CONSELHO DE PAZ MUNDIAL


O Papa Leão foi convidado para o Conselho de Paz de Trump.O Pontífice foi chamado para integrar grupo que pretende resolver conflitos globais. Robert Francis Prevost, o 267o papa da ICAR, está entre os líderes mundiais convidados a integrar o "Conselho de Paz" do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quarta-feira (21.01.26).

O objetivo é esvaziar a ONU e criar uma espécie de nova governança global liderada pelo próprio Trump.

O conselho foi inicialmente criado para pôr fim ao conflito em Gaza, porém Trump afirmou que o grupo terá um escopo muito mais amplo e buscará resolver conflitos globalmente.

Padrão da Profecia

A profecia do Apocalipse 13 prevê que EUA e Vaticano irão atuar juntos em um ordem mundial. No entanto as ações desses dois poderes, de acordo com a profecia, estará longe em trazer paz, e trarão sanções e decretos de morte.

"Seduz aqueles que habitam sobre a terra ... E lhe foi concedido poder... e fizesse morrer todos os que não adorassem a imagem da besta. A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz com que lhes seja dada certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome" Apocalipse 13:14-17.

Profecia de Paz

Paulo escrvendo aos crentes de Tessalônica e descrevendo os eventos do fim, relata uma tentativa de paz mundial frutrada. Ele diz - “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto àquela que está grávida; e de nenhum modo escaparão.” 1 Tes. 5:3.

A paz que os lideres mundiais procuram,, não será resultado de política ou força militar. Essa paz só Jesus na Sua Segunda Vinda irá estabelecer. 

Vaticano e Casa Branca

A relação política entre o Vaticano e a Casa Branca, quando analisada a partir da interpretação adventista de Apocalipse 13:11–18, não é compreendida apenas como diplomacia internacional comum, mas como um movimento profético de natureza histórico-escatológica. 

A leitura adventista entende esse texto como descrevendo a ascensão de um poder com aparência de cordeiro, mas com voz de dragão, identificado historicamente com os Estados Unidos, uma nação que surge defendendo princípios de liberdade civil e religiosa, mas que, ao longo do tempo, passa a exercer coerção religiosa em cooperação com outro poder religioso-político já estabelecido.

No cenário profético de Apocalipse 13, o primeiro poder exerce influência global e recupera sua autoridade após um período de declínio. A interpretação adventista identifica esse poder com o sistema papal, cuja dimensão não é apenas religiosa, mas também política e moral. 

A Casa Branca, como centro do poder político e econômico dos Estados Unidos, aparece nesse quadro não como submissa ao Vaticano, mas como parceira estratégica, fornecendo sustentação civil, jurídica e coercitiva a uma agenda moral e religiosa global. Essa parceria não é vista como um acordo formal único, mas como um alinhamento progressivo de interesses, valores e objetivos.

A União Mundial entre Igreja e Estado

O livro O Grande Conflito fornece a formulação clássica dessa interpretação ao descrever explicitamente o momento em que essa aproximação se tornaria profeticamente decisiva.

“Quando o protestantismo estender a mão por sobre o abismo para dar a mão ao poder romano; quando se inclinar por sobre o precipício para dar a mão ao espiritismo; quando, sob a influência dessa tríplice união, o nosso país repudiar todos os princípios de sua Constituição como governo protestante e republicano, e tomar providências para a propagação dos erros e ilusões papais, então poderemos saber que chegou o tempo para a atuação maravilhosa de Satanás e que o fim está próximo.”
(O Grande Conflito, cap. 35, “A Liberdade de Consciência Ameaçada”).

Essa declaração é central para a compreensão adventista da relação entre o protestantismo apostatado, catolicismo romano e poder civil norte-americano. Nessa perspectiva, a Casa Branca simboliza o braço político que viabiliza, por meio de legislação e influência internacional, aquilo que o poder religioso não pode impor sozinho. O Vaticano, por sua vez, representa a autoridade religiosa e moral que confere legitimidade espiritual a esse processo.

A diplomacia entre Estados Unidos e Vaticano, intensificada sobretudo a partir do século XX, é interpretada dentro desse arcabouço como um processo de normalização da cooperação entre poder político e autoridade religiosa. Para o pensamento adventista, o problema não reside no diálogo diplomático em si, mas na convergência entre religião institucionalizada e coerção estatal. Quando princípios religiosos passam a moldar políticas públicas com alcance nacional e global, especialmente em temas de consciência, economia e direitos civis, essa relação deixa de ser meramente política e assume contornos proféticos.

A Profecia se cumprindo

Apocalipse 13:11–18 descreve um sistema que leva todas as nações a se submeterem a determinados padrões, não apenas espirituais, mas também sociais e econômicos. O papel dos Estados Unidos, segundo essa leitura, é o de tornar possível essa imposição por meio de sua liderança econômica, influência cultural e capacidade de pressão internacional. 

O Vaticano oferece a matriz religiosa e histórica que orienta esse movimento. O Grande Conflito interpreta esse momento como o ápice do conflito entre verdade e erro, quando a igreja volta a buscar o apoio do Estado para impor sua autoridade.

Assim, a relação política entre Vaticano e Casa Branca, sob a ótica adventista, é entendida como parte de um desenvolvimento profético mais amplo, no qual a separação entre Igreja e Estado é progressivamente dissolvida. Essa união não é vista como um evento isolado, mas como um processo histórico que culmina na formação de um sistema global de poder religioso, político e econômico, em consonância com o cenário delineado em Apocalipse 13.

Conclusão

A história política das nações segue o enredo da profecia. Deus revelou nas Escrituras todo o cenário político-religioso do momento final da história humana. Embora os capítulos desse enredo sejam sombrios, a certeza que as Escrituras, no Apocalipse, nos dão é de algo maravilhoso - esses eventos terminam com a manifestção gloriosa da Segunda Vinda de Jesus. A descrição é - "Olhei, e eis uma nuvem branca, e sentado sobre a nuvem um semelhante a filho de homem, tendo na cabeça uma coroa de ouro e na mão uma foice afiadaApocalipse 14:14.

Jesus está voltando e o capítulo final do Grande Conflito entre o bem e o mal, está prestes a se encerrar. Persevere em manter-se na descrição dos santos que herdarão a Nova Terra - "Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" Apocalipse 14:12.



TRUMP: CONTROLE GLOBAL E PROFECIA

A política internacional vive um momento de tensões e realinhamentos geopolíticos dramáticos. À primeira vista, decisões como sanções econômicas expansivas, intervenções militares pontuais e políticas rígidas de controle migratório e comercial parecem assuntos seculares.

No entanto, para muitos estudantes da profecia bíblica, em especial dentro da tradição Adventista do Sétimo Dia, esses eventos não são aleatórios. Eles são vistos como peças de um quebra-cabeça maior, que se encaixa em uma narrativa profética milenar sobre os últimos dias da história da Terra, centrada em Apocalipse 13.

 O Cenário Profético: Apocalipse 13:16-17

O capítulo 13 de Apocalipse descreve a ascensão de duas poderosas entidades simbólicas: uma "besta" que emerge do mar e outra da terra. A segunda besta, muitas vezes interpretada pelo adventismo como um poder religioso apóstata que surge em solo americano, realiza grandes sinais e, crucialmente, impõe um sistema de controle universal:

 "E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes seja posto um sinal na mão direita ou na testa, para que ninguém possa comprar nem vender, senão aquele que tem o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome." (Apocalipse 13:16-17)

O centro da profecia não é a tecnologia em si (como uma microchip), mas o princípio do controle. É um sistema coercitivo que une autoridade religiosa e poder político para regular a consciência individual e a participação na sociedade, usando a esfera econômica como ferramenta de conformidade.

 A Interpretação Adventista e o Cenário Contemporâneo

A teologia adventista histórica entende que esta profecia se cumprirá em um contexto de crise global — social, econômica, ambiental e religiosa. Nesse cenário, medidas autoritárias, inicialmente apresentadas como soluções necessárias para a segurança e estabilidade, podem pavimentar o caminho para a restrição das liberdades fundamentais.

Vamos analisar como ações recentes associadas à era Trump e a movimentos políticos afins podem ser vistas, a partir desta ótica interpretativa, como "preparação do terreno":

1.  Sanções à Rússia e Controle Econômico Global: As sanções econômicas modernas são um instrumento de poder sem precedentes. Elas visam excluir nações inteiras do sistema financeiro global (SWIFT, comércio de moedas). Teólogos observam que isso demonstra a existência de uma infraestrutura financeira interligada capaz de isolar indivíduos ou grupos que não se conformem com as regras estabelecidas pelas potências dominantes. É um protótipo de um mecanismo que poderia, no futuro, ser usado para impor o "comprar e vender" condicional.

2.  Intervencionismo Militar (Cenário na Venezuela): Ações militares ou forte pressão para mudança de regime reforçam uma narrativa de ordem mundial imposta pela força. Na interpretação profética, a besta de Apocalipse 13 exerce sua autoridade de forma coerciva ("faz que..." v16).

A normalização do intervencionismo sob pretextos variados (humanitários, de segurança) poderia, em uma crise extrema, justificar intervenções mais diretas nos assuntos internos das nações para fazer cumprir uma agenda global.

3.  Controle Imigratório Rigoroso e Vigilância: Políticas de controle de fronteiras frequentemente envolvem a coleta massiva de dados biométricos, vigilância aprimorada e categorização de indivíduos. Estudiosos adventistas veem com preocupação como essas tecnologias e mentalidades de rastreamento e identificação podem ser redirecionadas. O que hoje serve para controlar o fluxo migratório, amanhã, em um contexto de decreto religioso global, poderia ser usado para identificar quem aceita ou rejeita o "sinal" da autoridade imposta.

4.  Nacionalismo Econômico e Tarifas: A política de "America First" e guerras comerciais, embora pareçam se opor ao globalismo, na visão de alguns analistas, acabam por fortalecer o poder do Estado central em regular a economia. Elas criam um ambiente de conflito onde a solução aparente, pregada por líderes carismáticos, pode ser uma maior unificação e centralização do poder político-econômico para "resolver os problemas", estabelecendo as bases para a aliança fatal entre poder religioso e poder estatal.

 Conclusão: Vigilância, não como Previsão, mas como Princípio

A Igreja Adventista do Sétimo Dia não faz afirmações proféticas sobre figuras políticas específicas como Donald Trump. A abordagem é focada em princípios e tendências. A análise apresentada aqui sugere que as dinâmicas políticas e tecnológicas da nossa era — centralização de poder, controle financeiro, vigilância e a busca por soluções autoritárias para crises complexas — estão criando, de fato, a infraestrutura e a mentalidade que poderiam, em um futuro contexto de crise religiosa global, ser utilizadas para cumprir a profecia de Apocalipse 13.

O alerta adventista histórico não é "Trump é a besta", mas sim: observem o quadro maior. Quando liberdades civis são sacrificadas em nome da segurança, quando a conformidade é exigida para participação na sociedade, e quando poderes religiosos e políticos se unem para ditar a consciência, os princípios de Apocalipse 13 estão em ação. O chamado final, nesta perspectiva, é para uma fé inabalável em Deus e uma lealdade que transcende qualquer poder terrestre, preparando-se para o teste final sobre a verdadeira adoração.

Este artigo serve como um ponto de partida para reflexão. A história final, na fé cristã, não é de controle e opressão, mas de libertação e justiça eterna.

Leia também:

Trump preenche os requisitos da profecia?

Trump e o Vaticano

Para um Estudo Mais Aprofundado:

Se você deseja explorar a interpretação adventista oficial das profecias, recomendo estas fontes fundamentais:

Livro: "O Grande Conflito"; especialmente os capítulos 35 e 36. (Ellen G. White). A obra clássica que traça o conflito entre o bem e o mal na história, com capítulos dedicados ao fim dos tempos e ao decreto de Apocalipse 13. Editoras adventistas ou sites de livrarias cristãs.

Série de Estudos Bíblicos "Em Busca da Esperança". Um guia sistemático das crenças adventistas, incluindo o estudo das profecias. Sites das Associações ou Uniões Adventistas locais.

Site Oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia | Contém declarações oficiais de crenças e materiais de estudo. | [adventist.org](https://www.adventist.org/)

EUA E ITÁLIA - cenário politico mundial

 As ações recentes de Donald Trump no governo americano indicam um desenvolvimento progressivo de um poder capaz de exercer controle econômico e político global como descritos em Apocalipse 13:16,17.

O verso descreve um sistema que alcança todos os estratos sociais e condiciona a participação econômica à submissão a uma autoridade superior: “para que ninguém possa comprar ou vender”.     

Na interpretação adventista clássica, esse controle não surge de forma repentina, mas é construído historicamente por meio de estruturas políticas, econômicas e coercitivas, que mais tarde poderão ser instrumentalizadas para finalidades religiosas e ideológicas.

O que temos visto no cenário político mundial é exatamente essa coerção política com um viés religioso característico dos partidos direita. Dois países importantes no cenário mundial, EUA e Itália possuem uma liderança de direita com viés politíco-religoso.

EUA E ITÁLIA

Donald Trump e Giorgia Meloni são os atuais presidentes das nações que nas profecias do Apocalipse, se relacionam no capítulo 13. Apesar do protagonista desse capítulo da Revelação serem a Casa Branca e o Vaticano, são os dois presidentes que constroem um cenário político e as condições econômicas para o desenvolvimento da profecia.

Trump e Meloni com suas ações administrativas estão formando o cenário ideal para o cumprimento da profecia.

Uma projeção analítica que relaciona as tendências políticas de Donald Trump nos Estados Unidos e de Giorgia Meloni na Itália, com ênfase nesse alinhamento de forças de direita com forte referência a tradições religiosas e valores conservadores pode ser entendido como parte de um desenvolvimento político-econômico global que ressoa com a descrição de controle social e econômico em Apocalipse 13:16,17 mesmo que não vejamos uma terminologia profética explícita, precisamos considerar alguns vetores centrais da política internacional atual e das posições ideológicas de ambos os líderes.

SANÇÕES ECONÔMICAS

Donald Trump, ao longo de seus mandatos e campanhas recentes, articulou uma política externa marcada por fortalecimento do poder econômico norte-americano por meio de sanções, tarifas comerciais elevadas e uso de instrumentos econômicos como forma de coerção e influência. A imposição de tarifas substanciais sobre produtos estrangeiros e a pressão sobre economias que não se alinham às exigências dos EUA demonstram um uso deliberado do poder econômico como alavanca política sobre outros países.

Essas sanções e tarifas condicionam a capacidade de outros estados de participar plenamente do comércio global e funcionam como forma de condicionar a vida econômica das nações de acordo com interesses estratégicos norte-americanos. Essa dinâmica pode ser vista, em termos geopolíticos, como um modelo de controle em escala internacional, no qual a participação no mercado mundial é subordinada, em última instância, a decisões políticas e econômicas emanadas de Washington.

Essa estratégia de Trump tem sido observada tanto em disputas tarifárias com blocos como a União Europeia quanto em sanções a países considerados adversários ou desafiadores da influência dos EUA.

Na profecia o impedimento de se “comprar e vender” é uma sanção econômica, agora imposta sobre os que não admitem a “marca da besta”, que é uma experiência religiosa. Assim essa estratégia norte-americana favorece o cumprimento da profecia.

O GOVERNO ITALIANO E A PROFECIA

Giorgia Meloni, por sua vez, representa uma política de direita nacionalista e conservadora na Europa. Sua trajetória política — moldada por valores que enfatizam tradição, identidade cultural cristã, família e soberania nacional — reflete uma resposta ao multiculturalismo e às pressões migratórias, elementos que ela associa à preservação dos valores históricos italianos e europeus.

Meloni se opõe a determinadas políticas sociais progressistas e coloca ênfase forte em restrições migratórias e na centralidade de identidades culturais tradicionalistas. Essa postura se alinha com discursos que valorizam — de maneira explícita ou implícita — uma visão de sociedade em que certos grupos sociais e tradições religiosas influenciam diretamente a formulação de políticas públicas. ([Wikipédia][2]

Embora o personagem de Apocalipse 13 seja o Papa, o líder religioso do Vaticano, a Itália está dentro de um viés político de direita que favorece a relação de Casa Branca e o Vaticano, previsto na profecia.

PERFIS POLITICOS E ECONÔMICOS

O relacionamento entre Trump e Meloni contribui para uma coerência política transatlântica entre líderes que compartilham uma base ideológica conservadora e que, em termos práticos, buscam redefinir a ordem global e as normas que regem o comércio, a migração e a soberania nacional. A cooperação entre eles, manifestada tanto em encontros diplomáticos quanto em declarações públicas sobre imigração, segurança e comércio, indica um esforço para alinhar políticas de direita entre grandes potências e seus aliados, criando um bloco político-econômico que pressiona outros estados a se alinharem ou a enfrentarem custos (“comprar ou vender” em condições desfavoráveis) caso se oponham a essas diretrizes. ([Euronews][3])

Do ponto de vista econômico, a combinação de políticas tarifárias agressivas e sanções econômicas operadas pelos Estados Unidos e apoiadas por aliados próximos como a Itália sob Meloni demonstra uma tendência de uso do poder econômico para condicionar soberanias nacionais

. A coerção econômica, nestes termos, não é simplesmente um instrumento arbitrário, mas parte de uma estratégia maior em que líderes conservadores — alinhados com valores religiosos tradicionais e com rejeição a determinados direitos humanos progressistas — procuram reconfigurar o papel do Estado e seu posicionamento global.

Isso se traduz em políticas mais restritivas em questões de migração, segurança, direitos civis e cooperação internacional, todas elas diretamente relacionadas à vida econômica das populações e à definição de quem pode efetivamente participar do mercado global em condições plenas. ([UOL Notícias][1])

A dimensão religiosa e tradicional desses governos, por sua vez, funciona como um vetor de legitimidade interna, reforçando discursos de identidade cultural que complementam as ações políticas e econômicas. Essa ênfase em valores religiosos e comunitários prova que as políticas não são meramente protocolares, mas apelam a fundamentos culturais e morais que moldam atitudes sociais de submissão ou resistência às estruturas de poder.

Essa convergência de religião, política e economia cria um ambiente em que o poder estatal tem maior capacidade de direcionar “quem pode participar plenamente da vida econômica e social” de um país ou de uma região. ([Wikipedia][4])

O CENÁRIO POLÍTICO IDEAL

Portanto, uma projeção política e econômica sugere que, sob a liderança de Trump nos EUA e Meloni na Itália, existe um movimento de fortalecimento de direitas conservadoras que articulem políticas de controle econômico e social com referências religiosas e tradicionais, fomentando um ambiente em que os direitos individuais — especialmente os relacionados à participação na economia global e à autonomia cultural — são cada vez mais influenciados por alianças de poder entre grandes estados conservadores.

Esse desenvolvimento não é um cumprimento literal de um texto apocalíptico, mas mostra como estruturas de poder político e econômico modernas podem criar cenários em que a participação social e econômica é condicionada por diretrizes político-ideológicas articuladas por líderes que enfatizam religião e valores tradicionais na governança.

 

[1]: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2025/04/17/meloni-e-trump-esperancosos-sobre-possivel-acordo-tarifario-entre-eua-e-ue.htm?utm_source=chatgpt.com "Trump está \"100%\" seguro de que alcançará acordo sobre tarifas com UE"

[2]: https://pt.wikipedia.org/wiki/Giorgia_Meloni?utm_source=chatgpt.com "Giorgia Meloni"

[3]: https://pt.euronews.com/my-europe/2025/04/18/meloni-diz-que-trump-aceitou-convite-para-ir-a-roma-e-admite-encontros-com-representantes-?utm_source=chatgpt.com "Meloni diz que Trump aceitou convite para ir a Roma e admite encontros com representantes da UE | Euronews"

[4]: https://es.wikipedia.org/wiki/Dios%2C_patria_y_familia?utm_source=chatgpt.com "Dios, patria y familia"

60 TIPOS BÍBLICOS

A tipologia é um recurso literário que os escritores bíblicos usaram para ensinar sobre Cristo, Seu ministério e Seu tratamento com a igreja

Tipologia é prima da parábola, porque ambas usam de figuras; mas a tipologia é irmã gêmea da profecia, porque ambas são preditivas e revelam o futuro.

Enquanto a profecia mostra o futuro descrevendo os eventos, a tipologia mostra detalhes proféticos se utilizando de pessoas, cerimônias e ocorrências.

Deus guiou os eventos, selecionou indivíduos específicos e estabeleceu instituições que profeticamente prenunciaram as realidades redentivas, desencadeadas por Jesus.                     

Tipo (Figura / Símbolo)

Antítipo (Cumprimento / Realidade)

Referências Bíblicas

1.      Adão

Cristo, o “último Adão”

Gn 2–3; Rm 5:14–19; 1Co 15:22,45

2.      Abel

Cristo, cuja morte fala melhor do que o sangue de Abel

Gn 4:1–10; Hb 12:24

3.      Noé e a Arca


Salvação em Cristo

Gn 6–9; 1Pe 3:20–21

4.      Melquisedeque

Cristo, Rei e Sacerdote eterno


Gn 14:18–20; Hb 7

5.      Isaque

Cristo, o Filho prometido


Gn 22; Gl 3:16

6.      Carneiro preso no arbusto

Cristo, o substituto

Gn 22:13–14; Jo 1:29

7.      José

Cristo rejeitado e depois exaltado

Gn 37–50; At 7:9–14

8.      Moisés

Cristo como Libertador e Profeta maior

Êx 3–14; Dt 18:15; At 3:22

9.      Cordeiro pascal

Cristo, o Cordeiro de Deus

Êx 12; 1Co 5:7

 

10.  Travessia do Mar Vermelho

Batismo

Êx 14; 1Co 10:1–4

11.  Maná

Cristo, o Pão da Vida

 

Êx 16; Jo 6:31–35

12.  Rocha ferida

Cristo ferido por nós

 

Êx 17:6; 1Co 10:4

13.  Serpente de bronze

Cristo levantado na cruz

 

Nm 21:4–9; Jo 3:14–15

14.  Josué

Cristo como líder que introduz no repouso

Js 1; Hb 4:8

15.  Juízes libertadores

Cristo, o libertador definitivo


Jz; Lc 4:18

16.  Boaz

Cristo, o Redentor

 

Rt 3–4; Ef 1:7

17.  Davi

Cristo, o Rei prometido

 

1Sm 16; Lc 1:32–33

18.  Ciro

Jesus como Libertador

Ed 1:2; Is 44:28

 

19.  Tabernáculo

Santuário Celestial

Êx 25:8,9; Hb 8:2

 

20.  Altar de sacrifícios

Cruz de Cristo

 

Lv 1–7; Hb 10:1–10

21.  Sacrifícios diários

Intercessão contínua de Cristo

Êx 29:38–42; Hb 7:25

22.  Sumo Sacerdote

Cristo, Sumo Sacerdote celestial

Lv 16; Hb 8:1,2

23.  Véu rasgado

Acesso direto a Deus por Cristo

Êx 26:33; Mt 27:51; Hb 10:19–20

24.  Incenso

Orações dos santos em Cristo

Êx 30:7–9; Ap 8:3–4


25.  Arca da Aliança

Presença de Deus em Cristo

 

Êx 25; Jo 1:14

26.  Moisés levantando as mãos

Cristo intercedendo

Êx 17:11–12; Hb 7:25

27.  Unção com óleo

Cristo, o Ungido

 

Êx 30:22–30; Lc 4:18

28.  Jubileu

Libertação plena em Cristo

 

Lv 25;8-35

29.  Ano Sabático

 

Descanso Milenar da Terra

Lv 25:1-7

30.  Cidades Refúgio

 

Cristo como refúgio do pecador

Nm 35:6; Jo 6:37

31.  Lei em pedra

Lei no coração

 

Êx 20; Jr 31:31–33; Hb 8:10

32.  Jardim do Éden

Nova Terra

 

Gn 2; Ap 21–22

33.  Exílio

Distanciamento espiritual

 

2Cr 36; Lc 15

34.  Retorno do exílio

Restauração em Cristo

 

Ed; Ne; Lc 4:18

35.  Esther intercedendo

Cristo intercedendo

 

Et 4–8; Hb 7:25

36.  Jonas

Ressurreição de Cristo

 

Jn 1:17; Mt 12:40

37.  Ovelhas e pastores

Cristo, o Bom Pastor

 

Sl 23; Jo 10

38.  Profeta

Cristo, o Profeta perfeito

 

Dt 18:15; At 3:22

39.  Rei ungido

Cristo, Rei dos reis

 

Sl 2; Ap 19:16

40.  Servo sofredor

Cristo em sua paixão

 

Is 53; Mt 20:28

41.  Videira

União com Cristo

 

Sl 80; Jo 15

42.  Remanescente

Igreja fiel

 

Is 10:20–22; Rm 9:27

43.  Candelabro

Cristo, luz do mundo

 

Êx 25:31–40; Jo 8:12

44.  Pão da proposição

Cristo, alimento spiritual

 

Lv 24:5–9; Jo 6

45.  Água purificadora

Espírito Santo

 

Nm 19; Jo 7:37–39

46.  Circuncisão

Conversão do coração

 

Gn 17; Rm 2:28–29

47.  Sacerdócio levítico

Sacerdócio dos crentes

 

Êx 28; 1Pe 2:9

48.  Descanso sabático

Descanso da salvação

 

Gn 2:1–3; Hb 4:1–11

49.  Terra Prometida

Nova Terra

 

Gn 12:7; Hb 11:10

50.  Colheita

Juízo final

 

Jo 4:35–38; Mt 13:39

51.  Casamento humano

Cristo e a Igreja

 

Gn 2:24; Ef 5:25–32

52.  Pastor fiel

Cristo cuidando

 

Sl 23; Jo 10

53.  Reis de Israel

Cristo Rei Soberano

 

1Sm 9-10; Lc 1:32,33

54.  Festa da Páscoa

Morte de Jesus

 

1Co 5:7

55.  Festa Pães Asmos

Vida sem pecado de Jesus

 

1Pd 2:22

56.  Festa Primícias

Ressurreição de Jesus

 

1Co 15:20-23

57.  Festa Pentecostes

O Consolador Substituto de Jesus

João 14:15; Atos 2

58.  Festa Trombetas

Ministério de Jesus no Céu

 

Hb 4:14-16

59.  Festa da Expiação

Ministério de Jesus no Juízo

 

1Jo 2:1,2

60.  Festa Tabernáculos

Segunda Vinda de Jesus e Moradas Celestiais

Jo 14:1-3













































































































































































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