O verso descreve um sistema que alcança todos os estratos sociais e condiciona a participação econômica à submissão a uma autoridade superior: “para que ninguém possa comprar ou vender”.
Na interpretação adventista clássica, esse controle não surge de forma repentina, mas é construído historicamente por meio de estruturas políticas, econômicas e coercitivas, que mais tarde poderão ser instrumentalizadas para finalidades religiosas e ideológicas.
O que temos visto no cenário político mundial é exatamente
essa coerção política com um viés religioso característico dos partidos direita. Dois países importantes no cenário mundial, EUA e Itália possuem uma liderança de direita
com viés politíco-religoso.
EUA E ITÁLIA
Donald Trump e Giorgia Meloni são os atuais presidentes das nações
que nas profecias do Apocalipse, se relacionam no capítulo 13. Apesar do
protagonista desse capítulo da Revelação serem a Casa Branca e o Vaticano, são
os dois presidentes que constroem um cenário político e as condições econômicas
para o desenvolvimento da profecia.
Trump e Meloni com suas ações administrativas estão formando
o cenário ideal para o cumprimento da profecia.
Uma projeção analítica que relaciona as tendências políticas
de Donald Trump nos Estados Unidos e de Giorgia Meloni na Itália, com ênfase nesse
alinhamento de forças de direita com forte referência a tradições religiosas e
valores conservadores pode ser entendido como parte de um desenvolvimento
político-econômico global que ressoa com a descrição de controle social e
econômico em Apocalipse 13:16,17 mesmo que não vejamos uma terminologia
profética explícita, precisamos considerar alguns vetores centrais da política
internacional atual e das posições ideológicas de ambos os líderes.
SANÇÕES ECONÔMICAS
Donald Trump, ao longo de seus mandatos e campanhas
recentes, articulou uma política externa marcada por fortalecimento do poder
econômico norte-americano por meio de sanções, tarifas comerciais elevadas e
uso de instrumentos econômicos como forma de coerção e influência. A imposição
de tarifas substanciais sobre produtos estrangeiros e a pressão sobre economias
que não se alinham às exigências dos EUA demonstram um uso deliberado do poder
econômico como alavanca política sobre outros países.
Essas sanções e tarifas condicionam a capacidade de outros
estados de participar plenamente do comércio global e funcionam como forma de condicionar
a vida econômica das nações de acordo com interesses estratégicos
norte-americanos. Essa dinâmica pode ser vista, em termos geopolíticos, como um
modelo de controle em escala internacional, no qual a participação no mercado
mundial é subordinada, em última instância, a decisões políticas e econômicas
emanadas de Washington.
Essa estratégia de Trump tem sido observada tanto em
disputas tarifárias com blocos como a União Europeia quanto em sanções a países
considerados adversários ou desafiadores da influência dos EUA.
Na profecia o impedimento de se “comprar e vender” é uma
sanção econômica, agora imposta sobre os que não admitem a “marca da besta”,
que é uma experiência religiosa. Assim essa estratégia norte-americana favorece
o cumprimento da profecia.
O GOVERNO ITALIANO E A PROFECIA
Giorgia Meloni, por sua vez, representa uma política de direita
nacionalista e conservadora na Europa. Sua trajetória política — moldada por
valores que enfatizam tradição, identidade cultural cristã, família e soberania
nacional — reflete uma resposta ao multiculturalismo e às pressões migratórias,
elementos que ela associa à preservação dos valores históricos italianos e
europeus.
Meloni se opõe a determinadas políticas sociais
progressistas e coloca ênfase forte em restrições migratórias e na centralidade
de identidades culturais tradicionalistas. Essa postura se alinha com discursos
que valorizam — de maneira explícita ou implícita — uma visão de sociedade em
que certos grupos sociais e tradições religiosas influenciam diretamente a
formulação de políticas públicas. ([Wikipédia][2]
Embora o personagem de Apocalipse 13 seja o Papa, o líder
religioso do Vaticano, a Itália está dentro de um viés político de direita que
favorece a relação de Casa Branca e o Vaticano, previsto na profecia.
PERFIS POLITICOS E ECONÔMICOS
O relacionamento entre Trump e Meloni contribui para uma coerência
política transatlântica entre líderes que compartilham uma base ideológica
conservadora e que, em termos práticos, buscam redefinir a ordem global e as
normas que regem o comércio, a migração e a soberania nacional. A cooperação
entre eles, manifestada tanto em encontros diplomáticos quanto em declarações
públicas sobre imigração, segurança e comércio, indica um esforço para alinhar
políticas de direita entre grandes potências e seus aliados, criando um bloco
político-econômico que pressiona outros estados a se alinharem ou a enfrentarem
custos (“comprar ou vender” em condições desfavoráveis) caso se oponham a essas
diretrizes. ([Euronews][3])
Do ponto de vista econômico, a combinação de políticas
tarifárias agressivas e sanções econômicas operadas pelos Estados Unidos e
apoiadas por aliados próximos como a Itália sob Meloni demonstra uma tendência
de uso do poder econômico para condicionar soberanias nacionais
. A coerção econômica, nestes termos, não é simplesmente um
instrumento arbitrário, mas parte de uma estratégia maior em que líderes
conservadores — alinhados com valores religiosos tradicionais e com rejeição a
determinados direitos humanos progressistas — procuram reconfigurar o papel do
Estado e seu posicionamento global.
Isso se traduz em políticas mais restritivas em questões de
migração, segurança, direitos civis e cooperação internacional, todas elas
diretamente relacionadas à vida econômica das populações e à definição de quem
pode efetivamente participar do mercado global em condições plenas. ([UOL
Notícias][1])
A dimensão religiosa e tradicional desses governos, por sua
vez, funciona como um vetor de legitimidade interna, reforçando discursos de
identidade cultural que complementam as ações políticas e econômicas. Essa
ênfase em valores religiosos e comunitários prova que as políticas não são
meramente protocolares, mas apelam a fundamentos culturais e morais que moldam
atitudes sociais de submissão ou resistência às estruturas de poder.
Essa convergência de religião, política e economia cria um
ambiente em que o poder estatal tem maior capacidade de direcionar “quem pode
participar plenamente da vida econômica e social” de um país ou de uma região.
([Wikipedia][4])
O CENÁRIO POLÍTICO IDEAL
Portanto, uma projeção política e econômica sugere que, sob
a liderança de Trump nos EUA e Meloni na Itália, existe um movimento de
fortalecimento de direitas conservadoras que articulem políticas de controle
econômico e social com referências religiosas e tradicionais, fomentando um
ambiente em que os direitos individuais — especialmente os relacionados à
participação na economia global e à autonomia cultural — são cada vez mais
influenciados por alianças de poder entre grandes estados conservadores.
Esse desenvolvimento não é um cumprimento literal de um
texto apocalíptico, mas mostra como estruturas de poder político e econômico
modernas podem criar cenários em que a participação social e econômica é
condicionada por diretrizes político-ideológicas articuladas por líderes que
enfatizam religião e valores tradicionais na governança.
[1]:
https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2025/04/17/meloni-e-trump-esperancosos-sobre-possivel-acordo-tarifario-entre-eua-e-ue.htm?utm_source=chatgpt.com
"Trump está \"100%\" seguro de que alcançará acordo sobre
tarifas com UE"
[2]:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Giorgia_Meloni?utm_source=chatgpt.com
"Giorgia Meloni"
[3]:
https://pt.euronews.com/my-europe/2025/04/18/meloni-diz-que-trump-aceitou-convite-para-ir-a-roma-e-admite-encontros-com-representantes-?utm_source=chatgpt.com
"Meloni diz que Trump aceitou convite para ir a Roma e admite encontros
com representantes da UE | Euronews"
[4]:
https://es.wikipedia.org/wiki/Dios%2C_patria_y_familia?utm_source=chatgpt.com
"Dios, patria y familia"

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