A PRETENSIOSA 'BENÇÃO' DO PAPADO



“O papa Bento XVI disse neste domingo que o "grande pecado" dos homens é agir de maneira presunçosa e competir com Deus, ao tentar ocupar seu lugar e decidir o que é bom e o que é ruim.”

Joseph Ratzinger fala de si mesmo, ou do papado, pois ninguém além do papado ‘agiu de maneira presunçosa competindo com Deus, ocupando Seu lugar’ como este poder religioso.

A profecia descrevendo o papado afirma que – “Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo” Daniel 7:25.

“A mensagem seguiu a mesma linha da homilia pronunciada na noite passada durante a Missa do Galo, na qual pediu a paz no mundo e implorou a Deus que "demonstre seu poder" e atire ao fogo "as varas do opressor, as túnicas cheias de sangue e a botas dos soldados".” O opressor criticando os opressores; por 1230 anos [um tempo, dois tempos e metade de um tempo] o papado derramou sangue inocente também, matando milhões de cristãos.

A história do papado e a própria profecia descrevem-no como um “chifre pequeno e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa. Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns do exército e das estrelas lançou por terra e os pisou. Sim, engrandeceu-se até ao príncipe do exército; dele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. O exército lhe foi entregue, com o sacrifício diário, por causa das transgressões; e deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou” Daniel 8:9-12.

Isso aponta o papado como um dos maiores opressores civis e religiosos de todos os tempos. Comercializou o perdão, a salvação e até mesmo a alma dos mortos. Apesar disso “O pontífice avaliou que o Natal se transformou em um uma "festa do comércio", cujas luzes escondem o mistério da humildade de Deus, que nos convida à humildade e à sutileza.”

“Após a mensagem deste domingo, o papa deu a bênção "Urbi et Orbi" (à Roma e a todo o mundo) em 65 idiomas, entre eles espanhol, português e guarani.” Mas essa benção não pertence aos cristãos, pois ela se refere aos dois inimigos de Deus – Roma e o Mundo; “porque tudo que há no mundo... não procede do Pai” 1 João 2:16.

Fonte: EFE

O QUE OS CIENTISTAS AFIRMAM SOBRE 2012



Arqueólogos de diversos países se reuniram no Estado de Chiapas, uma área repleta de ruínas maias no sul do México, para discutir a teoria apocalíptica de que essa antiga civilização previra o fim do mundo em 2012.

A teoria, amplamente conhecida no país e contada aos visitantes tanto no México como na Guatemala, Belize e outras áreas onde os maias também se estabeleceram, teve sua origem no monumento nº 6 do sítio arqueológico de Tortuguero e em um ladrilho com hieróglifos localizado em Comalcalco, ambos centros cerimoniais em Tabasco, no sudeste do país.

O primeiro faz alusão a um evento místico que ocorreria no dia 21 de dezembro de 2012, durante o solstício do inverno, quando Bahlam Ajaw, um antigo governante do lugar, se encontra com Bolon Yokte´, um dos deuses que, na mitologia maia, participaram do início da era atual.

Até então, as mensagens gravadas em "estelas" – monumentos líticos, feitos em um único bloco de pedra, contendo inscrições sobre a história e a mitologia maias – eram interpretadas como uma profecia maia sobre o fim do mundo.

Entretanto, segundo o Instituto Nacional de Antropologia e História (Inah), uma revisão das estelas pré-hispânicas indica que, na verdade, nessa data de dezembro do ano que vem os maias esperavam simplesmente o regresso de Bolon Yokte´.

"(Os maias) nunca disseram que haveria uma grande tragédia ou o fim do mundo em 2012", disse à BBC o pesquisador Rodrigo Liendo, do Instituto de Pesquisas Antropológicas da Universidade Autônoma do México (Unam).

"Essa visão apocalíptica é algo que nos caracteriza, ocidentais. Não é uma filosofia dos maias."
Novas interpretações

Durante o encontro realizado em Palenque, que abriga uma das mais impressionantes ruínas maias de toda a região, o pesquisador Sven Gronemeyer, da Universidade australiana de Trobe, e sua colega Bárbara Macleod fizeram uma nova interpretação do 6º monumento de Tortuguero.

Para eles, os hieróglifos inscritos na estela se referem à culminação dos 13 baktunes, os ciclos com que os maias mediam o tempo. Cada um deles era composto por 400 anos.

"A medição do tempo dos maias era muito completa", explica Gronemeyer. "Eles faziam referência a eventos no futuro e no passado, e há datas que são projetadas para centenas, milhares de anos no futuro", afirma.

Fonte: BBC

A Bíblia trata dessas questões catastróficas ou 'apocalípticas'; Jesus foi o primeiro a postular sobre o Fim do Mundo - " E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim" Mateus 24:6 .

Jesus também postulou algo fundamental sobre o Fim do mundo - "Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai"Mateus 24:36. "Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor" Mateus 24:42; "Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora" Mateus 25:13.

Portanto, não foram os Maias os que anunciaram o Fim, foi Jesus que fez isto. São as declarações do Nazareno nos Evangelhos que devem chamar nossa atenção.

DESASTRES NATURAIS ATINGEM 2 BILHÕES DE PESSOAS


11/11/11 - OS NÚMEROS QUEREM NOS DIZER ALGO?



“Os numerólogos esperam com ansiedade esta sexta-feira, 11 de novembro de 2011. Quando faltar 49 minutos para o meio dia, o relógio marcará 11H11 do 11/11/11, um raro número que, para os adeptos das ciências ocultas, pode indicar a ocorrência de eventos incomuns.
Para a maioria das pessoas é apenas uma coincidência de relógio e calendário que acontece uma vez a cada 100 anos, mas numerólogos e esotéricos procuram sinais do que isto pode significar.
Os médiuns e sacerdotes paranormais mais renomados comentaram sobre a importância da sincronia das 11h11 do dia 11/11/11 como o israelense Uri Geller e o americano Solara.
"Ter um triplo número em uma data é, sem dúvida, de grande importância", disse Solara à AFP. "Vejo uma grande mudança na consciência do planeta e isto coincide com a data", acrescentou o médium.
Alguns numerólogos atribuem ao número 11 poderes paranormais que criarão um canal de comunicação com o subconsciente. Outros sustentam que o número representa a dualidade do bem e do mal na Humanidade.
A profecia de São Malaquias, que no século XI previu que existiriam 112 papas antes do apocalipse bíblico, também foi citado. O atual papa, Bento XVI, é o de número 111.
A data 11 é historicamente carregada de significados. Além dos atentados de 2001, o armistício da Primeira Guerra Mundial foi firmado às 11H00 da manhã do dia 11 de novembro de 1918.
Para John Hoopes, professor de pensamento crítico na Universidade do Kansas, todas estas teorias pseudocientíficas são exemplos perfeitos do "viés de confirmação de hipóteses". É a tendência de privilegiar a informação que confirma as ideias pré-concebidas, sem levar em conta as outras que contradizem, afirmou.” Fonte: AFP
Hoopes esta certo, há idéias e até mensagens reais que contradizem todo esse frenesi em torno da numerologia do 11/11/11. Se pudéssemos destacar uma numerologia significativa ela seria aquela utilizada pelas Sagradas Escrituras.
A Bíblia é de longe o livro com profecias que mais se cumpriram que qualquer outro livro esotérico do mundo do ocultismo. Até mesmo a Kabala do judaísmo não possui uma especificidade tão grande como as profecias ou a ‘numerologia’ bíblica.
Os números na Bíblia representam muito. A Divivindade sempre se utilizou dos números e de articulações com os algarismos para comunicar mensagens para os humanos.
Deus reservou um período de 40 anos de exílio no deserto depois dos Israelitas terem expiado a ‘Terra Prometida (Canaã) por 40 dias e retornarem com um relatório insatisfeito (Números 14:34).
Quando o povo de Israel estava no exílio em Babilônia foram anunciados que seriam 70  anos de cativeiro (Jeremias 25:11) e quando foi anunciado o Messias que iria ‘libertar’ o povo foi através de uma profecia das ‘70 semanas’.
Essa profecia das 70 semanas se utilizava de um cômputo da escatologia onde 1 dia = 1 ano (Números 14:34; Ezequiel 14:7); ou seja as 70 semanas possuem 490 dias, que representavam 490 anos, até o aparecimento do Messias, e assim foi. Depois de 490 anos, a partir do ano 457 aC (data da reedificação de Jerusalém), o Messias foi ‘ungido’ ou batizado nas margens do Jordão.
Mas o número que mais impressiona por sua diversidade e vezes que aparecem nas Escrituras é o número 7. Esse numeral e suas variantes (sétimo, setenta) aparece 577 vezes na Bíblia.
No Apocalipse a relação e símbolos com o número 7 é impressionante. As seções do livro das Revelações é dividido em 7 Visões; e dentro delas existem várias alusões ao 7.
7 Declarações da Segunda Vinda      (1:7)
7 Bençãos                                           (1:3)
7 Castiçais                                          (1:12)
7 Igrejas                                              (1:20)
7 Promessas                                       (2:7)
7 Cartas                                              (Cap. 02 e 03)
7 Espíritos de Deus                            (5:6)
7 Olhos do Cordeiro                          (5:6)
7 Selos                                                (Cap. 06)
7 Trombetas                                       (Cap.08)
7 Anjos                                               (8:2)
7 Trovões                                            (10:4)
7 Taças                                               (Cap.14)
7 Pragas                                              (Cap.15)
Todas essas alusões ao numeral 7 possuem um significado particular ao livro.
A primeira vez que o número 7 aparece nas Escrituras é na Criação do mundo identificando esse dia com o Criador do Universo. Deus para perpetuar a influência do número ou do Sétimo dia abençoa e santifica esse dia da semana – “E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia... E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera” Gênesis 2:3.

Se os números querem nos dizer algo, são os números ditados por Deus.

Amanhã é sábado, procure entrar em contato com a Divindade neste dia que o Criador cercou com uma benção e santificou. 

O PODER DE SEDUÇÃO DA SEGUNDA BESTA



A secretária de Estado Hillary Clinton elogiou na noite de segunda-feira os movimentos da primavera árabe e disse que os Estados Unidos estão dispostos a trabalhar com os grupos islâmicos na região, como os que venceram recentemente as eleições da Tunísia.

A chefe da diplomacia americana lembrou que os líderes do grupo "prometeram abraçar a liberdade de religião e todos os direitos para as mulheres". Fonte: AFP

Mais uma vez a Segunda Besta (EUA) subjuga mais uma força anti-cristã. Já se foram o Xintoísmo japonês, o Comunismo do Leste Europeu e Ásia, e agora o mundo muçulmano está sacudido de forma a se render a cultura ocidental.

A profecia descreve de forma magistral essa influência política-filosófica e religiosa da América do Norte – “Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta... seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar... a todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos...” Apocalipse 13:12-14.

Os EUA por décadas tem ditado a forma de se viver às nações do planeta. O filme hollywoodiano “Eat, pray love” [Comer, rezar, amar] do diretor Ryan Murphy pode exemplificar esse estilo de vida norte-americano que é repassado como cultura e filosofia de vida ao restante do mundo.

A Segunda Besta quer ensinar ao mundo como comer, rezar e amar. Se pudéssemos estabelecer ícones para esta filosofia de vida, seriam o McDonalds, O Vaticano e Hollywood - esta ái a fórmula para se aprender dos americanos como comer, rezar e amar.

Isso pode parecer absurdo, simplório e até loucura. Mas é assim que os 7 bilhões de pessoas deste planeta estão recebendo os valores físicos, espirituais e emocionais.

Eat, pray, love

VATICANO SEGUE O SCRIPT DA PROFECIA - SANÇÕES ECONÔMICAS


Uma das mais famosas e épicas predições do Apocalipse é quanto a uma intervenção econômica por parte da Primeira Besta (Vaticano) e hoje (24/11/11) foi emitido um documento que segue essa tendência. A proposta do Vaticano é que haja uma ‘autoridade pública’ com ‘natureza moral’.

O texto do Apocalipse prevê que “a todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte,  para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome” Ap 13:6 e 7.
 
“O Vaticano pediu uma reforma urgente do sistema financeiro e a criação de uma autoridade pública mundial que tenha poder e competência universal e se atenha "aos princípios de auxílio e solidariedade". O pedido está no documento "Por uma reforma do sistema financeiro e monetário internacional na perspectiva de uma autoridade pública com competência universal", apresentado pelo cardeal Peter Turkson, presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz.

No documento, o Vaticano também defende a taxação de transações financeiras. A Santa Sé assegura que o liberalismo econômico "sem regras e sem controles" é uma das causas da atual crise econômica e denuncia a existência de mercados financeiros fundamentalmente especulativos, prejudiciais para a economia real, especialmente em países mais fracos.

No texto de 41 páginas, o Vaticano diz que a economia mundial está cada vez mais dominada pelo utilitarismo e materialismo e caracterizada por uma expansão excessiva do crédito e de bolhas especulativas que geraram crise de solvência e confiança.

O documento se inspira na encíclica de Bento XVI "Caritas in veritate" (Caridade na verdade), e defende que a atual crise financeira pôs em evidência comportamentos egoístas e de cobiça coletiva. Para o Vaticano, a raiz da crise não é somente de natureza econômica e financeira, mas sobretudo de natureza moral.

Já sobre a Autoridade Pública Mundial, o Vaticano afirma que seria necessária por causa da crescente interdependência entre os estados. Ela não poderia ser imposta pela força, mas deveria ser expressão de um acordo livre e compartilhado.

O documento também ressalta a necessidade de reformar o sistema monetário internacional e criar um organismo "que atue como um Banco Central Mundial", para regular o fluxo e o sistema dos intercâmbios monetários. Segundo o texto, o Fundo Monetário Internacional perdeu sua capacidade de garantir a estabilidade das finanças mundiais.

Já sobre a taxação às transações financeiras, o Vaticano sugere "alíquotas equitativas que contribuam na criação de uma reserva mundial, para sustentar a economia dos países afetados pela crise e a reparação de seus sistemas monetários e financeiros".

No documento, o Vaticano assinala que os estados devem ceder de forma gradual e equilibrada uma parte de suas atribuições nacionais a uma Autoridade Mundial.

"Hoje se vê como surrealista e anacrônico que um estado considere que pode conseguir de maneira autárquica o bem de seus cidadãos. A globalização está unificando os povos, levando-os a um novo 'estado de direito' em nível supranacional, a um novo modelo de sociedade internacional mais unida, respeitosa com a identidade de cada povo", assinalou. 

Fonte: EFE

OCCUPY WALL STREET - mais uma revolução das Redes Sociais?


"Eu expulsei os agiotas por uma razão"

“Com mais de um mês de manifestações, o movimento Ocupe Wall Street (Occupy Wall Street) ganhou importância ao atrair a atenção internacional e o respeito de várias organizações como a ONU. O protesto conseguiu arrecadar recentemente US$ 300 mil.

Seu nascimento foi discreto, quando alguns manifestantes começaram a acampar em protestos contra Wall Street em Manhattan. Em pouco tempo, as manifestações tomaram grandes proporções; centenas de milhares de pessoas protestavam não apenas nos Estados Unidos, mas também em países vizinhos, na Europa e até no Brasil”. (Estadão.com)

O manifesto segue a surpreendente fórmula das redes sociais. Os manifestantes se organizam e se articulam em seus celulares e tablets enviando mensagens incendiárias. Em algumas horas uma manifestação pode se formar e as vezes se tornar violenta como ocorreu na Itália.

Recentemente a ‘Primavera Árabe’ seguiu a fórmula das redes sociais e países como a Tunísia, Líbia e Egito estão literalmente fervilhando por essas manifestações.

Colocando as lentes da profecia podemos compreender como algumas coisas irão acontecer de forma rápida e decisiva. Como ‘o povo midiático’ tem o poder nas mãos (celulares e tablets).
Tablets - a arma na Nova Revolução

O Apocalipse relata uma cena que pode parecer inimaginável mas que a qualquer momento pode ser desencadeada – “Por isso, em um só dia, sobrevirão os seus flagelos: morte, pranto e fome; e será consumida no fogo, porque poderoso é o Senhor Deus, que a julgou. Ora, chorarão e se lamentarão sobre ela os reis da terra, que com ela se prostituíram e viveram em luxúria, quando virem a fumaceira do seu incêndio, e, conservando-se de longe, pelo medo do seu tormento, dizem: Ai! Ai! Tu, grande cidade, Babilônia, tu, poderosa cidade! Pois, em uma só hora, chegou o teu juízo” Apocalipse 18:8-11.

Qualquer organização ou sistema está passível da reação destas manifestações. Aqui presenciamos a Segunda Besta (EUA) sendo o alvo destas manifestações. Em breve será a Primeira Besta (Vaticano).
Seria a queda da Segunda Besta?

A PRIMAVERA ÁRABE E O VERÃO DE DEUS


Valores Ocidentais


“A Primavera Árabe, conhecida como a série de revoltas contra regimes autoritários no mundo árabe, completa seis meses desde os protestos que derrubaram os presidentes tunisiano e egípcio e provocaram crises em países como Líbia, Síria, Iêmen e Bahrein.

O fenômeno continua ativo no norte de África e Oriente Médio; apesar das incertezas, alguns continuam otimistas sobre as conquistas da Primavera Árabe, que colocou a democratização entre os principais assuntos de uma região que parecia condenada a seguir como um santuário de regimes autocráticos intocáveis”. (R7)

“Tunisianos começaram a ir às urnas na primeira eleição livre da Primavera Árabe, nove meses depois da queda do ex-presidente Zinedine el Abidine Ben Ali. Os eleitores escolherão uma assembleia com 217 assentos que redigirá uma nova constituição e nomeará um governo interino. O partido islâmico moderado Ennahda deve receber grande parte dos votos, mas ainda não está claro se será o suficiente para alcançar uma maioria”. (BBC)

Assim como a Renascença foi um despertar para a Reforma, a ‘Primavera Árabe’ é um despertar para os valores ocidentais. Não é só a Democracia, mas o Capitalismo e o Cristianismo Ocidental que irá permear nos campos floridos desta primavera muçulmana.

O último sinal para a Segunda Vinda é: “será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” Mateus 24:14. E os países muçulmanos precisam ouvir do evangelho de Jesus Cristo.

Assim como o Japão pós-guerra, e o bloco comunista da Europa Oriental da ‘Guerra Fria’, os países árabes saem desta ‘Guerra do Terror’ alimentados pela mão do antigo inimigo – os EUA. A Segunda Besta cumpre o seu papel em submeter as nações aos interesses do cristianismo ocidental.

Como ocorreu com os japoneses, e o leste europeu, a tendência é que o cristianismo avance por estes países, conquistando a janela 10/40 – uma área que não era penetrada pelo cristianismo devido às leis e regimes totalitários.

A primavera árabe é o verão de Deus – “Quando começam a brotar, vendo-o, sabeis, por vós mesmos, que o verão está próximo” Lucas 21:30.  

I D O L A T R I A - CATÓLICOS IGNORAM O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE IMAGENS



"Com quem comparareis a Deus? Ou que coisa semelhante confrontareis com ele? O artífice funde a imagem, e o ourives a cobre de ouro e cadeias de prata forja para ela. O sacerdote idólatra escolhe madeira que não se corrompe e busca um artífice perito para assentar uma imagem esculpida que não oscile" Isaias 40 20.


"O artífice em madeira estende o cordel e, com o lápis, esboça uma imagem; alisa-a com plaina, marca com o compasso e faz à semelhança e beleza de um homem, que possa morar em uma casa.
Um homem corta para si cedros, toma um cipreste ou um carvalho, fazendo escolha entre as árvores do bosque; planta um pinheiro, e a chuva o faz crescer.
Tais árvores servem ao homem para queimar; com parte de sua madeira se aquenta e coze o pão; e também faz um deus e se prostra diante dele, esculpe uma imagem e se ajoelha diante dela.
Metade queima no fogo e com ela coze a carne para comer; assa-a e farta-se; também se aquenta e diz: Ah! Já me aquento, contemplo a luz.
Então, do resto faz um deus, uma imagem de escultura; ajoelha-se diante dela, prostra-se e lhe dirige a sua oração, dizendo: Livra-me, porque tu és o meu deus.
Nada sabem, nem entendem; porque se lhes grudaram os olhos, para que não vejam, e o seu coração já não pode entender.
Nenhum deles cai em si, já não há conhecimento nem compreensão para dizer: Metade queimei e cozi pão sobre as suas brasas, assei sobre elas carne e a comi; e faria eu do resto uma abominação? Ajoelhar-me-ia eu diante de um pedaço de árvore?" Isaias 44:13-19


"Como se envergonha o ladrão quando o apanham, assim se envergonham os da casa de Israel; eles, os seus reis, os seus príncipes, os seus sacerdotes e os seus profetas,
que dizem a um pedaço de madeira: Tu és meu pai; e à pedra: Tu me geraste. Pois me viraram as costas e não o rosto; mas, em vindo a angústia, dizem: Levanta-te e livra-nos.
Onde, pois, estão os teus deuses, que para ti mesmo fizeste? Eles que se levantem se te podem livrar no tempo da tua angústia; porque os teus deuses, ó Judá, são tantos como as tuas cidades". Jeremias 2:26-28


"Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem
e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos" Êxodo 20:3-6.






INTOLERÂNCIA NA BÍBLIA


A Bíblia não é um livro tolerante. Deus não é um Ser tolerante, pois não tolera o pecado; “Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas” 1Co 6:9. Essa declaração parece ser extremamente intolerante mas reflete a intolerância Divina ao ideal perdido para suas criaturas.

Deus também não tolera o sincretismo religioso. Quando encontramos Paulo, o erudito mais requisitado do Novo Testamento, em contato com as religiões pagãs do mundo grego suas declarações são exclusivistas – “Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado” 1Co 2:2.

As Sagradas escrituras cristãs são explícitas no exclusivismo de Jesus para salvar a humanidade – “E em nenhum outro há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos” Atos 4:12.

Ou seja, o próprio Deus que inspirou os autores deste documento cristão, não admite que Buda, Shiva ou Alá sejam nomes que atribuam salvação ou virtude espiritual. Não outro ser que garanta satisfação espiritual, a não ser Jesus Cristo.

Há muito esforço da parte de alguns muçulmanos por fazer do Alcorão um livro tolerante, mas isso não faz os muçulmanos serem assim.

As vezes também alguns cristãos citam vários textos para afirmar o amor como fundamento do cristianismo; mas o principal fundamento do cristianismo – o amor – não elimina a exclusividade dessa mensagem.

Seria o Deus dos cristãos a mesma divindade dos muçulmanos, hindus, chineses, japoneses etc?

A mensagem de cada um destes segmentos religiosos pode responder a essa pergunta. A mensagem cristã é muito diferente das outras religiões.

 Quando olhamos para a história, principalmente no Antigo Testamento que narra situações específicas da espiritualidade humana, percebemos que foi o sincretismo do antigo Israel que levou a reina daquela nação.

Era o envolvimento com outras crenças e deuses que era constantemente condenado pelos profetas no Antigo Testamento – “Aqueles que escolhem a outros deuses terão as suas dores multiplicadas” Salmos 16:4. E pronunciarei contra eles os meus juizos, por causa de toda a sua malícia; pois me deixaram a mim, e queimaram incenso a deuses estranhos, e adoraram as obras das suas mãos” Jeremias 1:16.

Todas essas declarações são exclusivistas e extremas. Deus é um Deus exclusivista – “ Lembrai-vos das coisas passadas desde a antigüidade; que eu sou Deus, e não há outro; eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim” Isaias 46:9.

O exclusivismo,  a intolerância e o extremismo são defeitos quando presentes no espírito humano; mas quando isso é a expressão de um Deus absoluto, representam a perfeição da Divindade.

Nossos maiores equívocos com a Divindade surgem em transferir aspectos e qualidades humanas a Deus. Mas a Divindade não pode ser descrita com nossas palavras limitadas.

O que para nós são declarações exclusivistas e intolerantes, representam aspectos absolutos de Deus.

LUXÚRIA – O PECADO DO VATICANO


 “Uma associação americana de vítimas de padres pedófilos anunciou nesta terça-feira ter apresentado uma queixa ante o Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o Papa Bento 16 e outros dirigentes da Igreja católica por crimes contra a humanidade.
Os dirigentes da associação SNAP, orientados pelos advogados da ONG americana "Centro para Direitos Constitucionais", entraram com uma ação para que o Papa seja julgado por "responsabilidade direta e superior por crimes contra a humanidade por estupro e outras violências sexuais cometidas em todo o mundo".
A organização acusa o chefe da Igreja católica de "ter tolerado e ocultado sistematicamente os crimes sexuais contra crianças em todo o mundo". À queixa acrescentaram 10.000 páginas de documentação de casos de pedofilia”.  Fonte: AFP

O Apocalipse se utiliza de muitas condenações para o Papado através da profecia. No capítulo 18 de Apocalipse, no último quadro profético, a Igreja Romana é retratada como a grande cidade e chamada de Babilônia. E sua condenação é feita:

“Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável, pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria” v.2.

Luxúria é o último (dos muitos) pecados condenados da Igreja Romana. A luxúria é um pecado sexual - pedofilia, homossexualismo, adultério e fornicação – dos quais muitos são práticas de muitos clérigos.

O Apocalipse deflagra a luxúria de Roma. Mas também anuncia sua condenação – “Por isso, em um só dia, sobrevirão os seus flagelos: morte, pranto e fome; e será consumida no fogo, porque poderoso é o Senhor Deus, que a julgou” v.8.

No capítulo 13, sob a figura da ‘Besta que saiu do mar’ a condenação é motivada por:
“Se alguém leva para cativeiro, para cativeiro vai. Se alguém matar à espada, necessário é que seja morto à espada”. v.9 e 10. 

O Papado aqui era condenado a ser preso e morrer pela espada, instrumentos que usava na idade média para perseguir os cristãos que se recusavam a aceitar seus dogmas.

No capítulo 17, agora sob a figura de uma Prostituta, a condenação é por:
“grande meretriz... com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra. (...) Então, vi a mulher embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus” v.2 e 6.

A Bíblia não poupa a Igreja Romana e a retrata como uma ‘meretriz’. Ela está bêbada com o ‘sangue dos santos’; é notório os milhares de crentes mortos pela ‘santa inquisição’.

A sua condenação é: “a farão devastada e despojada, e lhe comerão as carnes, e a consumirão no fogo” v.16.
Se os tribunais terrestres não condenarem o papado pelos seus pecados, Deus já julgou e a condenação vai ocorrer sem misericórdia. 

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UMA DÉCADA PERDIDA – A QUEDA DA SEGUNDA BESTA

“No afã de responder aos ataques do 11 de Setembro, os Estados Unidos colocaram o Oriente Médio e a Ásia Central no topo de suas prioridades políticas. Nos últimos dez anos, essas regiões têm ocupado suas atenções, a que os historiadores se referem como "a década perdida".

Uma coisa é certa: o status quo, aquele que existia antes de 2001, esse não existe mais", diz Larry Birns, diretor do COHA”. BBC

O olhar do estudante  da Bíblia para os eventos que ocorrem na atualidade é diferente dos demais observadores. Com as ‘lentes’ da profecia enxergamos mais a frente, e sob um ângulo que os demais desprezam.

O Apocalipse 18 narra a ‘queda de Babilônia’ (18:2), a força opositora dos desígnios Divinos aqui na Terra. Mas Babilônia não é o único reino descrito na profecia. O capítulo 13 de Apocalipse possui dois protagonistas – ‘a besta que sobe do mar’(v.1) e a ‘besta que sai da terra’ (v.11).

A progressão das visões a partir do capítulo 13 é desenvolver a figura mística da besta que sai do mar, apresentando outros aspectos deste reino, através de imagens diferentes – a prostituta (cap. 17) e a cidade (cap.18). Todas as duas concluem em um colapso da mulher prostituída (17:16) e da cidade que é queimada (18:9).

Se a primeira besta é destruída, o que poderia se esperar de sua coadjuvante, a segunda besta, que os interpretes protestantes indicam ser os EUA?

A década perdida, referenciada no início desta postagem, pode ser o início da ‘queda da segunda besta’ (EUA). A exemplo da primeira besta (Vaticano) que é destruída nas cenas da profecia, os EUA talvez seja ser o primeiro alvo da Divindade.

Esta nação norte-americana é que oferece suporte para as intenções do Vaticano em seduzir o mundo –
Também exercia toda a autoridade da primeira besta na sua presença; e fazia que a terra e os que
nela habitavam adorassem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada” Apocalipse 13:12.

O enfraquecimento da nação dos EUA faz parte do roteiro Divino para o enfraquecimento e queda do
Vaticano também.

A queda de Babilônia (Vaticano) seria precedida pela queda dos Norte-americanos? Talvez.

Só o cumprimento da profecia poderá nos dar a certeza; mas as cenas que presenciamos indicam que
poder ser este o ato final.

MUDANÇAS DE UMA DÉCADA – 2001-2011


Talvez a maior mudança que os eventos de 11 de Setembro de 2001 provocaram no cenário mundial foi a centralização da religião.

Foi uma motivação religiosa que provocou a maior catástrofe terrorista deste século.

A religião ocupou o cenário político, militar e social. No século 20 a religião ocupava a mídia somente nas noites de natal. Hoje o Islamismo e o Cristianismo são explorados nas discussões ideológicas em quase todos os meios de comunicação.

A grande questão no século 21 é religiosa.

Justamente como a profecia apocalíptica previu, dois reinos – 1ª e 2ª besta – trabalham de forma conjunta para promover questões morais. EUA e Vaticano tem a pretensão de estabelecer o cristianismo e seus princípios para todas as nações.

‘Uma década depois dos ataques que mataram quase 3 mil pessoas nos Estados Unidos em 11 de setembro de 2001, os muçulmanos que vivem no país ainda enfrentam o desafio de apagar a imagem negativa sobre sua religião."A nossa religião também foi sequestrada naquele dia", disse à BBC Brasil o paquistanês Naseem Mahdi, vice-presidente da organização islâmica Ahmadyya Muslim Community nos Estados Unidos”. BBC

Opositor do cristianismo, o Islamismo deveria sair de cena. Esta religião é protagonista das duas últimas ‘Trombetas’ (profecias dos capítulos 08 e 09 do Apocalipse). O Islã é um figurante do cenário profético que se envolve em ataques ao Papado na idade média, para enfraquecer esse poder e libertar os povos da Europa de seu governo opressor.

Foi o Islã que enfraqueceu a influência do cristianismo romano na Europa medieval e para a posterior prisão do Papa em 1798.

O grande propósito Divino é eclipsar os rivais do cristianismo verdadeiro; o enfraquecimento do Islã e do cristianismo romanizado estão na agenda da profecia.

10 ANOS DEPOIS DE 11 DE SETEMBRO

A figura que o Apocalipse oferece dos EUA na profecia, é de uma nação opressora e divulgadora dos propósitos da 1ª Besta (Vaticano).

Talvez, o grande propósito Divino é enfraquecer essa força opositora; e os eventos dos ataques terroristas de 10 anos atrás tiveram esse propósito.

O que presenciamos desde o ano de 2001 para cá é um enfraquecimento da nação norte-americana. Crises financeiras, instabilidade social, e até inundações, furacões, incêndios.

“Um estudo feito pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE, na sigla em inglês) mostra quais são os principais riscos para a economia e a política mundial nos próximos anos. Dentre eles, estão a possibilidade de novas crises financeiras, agitações sociais, ataques cibernéticos e pandemias. Pode parecer mero exercício de futurologia, mas os argumentos da OCDE são convincentes. A organização levou em conta cenários atuais e bem familiares para reproduzir episódios que podem se repetir. A crise econômica de 2008, os protestos na Grécia e nos países árabes e a pandemia da gripe suína são alguns dos exemplos do por que o mundo deve se preparar para futuros choques”. EXAME

“O grupo Al Qaeda no Iraque teria feito um comunicado pela Internet no qual afirma que a destruição causada pelo furacão Katrina foi um castigo divino.De acordo com o comunicado divulgado pela Internet e atribuído ao grupo militante, as mortes causadas pelo furacão foram decorrentes da "ira de Deus"."Deus atacou os Estados Unidos e as orações dos oprimidos foram atendidas", dizia o texto. O comunicado afirmava ainda: "A ira do todo poderoso caiu sobre a nação dos opressores. Seus mortos são milhares e suas perdas são bilionárias"."Até recentemente, os Estados Unidos assassinavam e matavam de fome a quem desejassem. Agora, eles estão suplicando por petróleo e por comida", dizia o texto”. BBC

“A candidata à indicação republicana Michele Bachmann afirmou que o terremoto e o furacão (Irene) que atingiram a costa leste dos Estados Unidos eram a forma encontrada por Deus de chamar a atenção sobre os problemas dos americanos. Bachmann, que discursou durante uma reunião política na Flórida (sudeste), declarou: "Não sei o que Deus precisa fazer para chamar a atenção dos políticos. Tivemos um terremoto, tivemos um furacão. Ele disse: "vão começar a me ouvir?". BBC
Uma década depois vemos os americanos lutando com Deus e o mundo. Quem você acha que vai vencer?

“Na véspera das cerimônias que vão marcar os dez anos dos atentados de 11 de setembro de 2001, que mataram quase três mil pessoas nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama disse neste sábado que, uma década depois, o país está mais forte. Graças aos esforços incansáveis dos nossos militares, agentes de inteligência, da lei e de segurança interna, não deve restar dúvida. Hoje, os Estados Unidos estão mais fortes, e a Al-Qaeda está no caminho da derrota", disse Obama em seu pronunciamento semanal”. BBC

Essa é ótica de Obama, mas certamente não é a da profecia.

“Houve tempos em que os políticos dos Estados Unidos não sabiam ao certo onde iria parar a crise financeira. Mas num ponto estão absolutamente de acordo: os EUA não podem tomar o rumo do Japão. A economia esteve muito flexível, a resposta à crise foi dramática, e o eleitorado muito franco para que uma estagnação ao estilo japonês ocorresse nos EUA. Em termos de crescimento econômico, o desempenho dos EUA nos cinco anos após a crise não parece melhor que o registrado no Japão após o estouro da bolha de ativos no fim dos anos 1980”. BBC

Uma década depois temos os EUA cada vez mais enfraquecido no cenário mundial.

11 DE SETEMBRO SOB A ÓTICA BÍBLICA


Os EUA não foi a única potência atacada por uma obscura tribo nômade.

Nos primeiros séculos de nossa era, o Império Romano foi a grande potência do planeta; o governo romano era opressor e principalmente perseguidor.

Jesus identificou essa potência como “abominação de desolação” (Mateus 24:15)  indicando sua devastadora ação sobre a humanidade.

Porém, esse império por sua ação opressora foi castigado por Deus através das tribos bárbaras e por fim entrou em colapso.

Isto foi delineado pela profecia através das visões das 7 Trombetas, que apontam para a queda do império opressor.

A interpretação histórica-bíblica entende como os eventos descritos nas trombetas como a ação de tribos bárbaras e de povos obscuros que minaram as forças do império.

Os Visigodos, Vandalos, Hunos e Árabes, foram os povos responsáveis pelos constantes ataques ao império e suas capitais, Roma e Constantinopla, causando a queda do império romano no ocidente e oriente.

Deus se utiliza dos mesmos métodos nos últimos dias; os EUA são a potencia da história presente. Esses ataques apenas são um lembrete de que o poder militar e financeiro desta nação não são suficientes para garantir sua estabilidade.

Os EUA é o grande poder opressor da atualidade; a exemplo do ocorreu com o império romano, Deus se utilizará de todos os meios para anular a força opositora.

O Apocalipse (Cap. 13) aponta para esta nação como a 2ª Besta, ou segundo poder descrito pela profecia que atua contra os propósitos Divinos.

Entende-se que os eventos ocorridos a uma década refletem um enfraquecimento imposto pelas forças celestiais a esse império que apóia e divulga os propósitos da 1ª Besta.

SERIA O INÍCIO DA QUEDA DE BABILÔNIA?


“Bento 16 desembarcou na Espanha nesta quinta-feira, para participar das Jornadas Mundiais da Juventude, em meio a discussões sobre os limites entre as leis nacionais e os postulados do Vaticano.

Bento 16 foi recebido por autoridades do Estado e pela família real espanhola. No entanto, a expectativa é que diversas manifestações contrárias à vista do Pontífice aconteçam durante os quatro dias do evento.

Na última quarta-feira, uma passeata liderada por laicos, católicos críticos com o Vaticano, homossexuais e a corrente chamada Indignados (jovens que acamparam no centro de Madri há dois meses) percorreu as ruas do centro de Madri em protesto contra a visita.

Com cartazes que criticavam e ironizavam o papa, eles repetiam a frase "com meus impostos, não. Para o papa zero centavos", em alusão ao fato de que o Estado espanhol financiou 50% dos 50 milhões de euros (R$ 114 milhões) que custaram a viagem.

A manifestação terminou com conflitos entre laicos e jovens católicos que decidiram tentar impedir o protesto. Oito pessoas foram presas e outras 11 ficaram feridas”.
Fonte: BBC

A profecia de Apocalipse 18 prevê que a Igreja Católica terá um fim estrondoso. As descrições da Revelação traçam um quadro futuro de juízos, destruição e morte.

“8  Por isso, em um só dia, sobrevirão os seus flagelos: morte, pranto e fome; e será consumida no fogo, porque poderoso é o Senhor Deus, que a julgou.
9 Ora, chorarão e se lamentarão sobre ela os reis da terra, que com ela se prostituíram e viveram em luxúria, quando virem a fumaceira do seu incêndio,
10  e, conservando-se de longe, pelo medo do seu tormento, dizem: Ai! Ai! Tu, grande cidade, Babilônia, tu, poderosa cidade! Pois, em uma só hora, chegou o teu juízo”.

A profecia indica por duas vezes um ‘incêndio’ a causa de sua destruição. E que isto era motivado por sua luxúria (do latim luxuriae, é o desejo passional e egoísta por todo o prazer sensual e erótico) – “O quanto a si mesma se glorificou e viveu em luxúria, dai-lhe em igual medida tormento e pranto, porque diz consigo mesma: Estou sentada como rainha. Viúva, não sou. Pranto, nunca hei de ver!” v.7


As manifestações públicas e populares contra os dogmas (absurdos) da igreja católica, cada vez mais crescem em impopularidade.


Na Espanha já acontecem confrontos entre a população.


O estilo de vida dos clérigos católicos cada vez mais despertam a indignação da população, que percebe uma discrepância absurda daquilo que pregam e o que vivem.


Luxúria, luxo, gastos de dinheiro público (57 milhões) só na viagem para a Espanha e dezenas de incoerências teológicas causam a indignação dos cidadãos.


As manifestações contra o papado sempre ocorreram, mas vem se tornando cada vez mais forte; a europa principalmente cada vez mais protesta contra o papado e seus dogmas irracionais.


A destruição de Babilônia esta muito próxima – assim como a Segunda Vinda de Jesus.
Talvez essas constantes manifestações e cada vez mais numerosas reações violentas ao papado seja um sinal do cumprimento desta profecia de Apocalipse 18.


”Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos; porque os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou dos atos iníquos que ela praticou”v.3 e 4.

CONFESSIONÁRIOS - UMA PRETENSÃO BLASFÊMA




“Duzentos confessionários portáteis foram construídos no Parque do Retiro, em Madri, para receber fiéis que estão na capital da Espanha por causa da visita papal.

Bento 16 fica na cidade até domingo e, no sábado, deve ouvir algumas confissões pessoalmente.

Milhares de jovens estão na cidade para as Jornadas Mundiais da Juventude. Os organizadores afirmam que pessoas de 193 países viajaram para a Espanha.

Mais de dois mil padres foram mobilizados pela Igreja Católica para atender os fieis”.
Fonte: BBC

A Bíblia jamais ensina que nossos pecados devem ser confessados a homens, mas sim a Deus – “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” 1 João 1:9  . 

O único Ser que podemos depositar nossas confissões é Jesus – “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro” 1 João 2:1 e 2.

Nenhum homem, mesmo que seja um sacerdote, clérigo ou padre tem o poder de perdoar pecados. O perdão dos pecados é uma prerrogativa Divina – “Quem pode perdoar pecados, senão Deus? (...) para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados” Lucas 5:21 e 24.

Confessionários, confissões auriculares, padres atendendo aos fiéis, nada disso funciona. Essa talvez seja a doutrina católica mais perversa, pois desvia de Jesus a Sua obra principal que é perdoar o pecador.

O irmão de Jesus, Tiago, é categórico em afirmar que “a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados” Tiago 5:15. Jamais foi uma rotina dos cristãos do primeiro século ou da igreja apostólica o perdão por parte dos sacerdotes.

Por todos os séculos os crentes que se utilizaram dela, jamais tiveram seus pecados perdoados.

A doutrina de 'confissão auricular' ou de confessionários é mentirosa e blasfema.