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19 ANOS DE TERROR


Esta sexta-feira marca o décimo nono ano após os ataques terroristas que mataram pessoas inocentes no World Trade Center na cidade de Nova York;  no Pentágono em Washington, D.C.;  e em um campo fora de Shanksville, Pensilvânia.  

Aqueles de nós que estavam vivos e conscientes provavelmente se lembram exatamente de onde estávamos e o que estávamos fazendo quando ouvimos as notícias inacreditáveis. Isso devido a memória pós-traumática, um evento psíquico marcante para o cérebro.

Nos dias, semanas e meses após aquele acontecimento horrível, nossas vidas mudaram de muitas maneiras, principalmente em termos de segurança.  De repente, a presença da aplicação da lei ficou mais evidente, e fomos instados: “Se você vir algo, diga algo”.  A vigilância passou a fazer parte da nossa realidade.

Gradualmente, algumas dessas restrições foram amenizadas.  Mas ir ao aeroporto e passar pela segurança é algo que provavelmente nunca voltará às condições anteriores ao 11 de setembro.  

Os ataques terroristas nos lembraram que o mundo às vezes é um lugar perigoso, e uma ameaça pode se materializar de algo tão inocente quanto embarcar em um avião.

Os últimos anos dimensionaram o terrorismo e nos ensinaram que o terrorismo doméstico também é mortal.  Uma ida à loja, um concerto, uma igreja ou sinagoga, um evento esportivo, até mesmo ir ao trabalho ou à escola tem o potencial de terminar em desastre se alguém com uma arma fizer algum tipo de violência.  A vigilância é a principal arma em nossa luta para permanecer vivo.

Essa ameaça deve ser levada a sério.  E, como em qualquer ameaça à segurança pública, a cooperação não é apenas necessária, é imperativa e consistente com nosso dever cristão de proteger aqueles que estão em maior risco e levar uma mensagem de esperança e paz.

Mesmo que não sejamos terroristas, todos temos que passar pela segurança do aeroporto e passar por detectores de metal em prédios do governo.

O terrorismo da década de 90 e que desencadeou na era do terror no século 21, são cumprimento da sexta trombeta do Apocalipse (Ap9:13-21). Isso indica que a seguir do terror virá a sétima trombeta (Ap11:15-19) que é a Segunda Vinda de Jesus, trazendo esperança e paz definitiva.

São 19 anos de terrorismo, um sinal que Jesus deixou na Revelação para que entendêssemos que o Juízo Final está próximo [essa é a imagística das trombetas; elas eram usadas 10 dias antes da Festa do Dia da Expiação, ou do Dia da Purificação do Santuário, tipificando o Juízo]. 

Como o 11 de setembro custou milhares de vidas no ataque inicial e dezenas de milhares mais nas campanhas militares que se seguiram por anos, estamos engajados em uma batalha Espiritual épica que pode durar muitos mais tempo antes de podermos reivindicar a vitória. Ouçamo o apelo de Jesus - "Vigiai porque vocês não sabem em que dia que vem o seu Senhor" Mt24:42.

Esteja vigilante.

Obs. adaptado de Stephen Chavez, assistant editor at Adventist Review Ministries.

OS MUÇULMANOS E A SEXTA TROMBETA


O método historicista de interpretação entende as profecias do Apocalipse como símbolos que se relacionam com os eventos da história.

Na profecia das trombetas nos capítulos 08 e 09 do Apocalipse os protagonistas 
são relacionados com os muçulmanos.

As trombetas são uma imagistica do juízo de Deus sobre as nações. E a 5a e a 6a trombetas são referentes aos muçulmanos na sua fase inicial e atual.

O capítulo 9 da revelação descreve assim a ação muçulmana – “O quinto anjo tocou a trombeta... saíram gafanhotos para a terra; e foi-lhes dado poder como o que têm os escorpiões da terra, e foi-lhes dito que não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão-somente aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fronte” vs.1, 3 e 4.

A imagística dos ‘gafanhotos’ com poder de ‘escorpiões’ que ‘causam dano à terra’, são as similaridades que a profecia relaciona as ações dos muçulmanos desde o 6o século.

Apesar das nações muçulmanas terem um aspecto secundário na profecia, os protagonistas, as duas bestas (animais)representados pelo papado e os EUA são alvejados pelas ações muçulmanas destruidoras.

Percebemos isto no v.5 desta citação onde é declarado que “ não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão-somente aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fronte.” .

Deus usa a energia destruidora dos escorpiões (muçulmanos) para castigar os que não possuem o selo de Deus. Ele direciona essa força destruidora contra aqueles que não possuem o sinal de lealdade ao Criador.

O terrorismo do islamismo extremista são os eventos da sexta trombeta; que antecedem a sétima e última trombeta, que é a Segunda Vinda de Jesus.

Ou seja, estamos muito próximos do Fim do Mundo. Cada evento terrorista é um toque da 6a trombeta.

A religião rapidamente esta se polarizando como catalisador na sociedade mundial; valores religiosos, costumes e motivações político-religiosas estão se tornando o referencial para as decisões dos líderes e até as guerras do planeta.

O que podemos esperar neste cenário mundial político-religioso?

Exatamente o que a profecia já indicou – o papado assumindo a liderança moral das nações e exigindo sua falsa adoração, isto através da força político-militar dos EUA.

O poder militar norte-americano vem sofrendo os golpes do ‘escorpião’, ou o terrorismo islâmico, e assim restringindo sua ação. Deus caprichosamente move as nações, porque tem todas elas sob Seu controle.

Deus se utiliza das nações para executar Seu planos. Restringe a apostasia dos americanos e o extremismo islâmico. “Pois do SENHOR é o reino, é ele quem governa as nações.” Salmos 22:28.

Leia também Protagonistas das 7 Trombetas- parte 1

Leia também Protagonistas das 7 Trombetas- parte 2

TERRORISMO - POR QUÊ DEUS NÃO FAZ ALGO?


Quando vemos tanta violência e pessoas sendo vitimadas e mortas, nos perguntamos - "Deus por quê atos terroristas?" Deus já nos deu essa resposta.

As Trombetas, eventos proféticos descritos no Apocalipse, foram muito parecidos com os atos terroristas que temos na atualidade.

Cada uma das Trombetas eram juízos de Deus sobre os opressores da igreja ou inimigos da Verdade, e que foram castigados por sua rebeldia.


As invasões das tribos nômades à antiga Europa no 3o e 4o Século [Visigodos, Hunos e Vândalos] foram muito violentas; o bastante para enfraquecer o maior império que já existiu, o Império Romano e por fim o derrubar.

No Apocalipse Deus dá a razão para os eventos das Trombetas - "nem assim se arrependeram das obras das suas mãos; eles não pararam de adorar os demônios e os ídolos de ouro, prata, bronze, pedra e madeira, ídolos que não podem ver, nem ouvir, nem andar. Também não se arrependeram dos seus assassinatos, das suas feitiçarias, da sua imoralidade sexual e dos seus roubos” Ap 9.20 e 21

A razão para os atos terroristas são os pecados destas nações; são castigadas por suas transgressões.
Os pecados que levaram aos juízos da 6a Trombeta são:
-adoração de demônios
-adoração de imagens
-idolatria
-assassinato
-feitiçaria
-imoralidade sexual
-roubo

As nações que sofrem os atentados terroristas deveriam se arrepender de acordo com o conselho da profecia apocalíptica - "nem assim se arrependeram das obras das suas mãos" Ap 9.20

As 3 últimas trombetas são chamadas de "Ais" [9.12] devido aos chocantes eventos que elas representam.

A França, que sofreu os últimos ataques, sempre foi conhecida por seu ceticismo, ateísmo e irreverência para com a religião. Os próprios terroristas explicam sua violência afirmando que Paris "é a "capital da abominação e da perversão" [BBC]

Assim como Átila foi o "Açoite de Deus" no passado, a profecia indica que os muçulmanos extremistas são seu açoite hoje.

Pouco antes de enviar os caldeus para destruir Jerusalém, que estava também envolvida com pecados de idolatria, violência e imoralidade, Deus lhes enviou a seguinte mensagem:

“Talvez eles escutem e cada um se converta de sua má conduta. Então eu me arrependerei e não trarei sobre eles a desgraça que estou planejando por causa do mal que eles têm praticado. Diga-lhes: Assim diz o Senhor: Se vocês não me escutarem nem seguirem a minha lei, que dei a você, e se não ouvirem as palavras dos meus servos, os profetas, os quais tenho enviado a vocês vez após vez, embora vocês não os te­nham ouvido, então farei ... desta cidade, um objeto de maldição entre todas as nações da terra” Jeremias 26.3-9.

UM HISTÓRICO DE TERRORISMO


Talvez os europeus tenham sido o povo mais assolado pelo terrorismo na história da humanidade.     A história universal nos ajuda a entender o quanto o Antigo Continente sofreu com invasões bárbaras.

A profecia descreve essas invasões bárbaras através das cenas das Sete Trombetas; essa imagística evoca o toque das trombetas nas histórias bíblicas que anunciavam a proximidade de um exército invasor - Levítico 10.9.

Quando os guardas que ficavam sobre os muros das cidades, tocavam as trombetas de alarme, o terror se espalhava sobre a cidade. Os portões eram fechados e o cerco de guerra se iniciava; muitas vezes se estendendo por meses, surgindo a fome, sede, doenças, pestes e morte.

A profecia das Trombetas evocam essas cenas de terror; o Apocalipse as anuncia prevendo essas invasões bárbaras a fim de alertar o povo através da história.

O histórico de terror previsto na profecia alertava para os seguintes atos terroristas:

1a Trombeta - invasão dos Visigodos [Alarico] aproximadamente 400dC

2a Trombeta - invasão dos Hunos [Átila] aproximadamente 450dC

3a Trombeta - invasão dos Vândalos [Genserico] aproximadamente 455dC

4a Trombeta - invasão dos Hérulos [Odoacro] aproximadamente 476dC

5a Trombeta - invasão dos Mouros ou maometanos [Abu-Becre] a partir de 600dC

6a Trombeta - ação dos Árabes Islâmicos [Otman] a partir de 1300dC

A história de terror no Antigo Continente já dura 1600 anos, desde o 5o século a Europa sofre invasões e o terrorismo.

O Apocalipse descreve o Antigo Continente como um "abismo" [11.7] ou como as águas turbulentas do "mar" [13.1]; é dali que surgem os dois primeiros poderes ou 'bestas' na imagística apocalíptica.

A Revelação afirma - "as águas que viste... são povos, multidões, nações e línguas" [17.15] ou as nações do Antigo Continente. O terceiro poder do mal, travestido em uma sedutora mulher prostituída, surge dessas "águas" turbulentas - "a grande meretriz que se acha [entronizada] sobre muitas águas" [17.1].

O quarto poder [a Grande Cidade de Babilônia - 18.2] surge das águas revoltosas [as nações do Antigo Continente] - "a besta que viste, que era e não é, esta para emergir do abismo" [17.8].

Esses poderes [Besta do Abismo (11.7); Besta do Mar (13.1); Besta da Terra (13.11); a Grande Meretriz (17.2); e a Grande Cidade Babilônia (18.2)] são combatidos por Yahweh através das invasões bárbaras e do terror.

Foram as quatro primeiras invasões bárbaras que destruíram o 'Animal Terrível e Espantoso' [Daniel 7.7] que representava o Império Romano Ocidental e Oriental.

Mas no meio desta guerra de poderes estão as pessoas; a população que é usada como massa de manobra pelos poderes do mal.

Daí o apelo Divino no Apocalipse - "Retirai-vos dela povo Meu, para não serdes cúmplices dos seus pecados e para não serdes participantes nos seus flagelos" [18.4].

Esse é um chamado para os humanos se separarem dos pecados do Antigo Continente; a Europa precisa de conversão para não sofrer o mesmo castigo da sua liderança corrupta.

Os atos terroristas do Estado Islâmico são uma extensão da 6a Trombeta ou da ação desta que ainda perdura desde o século 14. E isto para que se enfraqueça os poderes das 'bestas, da Meretriz e de Babilônia'.

O poder opressor do ateísmo, espiritismo e do catolicismo romano pagão está sendo enfraquecido para que a 7a Trombeta afinal seja 'tocada' e os eventos de libertação da raça humana se concluam.

A última trombeta é descrita em 1 Tessalonicensses 4.16 e descreve a Segunda Vinda de Jesus:
"O Senhor Jesus, dará Sua palavra de ordem, será ouvida a voz do Arcanjo, e ressoada a Trombeta de Deus [7a trombeta]".

TERROR NA EUROPA – Parte 1


Londres, Barcelona, Paris e Belgica são os mais recentes alvos do terrorismo do Estado Islâmico na Europa. Mas isso não é algo novo para o Velho Continente, pois a Europa já foi alvo do terrorismo das tribos bárbaras desde o 5º século.

A primeira onda terrorista do mundo ocidental foi comandada por Alarico, rei dos Visigodos aproximadamente no ano 400dC.  Essa tribo nórdica não “poupou os primores artísticos nem as roupas menos luxuosas dos ricos europeus. No longo comboio de carros que acompanhava o exército godo, acumulavam-se o ouro, pedras preciosas, mesas de prata, tapetes e túnicas de seda.

O exército dos bárbaros derrubou estátuas admiráveis, quebrou vasos magníficos, porque seu objetivo era apenas descobrir tesouros e desprezavam as artes. As chamas fizeram desabar muitos palácios, e foram degolados homens e outros mais ainda reduzidos a escravidão, com exceção dos que puderam ser resgatados com alto preço por parentes ou pela caridade religiosa.

Moças virgens e nobres matronas recorreriam ao suicídio para escapar aos estupros. Ao cabo de seis dias, os godos evacuaram a cidade de Roma e dirigiram-se pela Via Apia para a Itália meridional, saqueando e sub-metendo um país que lhe oferecia tudo quanto pode seduzir a um conquistador, sem apresentar resistência.

Numerosos italianos se haviam refugiado nas terras mais distantes, uns nas ilhas ou na África, outros no Egito, em Constantinopla em Betleém, e os que tinham conseguido salvar alguma coisa à assolação, socorriam os outros.

Alguns destes exilados foram acolhidos por Crisóstomo [pai da igreja antiga] que os consolou condoendo-se de tantas misérias; ele julgava ver o cumprimento das profecias e julgava que o fim do mundo estava próximo, pois que sucumbia Babilônia [Roma] a grande prostituta do Apocalipse.

O acampamento dos bárbaros visigodos estava cheio de cidadãos e matronas ilustres, agora escravos e miseráveis, que se viam obrigados a servir o vinho das terras que já lhes não pertenciam à grosseira gente do norte à sombra dos plátanos e loureiros dos jardins de Cícero e de Lúculo; os bárbaros desfrutavam as delícias do formoso céu da Itália, prontos para novos combates e novas carnificinas” Mello, 1959.

[As cenas são proféticas; tanto as cenas que vemos hoje [22.03.16] como as que lemos nos livros de história.

A solução para nós é entendermos o significado que a profecia nos dá para estes eventos. Pois como o profeta já disse: "Há um Deus no céu , o qual revela os mistérios" Daniel 2.28pp.

Leia a parte 2 desta postagem neste link:

TERROR NA EUROPA – Parte 2


O que o Estado Islâmico impõem a Europa, não pode ser comparado aos terrores que esse continente, e principalmente a sede do império, Roma, enfrentaram com as tribos bárbaras. Mas ambas são revoltantes como atos terroristas.

"Em 15 de junho de 455dC, o rei Genserico dos Vândalos, o ‘açoite de Deus, estava às portas de Roma, e a cidade sem força para o combate, gemia e suplicava. A tradição afirma que o papa,  saíra ao encontro de Atila, foi em procissão com o clero ao acampamento dos vândalos, e obteve do rei concessões humanitárias.

Mas, não obstante, a cidade foi posta a saque durante quatorze dias, as riquezas que tinham escapado a Alarico os Vândalos arrastaram. O templo de Júpiter, o Capitolino, monumento de patriotismo, ficaram sem o seu teto de bronze, dourado; mas foram poupadas a estátuas dos deuses e heróis.

Tito depositara no templo preciosas peças do culto hebraico, a mesa de ouro, o candelabro também de ouro de sete braços; tudo isto caiu nas mãos dos bárbaros. As igrejas cristãs foram igualmente saqueadas e o papa Leão mandou fundir seis vasos de prata dados por Constantino dois séculos antes, para pagar os bárbaros.


Os palácios foram saqueados com extraordinária rapidez; e da própria Eudócia lhe roubaram jóias que usava e foi tomada com duas filhas e levadas para dentro dos navios, com milhares de escravos escolhidos pela beleza ou força” Mello, 1959 

Os terrores do 5o século parecem retornar sobre uma Europa que se esqueceu do seu passado; é preciso refletir sobre o passado, para se viver com segurança no futuro.

Os erros do imperio romano o levaram à queda, e o mesmo se dará com o império formado pela Europa. Esse continente se uniu em torno de uma moeda, o Euro, e se fez frágil como o barro - Daniel 2.34up.

Se você conhece a profecia de Daniel 2 - a estátua do sonho de Nabucodonosor - você conhece o fim dos pés da estátua, formada de 'ferro e barro'.

O colapso da Europa é iminente; a profecia já anunciou isso a 2300 anos atrás.

Leia a parte 3 desta postagem aqui:

TERROR NA EUROPA – Parte 3


Os reis bárbaros eram ‘o açoite de Deus’, e o Apocalipse retrata essas cenas na profecia das 3 primeiras trombetas. Mas o terror ainda assolaria a Europa através de Átila, rei dos hunos.

"Átila seria um mito, um símbolo de imensa destruição, se não falassem dele tantos escritores e não o tivesse visto o historiador Priscus. 

No princípio do seu reinado atemorizou Teodosius, que lhe comprou uma paz vergonhosa por setecentas libras de ouro cada ano; o imperador concedeu também ao bárbaro licença para comerciar livremente nas margens do Danúbio e prometeu-lhe a restituição de todos os seus vassalos refugiados nas províncias imperiais: quando os recebeu (e alguns deles eram de raça real), mandou os crucificar a todos.

Depois de ter humilhado o império, que ficou à sua mercê, na necessidade de obedecer a todos os seus caprichos, declarou guerra aos bárbaros de diversas origens estabeleci dos ou errantes no centro da Europa.

Gépidas, ostrogodos, suevos, alanos, quados, marcomanos, foram submetidos por vontade ou à força. Dilatou o seu império desde os países habitados pelos francos até aos dos escandinavos, aterrando o mundo todo.

Formavam-lhe cortejos inúmeros reis, e setecentos mil guerreiros esperavam que um sinal seu lhes indicasse a região marcada pela ‘vingança de Deus’". Mello, 1959

[Esses relatos nos ajudam a entender a história cíclica em que vivemos. O terrorismo da antiga europa foi resultado de seus pecados e foi castigada severamente, até que o império ocidental caiu. O império romano havia atingido seu limite de transgressão.

Não é diferente hoje. O Apocalipse explica os flagelos afirmando - "não se arrependeram dos seus homicidios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos" Ap 9.21. A Europa Antiga estava colhendo os resultados de suas próprias ações. 'Quem espalha vento, recebe tempestades'.

Quando a humanidade se afasta de Deus, ela se aproxima das forças destruidoras do mal. “Porque o Diabo desceu a vós com grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta” Ap 12.12up.]

A IRREVERÊNCIA CONTINUA


Na véspera do aniversário do atentado à sede do Jornal Charlie Hebdo, é publicada uma edição especial que mantem a sátira irreverente dos franceses.

Na capa desta edição especial, aparece o Deus dos cristãos [uma referência à Trindade é a auréola triangular] com um fuzil nas costas e com as roupas manchadas de sangue.

A legenda da capa diz: "O Assassino continua à solta".

A edição especial atraiu a curiosidade dos franceses, que muitos não eram leitores do jornal satírico, mas compraram o jornal por solidariedade ou para ver como cobririam o último evento terrorista que matou 12 pessoas.

O jornal vende 100 mil exemplares em cada edição; e possui 183 mil assinantes. Mas a edição especial do aniversário do atentado alcançou a venda recorde de 7 milhões de exemplares. [Fonte AFP]

A profecia prevê essa atitude irreverente dos franceses e o apoio ao desrespeito à religião.

O texto sagrado afirma - “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas... arrogantes, blasfemos... irreconciliáveis, caluniadores...  mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus” 2 Timóteo 3.1-4

Os ateus franceses ignoram - "Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá" Gálatas 6.7

E a colheita é terror, violência e morte. Aqueles que se separam de Deus, se separam da vida.

DEUS, POR QUÊ ATOS TERRORISTAS?


"Uma série de ataques coordenados em diversos pontos em Paris deixou pelo menos 129 mortos e 352 feridos na noite de sexta-feira[13.11.15], segundo informações de autoridades francesas.

O número oficial de mortos até o momento é de 129. Entre elas, além de franceses, há ao menos um inglês e cidadãos da Bélgica, Suécia e Portugal. Pelo menos outras 352 pessoas ficaram feridas, entre elas dois brasileiros - 99 pessoas estão em estado grave.

Entre os diversos pontos atacados nesta sexta-feira, o com o maior número de mortos foi a casa de shows Bataclan, localizada no 11º distrito, na região central de Paris.


Atiradores tomaram o local e abriram fogo contra o público, matando pelo menos 80 pessoas. Outras pessoas foram mortas em um suposto ataque suicida nos arredores do Stade de France e em ataques em bares e restaurantes no centro da capital francesa." [BBC]

Quando vemos tanta violência e pessoas sendo vitimadas e mortas, nos perguntamos - "Deus por quê atos terroristas?" Deus já nos deu essa resposta.

As Trombetas foram eventos muito parecidos com os atos terroristas que temos na atualidade.

Cada uma das Trombetas eram juízos de Deus sobre os opressores da igreja ou inimigos da Verdade, e que foram castigados por sua rebeldia.


As invasões das tribos nômades à antiga Europa no 3o e 4o Século [Visigodos, Hunos e Vândalos] foram muito violentas; o bastante para enfraquecer o maior império que já existiu, o Império Romano e por fim o derrubar.

No Apocalipse Deus dá a razão para os eventos das Trombetas - "nem assim se arrependeram das obras das suas mãos; eles não pararam de adorar os demônios e os ídolos de ouro, prata, bronze, pedra e madeira, ídolos que não podem ver, nem ouvir, nem andar. Também não se arrependeram dos seus assassinatos, das suas feitiçarias, da sua imoralidade sexual e dos seus roubos” Ap 9.20 e 21

A razão para os atos terroristas são os pecados destas nações; são castigadas por suas transgressões.
Os pecados que levaram aos juízos da 6a Trombeta são:
-adoração de demônios
-adoração de imagens
-idolatria
-assassinato
-feitiçaria
-imoralidade sexual
-roubo

As nações que sofrem os atentados terroristas deveriam se arrepender de acordo com o conselho da profecia apocalíptica - "nem assim se arrependeram das obras das suas mãos" Ap 9.20

As 3 últimas trombetas são chamadas de "Ais" [9.12] devido aos chocantes eventos que elas representam.

A França sempre foi conhecida por seu ceticismo, ateísmo e irreverência para com a religião. Os próprios terroristas explicam sua violência afirmando que Paris "é a "capital da abominação e da perversão" [BBC]

Assim como Átila foi o "Açoite de Deus" no passado, a profecia indica que os muçulmanos extremistas são seu açoite hoje.

Pouco antes de enviar os caldeus para destruir Jerusalém, que estava também envolvida com pecados de idolatria, violência e imoralidade, Deus lhes enviou a seguinte mensagem:
“Talvez eles escutem e cada um se converta de sua má conduta. Então eu me arrependerei e não trarei sobre eles a desgraça que estou planejando por causa do mal que eles têm praticado. Diga-lhes: Assim diz o Senhor: Se vocês não me escutarem nem seguirem a minha lei, que dei a você, e se não ouvirem as palavras dos meus servos, os profetas, os quais tenho enviado a vocês vez após vez, embora vocês não os te­nham ouvido, então farei ... desta cidade, um objeto de maldição entre todas as nações da terra” Jeremias 26.3-9.



A FRANÇA NA PROFECIA BÍBLICA


Em Apocalipse 11.1-14 a França protagoniza uma das profecias da Revelação. É uma profecia que está entre a 6ª a 7ª Trombeta, ou seja no período do 'Tempo do Fim'.

A França é identificada como fazendo parte da “besta que sobe do abismo” [11.7]; o abismo é introduzido na Revelação no capítulo 9.1, durante a quinta trombeta – “do poço do abismo [abyssos] subiu fumaça... da fumaça saíram gafanhotos sobre a terra” 9.2 e 3. Esses gafanhotos são as tribos mouras ou árabes [Roy A. Anderson, 1988].

Mas do abismo [abyssos] da 5ª trombeta não sai somente ‘fumaça e gafanhotos’ mas também sai a “besta do abismo” [11.7]. Ou seja, não temos apenas as duas bestas do capítulo 13, mas quatro bestas:
- A Besta que sobe do Abismo [Abyssos] – 11.7
- A Besta que sobe do Mar [Thalassa] – 13.1
- A Besta que sobe da Terra – 13.11
- A Besta Escarlate - 17:3

A ‘Besta que sobe do Abismo’ [do Abyssos] não pode ser a mesma que ‘sobe do Mar’ [Thalassa]; a primeira surge, quando a segunda é ‘ferida de morte na cabeça’ 13.3; aproximadamente no final do século 18.

C. Mervyn Maxwell afirma que “ ‘a décima parte da cidade’ é a França” [11.13]. Ou seja, a França não seria a ‘Besta que sobe do Abismo’, mas parte dela. Essa Besta [Reino] talvez seja a Europa; daí a referência à “décima parte” pela profecia.

A França aparece na profecia do capítulo 11 do Apocalipse como essa “décima parte” da “grande cidade que espiritualmente se chama Egito e Sodoma” [11.8]; essa cidade persegue “as duas testemunhas” [O Antigo e Novo Testamento] e “lhes faz guerra, vencerá e matará” [11.7].

A Europa no final do século 18 estava no auge da Revolução Industrial. A “décima parte” da Europa, a França, estava no auge da sua própria revolução – a Revolução Francesa. Movidas por filosofias emergentes desta era moderna [idealismo, positivismo, racionalismo, capitalismo etc] Europa e França são representadas na profecia como a “grande cidade” e a “décima parte da cidade”. A própria Besta de Apocalipse 13 é transmudada na profecia para a “Grande meretriz” [cap.17] e a “Grande Cidade Babilônia” [cap.18] – todas as figuras representando o mesmo poder, mas em diferentes estágios de tempo.

Dessa guerra da “grande cidade” [Europa] contra as “duas testemunhas” [Biblia] é dito que “seus corpos estarão na praça da grande cidade” [v7]; e “nações veriam seus corpos” v8; “os que habitam sobre a terra se regozijarão sobre eles” [v.10].

A profecia afirma que a razão para esta postura anti-bíblica é que “estes dois profetas atormentaram os que habitam sobre a terra” [v10up]. Neste período do final do século 18, o Racionalismo havia originado a ‘Alta Crítica’ dos textos bíblicos, tirando a credibilidade da Bíblia, criando o Jesus histórico [mais tarde] e libertando o Ateísmo para ser instituído no meio científico.

A Europa foi o local “onde o seu Senhor foi crucificado” [v.8] na cruz do Racionalismo, com os cravos da Alta Crítica.

A profecia coloca a França no epicentro deste ateísmo e aversão à religião; os “três dias e meio” que a Bíblia permanece ‘morta’, são interpretados como “o período mais agudo da revolução” [Mello, 1958], ou os três anos e meio do ‘Reinado de Terror’ na França [24 de Outubro de 1793 a Abril de 1797].

O “grande terremoto” [11.13] que o profeta descreve com a morte de “sete mil homens” é o cenário da imagística da profecia para os resultados da Revolução Francesa.

A França aparece no cenário da profecia em uma guerra do Ateísmo contra a Bíblia. E esse é o espírito que permanece hoje naquela nação sobre os assuntos relacionados com Deus, Religião e crenças.

O evento terrorista que ocorreu ali [Janeiro de 2015] contra a mídia irreverente do Jornal Charlie Ebdo, é uma reposta de juízo [no contexto da 6ª trombeta] para uma postura ateísta, baixa e irreverente. Essa postura foi estabelecida na Revolução Francesa, mais especificamente na guerra que fizeram contra a religião cristã e contra a Bíblia.

“Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” Gálatas 6.7

Leia também:

A FRANÇA E O REINADO DO TERROR


A França têm uma parte na profecia apocalíptica no capítulo 11.7-14; na história esse período é chamado “Reinado do Terror”, que ocorreu no final do século 18 durante a Revolução Francesa.

No Apocalipse este país é retratado como ‘vencendo e matando’ as ‘Duas Testemunhas’ de Deus [O Antigo e o Novo Testamento’] Ap 11.7. A França é chamada de ‘Besta que sobe do Abismo’.

Essa é uma imagística profética para o que a Revolução Francesa implantou na França – o ódio à religião e a perseguição às Sagradas Escrituras.

O livro, O Grande Conflito, pag.265, no capítulo ‘A Escritura Sagrada e a Revolução Francesa’ descreve o que a Revolução Francesa estabeleceu neste país:

Rejeitando o evangelho que lhe teria trazido cura, a França abrira a porta à incredulidade e ruína. Quando as restrições da lei de Deus foram postas de lado, verificou-se que as leis dos homens eram impotentes para sustar a avassalante onda da paixão humana; e a nação descambou para a revolta e anarquia. A guerra contra a Bíblia inaugurou uma era que se conserva na História Universal como "o reinado do terror". A paz e a felicidade foram banidas dos lares e do coração dos homens. Ninguém se achava seguro. O que hoje triunfava era alvo de suspeitas e condenado amanhã. A violência e a cobiça exerciam incontestável domínio”


Essa postura de ódio à religião e irreverência para com as Sagradas Escrituras permanece até hoje no país. O jornal de humor Charlie Hebdo é apenas a ponta do iceberg de uma nação que congelou espiritualmente e sofre os juízos de Deus por sua irreverência e desrespeito a Deus.


Essa postura  de irreverência e ódio à religião é uma postura que a Europa e o mundo irá assumir. Na primeira profecia de Daniel, onde ele interpreta o sonho de Nabucodonosor, os pés da estátua representa a Europa, os dez dedos os povos que originaram esse continente. É sobre os pés que a pedra vêm e destrói toda a estátua [história político-militar] Daniel 2.34.

Nos protestos contra a violência [que são legítimos] o povo francês exibe placas com os dizeres - 'Je Suis Charlie' - 'Eu Sou Charlie', se identificando com sua linha de pensamento. Não se trata de se colocar no lugar daqueles que perderam suas vidas, mas de se posicionar que concordando com tudo que foi veiculado por aquele jornal.

Os juízos de Deus virão sobre um mundo que tem ódio a religião, não acredita e menospreza a Bíblia e rejeita a Deus ou sequer acredita nEle.

A postura irreverente do jornal Charlie Hebdo é a postura herdada do 'Reinado do Terror' - um ateísmo irreverente e baixo.

Mas por que resistir a Deus e tentar lutar contra Ele?

TERROR NA FRANÇA



Há várias formas de se entender o que aconteceu na França; uma delas é enxergar um viéis político-filosófico, como o texto abaixo descreve:

"O Charlie Hebdo, cuja redação foi alvo de um atentado terrorista em 7 de janeiro de 2015, é um veículo de comunicação de extrema-esquerda. A origem política e artística dos principais nomes do veículo remonta aos anos 1960 na França. 

O Escritório do semanário satírico, foi atacado por suas charges ofensivas a Maomé.

O diretor de redação do Charlie Hebdo, Charb, também assassinado no ataque, era parte de uma nova geração de artistas e jornalistas, diretamente herdeira do grupo original.  Era ele quem orientava a linha política e editorial do semanário desde 2009. Segundo o jornal francês Libération, foi ele o principal alvo dos terroristas.

A sátira ao Islã nas páginas do Charlie Hebdo dava-se a partir de uma leitura progressista, de rejeição ao conservadorismo clerical, diretamente alinhada a posições tradicionais do semanal contra o sionismo, o fascismo, o imperialismo e o capitalismo. Entender o atentado de 7 de janeiro, um dos mais graves já ocorridos na França, apenas como um ataque à liberdade de expressão é uma meia verdade e envolve um grande risco político de interpretação."

Mas há também um cenário histórico-profético atrás deste fato, que aponta para os sinais da Segunda Vinda que Jesus Cristo deixou para o fim da história humana.

Jesus em seu Sermão Profético, narrado pelo evangelista Lucas, descreve um dos últimos sinais antes da Segunda Vinda - "Os homens desfalecerão de terror, e pela expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto os poderes do céu serão abalados" Lucas 21.26.

O terrorismo é uma cicatriz escatológica do século 21. Os grandes ataques terroristas ocorreram na primeira década deste novo século. E a profecia de Jesus os coloca logo a seguir dos "sinais no sol, na lua [1780] e nas estrelas [1833]" Lucas 21.25, quase 180 anos depois de que esses sinais ocorreram.


O terror é um sinal predito por Jesus e a profecia do Apocalipse situaliza esse sinal nas Trombetas de Apocalipse [9.1-21] - [leia a postagem anterior para entender essa relação].

O ataque de muçulmanos extremistas ao mundo ocidental na última década, cumpre a profecia bíblica, como juízos de Deus sobre a postura dos países quanto a Deus e Suas Verdades.

O ataque terrorista de 2001 em Nova Iorque, foi um ataque aos EUA; na profecia esse país é a Segunda Besta de Apocalipse 13 [vs.11-18]. Neste trecho da Revelação temos uma Falsa Trindade - O Dragão, a Besta do Mar e a Besta da Terra. Os juízos de Deus é sobre essa coligação: Satanás-Vaticano-Casa Branca.

As Trombetas, ou a ação dos muçulmanos sobre estes poderes, são os juízos de Deus para conter a ação corruptora destes poderes sobre a igreja de Deus e os humanos na Terra.

O Ataque ao Charlie Hebdo é mais um juízo de Deus sobre uma destas forças corruptoras, que tentam estabelecer a descrença e a irreverência para com a causa de Deus.

A ótica bíblica-histórica vê esse evento como um juízo sobre uma nação que corrompe o povo. Mais especificamente o ataque ao escritório do jornal foi um julgamento Divino sobre a atitude irreverente dos editores para com a religião e a Divindade.

Se vivemos sob a 6a trombeta, Deus se utiliza ainda dos povos muçulmanos para castigar as nações que se rebelam contra Ele; da mesma forma Deus utilizará o poder das 'Bestas' para castigar os muçulmanos.

Deus é Soberano sobre a Terra; "E todos os reis se prostrarão perante Ele; todas as nações O Servirão" Salmos 72.11.

O TERRORISMO E AS TROMBETAS DO APOCALIPSE


As trombetas na Bíblia, inicialmente o 'shofar', cornetas de chifre de carneiros, foram usadas com fins militares para ordenar a guerra e os movimentos do acampamento de Israel.

Mas depois do estabelecimento do Templo, foram feitas duas trombetas de prata, que eram usadas no ano novo, e tocadas durante os 10 dias que antecediam o Dia da Expiação [Levítico 23.24-32]. O Dia da Expiação era um dia de juízo, e terminava com o total perdão dos pecados daqueles que 'afligiam suas almas' v27.

Na imagística do Apocalipse, as trombetas representam:
- eventos de guerra na história da igreja
- juízos de Deus sobre os opressores da igreja

O quadro abaixo é a interpretação bíblica-histórica das 7 trombetas de Apocalipse 8.6 - 9.21



A 5a e a 6a Trombeta são aceitas pela interpretação bíblica-histórica como sendo a ação das tribos mouras sobre o Império Romano e principalmente sobre o papado. Os mouros são as tribos que deram origem aos povos muçulmanos de crença Islâmica.

Os ataques dos mouros e muçulmanos ao Império Oriental e ao papado foram os juízos de Deus sobre um Império e uma força política-religiosa [papado] que oprimiu, perseguiu e matou o povo de Deus.

O segundo gráfico abaixo, indica que vivemos ainda nos dias da 6a trombeta:



Os dias da 6a trombeta são os dias da Igreja de Laodicéia; os eventos de terrorismo que estamos presenciando ainda são motivados pelos muçulmanos desta penúltima trombeta.

No Apocalipse as 3 últimas trombetas [5a, 6a e 7a] são chamadas de 'Ais' - "Ai, ai, ai dos que habitam sobre a terra" Ap 8.13. Quando a 5a trombeta é descrita o anjo diz: "Passado é já um ai; eis que depois disso vêm dois ais" Ap 9.12.

De acordo com essa imagística as 3 últimas trombetas seriam impactantes e 'dolorosas'.

O terrorismo que os muçulmanos extremistas promovem na Europa, o último na França, são cumprimento da profecia das trombetas.

Porém nós devemos aguardar a sétima e última trombeta que é a Segunda Vinda de Jesus - 
"E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre. [...] E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra. E abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca da sua aliança foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos e grande saraiva” Apocalipse 11.15, 18-19

ESTAMOS AINDA VENDO CENAS DA 6a TROMBETA?

Deus sempre interviu na história da humanidade. As nações que se rebelaram e ousaram atingir os cristãos, sempre foram alvo dos flagelos divinos.

As 'trombetas' descritas nos capítulos 08 e 09 do Apocalipse, relatam algumas das principais intervenções de Deus para favorecer os crentes e castigar o poder opressor - o império romano.

Essas intervenções e castigos foram representadas por ícones da história antiga - Alarico, Genserico, Átila, Odoacro, Maomé e Otman - que serviram como 'açoite de Deus' para castigar Roma por sua opressiva política de governo.

Embora alguns estudiosos atribuam que as trombetas cessam as suas ações em Otman, é interessante observar que entre a quinta e sexta trombeta é o poder muçulmano que vigora na descrição dos eventos revelados.

A 5a e a 6a trombeta apresentam os árabes e depois os muçulmanos como agentes em destruir a influência do poder opressor do império romano (roma papal).

Desde a ação de Otman que estabeleceu na Europa o Islamismo e norte da África, o que temos presenciado no século 20 e 21 é uma crescente ação dos muçulmanos em oposição ao cristianismo ocidental representados pelo Vaticano e EUA.

Como as atribuições da 6a trombeta são muçulmanas, talvez o que estamos presenciando ainda sejam as últimas influências politico-militares desta trombeta.

Enquanto a sétima Trombeta não se inaugurar, talvez possamos ainda estar sob os 'juízos' que a penultima das trombetas trazem sob os poderes opressores do povo de Deus.

As trombetas assumem um caráter de juízo no Apocalipse. Todas as cenas das 7 visões de João( 1:11; 4:1; 7:1; 7:9; 15:5; 18:1; 19:1) ocorrem dentro do ambiente do Santuário Celetial, incluindo as Trombetas (8:3-6).

Os protagonistas e os eventos desta seção escatológica ocorrem em um contexto de julgamento, onde Deus executa seus juízos e flagelos sobre os poderes opressores do povo de Deus.

Os terroristas 'pós-modernos', incluindo Bin Laden, muito se assemelham aos ícones da profecia das trombetas que assaltavam e flagelavam o grande e poderoso império romano. Nações bárbaras e obscuras atacando e causando terror a potência mundial da época - Roma.

Alguns estudiosos que se utilizam do método bíblico-histórico de interpretação das profecias atribuem às nações bárbaras as cenas descritas nos capítulos 08 e 09 Apocalipse.

Talvez ainda estejamos vendo resquícios das últimas cenas ou os desdobramentos da peúltima trombeta. isto porque a sétima trombeta ainda não foi 'tocada'.

PROTAGONISTAS DAS 7 TROMBETAS - parte 1


A morte do terrorista Bin Laden, chama a atenção para os protagonistas da história medieval e que foram responsáveis também pelo terror na Europa e principalmente em Roma na antiguidade.

Os terroristas do passado foram vários -Alarico, Genserico, Átila, Odoacro, Maomé e Otman - que serviram como'açoite de Deus' para castigar Roma por sua opressiva política de governo.


Alarico I, nascido em 375, na ilha de Peuce, no delta do Danúbio e falecido em 410, junto ao rio Busento, em Cosenza, na Calábria, foi um rei Visigodo.

Foi o primeiro líder germânico a tomar a cidade de Roma, no famoso saque de Roma em 410. O saque foi resultado do fracasso das negociações entre Alarico e o Império na tentativa de obter um posto pra si mesmo no exército romano.

No século IV era comum o Império Romano utilizar-se de bárbaros como tropas auxiliares, oriundas de povos foederati, em suas campanhas militares, sob o comando dos generais romanos. (Curiosamente as tropas afegãs foram recrutadas na década de 70  e 80 para se opor ao russos na guerra fria).


Genserico (c. 389 - 25 de janeiro de 477), rei dos vândalos e alanos entre 428 e 477. Foi peça chave nos conflitos travados no século V pelo Império Romano do Ocidente, e durante os seus quase cinquenta anos de reinado elevou uma tribo germânica relativamente insignificante à categoria de potência mediterrânea. Filho ilegítimo do rei vândalo Godegisilo, supõe-se que nasceu nas imediações do lago Balaton (atual Hungria) por volta de 389.

Os historiadores retrataram-no como alguém pavoroso, tanto por ser ariano como por se tornar dono de Roma e de Cartago, duas das mais célebres cidades do mundo desse tempo, cidades que ele teria supostamente destruído com 80.000 vândalos - 15.000 deles homens de armas.

Em 442 desembarcou na península Itálica e marchou sobre Roma, cuja população rebelou-se contra o novo imperador e o matou três dias antes que, em 22 de abril de 455, os vândalos tomassem sem resistência a cidade.

O saque subsequente não produziu uma destruição notável, se bem que os vândalos fizeram provisão de grande quantidade de ouro, prata e objetos de valor. Genserico levou consigo Licinia Eudoxia como refém a Cartago, viúva de Valentiniano, e as suas duas filhas, Placídia e Eudoxia, que contrairia depois matrimônio com seu filho e sucessor Hunerico.

Na sua política interna, Genserico tolerou o catolicismo, apesar de ter exigido a conversão à doutrina ariana dos seus conselheiros mais próximos e procedeu a numerosos confiscos de bens da Igreja Católica, que se converteria assim numa poderosa força opositora à monarquia vândala.

Debilitou em forma sangrenta a nobreza tradicional vândalo-alana, substituindo-a por uma corte leal à sua própria família e aumentou a pressão fiscal sobre a população à custa das famílias ricas de origem romana e do clero católico. Genserico morreu em 25 de janeiro de 477, sendo sucedido pelo seu filho Hunerico.

Átila, o Huno (406–453), também conhecido como Praga de Deus ou Flagelo de Deus, foi o último e mais poderoso rei dos hunos. Governou o maior império europeu de seu tempo desde 434 até sua morte. Suas possessões se estendiam da Europa Central até o Mar Negro, e desde o Danúbio até o Báltico.

Durante seu reinado foi um dos maiores inimigos dos Impérios romanos Oriental e Ocidental: invadiu duas vezes os Bálcãs, esteve a ponto de tomar a cidade de Roma e chegou a sitiar Constantinopla na segunda ocasião. Marchou através da França até chegar a Orleães, antes que o obrigassem a retroceder na batalha dos Campos Cataláunicos (Châlons-sur-Marne) e, em 452, conseguiu fazer o imperador Valentiniano III fugir de sua capital, Ravenna.

Ainda que seu império tenha morrido com ele e não tenha deixado nenhuma herança notável, tornou-se uma figura lendária da história da Europa. Em grande parte da Europa Ocidental é lembrado como o paradigma da crueldade e da rapina.

Átila em uma de suas invsões a Roma, recebeu uma delegação formada, entre outros, pelo prefeito Trigécio, o cônsul Avieno e o papa Leão I. Quaisquer que fossem as suas razões, Átila deixou a Itália e regressou ao seu palácio além do Danúbio. Dali, planejou atacar novamente Constantinopla e exigir o tributo que Marciano havia deixado de pagar.

Mas a morte surpreendeu-o no início de 453. O relato de Prisco diz que certa noite, depois dos festejos
 de celebração da sua última boda (com uma goda chamada Ildico), sofreu uma grave hemorragia do baço que lhe ocasionou a morte.

PROTAGONISTAS DAS 7 TROMBETAS - parte 2


Quem foram os terroristas do passado? Foram vários - Alarico, Genserico, Átila, Odoacro, Maomé e Otman - que serviram como'açoite de Deus' para castigar Roma por sua opressiva política de governo.

Mas foi a 'invasão' árabe na Europa que causou mais prejuízo ao catolicismo e cristianismo. Os dois últimos protagonistas da 5a e 6a trombetas foram determinantes para os eventos que ocorrem em nossos dias.


Odoacro (cerca de 434 - 493), rei da tribo germânica dos hérulos, nasceu perto do Rio Danúbio, em território que hoje é parte da Alemanha. Ao depor o imperador Rômulo Augusto, em 476, pôs fim ao Império Romano do Ocidente e se tornou o primeiro dos reis bárbaros de Roma.

Ele era filho de Edeco príncipe da corte de Átila rei dos Hunos. Em 469 ele pôs-se a serviço dos romanos como chefe de um exército de mercenários germânicos de estirpe hérula, quando se torna chefe dos contingentes bárbaros rebeldes.

Todas as províncias do Império Romano, além da Itália, já eram dominadas pelos bárbaros, e os imperadores eram fantoches e não soberanos. A Itália, pelos  ataques dos bárbaros, estava praticamente um deserto, sem habitantes, e os exércitos imperiais eram formados de bárbaros.

No oitavo ano do pontificado do Papa Simplício, Roma caiu diante dos bárbaros. Os hérulos demandaram dois terços da Itália e, diante da recusa, escolheram Odoacro como seu chefe e o nomearam rei de Roma.

Nominado rex gentium das suas tropas, Odoacro decidiu não nomear um sucessor ao imperador deposto. Em vez disso, enviou as insígnias ao imperador do Romano do Oriente, Zenão I, o qual, ainda que convidando-o a submeter-se à autoridade do imperador legítimo, Júlio Nepos, aceitou de fato a sua
soberania sobre as terras do Ocidente, decretando assim "oficialmente" o fim do Império Romano do Ocidente.

A administração de Odoacro se baseou numa política conservadora, deixando aos romanos a possibilidade de manter o exercício de cargos menores e o livre exercício do Cristianismo, mantendo assim substancialmente intacta a estrutura organizacional precedente. Desta maneira assegurou a fidelidade da
aristocracia, do Senado e da Igreja. Odoacro era bem intencionado, e favoreceu a seita dos arianos.


Maomé c. 570, foi um líder religioso e político árabe. Segundo a religião islâmica, Maomé é o mais recente e último profeta do Deus de Abraão.

Para os muçulmanos, Maomé foi precedido em seu papel de profeta por Jesus, Moisés, Davi, Jacob, Isaac, Ismael e Abraão. Como figura política, ele unificou várias tribos árabes, o que permitiu as conquistas árabes daquilo que viria a ser um império islâmico que se estendeu da Pérsia até à Península Ibérica.

Não é considerado pelos muçulmanos como um ser divino, mas sim, um ser humano; contudo, entre os fiéis, ele é visto como um dos mais perfeitos seres humanos.

Maomé não rejeitou completamente o judaísmo e o cristianismo, duas religiões monoteístas já conhecidas pelos árabes. Em vez disso, informou que tinha sido enviado por Deus para restaurar os ensinamentos originais destas religiões, que tinham sido corrompidos e esquecidos.

Muitos habitantes de Meca rejeitaram a sua mensagem e começaram a persegui-lo, bem como aos seus seguidores. Em 622 Maomé foi obrigado a abandonar Meca, numa migração conhecida como a Hégira (Hijra), tendo se mudado para Yathrib (atual Medina).

Nesta cidade, Maomé tornou-se o chefe da primeira comunidade muçulmana. Seguiram-se uns anos de batalhas entre os habitantes de Meca e Medina, que se saldaram em geral na vitória de Maomé e dos seguidores.

A organização militar criada durante estas batalhas foi usada para derrotar as tribos da Arábia. Por altura da sua morte, Maomé tinha unificado praticamente o território sob o signo de uma nova religião, o islão.


Otman, Utman ou Otomão, foi o terceiro califa muçulmano (644-656) era membro do clã dos Omíadas (Umayyad) que se encontrava integrado na tribo dos Coraixitas (Quraysh) de Meca.

Rico mercador, tornou-se um dos primeiros a seguir a mensagem religiosa do profeta Muhammad.
Ordenou a fixação do texto oficial do Alcorão, nomeando para o efeito uma comissão que decidiu o que deveria ser incluído ou excluído do texto final do livro sagrado.

As conquistas muçulmanas no norte da Africa e dos países baixos da Europa trouxeram a religião islâmica para dentro dos territorios que eram anteriormente cristãos.

A ação muçulmana com ênfase religiosa e com um proselitismo agressivo é retradado no Apocalipse como "o poço do abismo, e subiu fumaça do poço, como a fumaça de uma grande fornalha, e com a fumaça do poço escureceu-se o sol e o ar" 9:2.

Todos estes protagonistas das trombetas impuseram o terror na Europa. Seu alvo eram os tesouros de Roma, mas eles eram articulados por um poder maior, para enfraquecer o império romano e mais especificamente a ação do papado que oprimia o povo e obscurecia a Verdade.

OS MUÇULMANOS NO CENÁRIO PROFÉTICO ATUAL

“O embaixador brasileiro no Cairo, Cesário Melantonio, previu na quinta-feira e acertou em cheio: se os "imans" (sacerdotes muçulmanos) se rebelassem contra a censura prévia do governo e convocassem a população a aderir às manifestação na sexta-feira, dia nacional de preces, o Egito iria pegar fogo.”

Esta cena nos faz lembrar a descrição que o Apocalipse faz da nação muçulmana e sua projeção no quadro profético. O capítulo 9 da revelação descreve assim a ação muçulmana – “O quinto anjo tocou a trombeta, e vi uma estrela caída do céu na terra. E foi-lhe dada a chave do poço do abismo.  Ela abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço como fumaça de grande fornalha, e, com a fumaceira saída do poço, escureceu-se o sol e o ar. Também da fumaça saíram gafanhotos para a terra; e foi-lhes dado poder como o que têm os escorpiões da terra, e foi-lhes dito que não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão-somente aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fronte.”

A nação muçulmana tem um aspecto secundário na profecia; os protagonistas, as duas bestas (animais)representados pelo papado e os EUA são alvejados pelas ações muçulmanas destruidoras.

Percebemos isto no v.5 desta citação onde é declarado que “ não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão-somente aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fronte.” .

Deus usa a energiadestruidora dos escorpiões (muçulmanos) para castigar os que não possuem o selo de Deus. Ele direciona essa força destruidora contra aqueles que não possuem o sinal de lealdade ao Criador.

 No Egito atual “as pessoas saíram das mesquitas e foram às ruas, e a rebelião deixou de ser restrita a jovens e à classe média com acesso à internet e tomou conta da capital e de todas as outras sete grandes cidades egípcias: Suez, Alexandria, Port Said, Ismailia, Assiut e Sohag.”

A religião rapidamente esta se polarizando como catalisador na sociedade mundial; valores religiosos, costumes e motivações político-religiosas estão se tornando o referencial para as decisões dos líderes do planeta.

“O Egito é um país poderoso, militarizado, o líder árabe e dos 22 países da Liga Árabe, só dois mantêm relações com o vizinho Israel: justamente o Egito e a Jordânia. E Israel é o principal aliado norte-americano no Oriente Médio. Washington já perdeu o Irã (de origem persa) há tempos e não pode correr o risco de perder agora o apoio do Egito e da Jordânia, principalmente para regimes religiosos extremistas. A conclusão é que, se o mundo árabe está em chamas, o mundo todo está quente. E inseguro.”

O que podemos esperar neste cenário onde as cores da profecia enegrecem o horizonte imediato?

Exatamente o que a profecia já indicou – o papado assumindo o controle 'espiritual' das nações e exigindo sua falsa adoração, isto através da força militar dos EUA.

O poder militar norte-americano vem sofrendo os golpes do ‘escorpião’, leia-se Islã, e assim restringindo sua ação. Deus caprichosamente move as nações, porque tem todas elas em suas mãos.

Deus se utiliza das nações para coibir a ação de ambas; restringe a apostasia dos americanos e o paganismo islâmico. “Pois do SENHOR é o reino, é ele quem governa as nações.” Salmos 22:28 

Fonte: UOL