O ISLÃ NO OCIDENTE E A 6a TROMBETA

O Simbolismo das Trombetas 

As trombetas são um recurso imagístico do Apocalipse que está relacionado ao santuário.

Esses instrumentos eram usados na penúltima festa do calendário religioso dos hebreus - na Festa do Dia da Expiação, que tinha uma motivação de juízo, ou julgamento.


Sendo assim, no Apocalipse, o simbolismo nas visões das Sete Trombetas indica juízos, julgamentos sobre as nações que o Dragão promove. 


Desde a primeira trombeta, que foi o juízo sobre os judeus (no ano 70dC) e a segunda e terceira sobre o império romano ocidental; a quarta e quinta sobre o império romano oriental; e por fim a sexta trombeta, o juízo é sobre as nações (4 bestas) apresentadas no Apocalipse - A Besta do Abismo (França); A Besta do Mar (Vaticano ou Paado); A Besta da Terra (EUA) e a Besta Escarlate (Europa).


A Sexta Trombeta


Essas nações atualmente sofrem e são afetadas pela influência muçulmana ou islâmica.


A sexta trombeta do Apocalipse (capítulo 9) se aplica ao poder otomano, que relação pode haver entre essa profecia e a influência contemporânea do islã?


Essa resposta passa por três momentos. 

O primeiro é a expansão de um império muçulmano que mudou a história da cristandade oriental. 

O segundo é a presença cada vez mais visível de comunidades muçulmanas no Ocidente. 

O terceiro é o texto, no próprio Apocalipse, da advertência da sexta trombeta ao anúncio do reino de Cristo na sétima. 

É nesse texto que a mudança do cenário religioso ganha seu significado para quem aguarda a volta de Jesus. 



A influência muçulmana no mundo


Registros documentam uma tendência. O U.S. Mosque Survey contou 2.106 mesquitas em 2010 e 2.769 em 2020, um aumento de 31%. Em setembro de 2026, o Pew Research Center estimou 5,5 milhões de muçulmanos de todas as idades nos Estados Unidos, ante 2,4 milhões em 2007. 

Na Europa, a população muçulmana passou de cerca de 39,3 milhões em 2010 para 45,5 milhões em 2020, chegando a aproximadamente 6% dos habitantes do continente. O crescimento é verificável. 

As contagens de mesquitas e as estimativas populacionais medem, respectivamente, a expansão de instituições religiosas e o tamanho das comunidades. 


O vídeo acima da postagem vem do documentário Trump Card (2020), de Dinesh D’Souza. Nele, Mohammad Tawhidi introduz sua explicação sobre votar na esquerda com uma referência ao próprio passado extremista. A frase sobre um futuro muçulmano para a América aparece, no vídeo, no contexto de uma pergunta sobre a agenda fundamentalista jihadista. 

A entrevista oferece o relato de Tawhidi sobre uma estratégia que ele atribui a extremistas.


Por que a sexta trombeta está associada ao poder otomano?


Em Apocalipse 9:13–21, uma voz sai do altar de ouro e ordena que quatro anjos presos junto ao Eufrates sejam soltos. João vê uma cavalaria imensa, e da boca dos cavalos saem fogo, fumaça e enxofre. A destruição alcança uma terça parte da humanidade. 


O capítulo termina com os sobreviventes persistindo na idolatria, nos homicídios, nas feitiçarias, na imoralidade e nos furtos. A visão combina a devastação produzida pelo juízo com a recusa humana de se arrepender.


A leitura historicista adventista viu no Eufrates e na cavalaria imagens compatíveis com a expansão militar turca. Na sequência de Apocalipse 9, a quinta trombeta descreve tormento e a sexta traz morte. 


Essa intensificação foi relacionada ao avanço do poder otomano sobre a cristandade oriental, cujo marco mais conhecido é a queda de Constantinopla em 1453. Como observa Gerhard Pfandl, a associação entre as duas trombetas e poderes muçulmanos já circulava entre intérpretes protestantes. Josiah Litch a desenvolveu no movimento milerita, e Uriah Smith a difundiu no adventismo sabatista. 


Litch leu “a hora, o dia, o mês e o ano” de Apocalipse 9:15 como uma duração profética. Pelo princípio dia-ano, chegou a 391 anos e 15 dias, de 1449 a 11 de agosto de 1840. Interpretou a intervenção das potências europeias na crise entre o sultão otomano e o governante do Egito como a quebra da autonomia que havia previsto. 


Ellen G. White, em O Grande Conflito, pp. 334–335, relata o episódio como cumprimento profético e registra o impulso que ele deu à pregação milerita. A data de 1840 dizia respeito à perda de autonomia que Litch identificava naquela crise. 


A mesma trombeta, a sexta, continua soando por causa das mesquitas na Europa e nos Estados Unidos. 


O que acontece entre a sexta e a sétima trombeta?


Hans K. LaRondelle, em The Trumpets in Their Contexts, chama a atenção para um detalhe que pode passar despercebido em meio à cavalaria. A ordem da sexta trombeta vem do mesmo altar de ouro que aparece ligado ao incenso e às orações dos santos em Apocalipse 8:3–5. 


Para LaRondelle, os juízos parciais das primeiras seis trombetas ocorrem enquanto ainda há intercessão e oportunidade de arrependimento. Isso explica o peso do final de Apocalipse 9. A tragédia da sexta trombeta inclui a persistência nos pecados que o juízo deveria levar as pessoas a abandonar. 


Ekkehardt Mueller, em seu estudo no JATS sobre Apocalipse 4–11, observa que o segundo ai só é declarado passado em Apocalipse 11:14. Entre a cavalaria do capítulo 9 e esse anúncio, João recebe a ordem de profetizar novamente a “muitos povos, nações, línguas e reis” (10:11), e as duas testemunhas exercem sua missão (11:1–13). 


Na estrutura proposta por Mueller, essas cenas ampliam a sexta trombeta. Assim, o último estágio antes da sétima envolve tanto o agravamento da crise quanto a continuidade do testemunho de Deus no mundo. 


Ranko Stefanovic desenvolve outra leitura historicista. Ele associa a sexta trombeta à intensificação da atividade demoníaca que prepara o mundo para o Armagedom e relaciona o Eufrates de Apocalipse 9 ao de Apocalipse 16:12–16. 


Nessa última passagem, os espíritos enganadores vão aos reis do mundo inteiro para reuni-los para o conflito final. A ligação literária amplia o horizonte da visão. A leitura clássica identifica um poder histórico específico na sexta trombeta, enquanto Stefanovic vê ali a preparação espiritual de um conflito mundial. 


Como a presença atual do islã se relaciona com esse último estágio?


A relação histórica é que o islã voltou a ocupar um lugar de destaque no debate sobre o futuro religioso do Ocidente, embora em circunstâncias muito diferentes das que os pioneiros tinham em vista. 


O poder muçulmano alterou a história da cristandade oriental por meio da expansão imperial. Hoje, a mudança mostrada pelos dados da Europa e dos Estados Unidos é sobretudo demográfica e institucional. Há mais comunidades, mais locais de culto e maior visibilidade pública. 


A comparação ajuda a perceber como a relação entre sociedades de tradição cristã e o mundo muçulmano mudou de forma ao longo da história. 


A relação profética proposta aqui está na missão que Apocalipse situa entre a sexta e a sétima trombeta. Se João recebe a ordem de voltar a profetizar a muitos povos, línguas e nações, a presença crescente de muçulmanos no Ocidente muda concretamente o campo em que essa ordem é cumprida. 


Pessoas que uma igreja europeia ou norte-americana antes imaginava alcançar apenas por meio de missões no exterior hoje podem ser seus vizinhos, colegas de trabalho ou de escola. 


A influência atual do islã faz parte desse cenário de proclamação final. Os números mostram a dimensão da mudança religiosa. Apocalipse 10:11 diz o que a igreja tem a fazer diante dela. 


O alerta da sexta trombeta também volta o olhar para a própria igreja. Em Apocalipse 9:20–21, o problema central dos sobreviventes é conhecer a gravidade do que aconteceu e continuar vivendo da mesma maneira. A igreja que aplica a profecia ao cenário atual precisa ouvir essa advertência antes de dirigi-la aos outros. 


Seu testemunho envolve arrependimento, fidelidade a Cristo e disposição para conversar com pessoas de outra fé, inclusive quando há divergências profundas sobre quem Jesus é.



Do Senado americano a Londres e Paris: a presença muçulmana na vida pública


Estados Unidos. Nas eleições de 3 de novembro de 2026, as projeções da Associated Press e da Reuters apontaram a vitória do democrata Abdul El-Sayed, de Michigan, sobre o republicano Mike Rogers. Filho de imigrantes egípcios, El-Sayed tornou-se o primeiro muçulmano eleito para o Senado dos Estados Unidos. 


Na mesma eleição, Darializa Avila Chevalier, filha de imigrantes dominicanos e convertida ao islã, venceu a disputa pela Câmara dos Representantes no 13º distrito de Nova York, que abrange partes de Manhattan e do Bronx, segundo a projeção da CBS. Ela é a primeira mulher latina muçulmana eleita para o Congresso americano. Os dois resultados marcam uma ampliação da representação muçulmana na política federal, em trajetórias distintas de imigração familiar, fé e participação cívica. 


Londres. A presença muçulmana já faz parte da política e da vida cultural da capital britânica. Sadiq Khan, nascido em Londres e filho de imigrantes paquistaneses, foi reeleito prefeito para um terceiro mandato em maio de 2024. No censo britânico, a proporção de londrinos que se identificavam como muçulmanos subiu de 12,6% em 2011 para 15% em 2021. Naquele mesmo censo, 40,6% dos moradores haviam nascido fora do Reino Unido, considerando todas as origens e religiões. 


A trajetória de Khan ilustra como a imigração de uma geração pode se traduzir em participação política na geração seguinte. Essa presença também se manifesta no espaço público. Em fevereiro de 2026, pelo quarto ano consecutivo, o West End recebeu iluminação especial para o Ramadã, inaugurada pelo prefeito. 


Paris. A imigração do Magrebe é parte importante da história da capital francesa. Em 2022, o instituto francês de estatística, o Insee, registrou cerca de 441 mil imigrantes no município de Paris, aproximadamente 21% dos moradores. Entre os imigrantes residentes na cidade em 2021, cerca de 43,5 mil haviam nascido na Argélia, 36,4 mil no Marrocos e 26,8 mil na Tunísia. Esses dados descrevem o país de nascimento e deixam em aberto a religião de cada pessoa. 


A visibilidade pública do islã pode ser observada por outro indicador. Em julho de 2026, a Grande Mesquita de Paris completou cem anos com uma cerimônia que reuniu o prefeito, autoridades nacionais e representantes de outras religiões. Inaugurada em 1926 como homenagem aos soldados muçulmanos que morreram pela França na Primeira Guerra Mundial, a mesquita é hoje um lugar de culto, memória e vida cultural parisiense. 


A relação com a sexta trombeta. Na leitura adventista clássica, a relação com o islã passava pelo papel militar do Império Otomano na história da cristandade oriental. As eleições americanas, o Ramadã no centro de Londres e o centenário da mesquita parisiense mostram outras formas de presença pública, por meio da representação política, da vida cultural e das instituições religiosas. 


A conexão com o último estágio antes da sétima trombeta passa pela ordem que João recebe em Apocalipse 10:11 de profetizar novamente a muitos povos, nações, línguas e reis. Na estrutura proposta por Ekkehardt Mueller no JATS, essa missão integra a sequência da sexta trombeta. A presença muçulmana nessas sociedades torna concreta uma implicação para a igreja que aguarda a volta de Jesus. 


Parte dos povos aos quais ela é chamada a testemunhar vive nas mesmas cidades, frequenta as mesmas escolas e participa da mesma vida pública. É nesse cenário que a igreja anuncia o reino de Cristo proclamado na sétima trombeta (Apocalipse 11:15). 


A sétima trombeta culmina na volta de Jesus


Em Apocalipse 11:15, a sétima trombeta soa, e vozes no céu anunciam que o reino do mundo passou a pertencer ao Senhor e ao Seu Cristo. O versículo 18 acrescenta o juízo, a recompensa dos servos de Deus e a destruição dos que destroem a Terra. 


Na leitura de LaRondelle e Stefanovic, a sétima trombeta abrange os juízos finais e culmina na segunda vinda de Jesus. O anúncio celestial de Apocalipse 11 encontra seu desfecho visível na esperança descrita por Paulo. O Senhor descerá do céu, os mortos em Cristo ressuscitarão, e os fiéis se reunirão com Ele (1 Tessalonicenses 4:16–17). 


Que futuro espera o Ocidente? A sétima trombeta responde a uma pergunta mais ampla. A quem pertencerá o reino do mundo? Apocalipse 11:15 o atribui ao Senhor e ao Seu Cristo. 


Entre a advertência da sexta trombeta e esse anúncio, Deus ainda manda proclamar Sua Palavra. É aí que a presença contemporânea do islã toca a responsabilidade adventista. Enquanto Jesus não volta, o evangelho deve chegar também às pessoas que hoje entram nas mesquitas no território americano e europeu. E a igreja deve anunciar a elas a mesma esperança pela qual espera viver. Jesus voltará e reinará para todo o sempre.


Conclusão

Os juízos de Deus continuam a cair sobre as nações, especialmente aquelas que seguem o Dragão (Satanás). 


Enquanto isso deve ser o esforço dos cristãos aproveitar o momento para cumprir a

Missão de evangelizar esses muçulmanos.


Embora as nações islâmicas sejam usadas por Deus para castigar a idolatria e apostasia das nações cristãs ocidentais, elas não poderão superar o cristianismo verdadeiro, e irão se submeter ao Evangelho Eterno.


E nesse contexto de guerra política e religiosa que o Apocalipse mostra a Volta de Jesus com um Guerreiro Celestial (19:11-15).


E os poderosos das nações serão vencidos (v19). A vitória final será do Senhor Jesus Cristo!


Creia nisso!

A IMITAÇÃO DA SEGUNDA VINDA

O suposto Jesus no deserto de Jerusalém e na Casa Branca.

 Jesus em Seu Sermão Profético afirmou que Satanás irá imitar o Seu retorno à Terra. "Então, se alguém disser a vocês: "Olhem! Aqui está o Cristo!" ou: "Ali está ele!", não acreditem. Eis que tenho predito isso a vocês. Portanto, se disserem a vocês: "Eis que ele está no deserto!", não vão lá. Ou, se disserem: "Eis que ele está no interior da casa!", não acreditem" 24:23-26.

"Quando se encerrar a mensagem do terceiro anjo (Apocalipse 14:9-12), a misericórdia não mais pleiteará em favor dos culpados habitantes da Terra. O povo de Deus terá cumprido a sua obra. Recebeu a "chuva serôdia", o "refrigério pela presença do Senhor", e acha-se preparado para a hora probante que diante dele está".

"No Céu, anjos apressam-se de um lado para o outro. Um anjo que volta da Terra anuncia que a sua obra está feita; o mundo foi submetido à prova final, e todos os que se mostraram fiéis aos preceitos divinos receberam "o selo do Deus vivo".

"Cessa então Jesus de interceder no santuário celestial. Levanta as mãos e com grande voz diz: Está feito; e toda a hoste angélica depõe suas coroas, ao fazer Ele o solene aviso. "Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda." Apoc. 22:11. Todos os casos foram decididos para vida ou para morte. Cristo fez expiação por Seu povo, e apagou os seus pecados. O número de Seus súditos completou-se; "e o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu", estão prestes a ser entregues aos herdeiros da salvação, e Jesus deve reinar como Rei dos reis e Senhor dos senhores. Deixando Ele o santuário, as trevas cobrem os habitantes da Terra". GC - Pag. 614

Como ato culminante no grande drama do engano, o próprio Satanás personificará Cristo. A igreja tem há muito tempo professado considerar o advento do Salvador como a realização de suas esperanças. Assim, o grande enganador fará parecer que Cristo veio. Em várias partes da Terra, Satanás se manifestará entre os homens como um ser majestoso, com brilho deslumbrante, assemelhando-se à descrição do Filho de Deus dada por João no Apocalipse (cap. 1:13-15).

 A glória que o cerca não é excedida por coisa alguma que os olhos mortais já tenham contemplado. Ressoa nos ares a aclamação de triunfo: "Cristo veio! Cristo veio! O povo se prostra em adoração diante dele, enquanto este ergue as mãos e sobre eles pronuncia uma bênção, assim como Cristo abençoava Seus discípulos quando aqui na Terra esteve. Sua voz é meiga e branda, cheia de melodia. Em tom manso e compassivo apresenta algumas das mesmas verdades celestiais e cheias de graça que o Salvador proferia; cura as moléstias do povo, e então, em seu pretenso caráter de Cristo, alega ter mudado o sábado para o domingo, ordenando a todos que santifiquem o dia que ele abençoou.

Declara que aqueles que persistem em santificar o sétimo dia estão blasfemando de Seu nome, pela recusa de ouvirem Seus anjos à eles enviados com a luz e a verdade. É este o poderoso engano, quase invencível. Semelhantes aos samaritanos que foram enganados por Simão Mago, as multidões, desde o menor até o maior, dão crédito a esses enganos, dizendo: "Esta é a grande virtude de Deus." Atos 8:10. GC - Pag. 625.

Mas o povo de Deus não será desencaminhado. Os ensinos deste falso cristo não estão de acordo com as Escrituras. Sua bênção é pronunciada sobre os adoradores da besta e de sua imagem, a mesma classe sobre a qual a Bíblia declara que a ira de Deus, sem mistura, será derramada.

E, demais, não será permitido a Satanás imitar a maneira do advento de Cristo. O Salvador advertiu Seu povo contra o engano neste ponto, e predisse claramente o modo de Sua segunda vinda. "Surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. ... Portanto se vos disserem: Eis que Ele está no deserto, não saiais; eis que Ele está no interior da casa, não acrediteis. Porque, assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra até ao Ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem." Mat. 24:24-27. Não há possibilidade de ser imitada esta vinda. Será conhecida universalmente, testemunhada pelo mundo inteiro.

Apenas os que forem diligentes estudantes das Escrituras, e receberem o amor da verdade, estarão ao abrigo dos poderosos enganos que dominam o mundo. Pelo testemunho da Bíblia estes surpreenderão o enganador em seu disfarce. Para todos virá o tempo de prova. Pela cirandagem da tentação, revelar-se-ão os verdadeiros crentes. Acha-se hoje o povo de Deus tão firmemente estabelecido em Sua Palavra que não venha a ceder à evidência de seus sentidos? Apegar-se-á nesta crise à Bíblia, e a Bíblia só?

Sendo possível, Satanás os impedirá de obter o preparo para estar em pé naquele dia. Disporá as coisas de tal maneira a lhes obstruir o caminho; embaraçá-los-á com os tesouros terrestres; fá-los-á levar um fardo pesado, cansativo, a fim de que seu coração se sobrecarregue com os cuidados desta vida, e o dia de prova venha sobre eles como um ladrão. GC - Pag. 626.

Quando o decreto promulgado pelos vários governantes da cristandade contra os observadores dos mandamentos lhes retirar a proteção do governo, abandonando-os aos que lhes desejam a destruição, o povo de Deus fugirá das cidades e vilas e reunir-se-á em grupos, habitando nos lugares mais desertos e solitários. Muitos encontrarão refúgio na fortaleza das montanhas.

Os juízos de Deus cairão sobre os que procuram oprimir e destruir Seu povo. Sua grande longanimidade para com os ímpios, torna audazes os homens na transgressão, mas seu castigo, embora muito retardado, não é menos certo e terrível. "O Senhor Se levantará como no monte de Perazim, e Se irará, como no vale de Gibeom, para fazer a Sua obra, a Sua estranha obra, e para executar o Seu ato, o Seu estranho ato." Isa. 28:21. Para o nosso misericordioso Deus, o infligir castigo é ato estranho. "Vivo Eu, diz o Senhor Jeová, que não tenho prazer na morte do ímpio." Ezeq. 33:11. O Senhor é "misericordioso e piedoso, tardio em iras e grande em beneficência e verdade;... que perdoa a iniqüidade, e a transgressão e o pecado". Todavia, "ao culpado não tem por inocente". O Senhor é tardio em irar-Se, mas grande em força, e ao culpado não tem por inocente." Êxo. 34:6 e 7; Naum 1:3.

Reivindicará com terríveis manifestações a dignidade de Sua lei que foi desprezada. A severidade da retribuição que aguarda o transgressor pode ser julgada pela relutância do Senhor em executar justiça. A nação que por tanto tempo Ele suporta, e que não ferirá antes de haver ela enchido a medida de sua iniqüidade, segundo os cálculos divinos, beberá, por fim, a taça da ira sem mistura de misericórdia. GC - Pag. 628

Quando Cristo cessar de interceder no santuário, será derramada a ira que, sem mistura, se ameaçara fazer cair sobre os que adoram a besta e sua imagem, e recebem o seu sinal (Apoc. 14:9 e 10). As pragas que sobrevieram ao Egito quando Deus estava prestes a libertar Israel, eram de caráter semelhante aos juízos mais terríveis e extensos que devem cair sobre o mundo precisamente antes do libertamento final do povo de Deus.

TRUMP E O PAPA LEÃO XIV


Trump mostra sua insatisfação e desaprovação com o Papa Leão XIV. Se você tem o mínimo de conhecimento de profecia, você sabe que a relação entre EUA e Vaticano é prevista no Apocalipse.


No capítulo 13 da Revelação, essa relação é de promoção um do outro. Três ações da CasaBranca (EUA) são descritas na profecia:


1) v12 “Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta (Vaticano), cuja ferida mortal fora curada”


2) v14 “diz aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta (Vaticano), àquela que, ferida à espada, sobreviveu”


3) v15 “lhe foi dado (aos EUA) comunicar fôlego à imagem da besta (Vaticano), para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta”.


Mas essa relação amistosa e de promoção não ocorre no governo Trump. Pelo contrario:


“O presidente dos EUA lança um ataque sem precedentes ao Papa Leão XIV por causa da rejeição da guerra do Irão pelo pontífice, acusando-o de prejudicar a Igreja Católica”.


“Donald Trump, lançou um ataque extraordinário contra o Papa Leão XIV no domingo à noite, dizendo que não achava que o pontífice supremo da Igreja Católica estivesse "a fazer um bom trabalho" e que "é uma pessoa muito liberal", sugerindo também que o pontífice devia "deixar de agradar à esquerda radical".

Fonte: EuroNews

Ao que tudo indica não será no governo Trump, ou não será com Robert Francis Prevost (Papa Leão XIV) que essa relação da profecia de Apocalipse 13:12-15 se cumprirá. A relação entre os dois é bastante tensa.


E a questão é mais profunda ainda, pois envolve a filosofia politica de ambos. Trump é um politico de extrema-direita e o Prevost é liberal, com tendencias democráticas, partido oposto do republicano Trump.


Faltam 2 anos e 9 meses para o fim do mandato de Trump. E o mandato de Prevost termina somente com sua morte.


Como conciliar Casa Branca e Vaticano para que a profecia se cumpra? 


Um cenário favorável para isso seria um presidente norte-americano democrata, ou um republicano que tivesse diálogo com Prevost.


O Vice presidente de Trump, JD Vance é católico, criado como protestante, mas que aderiu ao catolicismo em 2019. Vance tem grande chance de ser o próximo presidente republicano. Ele sim teria perfil e proximidade para cumprir a profecia de promover o Vaticano.


Independente de quem cumpra a profecia, Deus é soberano sobre todos. Só esperamos que isso se cumpra o quanto antes.


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