central até o Mar Negro, e desde o Danúbio até o Báltico.

Durante seu reinado foi um dos maiores inimigos dos Impérios romanos Oriental e Ocidental: invadiu duas vezes os Bálcãs, esteve a ponto de tomar a cidade de Roma e chegou a sitiar Constantinopla na segunda ocasião. Marchou através da França até chegar a Orleães, antes que o obrigassem a retroceder na batalha dos Campos Cataláunicos (Châlons-sur-Marne) e, em 452, conseguiu fazer o imperador Valentiniano III fugir de sua capital, Ravenna.

Ainda que seu império tenha morrido com ele e não tenha deixado nenhuma herança notável, tornou-se uma figura lendária da história da Europa. Em grande parte da Europa Ocidental é lembrado como o paradigma da crueldade e da rapina.

Átila em uma de suas invsões a Roma, recebeu uma delegação formada, entre outros, pelo prefeito Trigécio, o cônsul Avieno e o papa Leão I. Quaisquer que fossem as suas razões, Átila deixou a Itália e regressou ao seu palácio além do Danúbio. Dali, planejou atacar novamente Constantinopla e exigir o tributo que Marciano havia deixado de pagar.

Mas a morte surpreendeu-o no início de 453. O relato de Prisco diz que certa noite, depois dos festejos
 de celebração da sua última boda (com uma goda chamada Ildico), sofreu uma grave hemorragia do baço que lhe ocasionou a morte.

PROTAGONISTAS DAS 7 TROMBETAS - parte 2


Quem foram os terroristas do passado? Foram vários - Alarico, Genserico, Átila, Odoacro, Maomé e Otman - que serviram como'açoite de Deus' para castigar Roma por sua opressiva política de governo.

Mas foi a 'invasão' árabe na Europa que causou mais prejuízo ao catolicismo e cristianismo. Os dois últimos protagonistas da 5a e 6a trombetas foram determinantes para os eventos que ocorrem em nossos dias.


Odoacro (cerca de 434 - 493), rei da tribo germânica dos hérulos, nasceu perto do Rio Danúbio, em território que hoje é parte da Alemanha. Ao depor o imperador Rômulo Augusto, em 476, pôs fim ao Império Romano do Ocidente e se tornou o primeiro dos reis bárbaros de Roma.

Ele era filho de Edeco príncipe da corte de Átila rei dos Hunos. Em 469 ele pôs-se a serviço dos romanos como chefe de um exército de mercenários germânicos de estirpe hérula, quando se torna chefe dos contingentes bárbaros rebeldes.

Todas as províncias do Império Romano, além da Itália, já eram dominadas pelos bárbaros, e os imperadores eram fantoches e não soberanos. A Itália, pelos  ataques dos bárbaros, estava praticamente um deserto, sem habitantes, e os exércitos imperiais eram formados de bárbaros.

No oitavo ano do pontificado do Papa Simplício, Roma caiu diante dos bárbaros. Os hérulos demandaram dois terços da Itália e, diante da recusa, escolheram Odoacro como seu chefe e o nomearam rei de Roma.

Nominado rex gentium das suas tropas, Odoacro decidiu não nomear um sucessor ao imperador deposto. Em vez disso, enviou as insígnias ao imperador do Romano do Oriente, Zenão I, o qual, ainda que convidando-o a submeter-se à autoridade do imperador legítimo, Júlio Nepos, aceitou de fato a sua
soberania sobre as terras do Ocidente, decretando assim "oficialmente" o fim do Império Romano do Ocidente.

A administração de Odoacro se baseou numa política conservadora, deixando aos romanos a possibilidade de manter o exercício de cargos menores e o livre exercício do Cristianismo, mantendo assim substancialmente intacta a estrutura organizacional precedente. Desta maneira assegurou a fidelidade da
aristocracia, do Senado e da Igreja. Odoacro era bem intencionado, e favoreceu a seita dos arianos.


Maomé c. 570, foi um líder religioso e político árabe. Segundo a religião islâmica, Maomé é o mais recente e último profeta do Deus de Abraão.

Para os muçulmanos, Maomé foi precedido em seu papel de profeta por Jesus, Moisés, Davi, Jacob, Isaac, Ismael e Abraão. Como figura política, ele unificou várias tribos árabes, o que permitiu as conquistas árabes daquilo que viria a ser um império islâmico que se estendeu da Pérsia até à Península Ibérica.

Não é considerado pelos muçulmanos como um ser divino, mas sim, um ser humano; contudo, entre os fiéis, ele é visto como um dos mais perfeitos seres humanos.

Maomé não rejeitou completamente o judaísmo e o cristianismo, duas religiões monoteístas já conhecidas pelos árabes. Em vez disso, informou que tinha sido enviado por Deus para restaurar os ensinamentos originais destas religiões, que tinham sido corrompidos e esquecidos.

Muitos habitantes de Meca rejeitaram a sua mensagem e começaram a persegui-lo, bem como aos seus seguidores. Em 622 Maomé foi obrigado a abandonar Meca, numa migração conhecida como a Hégira (Hijra), tendo se mudado para Yathrib (atual Medina).

Nesta cidade, Maomé tornou-se o chefe da primeira comunidade muçulmana. Seguiram-se uns anos de batalhas entre os habitantes de Meca e Medina, que se saldaram em geral na vitória de Maomé e dos seguidores.

A organização militar criada durante estas batalhas foi usada para derrotar as tribos da Arábia. Por altura da sua morte, Maomé tinha unificado praticamente o território sob o signo de uma nova religião, o islão.


Otman, Utman ou Otomão, foi o terceiro califa muçulmano (644-656) era membro do clã dos Omíadas (Umayyad) que se encontrava integrado na tribo dos Coraixitas (Quraysh) de Meca.

Rico mercador, tornou-se um dos primeiros a seguir a mensagem religiosa do profeta Muhammad.
Ordenou a fixação do texto oficial do Alcorão, nomeando para o efeito uma comissão que decidiu o que deveria ser incluído ou excluído do texto final do livro sagrado.

As conquistas muçulmanas no norte da Africa e dos países baixos da Europa trouxeram a religião islâmica para dentro dos territorios que eram anteriormente cristãos.

A ação muçulmana com ênfase religiosa e com um proselitismo agressivo é retradado no Apocalipse como "o poço do abismo, e subiu fumaça do poço, como a fumaça de uma grande fornalha, e com a fumaça do poço escureceu-se o sol e o ar" 9:2.

Todos estes protagonistas das trombetas impuseram o terror na Europa. Seu alvo eram os tesouros de Roma, mas eles eram articulados por um poder maior, para enfraquecer o império romano e mais especificamente a ação do papado que oprimia o povo e obscurecia a Verdade.

A REVOLUÇÃO MUÇULMANA E A INTERNET

Desde o último dia 25 de janeiro - data que ganhou um caráter histórico, principalmente na internet, pelo uso da hashtag #Jan25 no Twitter -, os egípcios protestaram pela saída do presidente Hosni Mubarak, que estava há 30 anos no poder.

No dia 28 as manifestações ganharam uma nova dimensão, fazendo o governo cortar o acesso à rede e declarar toque de recolher.

A revolução do país muçulmano, através da internet, ganhou um livro que reúne posts feitos no microblog Twitter entre janeiro e fevereiro de 2011 para contar a história da revolução no Egito que levou à queda do ditador Mubarak.

O lançamento da editora OR Books deve começar a ser vendido nos Estados Unidos em 21 de abril, mas já pode ser comprado em 160 páginas, “Tweets from Tahrir”, ou “Tuítes de Tahrir”, reúne os comentários-chave feitos no microblog que mostram a revolução em tempo real. 

Os editores aproveitaram o fato de milhares de jovens documentarem cada etapa dos acontecimentos, tirando fotos, escrevendo e postando em até 140 caracteres, para construir uma narrativa contada pelas pessoas no centro da revolução – os ativistas da praça Tahrir.

Depois disto as manifestações no Egito colocaram o Google em uma situação complicada, tentando manter diplomática distância de um de seus funcionários que se tornou herói para os protestantes no Cairo.

O Google já teve problemas políticos, principalmente no ano passado, quando se opôs às regras de censura na China. A filosofia da empresa de “deixar o poder nas mãos das pessoas” é reforçada pelo co-fundador Sergey Brin, que desenvolveu animosidade à opressão devido ao sofrimento da sua família judia sob o Comunismo da União Soviética.

A máxima do Google “não seja o demônio” há muito tempo serve como diretriz aos seus funcionários, inclusive na defesa da internet aberta.

A relação do Google com o Egito tem sido relativamente amigável. Com base na análise da própria companhia da freqüência de pedidos de autoridades para remoção de conteúdo, o presidente Hosni Mubarak raramente fez objeções à ferramenta de busca online.

A soltura esta semana de Wael Ghonim, o gerente de marketing de 30 anos de idade do Google, que assumiu os créditos pela página do Facebook que ajudou a dar início à manifestação, revela o apuro de empresas de grande porte com funcionários cujo ativismo político se torna uma importante desvantagem.

Ghonim é um egípcio que coordena as operações de marketing do Google no Oriente Médio e na África, a partir de Dubai, nos Emirados Árabes. Ele desapareceu no dia 27 de janeiro, dois dias após o início dos protestos pedindo a saída de Mubarak.

Uma das principais ferramentas usadas para organizar a rebelião foi uma página do Facebook em honra a Khaled Said, um executivo de 28 anos de idade morto em junho pelas mãos da polícia secreta, uma instituição odiada por muitos egípcios

Assumindo a ideologia da revolução, os hackers ativistas do grupo Anonymous iniciaram uma série de ataques de negação de serviço (DDoS) contra sites do governo egípcio. Os ataques DDoS acontecem pouco tempo depois da internet ser restabelecida no Egito.

O grupo organiza fóruns e solicita aos voluntários que direcionem seus ataques a sites como Ministério das Informações do Egito e do Partido Nacional Democrata, do atual presidente Hosni Mubarak.

Os ataques têm como motivação os recentes bloqueios de internet e telefonia no país, que vive uma revolução que pedia a saída de seu ditador Hosni Mubarak.

O grupo Anonymous ficou conhecido por travar uma série de ataques DDoS contra corporações que se posicionaram contrárias ao WikiLeaks como Visa, MasterCard e PayPal.

[A mídia é uma força que não pode ser mensurada. Deus certamente está se utilizando dela, para abrir os países muçulmanos. A maior e melhor informação via internet, será do Evangelho Eterno chegando a esses países. Ore por isto.]

Fonte: AFP, Info-Exame.

15 MOTIVOS PORQUE O VATICANO É A PRIMEIRA BESTA DO APOCALIPSE

Os animais representados no Apocalipse tem uma fundamental compreensão na revelação oferecida no Apocalipse.

A primeira besta é reconhecida por muitos estudiosos como o vaticano ou papado; veja por que, baseado em Apocalipse 13:

1.       v.1a – Então vi subir do mar uma besta – o mar e as águas têm o significado de “povos, multidões, nações e línguas” (17:15). Sua origem é um continente populoso e berço desta nação – a Europa.

2.      v.1b –que tinha dez chifres e sete cabeças – chifres na profecia indicam ‘reis’ e as cabeças ‘reinos’ – Daniel 7:24. Os 10 reis são identificados como os reis dos povos que originaram a Europa. As 7 cabeças são as nações que antecederam a oposição a Deus e seu povo através dos séculos – Egito, Assíria, Babilônia, Média-persia, Grécia, Roma pagã e Roma papal.

3.      v.1c – e sobre os seus chifres dez diademas – estes são os reis dos povos que originaram a Europa –  Francos (França), Alamanes (Alemanha), Saxões (Inglaterra), Lombardos (Itália), Visigodos (Espanha), Suevos (Portugal), Borgundos (Suíça), Ostrogodos, Hérulos e Vândalos.

4.      v.1d –  e sobre as suas cabeças nomes de blasfêmia – as cabeças foram os reinos opositores e sempre blasfemaram contra a autoridade de Deus. A Bíblia registra exemplos clássicos como Faraó do Egito (Exo.5 ) e Nabucodonosor (Dan.3).

5.      v.2a - E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão – Esses são animais descritos nas profecias de Daniel, que representavam: Babilônia, Média-persia, Grécia (Dan.7). A besta é semelhante ao leopardo, que na profecia representava a Grécia. O papado tem algo em sua teologia baseada em fundamentos platônicos; exemplo disso o conceito sobre morte, alma, inferno etc.

6.      v.3a – Também vi uma de suas cabeças como se fora ferida de morte – em 1798 o papado foi destituído pela França de sua autoridade na Europa.

7.      v.3b –  mas a sua ferida mortal foi curada – em 1914 o papado foi restituído de seu poder e propriedades na Italia.

8.      v.3c – Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta – a admiração ocorre porque no século 20 o papado se tronou muito popular em sua política e doutrinas, muito diferente do período da idade média.

9.      v.5 a – Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias – as prerrogativas que o papado assume em mediar a relação do homem com Deus, dar ao papa o título de ‘substituto’ do Filho De Deus; perdoar pecados dos homens; infalibilidade e outras prerrogativas, são arrogâncias e blasfêmias contra Deus.

10.  v.5b – e deu-se-lhe autoridade para atuar por quarenta e dois meses – esse período se refere a 1260 dias (42 x 30=1260) em que o papado ‘reinou’ na Europa tendo o papa como ‘rei’ e autoridade no continente.

11.  v.6 – E abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome e do seu tabernáculo e dos que habitam no céu- assumindo a postura de mediador entre Deus e o homem, o papado anulou a obra de Jesus no santuário Celestial (Heb. 4:14; 8:1) e toda a obra de salvação realizada ali.

12.  v.7a – Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los – talvez uma das mais claras referências, pois o papado foi o responsável pela morte de milhões de pessoas em 1260 anos de perseguição pelas guerras e inquisições.

13.   v.7b – e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação – a Europa esteve por mais de um milênio sob a autoridade déspota desse poder blasfemo.

14.  v.8 – E adora-la-ão todos os que habitam sobre a terra – uma referência futura, e que indica a submissão atual do mundo ao papado.

15.  v.9 – Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto – a primeira parte se cumpriu em 10 de Março de 1798 quando o general Berthier levou Pio VI preso.

A Primeira Besta ou Reino, ou seja, o Vaticano de acordo com a profecia é apresentado como um oponente de Deus e de sua obra de salvar os homens. Ele recebe o poder do Dragão (Satanás) – “e o dragão deu-lhe o seu poder e o seu trono e grande autoridade” v.2.