O CENÁRIO POLÍTICO-RELIGIOSO DO FIM

                                     
O Apocalipse oferece um cenário político religioso do fim:

“E lhe foi concedido poder para dar vida à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse e fizesse morrer todos os que não adorassem a imagem da besta.

A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz com que lhes seja dada certa marca na mão direita ou na testa,

para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome” Apocalipse 13:15-17

Esse capítulo é uma profecia sobre as duas bestas (animais) representando dois reinos que irão protagonizar o cenário do fim do mundo.

A besta do mar (13:1) representa o Papado, como um reino religioso; e a besta da terra (13:11) representa os EUA. Essa profecia descreve uma relação entre esses dois poderes e aponta para um momento na história final em que EUA e Vaticano se unirão para formar a “imagem da besta” ou a antiga forma de governo do papado medieval, que governou a Europa por 1260 anos através de um estado religioso.

O estado laico (política separada da religião) foi um ideal dos peregrinos norte-americanos que fugiam da Europa por perseguição religiosa. Eles fundaram uma nação, a América ou EUA, com esse fundamento em sua constituição – da liberdade religiosa e do estado laico.

Mas a profecia de Apocalipse 13 nos ajuda a entender que haverá um estado religioso no tempo do fim:

v15 – “imagem da besta” – a segunda besta (EUA) irá fazer retornar o reinado medieval do papado, através da restauração de um estado religioso. Esse é o viés da política de extrema direita que surgiu na era Trump e influencia países como o Brasil.

v15up – “fizesse morrer todos os que não adorassem a imagem da besta” – assim como na idade média o papado perseguiu e matou cristãos dissidentes, a profecia descreve que o estado religioso irá novamente estar no cenário mundial, através de um decreto de morte.

v17 – “para que ninguém possa comprar ou vender” – essa sanção econômica está descrita dentro de um contexto religioso. O Apocalipse apresenta uma razão para essa sanção – a adoração. O estado religioso que vigorará, imporá essa sanção econômica porque “pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos” (v16) se recusam receber uma marca espiritual, e se recusam oferecer adoração ao papado.

O contexto de uma história futura é regido por um estado religioso. A laicidade das nações não existirá mais e o direito de liberdade religiosa será negado.

A tendência política é de uma direita política, evoluindo para uma extrema direita que reaviva a cultura religiosa e por fim uma ultra-direita que elabora sanções econômicas e decretos de morte como houveram na idade média.

O Apocalipse encerra suas profecias declarando – "Estas palavras são fiéis e verdadeiras. O Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou o seu anjo para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer. Eis que venho sem demora. Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro” 22:6,7.


Leia também: Filosofia da Política de Direita

                        Filosofia da Política de Esquerda

ORIGEM DA FILOSOFIA POLÍTICA PARTIDÁRIA DA DIREITA

coroação de Carlos Magno pelo papa Leão III (800 dC)

Os termos ‘direita e esquerda’ surgiram no contexto histórico da Revolução Francesa, que foi um dos acontecimentos mais impactantes da história. Parte desse evento ganha destaque no Apocalipse (11:7-14) onde a França é retratada no símbolo da ‘besta do abismo’ (v7). E a profecia destaca como essa nação perseguiu a Palavra de Deus (duas testemunhas – AT e NT) causando a quase extinção delas nesse país.

Foi a partir da Revolução Francesa que novos modelos políticos, sociais e culturais surgiram na Europa, “enterrando” o Antigo Regime absolutista e espalhando-se para outros continentes.

A estrutura do Antigo Regime era composta por três Estados: a nobreza (primeiro), o clero (segundo) e a burguesia (terceiro), que se dividia entre alta e baixa burguesia e incluía também os trabalhadores urbanos e os camponeses. (Fonte: UOL)

A Revolução Francesa estourou, em 1789, por causa da busca de legitimidade e representatividade política por parte do Terceiro Estado. Os membros do Terceiro Estado reuniram-se em Assembleia Constituinte para redefinir os rumos da França, levando em conta o protagonismo da burguesia. No salão em que a Assembleia reuniu-se, dois grupos principais debatiam.

Os aristocratas (girondinos) eram conservadores, pois defendiam os privilégios da igreja, o sistema de classes que existia no antigo regime e os benefícios da aristocracia. Na opinião deles, grandes mudanças já haviam acontecido no país e não eram mais necessárias – essa era a posição política de direita da época.

Os burgueses (jacobinos), que na época pagavam a conta dos privilégios da aristocracia e da igreja, sentavam do lado esquerdo e defendiam o republicanismo, secularismo e o livre mercado. Para eles, grandes mudanças ainda estavam por vir e eles queriam fazê-las acontecer. (Fonte: Colab.re)

A UNIÃO DA RELIGIÃO E A POLÍTICA

O movimento de direita na frança era composto pelo segmento do clero, ou da religião instituída (catolicismo) e que havia instituído a monarquia.

O catolicismo na Europa desde o sexto século herdou o poder político do antigo império romano ocidental. Com a queda do império ocidental (508dC) os líderes religiosos das antigas cidades do império, subiram ao poder como a única autoridade moral e de liderança.

As decisões políticas passaram a ser demandadas pelos sacerdotes e principalmente pelo papa. Aqui ocorre a união entre a Igreja e o Estado, e o crescimento da autoridade política do bispo de Roma.

Essa união (igreja e estado) já havia se iniciado com a conversão do imperador romano Constantino, e foi o ponto crucial que permitiu que o Cristianismo se tornasse a religião oficial do Império Romano. O livro do filósofo cristão Agostinho, ‘A Cidade de Deus’, proveu o ideal filosófico que inspirou o papado a construir um poder temporal para conquistar o mundo. E por fim a conversão do rei Clóvis I (508 dC) abriu as portas para a unificação político-eclesiástica que era necessária para apoiar as pretensões católico-romanas durante a Idade Média. A guerra de Clóvis e a vitória final sobre os visigodos arianos, em 508, representa um passo extremamente importante em prover um exército efetivo para a Igreja Católica Romana punir os assim chamados “hereges”.

 Portanto, o que ocorreu em 508 pode ser considerado um dos passos mais significativos no processo de consolidação das pretensões temporais da Igreja Católica Romana, que atingiu sua culminância nas fortes perseguições da Idade Média. Mas foi somente em 538 que a cidade de Roma acabou sendo libertada do domínio de um “herético” reino ariano, e a Igreja Romana foi capaz de desenvolver mais efetivamente sua supremacia eclesiástica. (Fonte: Centro White)

As perseguições e morte dos ‘hereges’, são as marcas desse poder político-religioso.

A monarquia assim reinou na Europa por quase 13 séculos apoiada pelos papas e sacramentada pela religião cristã-romana.

É importante entender que a religião cristã-romana, não é a mesma religião de Cristo. A igreja romana é paganizada, e governava por interesses políticos e temporais apenas.

A DIREITA RELIGIOSA

Sendo assim, no século 18, quando a Revolução francesa acontece, esse evento é uma reação a essa religião politizada (pagã) dos antigos romanos.

E hoje a direita, a extrema direita e a ultra direita, tem esse viés religioso.

No próprio Brasil, em nossos dias, o protestantismo, os evangélicos e pentecostais, se utilizam do braço político para garantir seus direitos, devido a essa herança que o papado deixou.

A indevida relação de igreja e estado, vêm dessa herança católica, ou do papado medieval. Foi a liberdade religiosa dos cristãos protestantes que vieram a América no século 15, que conquistaram os valores democráticos e republicanos.

Mas essa mesma liberdade religiosa é ameaçada pela direita democrática hoje, que tenta impor a religião através da política.

Religião não se impõem. E todos tem o direito de exercer a religião que bem desejarem; mesmo não exercer religião alguma, ou até descrer em Deus. Esse é o fundamento da liberdade religiosa.

E os atuais cristãos, protestantes, evangélicos e pentecostais, não admitem que religiões africanas, animistas, orientais e místicas, venham a se estabelecer. Mas esse é um direito inalienável.

O CENÁRIO DO FIM

Apocalipse 13 oferece uma previsão profética do cenário do fim, onde o poder político (besta da terra) e o poder religioso (besta do mar) se unem para imposições e sanções.

As três imposições descritas ali (13:15-17) só são possíveis por ação política e de fundo religioso:

1.       Decreto de morte

2.       Marca

3.       Não comprar, não vender

O cenário final da história desse mundo é de uma política-religiosa de extrema-direita. Onde os governantes por motivação religiosa impõem decretos e sanções.

CONCLUSÃO

Embora a política de direita cometa o erro de unir a politica e a religião, ela ainda preserva os valores da moral, família e decência. Por outro lado, a política de esquerda quer eliminar a religião e os valores familiares, impondo uma cultura de imoralidade e indecência.

Isso nos evidencia apenas que não será a política que irá salvar nosso mundo. Os humanos já possuem um Salvador, e Ele já tem um plano para restaurar o planeta.


Leia também: Cenário Político-Religioso do Fim

Para entender melhor, leia: Filosofia da Política de Esquerda

FILOSOFIA POLÍTICA PARTIDÁRIA DA ESQUERDA

As Filosofias Partidárias surgiram no Tempo do Fim, (pós 1798) em um contexto profético. Essa filosofia dos partidos teve sua origem da eterna luta entre ricos e pobres. E resultou na política de esquerda e direita, a partir dos pensadores na era do modernismo, Revolução Francesa, Revolução Industrial e Capitalismo Moderno.

Hoje ser de ‘direita’ significa estar em uma filosofia capitalista; ser de ‘esquerda’ é a filosofia política do socialismo e comunismo.

A filosofias de esquerda aparecem no contexto dos eventos do fim e de 1844, para entendermos sua motivação espiritual. Surgiu nas obras de pensadores como: Saint-Simon, Fourier, Owen, Louis Blanc, Proudhon. A palavra "socialismo" teria sido imaginada por Pierre Leroux em 1832. 

Em 1839, a chamada "Liga dos Justos", sociedade alemã que adotava a divisa "todos os homens são irmãos", junto à entidade secreta "Estações", de Blanqui e Barbès, que também promoeveu a fracassada insurreição operária em Paris.

A Filosofia da Esquerda
A esquerda se caracteriza pela defesa de uma maior igualdade social. Normalmente, envolve uma preocupação com os cidadãos que são considerados em desvantagem em relação aos outros e uma suposição de que há desigualdades injustificadas que devem ser reduzidas ou abolidas.

Os termos "direita" e "esquerda" foram criados durante a Revolução Francesa (1789–1799), e referiam-se ao lugar onde políticos se sentavam no parlamento francês, os que estavam sentados à direita da cadeira do presidente parlamentar foram amplamente favoráveis ao Ancien Régime.

O uso do termo "esquerda" tornou-se mais proeminente após a restauração da monarquia francesa em 1815 e foi aplicado aos "Independentes". Mais tarde, o termo foi aplicado a uma série de movimentos sociais, especialmente o republicanismo, o socialismo, o comunismo e o anarquismo. Atualmente, o termo "esquerda" tem sido usado para descrever uma vasta gama de movimentos, incluindo o movimentos pelos direitos civis, movimentos antiguerra e movimentos ambientalistas. Fonte: Wikkipedia

Quem são os idealizadores
A Filosofia socialista e comunista de uma sociedade justa e harmônica foi idealizada por Karl Max. O sociólogo, historiador e economista alemão Karl Heinrich Marx (1818-1883)  foi o principal pensador do marxismo, movimento filosófico e político nomeado em sua homenagem. Junto com Friedrich Engels (1820-1895), Marx detalhou sua teoria política e previu o colapso do sistema capitalista (baseado na propriedade privada).

Nos livros que fundamentaram o socialismo e depois o comunismo, Karl Marx, ataca o que ele imaginava ser o problema no capitalismo - a família:
A propriedade privada somente poderá ser suprimida quando a divisão do trabalho puder ser suprimida. A divisão do trabalho, porém, na sua origem, não é nada mais do que a divisão do trabalho no ato sexual, que mais tarde se torna a divisão do trabalho que se desenvolve por si mesma. A divisão do trabalho, por conseguinte, repousa na divisão natural do trabalho na família e na divisão da sociedade em diversas famílias que se opõem entre si, e que envolve, ao mesmo tempo, a divisão desigual tanto do trabalho como de seus produtos, isto é, da propriedade privada, que já possui seu germe na sua forma original, que é a família, em que a mulher e os filhos são escravos do marido”. [Karl Marx e Friedrich Engels: A Ideologia Alemã]. (IZALCI, 2014, p. 4).

No livro assinado por Engels “A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado”. Nesta obra Engels, seguindo Marx, sustentava que nos primórdios da história não teria existido a instituição que hoje denominamos de família. (IZALCI, 2014).

Desse desprezo filosófico pela família, vieram vertentes do viés de esquerda, que necessariamente não são posturas políticas mas, com tendências anarquistas:
-feminismo
-movimentos de liberação sexual
-movimentos de liberação das drogas
-sindicatos trabalhistas
-guerrilhas

Os Protagonistas
Friedch Angels Nasceu, 28 de novembro de 1820, Londres, e morreu em 5 de agosto de 1895. Foi um empresário industrial e teórico revolucionário alemão que junto com Karl Marx fundou o chamado socialismo científico ou marxismo. Ele foi coautor de diversas obras com Marx, sendo que a mais conhecida é o Manifesto Comunista. Também ajudou a publicar, após a morte de Marx, os dois últimos volumes de O Capital, principal obra de seu amigo e colaborador.

Grande companheiro de Karl Marx, escreveu livros de profunda análise social. Entre dezembro de 1847 a janeiro de 1848, junto com Marx, escreve o Manifesto do Partido Comunista.

O que conhecemos hoje como a política de esquerda, nada mais é de um desenvolvimento atualizado dos princípios de karl Marx e Friedch Angels.

Karl Marx escreveu - "A religião é o suspiro da criatura oprimida, a alma de um mundo sem coração, tal como é o espírito das condições sociais, de que o espírito está excluído. Ela é o opium do povo." [MARX, Karl. ENGELS, Friedrich. “Crítica da Filosofia do Direito de Hegel”. In: MARX, Karl. ENGELS, Friedrich. Sobre a Religião. Lisboa: Edições 70, 1975; p.47]

Conclusão
As Filosofias partidárias tem suas origens no grande Conflito entre o bem e o mal.
Tanto a esquerda como a direita tem suas filosofias para enganar e seduzir os cristãos.
Esteja atento para aquela filosofia política que tem a finalidade de tirar a Liberdade Religiosa ou seduzir para os hábitos de vida deste mundo.


                          O Tempo do Fim e os Enganos Satânicos

                           O Cenário Político-religioso do Fim

VARÍOLA DOS MACACOS É A QUINTA PRAGA DO APOCALIPSE?

 

Após mais de 1.600 casos, a infecção viral que se espalhou por mais de 30 países, como o Brasil, a Varíola hMPXV (Varíola dos Macacos) assusta o mundo e preocupa a Organização Mundial da Saúde.

A doença matou 72 pessoas em países onde ela é considerada endêmica (presente numa região de forma permanente, com números constantes por vários anos), como áreas de floresta tropical na África Central e na África Ocidental.

Na República Democrática do Congo, onde há densas florestas, mais de 1,2 mil casos foram relatados somente este ano e 57 mortes registradas (até 1º de maio de 2022), segundo a OMS. (Fonte: BBC)

A patologia dessa doença está assustando as pessoas porque ela se manifesta através de lesões na pele. A varíola dos macacos é transmitida pelo vírus monkeypox, que pertence ao gênero orthopoxvirus. É considerada uma zoonose viral (o vírus é transmitido aos seres humanos a partir de animais) com sintomas muito semelhantes aos observados em pacientes com varíola, embora seja clinicamente menos grave. (Fonte: BVS Ministério da Saúde)

A manifestação clínica dessa doença é muito parecida com o que o Apocalipse descreve como sendo uma das Sete Pragas do Apocalipse – “as pessoas mordiam a língua por causa da dor que sentiam e blasfemavam contra o Deus do céu por causa das angústias e das úlceras que sofriam. Porém, não se arrependeram de suas obras”; Apocalipse 16:10,11.

Esse cenário ocorre na quinta praga do Apocalipse, mas o que estamos presenciando hoje pode ser o início ou um sinal do que está por acontecer.

As pragas do Apocalipse são sobrenaturais e se constituem juízos de Deus sobre os ímpios na terra. Mas são pragas que não são estranhas à realidade dos humanos. No final dessa postagem há um link para uma explicação das origens das pragas.

A quinta praga descreve “ulceras” e isso causava ‘angustia’ e ‘sofrimento’ nos ímpios. E essas úlceras podem estar relacionadas a uma doença como a Varíola hMPXV (Varíola dos Macacos).

Deus está sinalizando para os habitantes do planeta o que em breve vai acontecer noz juízos que Ele pretende executar na terra.

O livro O Grande Conflito explica – “Estas pragas não são universais, ao contrário os habitantes da Terra seriam inteiramente exterminados. Contudo serão os  mais terríveis flagelos que já foram conhecidos por mortais. Todos os juízos sobre os homens, antes do final do tempo da graça, foram misturados com misericórdia. O sangue propiciatório de Cristo tem livrado o pecador de os receber na medida completa de sua culpa; mas no juízo final a ira é derramada sem mistura de misericórdia”; GC 628.2.

Seja sábio em saber em que tempo vivemos, e entender os sinais que Deus envia. Esse é um tempo de preparo para a Segunda Vinda de Jesus, e para os juízos que cairão sobre a terra nos eventos finais que antecedem o fim do mundo. Prepare-se!

Leia também: As Sete Pragas e o Aquecimento Global

SANÇÕES ECONÔMICAS – UM SINAL DO FIM

 

Apesar das guerras não serem um sinal do fim (Mateus 24:6) as sanções econômicas aparecem no Apocalipse como um evento do período do fim.

Os países ocidentais tem usado as sanções econômicas como uma forma de parar a guerra. Até o momento o que temos visto é uma maior resistência da Ucrânia em conter os russos. As sanções tem atrasado a conquista russa.

Não sabemos se as sanções econômicas irão triunfar em deter a conquista russa sobre os ucranianos. Talvez as sanções detenham a guerra, ao estrangular a economia russa; mas talvez não funcionem devido ao poder econômico e militar russo ser muito maior que o da Ucrânia.

Mas o ponto crucial é que o Apocalipse prevê que as sanções econômicas continuarão a serem usadas como uma estratégia. Se a Revelação descreve essa prática, talvez indique que haja um sucesso em se utilizar dela no momento atual.

A sanção econômica descrita na profecia apocalíptica está em uma seção intermediária da linha de tempo profética. Isso porque a partir do capítulo 12 o tempo da linha profética avança até o capítulo 18.

A sanção econômica descrita ali se encontra no capítulo 13 dentro contexto da ‘besta que sai da terra’ [interpretada como sendo os EUA]. Depois do capítulo 13 há outros cenários e protagonistas:

Capítulo 17 – Babilônia e a Besta Escarlate / ICAR e União Européia

Capítulo 18 – Babilônia como cidade / Vaticano como capital do mundo

Apesar da sanção estar no capítulo 13, com a ‘Besta da Terra’, essa seção descreve dois momentos da história dos EUA. Os vs 11-13 parecem descrever a história inicial desse país; e os vs 14-17 parecem descrever um cenário mais avançado na história americana, onde há uma proximidade com a ‘primeira besta’ ou ‘Besta do Mar’.

A sanção está nessa segunda parte onde a relação Casa Branca e Vaticano é descrita com proximidade na profecia – "para que ninguém possa comprar ou vender” Ap13:17. A sanção parte da Besta da Terra, em apoio à ‘primeira besta’ (Vaticano) e está relacionada com um motivo religioso de adoração.

A sanção econômica atual tem motivação político-militar na guerra, mas parece que será uma prática estendida a outros cenários e momentos da história futura.

Como os cenários históricos atuais ainda não estão concluídos, não sabemos como isso ocorrerá, mas podemos ter certeza que a previsão bíblica está relacionada a fatos que estamos vivenciando no momento.

O Apocalipse previu essa prática de sanção econômica.

E o Apocalipse é uma ‘revelação de Jesus Cristo, que Deus nos deu para mostrar as coisas que em breve devem acontecer’ Ap 1:1.

CENÁRIO POLÍTICO E PROFÉTICO ATUAL

Existem várias teorias de Relações Internacionais (RI) que interpretam os eventos da história humana. São as diferentes abordagens teóricas para interpretar, por exemplo os acontecimentos políticos das nações. As principais teorias que interpretam são o Realismo, Idealismo e Liberalismo.

Mas há outra linha de interpretação, a profética a partir da ótica Divina onisciente. Essa abordagem é conhecida como bíblico-histórica, pois coloca a profecia ao lado dos eventos da história para explicar o que está acontecendo.

Nem todos os eventos políticos e o movimento das nações são revelados ou explicados pela profecia, mas em linhas gerais há a cosmovisão do Grande Conflito que explica todos os eventos. 

As teorias de interpretação política são criadas a partir da ótica e até da disposição humana (positivista, idealista, realista) mas a interpretação bíblico-histórica, parte da mente divina. Não depende da disposição humana. Mesmo com a onisciente previsão Divina, a interpretação humana envolve a leitura dos fatos ao redor do indivíduo; e a pluralidade cultural é que cria essas interpretações. 

As Nações descritas da profecia 

A primeira profecia que descreve o movimento das nações está no livro do profeta Daniel. No capítulo 2 desse livro há uma descrição geral do movimento político das nações. 

Nessa profecia a previsão Divina descreve o surgimento dos impérios:

1. Babilônia 

2. Medo-Pérsia 

3. Grécia 

4. Roma

5. Nações da Europa 

Há uma profecia de Apocalipse 12 que é mais abrangente; essa profecia descreve outras duas nações anteriores. Elas são descritas como ‘cabeças do Dragão’ porque são motivadas pelo poder espiritual deste mundo (Satanás):

1. Egito 

2. Assíria

3. Babilônia 

4. Medo-Pérsia 

5. Grécia 

6. Roma

7. Vaticano

Essa é a ótica Divina a partir das motivações religiosas, pois na concepção de Yahweh, a religião é a motivação central de todas as demais.

Há ainda a descrição dos poderes influentes nesses últimos segmentos políticos descritos em cada profecia. Outras profecias (Apocalipse 11,13,17 e 18) descrevem ‘animais selvagens’ como símbolos das nações:

1. Besta do Abismo - França / 11:7

2. Besta do Mar - Vaticano / 13:1

3. Besta da Terra - EUA / 13:11

4. Besta Escarlate - Europa / 17:3

5. Cidade Babilônia - Vaticano 18:10

Essa é a última descrição dos poderes da terra que influenciarão o cenário político do planeta no tempo do fim.

O cenário das nações atuais

Onde ficam na profecia as nações atuais como China, Rússia, Cuba, Coréia do Norte? Essas são nações que influenciam o cenário mundial de forma secundária e ganham um destaque menor na profecia. 

Por exemplo os muçulmanos são descritos no Apocalipse na seção profética das trombetas e ganharam símbolos na quinta e sexta visão. A influência dos muçulmanos foi importante para o juízo de Deus sobre as nações principais aqui descritas. 

Os países comunistas talvez estejam descritos em uma profecia que os descreve saindo da boca do Dragão (Apocalipse 16:13) que podem ser relacionados com o ateísmo. Sendo assim os países como China, Rússia, Cuba, Coréia do Norte, apesar de não ganharem um papel na imagística apocalíptica, podem estar relacionados a símbolos secundários.

Deus assim usa as nações para estabelecer Seus propósitos aqui na terra. E como os países do antigo bloco comunista estão em movimento no momento atual, talvez Deus tenha um propósito com isto. Um dos prováveis cenários é o que descreve o colapso definitivo, pois a Coréia do Norte permanece fechada ao evangelho. Isso impede o último sinal para a Segunda Vinda de Jesus, que é a pregação do evangelho em todo mundo, para que venha o ‘fim’ (Mateus 24:14).

A tendência que a profecia descreve é ascensão do bloco ocidental (EUA e dos países da Europa) e o possível enfraquecimento do bloco comunista oriental. Até porque o evangelho tende a entrar nesses países, especialmente a Coréia do Norte.

Daniel afirma - “nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que Jamais será destruído e que não passará a outro povo. Esse reino despedaçará e consumirá todos os outros reinos, ma ele mesmo subsistirá para sempre” Daniel 2:44. As nações e potências mundiais irão colapsar diante do Reino de Deus que será estabelecido na Segunda Vinda.

Sendo assim, se ligue ao Reino de Deus representado hoje por Sua igreja aqui na terra.

Essa é a forma bíblica de se interpretar os atuais cenários políticos das nações. 

OS SETE ANOS "ATÉ O FIM"

Algumas interpretações evangélicas de Daniel 9:26up e 27 admitem que essa seção da profecia descrevem sete anos que descrevem um período após o vinda secreta de Jesus e do arrebatamento secreto. 

O seguinte texto - "O povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário. O seu fim virá como uma inundação. Até o fim haverá guerra, e desolações foram determinadas. Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana. Na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de cereais. Sobre a asa das abominações virá aquele que causa desolação, até que a destruição, que está determinada, seja derramada sobre ele" Daniel 9:26,27 - descreveria o período pós-arrebatamento.

Isto gerou uma compreensão de que algumas pessoas seriam arrebatadas secretamente, e outras seriam deixadas, para viverem sete anos de uma grande tribulação. As expressões 'inundação', desolação, destruição, descreveriam um 'fim do mundo'.

A INTERPRETAÇÃO DO TEXTO

Daniel capítulo 8 tem uma visão que Daniel recebeu, e nessa visão há uma profecia de tempo (8:14). Essa profecia tem duas partes – um período longo de 2.300 tardes e manhãs (Daniel 8:14) e um período curto, de setenta semanas (Daniel 9:24).

Essas profecias de tempo, devem ser interpretadas pelo princípio “dia-ano” onde um dia é igual a um ano. Os textos de Números 14:34 e Ezequiel 4:7 são as diretrizes bíblicas para aplicarmos esse princípio, onde entendemos que um dia equivale a um ano,

Em Números 14:34 está o relato da história dos 12 espias que investigaram a terra de Canaã para que o povo entrasse ali. Mas depois de 40 dias observando a terra, 10 espias voltaram com um relatório ruim e dois deles, Josué e Calebe, fizeram um relatório bom, afirmando que era possível conquistar a terra. Mas o povo acreditou nos 10 espias que fizeram o relatório ruim, e queriam voltar ao Egito. Foi neste momento que Deus apareceu e disse – “De acordo com o número dos dias em que vocês espiaram a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, vocês levarão sobre si as suas iniquidades durante quarenta anos e terão experiência do meu desagrado” Números 14:34.

Em Ezequiel 4:6, o profeta é orientado a cumprir um período de 40 dias profetizando, e que representava os 40 anos do início do cativeiro; Deus diz – “um dia para cada ano” Ezequiel 4:6.

Esses dois textos nos ajudam a entender que quando Deus usa períodos de tempos em dias ou equivalentes, Deus está se referindo a anos.

AS SETENTA SEMANAS

No livro de Daniel encontramos um período profético – “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade” Daniel 9:24.

As Setenta Semanas “estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade” ou seja, se aplicam aos judeus e circunscritos à Jerusalém. Não se aplicam a um tempo futuro depois da era judaica; e não se aplicam ao ‘tempo do fim’ depois da Vinda de Jesus.

É uma profecia que está no passado, dentro do período da história do povo judeu.

 A palavra aqui traduzida por “determinadas” significa literalmente no hebraico “separadas”. Setenta semanas, representando 490 anos, isto porque uma semana tem 7 dias; e setenta semanas vão ter 490 dias. Aplicados à profecia, isso se refere a um período de 490 anos.

Mas as setenta semanas estão separadas de quê? Como os 2.300 dias foram o único período de tempo mencionado no capítulo oito (8:14),  devem ser, portanto, uma parte dos 2.300 dias, e os dois períodos devem ser o período de que as setenta semanas se separaram; estas devem começar juntamente.

O anjo declara que as setenta semanas partem da saída da ordem para restaurar e edificar Jerusalém (Daniel 9:25). Se se pudesse encontrar a data desta ordem, estaria estabelecido o ponto de partida do grande período dos 2.300 dias. 

No sétimo capítulo de Esdras acha-se o decreto. Esdras 7:12-26. Em sua forma completa foi promulgado por Artaxerxes, rei da Pérsia, em 457 antes de Cristo. Mas em (Esdras 6:14) se diz ter sido a casa do Senhor em Jerusalém edificada “conforme o mandado [ou decreto, como se poderia traduzir] de Ciro e de Dario, e de Artaxerxes, rei da Pérsia.” Estes três reis, originando, confirmando e completando o decreto, deram-lhe a perfeição exigida pela profecia para assinalar o início dos 2.300 anos. Tomando-se o ano 457 antes de Cristo, tempo em que se completou o decreto, como data da ordem, viu-se ter-se cumprido toda a especificação da profecia relativa às setenta semanas.

O esquema profético está dividido assim em Daniel 9:

7 semanas = 49 dias = 49 anos

                                                                                                 v25

457 aC – 408 aC

62 semanas = 434 dias = 434 anos

                                                                            v26

408aC – 27 dC

1 semana = 7 dias = 7 anos

                                                                            v27

27 dC – 34 aC

  “Desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até o Messias, o Príncipe, sete semanas, e sessenta e duas semanas” — ou, sessenta e nove semanas ou 483 anos. O decreto de Artaxerxes entrou em vigor no outono de 457 antes de Cristo. A partir desta data, 483 anos estendem-se até o outono do ano 27 de nossa era. Naquele tempo esta profecia se cumpriu.

A palavra “Messias” significa o “Ungido”. No outono do ano 27 de nossa era, Cristo foi batizado por João, e recebeu a unção do Espírito. O apóstolo Pedro testifica que “Deus ungiu a Jesus de Nazaré com Espírito Santo e com virtude” Atos 10:38. E o próprio Salvador declarou: “O Espírito do Senhor é sobre Mim, pois que Me ungiu para evangelizar os pobres.” Lucas 4:18. Depois de Seu batismo Ele foi para a Galiléia, “pregando o evangelho do reino de Deus, e dizendo: O tempo está cumprido.” Marcos 1:14, 15. 

“E Ele firmará concerto com muitos por uma semana.” A “semana”, a que há referência aqui, é a última das setenta, são os últimos sete anos do período concedido especialmente aos  judeus. Durante este tempo, que se estende do ano 27 ao ano 34 de nossa era, Cristo, a princípio em pessoa e depois pelos Seus discípulos, dirigiu o convite do evangelho especialmente aos judeus. Ao saírem os apóstolos com as boas-novas do reino, a recomendação do Salvador era: “Não ireis pelos caminhos das gentes, nem entrareis em cidades de samaritanos; mas ide às ovelhas perdidas da casa de Israel.” Mateus 10:5, 6. 

“Na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares.” No ano 31 de nossa era, três anos e meio depois de Seu batismo, nosso Senhor foi crucificado. Com o grande sacrifício oferecido sobre o Calvário, terminou aquele sistema cerimonial de ofertas, que durante quatro mil anos haviam apontado para o Cordeiro de Deus. O tipo alcançou o antítipo, e todos os sacrifícios e ofertas daquele sistema cerimonial deveriam cessar. 

As setenta semanas, ou 490 anos, especialmente conferidas aos judeus, terminaram, como vimos, no ano 34. Naquele tempo, pelo ato do Sinédrio judaico, a nação selou sua recusa do evangelho, pelo martírio de Estêvão e perseguição aos seguidores de Cristo. Assim, a mensagem da salvação, não mais restrita ao povo escolhido, foi dada ao mundo. Os discípulos, forçados pela perseguição a fugir de Jerusalém, “iam por toda parte, anunciando a Palavra.” Filipe desceu à cidade de Samaria e pregou a Cristo. Pedro, divinamente guiado, revelou o evangelho ao centurião de Cesaréia, Cornélio, que era temente a Deus; e o ardoroso Paulo, ganho à fé cristã, foi incumbido de levar as alegres novas “aos gentios de longe”. Atos dos Apóstolos 8:4, 5; 22:21. 

Até aqui, cumpriram-se de maneira surpreendente todas as especificações das profecias e fixa-se o início das setenta semanas, inquestionavelmente, no ano 457 antes de Cristo, e seu termo no ano 34 de nossa era.

OS SETE ANOS “ATÉ O FIM”

Sendo assim, a última semana, ou 7 anos se aplicam ao povo judeu dentro do período que recebeu o Messias, no primeiro século. E não podem se referir ao último século, ou depois da Vinda de Jesus.

O texto de Daniel 9 diz – “Depois das sessenta e duas semanas, o Ungido será morto e não terá nada. O povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário” v26.  Veja que este trecho da profecia se refere ao tempo do “Ungido”, ou ao tempo de Jesus no primeiro século.

A seguir o v27 diz – “o seu fim virá como uma inundação. Até o fim haverá guerra, e desolações foram determinadas”. Aqui o “fim” se refere ao Messias, e não ao fim do mundo, ou ao período da Segunda Vinda.

O v28 continua situalizando a ação do Messias – “Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana. Na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de cereais”. Essa firme aliança se refere ao ministério de Jesus; a “metade da semana” são os ‘três anos e meio’ do ministério de Jesus. Os outros ‘três anos e meio’ se referem ao período até o ano 34, onde os judeus foram definitivamente rejeitados, depois de apedrejarem Estevão.

A última parte do v27 diz – “sobre a asa das abominações virá aquele que causa desolação, até que a destruição, que está determinada, seja derramada sobre ele”. A expressão “abominação” foi usada por Jesus para descrever a destruição do templo e de Jerusalém no ano 70 – “— Quando, pois, vocês virem, situado no lugar santo, o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel (quem lê entenda), então os que estiverem na Judeia fujam para os montes” Mateus 24:15,16.

Como saber se Jesus estava falando especificamente sobre a destruição de Jerusalém?

Isto porque no início do capítulo, Jesus diz – “se aproximaram para lhe mostrar as construções do templo. Ele, porém, lhes disse: — Vocês estão vendo todas estas coisas? Em verdade lhes digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada” Mateus 24:1,2.

Sendo assim as descrições da profecia de Daniel sobre desolação, destruição e dilúvio (esmagador) se referem à destruição de Jerusalém no ano 70, logo a seguir da semana que revelava o Ungido, ou o Messias.

TEMPO DO FIM

A interpretação que os evangélicos fazem dessa profecia de Daniel para 7 anos após a Vinda Secreta de Jesus, não seguem as informações do texto bíblico. Pois o texto diz que a profecia “estão determinadas para o seu povo e para a sua santa cidade” Daniel 9:24.

Ou seja, a profecia toda se refere ao tempo dos judeus, na época do "Ungido", ou do tempo de Jesus.

19 ANOS DE TERROR


Esta sexta-feira marca o décimo nono ano após os ataques terroristas que mataram pessoas inocentes no World Trade Center na cidade de Nova York;  no Pentágono em Washington, D.C.;  e em um campo fora de Shanksville, Pensilvânia.  

Aqueles de nós que estavam vivos e conscientes provavelmente se lembram exatamente de onde estávamos e o que estávamos fazendo quando ouvimos as notícias inacreditáveis. Isso devido a memória pós-traumática, um evento psíquico marcante para o cérebro.

Nos dias, semanas e meses após aquele acontecimento horrível, nossas vidas mudaram de muitas maneiras, principalmente em termos de segurança.  De repente, a presença da aplicação da lei ficou mais evidente, e fomos instados: “Se você vir algo, diga algo”.  A vigilância passou a fazer parte da nossa realidade.

Gradualmente, algumas dessas restrições foram amenizadas.  Mas ir ao aeroporto e passar pela segurança é algo que provavelmente nunca voltará às condições anteriores ao 11 de setembro.  

Os ataques terroristas nos lembraram que o mundo às vezes é um lugar perigoso, e uma ameaça pode se materializar de algo tão inocente quanto embarcar em um avião.

Os últimos anos dimensionaram o terrorismo e nos ensinaram que o terrorismo doméstico também é mortal.  Uma ida à loja, um concerto, uma igreja ou sinagoga, um evento esportivo, até mesmo ir ao trabalho ou à escola tem o potencial de terminar em desastre se alguém com uma arma fizer algum tipo de violência.  A vigilância é a principal arma em nossa luta para permanecer vivo.

Essa ameaça deve ser levada a sério.  E, como em qualquer ameaça à segurança pública, a cooperação não é apenas necessária, é imperativa e consistente com nosso dever cristão de proteger aqueles que estão em maior risco e levar uma mensagem de esperança e paz.

Mesmo que não sejamos terroristas, todos temos que passar pela segurança do aeroporto e passar por detectores de metal em prédios do governo.

O terrorismo da década de 90 e que desencadeou na era do terror no século 21, são cumprimento da sexta trombeta do Apocalipse (Ap9:13-21). Isso indica que a seguir do terror virá a sétima trombeta (Ap11:15-19) que é a Segunda Vinda de Jesus, trazendo esperança e paz definitiva.

São 19 anos de terrorismo, um sinal que Jesus deixou na Revelação para que entendêssemos que o Juízo Final está próximo [essa é a imagística das trombetas; elas eram usadas 10 dias antes da Festa do Dia da Expiação, ou do Dia da Purificação do Santuário, tipificando o Juízo]. 

Como o 11 de setembro custou milhares de vidas no ataque inicial e dezenas de milhares mais nas campanhas militares que se seguiram por anos, estamos engajados em uma batalha Espiritual épica que pode durar muitos mais tempo antes de podermos reivindicar a vitória. Ouçamo o apelo de Jesus - "Vigiai porque vocês não sabem em que dia que vem o seu Senhor" Mt24:42.

Esteja vigilante.

Obs. adaptado de Stephen Chavez, assistant editor at Adventist Review Ministries.

CORONA VÍRUS – DE ONDE ELE VEIO?



A BBC Brasil reponde essa pergunta – “Mais carne, mais animais, mais doenças. O Ebola, a síndrome respiratória aguda grave (Sars, na sigla em inglês) e o coronavírus surgido na China são todos vírus zoonóticos — ou seja, foram transmitidos aos seres humanos por animais. O novo coronavírus parece ter se originado em um mercado em Wuhan, e as informações preliminares indicam que pode ter vindo de cobras. Atualmente, cerca de três em cada quatro novas doenças são zoonóticas”. Fonte BBC [1].

“Nos últimos 50 anos, uma série de doenças infecciosas se espalhou rapidamente após saltar dos animais para os seres humanos. A crise do HIV/Aids dos anos 80 teve origem nos primatas, a gripe aviária de 2004-07 veio de aves e os porcos nos deram a gripe suína de 2009. Mais recentemente, foi descoberta a Sars, também causada por um vírus do tipo corona, oriunda de morcegos, via civetas (um pequeno mamífero asiático), enquanto os mesmos morcegos também foram os precursores do Ebola. Os seres humanos sempre contraíram doenças de animais. De fato, a maioria das novas doenças infecciosas vem da vida selvagem” Fonte: BBC [2].

A Bíblia já tratava do assunto a 3500 anos nos escritos do Livro de Levítico. Esse é um livro sacerdotal com regras cerimoniais e de saúde pública para o povo de Israel. Mas suas regras são universais e se aplica ainda hoje.

Levítico se constituiu como a Lei de Deus [Torah ou Pentateuco], como lei possui mandamentos morais e de saúde; sendo Levítico 11 alguns desses mandamentos de saúde.

Em Levítico há 5 listas de animais com regras para se identificar os animais limpos [que podem ser usada a carne como alimento] e os imundos [que a carne não pode ser usada como alimento].
1.            Animais da terra – vs 2-8
2.            Animais da água – vs 9-12
3.            Animais do ar [aves] – vs 13-19
4.            Insetos – vs 20-23
5.            Répteis e roedores vs 29 e 30

Os animais e os seres humanos possuem uma microbiota [população natural de vírus, bactérias, fungos e prozoários]; cada animal compartilham dos mesmos microorganismos, mas há microorganismo exclusivos em cada espécie animal.

Esses microorganismos foram criados por Deus para estarem nos animais e beneficiam toda a fisiologia. Algumas bactérias produzem vitaminas no intestino, por exemplo.

Mas alguns desses microorganismos são exclusivos de algumas espécies de animais e se entram em contato com humanos, são causadores de doenças. Que é o caso do Corona Vírus.

Em Levítico 11 no verso 8 o porco é mencionado como sendo imundo e não deve ser usado sua carne para alimento – “não comereis... o porco, porque tem unhas fendidas, e a fenda das unhas se divide em duas, mas não rumina; este vos será imundo”.

No porco há bactérias, parasitas e vírus, que causam doenças em humanos.
O microorganismo mais popular no porco, e que causa doença é o parasita Taenia solium, causadora da doença neurocisticercose. Mas há outras doenças gastro-intestinais graves – shigelose e salmonelose –  que são causadas por bactérias que contaminam a carne do porco. Há ainda a bactéria Trichinella spiralis, comum no organismo dos suínos, que também causa doença em humanos.

Mas a doença causada por microorganismos do porco, que mais mata no mundo são a gripe e o resfriado. São causadas por vírus da via aérea dos porcos, que contaminam os cuidadores de porcos, e todo ano causam pandemias de gripe e resfriado, matando todos os anos 55 mil pessoas pelo planeta.

A pandemia Covid19 segue o mesmo padrão de contaminação por consumo de carnes de animais imundos. Esse é uma mecanismo chamado de zoonose – contaminação por contato ou consumo de animais.

A humanidade está sofrendo por transgredir a Lei de Deus; sofremos a consequência de uma lei ser violada e os mecanismos naturais do meio ambiente estarem sendo violados.

“A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos símplices Salmos” 19:7. 


1. Leia a reportagem completa aqui.
2. Leia a reportagem completa aqui.

BREXIT - O FERRO E O BARRO SE SEPARANDO



Uma profecia de 2.600 anos revelada no livro de Daniel, já explica as dificuldades políticas e econômicas do bloco europeu.

A dificuldade atual é que a União Européia [UE] é uma união comercial de 28 países   Alemanha, Grécia, Áustria, Hungria, Bélgica, Irlanda, Bulgária, Itália, Chéquia, Letónia, Chipre, Lituânia, Croácia, Luxemburgo, Dinamarca, Malta, Eslováquia, Países Baixos, Eslovénia, Polónia, Espanha, Portugal, Estónia, Reino Unido, Finlândia, Roménia, França e Suécia – e as diferenças entre esses países são como o ‘ferro e o barro’.

“A moeda e o mercado e único, direito de trabalhar nos países, com livre circulação de pessoas, bens e serviços, são os principais benefícios dessa união dos países.
Mas os britânicos nunca acreditaram realmente na integração europeia completa pelo "euroceticismo" da sua classe política e seu povo” [BBC].

A profecia de Daniel está dentro de um contexto dos impérios mundiais – Babilônia, Medo-pérsia, Grécia e Roma; sendo a união europeia, representada pelo ‘barro e ferro’ nos pés da estátua que o sonho havia sido revelado.

A união europeia seria a ultima potência mundial predita pela profecia de Daniel; nem os EUA entram neste cenário profético. Os EUA entram como ‘reinos’ paralelos a esta profecia com interferências religiosas.

A união européia também é representada pela última ‘besta escalarte’ de Apocalipse 17, que ampara politicamente a igreja apostatada, representada pela ‘grande meretriz’.

A saída do Reino Unido [Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e Escócia] apenas é uma evidência da especificidade da profecia que coloca que essa última união dos países seria como a junção de ferro e barro, ou seja, uma ligação inadequada para representar a força de um ´império´.

A profecia classifica os reinos com valores e força dos metais:
Babilônia – Ouro
Medo-Pérsia – Prata
Grécia – Bronze
Roma – Ferro
União Européia – Ferro e barro

Ou seja, a força e os valores dessa última união de países seria muito inferior aos impérios da antiguidade. E os reinos desta última união seriam “fortes como o ferro, mas outras serão fracas como o barro” v42.

A grande verdade é revelada pelo profeta – “há um Deus nos céus que revela segredos, e ele mostrou ao rei Nabucodonosor o que acontecerá no futuro” v28.

EPIDEMIAS - SINAL DA SEGUNDA VINDA


O sinal de Jesus para a Sua Segunda Vinda – “haverá grandes... epidemias... em vários lugares” Lucas 21:11; se evidencia no início da nova década.

“Uma epidemia de SARS, potencialmente mortífera e semelhante à gripe, matou mais de 700 pessoas em todo o mundo entre 2002 e 2003, tendo início na China.

A epidemia ameaça retornar, e 136 novos casos e uma terceira vítima fatal foram confirmados. Até então, eram 62 casos oficiais. Desde então, os números só aumentaram, até os 440 oficialmente confirmados até agora [Janeiro 2020].

Especialistas afirmam que deve haver mais casos que ainda não foram identificados — estima-se que a cifra esteja em torno de 1,7 mil pessoas infectadas.” [Fonte: BBC]

Algumas das dez maiores epidemias do planeta estão relacionadas a zoonose, ou transmissão de microorganismos de animais aos humanos, através do consumo de carnes de animais, que a Bíblia indica sendo imundos (*):

1. Vírus Nipah – animal de origem são os morcegos*
2. Vírus Hendra – animal de origem são os morcegos*
3. Febre hemorrágica da Crimeia-Congo – carrapatos
4. Vírus ebola – animal de origem são os morcegos*
5. Febre de Lassa – animal de origem são os roedores*
6. Síndrome respiratória por coronavírus do Oriente Médio – dromedários*
7. Síndrome respiratória aguda grave (SARS) – gatos da argália*
8. Zika – mosquitos Aedes aegypti.
9. Febre do Vale Rift – gado infectado
10. Doença X – patógeno desconhecido

“A Sars passou para os humanos a partir de um animal selvagem conhecido como civeta (ou gato-de-algália, parente do guaxinim) — que era considerado uma iguaria culinária na região de Guangdong, na China”. [Fonte: BBC]

As epidemias são mais um sinal que se apresenta como evidência da proximidade da Segunda Vinda.

São também o resultado da ignorância e abandono da Lei de Deus. Os mandamentos de Levítico 11 alistam 5 categorias de animais que são impróprios para o consumo humano. 

A restrição dos ‘animais imundos’ é devido a ingestão da carne desses animais, ou o contato com os animais, transmitirem micro-organismos que causam doenças em humanos.

Por outro lado, a Bíblia afirma a benção da obediência – “O Senhor afastará de ti toda enfermidade; sobre ti não porá nenhuma das doenças malignas” Deuteronômio 7:15 NVT.

OS PERSONAGENS DA PROFECIA APOCALÍPTICA



As profecias apocalípticas estão nos livros de Daniel e Apocalipse e se constituem em revelações para o Tempo do Fim

O livro de Daniel estabelece um princípio para a interpretação dos animais em profecias – “Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis que se levantarão da terra... O quarto animal será um quarto reino na terra” Daniel 7:17 e 23.

Esse é um ‘molde de interpretação’ para as profecias apocalípticas. A sequência de animais deve ser interpretado como uma sequência de reinos. Isso em Daniel ou Apocalipse.

Os animais das visões de Daniel – os 4 animais do capítulo 7; os dois animais do capítulo 8, são reinos sequenciais. Os animais [bestas] de Apocalipse 11, 13 e 17, são reinos.

A BESTA QUE SAI DO ABISMO – Ap 11:7
“a besta que sobe do abismo” Apocalipse 11:7 – esse reino é descrito dentro da visão das 2 testemunhas. O reino faz guerra ás duas testemunhas, as destrói e vence por um período de tempo. As duas testemunhas “profetizam por mil duzentos e sessenta dias” v3. Ou seja, não podem ser pessoas reais.

Os 1260 dias são os 1260 anos de domínio papal na Europa [538-1798 dC] em que a Bíblia foi ignorada e adulterada pelo poder religioso romano. As Duas Testemunhas são o Antigo e Novo Testamentos – “as duas oliveiras e os dois candeeiros” v4, pelos quais Deus derrama unção e luz sobre a humanidade.

A nação que fez guerra a Bíblia e a erradicou por 3 anos e meio v9, é a França. Esse país através da Revolução Francesa, não só prendeu o papa, derrubou o domínio religioso corrupto, mas também aboliu as escrituras durante o ‘reinado do terror’ de 05.09.1793 a 28.07.1794.

As Bíblias foram queimadas nas praças da cidade de Paris motivados pela filosofia da Revolução Francesa que era o culto da razão, como as bases do iluminismo europeu que se estabelecia por todos os países.

A BESTA QUE SAI DO MAR – Ap 13:1-10
A descrição mais flagrante está no v.5  – "Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias” – as prerrogativas que o papado assume em mediar a relação do homem com Deus, dar ao papa o título de ‘substituto’ do Filho De Deus; perdoar pecados dos homens; a infalibilidade e outras prerrogativas, são arrogâncias e blasfêmias contra Deus.

O  v.6 ainda descreve  “E abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome e do seu tabernáculo e dos que habitam no céu” – assumindo a postura de mediador entre Deus e o homem, o papado anulou a obra de Jesus no santuário Celestial (Heb. 4:14; 8:1) e toda a obra de salvação realizada ali.

Mas é o  v.7 que descreve a principal característica que coloca o papado como protagosnista desse símbolo – “ Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los” – talvez uma das mais claras referências, pois o papado foi o responsável pela morte de milhões de pessoas em 1260 anos de perseguição pelas guerras e inquisições contra os próprios cristãos que negavam seguir suas doutrinas corruptas.

A BESTA QUE SAI DA TERRA – Ap 13:11-18
Seguindo  o princípio de interpretação de que esse símbolo também é uma nação, o v13 indica que essa nação – “faz grandes sinais... descer fogo do céu” – essa cena evoca o evento do Carmelo (Elias) descrito no Antigo Testamento. Mas aqui o fogo que desce do céu, desta vez cai no altar errado, iludindo a humanidade. Uma clara referência ao Espírito Santo (fogo) e sua descida sobre a terra.

Certamente indicando o Pentecostalismo que se iniciou neste país; o berço pentecostal é os EUA.
O v14 ainda acrescenta  – “engana... com sinais que lhe foi permitido fazer” – é notório que o movimento pentecostal que se originou nos EUA tem a marca de um ministério de sinais e prodígios. Esses sinais servem ao propósito de enganar e dissimular a verdadeira experiência com o Espírito Santo.

A IMAGEM DA BESTA – Ap 13:15
Em Ap 13:14 é dito que a primeira besta [EUA] é que leva os que “habitam na sobre a terra” a fazer  “uma imagem à besta”.

No verso 15 do mesmo capítulo é dito que os EUA comunica “fôlego a imagem da besta”; isso se remete a Gênesis 2:7, na criação de Adão, quando Deus sopra o ‘fôlego’ dando vida ao ser humano. O texto da a entender que os habitantes da terra fazem a ‘imagem da besta’ e os EUA dão ‘fôlego’ ou vida a essa ‘imagem’. Essa é uma entidade que parte dos EUA; é um ‘produto’ da nação americana.

A ‘imagem da besta’ também parece ser uma entidade como a própria ‘besta do mar’ ou o papado. O capítulo 14 afirma que a “besta e a sua imagem” recebem adoração, sendo portanto uma entidade religiosa.

Os EUA [segunda besta] é descrito como que ‘faz descer fogo do céu’ 13:13. Essa é uma referência a experiência de Elias no Monte Carmelo; só que no evento do Tempo do Fim, o fogo descerá no altar do ‘falso profeta’. Essa é uma referência também à descida do Espírito Santo sobre os discípulos no Pentecostes, e se cumpre no movimento protestante dos pentecostais. A ‘imagem da besta’ ou movimento pentecostal é genuinamente americano por isso é descrita dentro da profecia da besta que sobre da terra.

FALSO PROFETA
O Apocalipse descreve que “a besta foi presa, e com ela o falso profeta” 19:20. O papa não é o Falso Profeta.

Os falsos profetas são muito mencionados na Bíblia como aqueles que arrogavam ter o Espírito Santo, mas falavam de si mesmos.

Os EUA como nação que “faz cair fogo do céu” 13:13:13up, parece ser a melhor interpretação para a origem do falso profeta. É uma clara alusão ao evento do Carmelo onde Elias – o verdadeiro profeta – e os profetas de Baal estiveram disputando que faria descer fogo do céu [1Rs 18:19].

A ‘imagem da Besta’ e o ‘Falso Profeta’ parecem ser a mesma entidade religiosa em fases diferentes.
Assim como a Besta do Mar [Ap 13:1], a Grande Prostituta [Ap 17] e a Cidade Babilônia [Ap 18] são a mesma entidade religiosa [papado, igreja romana e ICAR], mas em fases diferentes.

A ‘imagem da besta’ pode estar relacionado ao início do movimento pentecostal, associado à guarda do domingo; e o ‘falso profeta’ associado a ultima fase do movimento pentecostal em união à igreja católica, para o decreto dominical e o decreto de morte.

 GRANDE PROSTITUTA – Ap 17
Mulher na simbologia bíblica é uma referência à igreja - Efesios 5:35 [nos vs22-31 Paulo dá conselhos a marido e à mulher; no v35 ele explica que eram uma referência profética a Cristo e Sua igreja].

Essa é a mesma Besta do Mar [papado] mas em uma fase diferente, como igreja e não como poder político-religioso como na idade média.

O fato básico da simbologia é que é uma mulher prostituída, ou que se corrompeu.
A corrupção dessa mulher/igreja se deu pelas doutrinas bíblicas que foram modificadas:
-mudança do texto bíblico original
-mudança do sábado para o domingo
-exclusão do texto que descreve o segundo mandamento em Êxodo 20
-autorização para homens [padres] perdoarem pecados
-papa assumir o lugar do Espírito Santo na Terra
-atribuição a Maria como intercessora, e não a Jesus como intercessor

BABILÔNIA – A GRANDE CIDADE – Ap 18
Esse é o mesmo poder religioso anterior, mas em uma outra fase.
Os nomes da Mulher Prostituta [17:5] e da cidade [18:2] são a mesma. A igreja será transformada em algum poder político novamente mas não como no passado.
A imagística de uma cidade, é extraída da queda da antiga Bbailônia [Daniel 5] que caiu diante da ação dos Medo-persas.
É nesta fase que esse poder religioso cai e se encaminha para sua destruição – vs 9-19.

A MULHER DE APOCALIPSE 17


1.       A ‘mulher’ de Apocalipse 12 é mencionada como indo ao deserto em fuga; a ‘mulher’ do capítulo 17 é descrita como “num deserto e vi uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres” v.3.

Mulher na simbologia bíblica é uma referência à igreja - Efesios 5:35 [nos vs22-31 Paulo dá conselhos a 
marido e à mulher; no v35 ele explica que eram uma referência profética a Cristo e Sua igreja]

2.        Ela é identificada como a “grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas” v.1. Ora no Apocalipse é codificado que “as águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas” 17:15. 

A Europa é o berço dos povos e nações, e onde se encontra o Vaticano.

3.       É declarado desta igreja que “se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra” v.2. 

O Vaticano no passado e no presente sempre esteve envolvida com política e assuntos de estado. 
A ‘prostituição’ se refere às mudanças nos conceitos bíblicos para a formulação das suas falsas doutrinas. 
Também é uma referência a suas relações com as nações.

4.       A profecia descreve a “mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres”

Essa besta ou animal representa o estado do Vaticano sobre a qual a igreja se sustenta.

5.       O Apocalipse declara: “as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada” (17:9).  Roma é a cidade das 7 colinas – Campidoglio, Quirinale, Viminale, Esquilino, Celio, Aventino e Palatino.

6.       Outra indicação é feita como “os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora”Os 10 chifres são os 10 reinos que originaram a Europa – Francos (França), Alamanes (Alemanha), Saxões (Inglaterra), Lombardos (Itália), Visigodos (Espanha), Suevos (Portugal), Borgundos (Suiça) Ostrogodos, Hérulos e Vândalos.

7.       A riqueza da igreja católica é descrita no v.4 – “Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição”

8.       É afirmado que a igreja católica não está sozinha na prostituição do evangelho de Jesus Cristo – “Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: Babilônia, A Grande, A Mãe Das Meretrizes E Das Abominações Da Terra"Como mãe é provável que haja suas filhas ou denominações que tem suas doutrinas deturpadas por conceitos  católicos.

9.       Talvez a evidência mais forte seja a do v.6 – “Então, vi a mulher embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus; e, quando a vi, admirei-me com grande espanto”.  Nada é mais evidente do que o fato desta igreja ter perseguido os cristãos dissidentes e protestantes que não concordavam com as mudanças teológicas.

10.   “A mulher que viste é a grande cidade que domina sobre os reis da terra” v.18; ou o Vaticano. Pode ser argumentado que o Vaticano não domina sobre as nações. Mas a profecia descreve apenas aspectos do domínio religioso. O papa é o líder moral do mundo contemporâneo.

O apelo da Palavra de Deus é – “Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” 18:4.

Os crentes devem sair deste sistema religioso falido – “Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo” 18:2 e 3.    

A mulher de Apocalipse 17 é a igreja católica apostólica romana.