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OS SETE ANOS "ATÉ O FIM"

Algumas interpretações evangélicas de Daniel 9:26up e 27 admitem que essa seção da profecia descrevem sete anos que descrevem um período após o vinda secreta de Jesus e do arrebatamento secreto. 

O seguinte texto - "O povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário. O seu fim virá como uma inundação. Até o fim haverá guerra, e desolações foram determinadas. Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana. Na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de cereais. Sobre a asa das abominações virá aquele que causa desolação, até que a destruição, que está determinada, seja derramada sobre ele" Daniel 9:26,27 - descreveria o período pós-arrebatamento.

Isto gerou uma compreensão de que algumas pessoas seriam arrebatadas secretamente, e outras seriam deixadas, para viverem sete anos de uma grande tribulação. As expressões 'inundação', desolação, destruição, descreveriam um 'fim do mundo'.

A INTERPRETAÇÃO DO TEXTO

Daniel capítulo 8 tem uma visão que Daniel recebeu, e nessa visão há uma profecia de tempo (8:14). Essa profecia tem duas partes – um período longo de 2.300 tardes e manhãs (Daniel 8:14) e um período curto, de setenta semanas (Daniel 9:24).

Essas profecias de tempo, devem ser interpretadas pelo princípio “dia-ano” onde um dia é igual a um ano. Os textos de Números 14:34 e Ezequiel 4:7 são as diretrizes bíblicas para aplicarmos esse princípio, onde entendemos que um dia equivale a um ano,

Em Números 14:34 está o relato da história dos 12 espias que investigaram a terra de Canaã para que o povo entrasse ali. Mas depois de 40 dias observando a terra, 10 espias voltaram com um relatório ruim e dois deles, Josué e Calebe, fizeram um relatório bom, afirmando que era possível conquistar a terra. Mas o povo acreditou nos 10 espias que fizeram o relatório ruim, e queriam voltar ao Egito. Foi neste momento que Deus apareceu e disse – “De acordo com o número dos dias em que vocês espiaram a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, vocês levarão sobre si as suas iniquidades durante quarenta anos e terão experiência do meu desagrado” Números 14:34.

Em Ezequiel 4:6, o profeta é orientado a cumprir um período de 40 dias profetizando, e que representava os 40 anos do início do cativeiro; Deus diz – “um dia para cada ano” Ezequiel 4:6.

Esses dois textos nos ajudam a entender que quando Deus usa períodos de tempos em dias ou equivalentes, Deus está se referindo a anos.

AS SETENTA SEMANAS

No livro de Daniel encontramos um período profético – “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade” Daniel 9:24.

As Setenta Semanas “estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade” ou seja, se aplicam aos judeus e circunscritos à Jerusalém. Não se aplicam a um tempo futuro depois da era judaica; e não se aplicam ao ‘tempo do fim’ depois da Vinda de Jesus.

É uma profecia que está no passado, dentro do período da história do povo judeu.

 A palavra aqui traduzida por “determinadas” significa literalmente no hebraico “separadas”. Setenta semanas, representando 490 anos, isto porque uma semana tem 7 dias; e setenta semanas vão ter 490 dias. Aplicados à profecia, isso se refere a um período de 490 anos.

Mas as setenta semanas estão separadas de quê? Como os 2.300 dias foram o único período de tempo mencionado no capítulo oito (8:14),  devem ser, portanto, uma parte dos 2.300 dias, e os dois períodos devem ser o período de que as setenta semanas se separaram; estas devem começar juntamente.

O anjo declara que as setenta semanas partem da saída da ordem para restaurar e edificar Jerusalém (Daniel 9:25). Se se pudesse encontrar a data desta ordem, estaria estabelecido o ponto de partida do grande período dos 2.300 dias. 

No sétimo capítulo de Esdras acha-se o decreto. Esdras 7:12-26. Em sua forma completa foi promulgado por Artaxerxes, rei da Pérsia, em 457 antes de Cristo. Mas em (Esdras 6:14) se diz ter sido a casa do Senhor em Jerusalém edificada “conforme o mandado [ou decreto, como se poderia traduzir] de Ciro e de Dario, e de Artaxerxes, rei da Pérsia.” Estes três reis, originando, confirmando e completando o decreto, deram-lhe a perfeição exigida pela profecia para assinalar o início dos 2.300 anos. Tomando-se o ano 457 antes de Cristo, tempo em que se completou o decreto, como data da ordem, viu-se ter-se cumprido toda a especificação da profecia relativa às setenta semanas.

O esquema profético está dividido assim em Daniel 9:

7 semanas = 49 dias = 49 anos

                                                                                                 v25

457 aC – 408 aC

62 semanas = 434 dias = 434 anos

                                                                            v26

408aC – 27 dC

1 semana = 7 dias = 7 anos

                                                                            v27

27 dC – 34 aC

  “Desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até o Messias, o Príncipe, sete semanas, e sessenta e duas semanas” — ou, sessenta e nove semanas ou 483 anos. O decreto de Artaxerxes entrou em vigor no outono de 457 antes de Cristo. A partir desta data, 483 anos estendem-se até o outono do ano 27 de nossa era. Naquele tempo esta profecia se cumpriu.

A palavra “Messias” significa o “Ungido”. No outono do ano 27 de nossa era, Cristo foi batizado por João, e recebeu a unção do Espírito. O apóstolo Pedro testifica que “Deus ungiu a Jesus de Nazaré com Espírito Santo e com virtude” Atos 10:38. E o próprio Salvador declarou: “O Espírito do Senhor é sobre Mim, pois que Me ungiu para evangelizar os pobres.” Lucas 4:18. Depois de Seu batismo Ele foi para a Galiléia, “pregando o evangelho do reino de Deus, e dizendo: O tempo está cumprido.” Marcos 1:14, 15. 

“E Ele firmará concerto com muitos por uma semana.” A “semana”, a que há referência aqui, é a última das setenta, são os últimos sete anos do período concedido especialmente aos  judeus. Durante este tempo, que se estende do ano 27 ao ano 34 de nossa era, Cristo, a princípio em pessoa e depois pelos Seus discípulos, dirigiu o convite do evangelho especialmente aos judeus. Ao saírem os apóstolos com as boas-novas do reino, a recomendação do Salvador era: “Não ireis pelos caminhos das gentes, nem entrareis em cidades de samaritanos; mas ide às ovelhas perdidas da casa de Israel.” Mateus 10:5, 6. 

“Na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares.” No ano 31 de nossa era, três anos e meio depois de Seu batismo, nosso Senhor foi crucificado. Com o grande sacrifício oferecido sobre o Calvário, terminou aquele sistema cerimonial de ofertas, que durante quatro mil anos haviam apontado para o Cordeiro de Deus. O tipo alcançou o antítipo, e todos os sacrifícios e ofertas daquele sistema cerimonial deveriam cessar. 

As setenta semanas, ou 490 anos, especialmente conferidas aos judeus, terminaram, como vimos, no ano 34. Naquele tempo, pelo ato do Sinédrio judaico, a nação selou sua recusa do evangelho, pelo martírio de Estêvão e perseguição aos seguidores de Cristo. Assim, a mensagem da salvação, não mais restrita ao povo escolhido, foi dada ao mundo. Os discípulos, forçados pela perseguição a fugir de Jerusalém, “iam por toda parte, anunciando a Palavra.” Filipe desceu à cidade de Samaria e pregou a Cristo. Pedro, divinamente guiado, revelou o evangelho ao centurião de Cesaréia, Cornélio, que era temente a Deus; e o ardoroso Paulo, ganho à fé cristã, foi incumbido de levar as alegres novas “aos gentios de longe”. Atos dos Apóstolos 8:4, 5; 22:21. 

Até aqui, cumpriram-se de maneira surpreendente todas as especificações das profecias e fixa-se o início das setenta semanas, inquestionavelmente, no ano 457 antes de Cristo, e seu termo no ano 34 de nossa era.

OS SETE ANOS “ATÉ O FIM”

Sendo assim, a última semana, ou 7 anos se aplicam ao povo judeu dentro do período que recebeu o Messias, no primeiro século. E não podem se referir ao último século, ou depois da Vinda de Jesus.

O texto de Daniel 9 diz – “Depois das sessenta e duas semanas, o Ungido será morto e não terá nada. O povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário” v26.  Veja que este trecho da profecia se refere ao tempo do “Ungido”, ou ao tempo de Jesus no primeiro século.

A seguir o v27 diz – “o seu fim virá como uma inundação. Até o fim haverá guerra, e desolações foram determinadas”. Aqui o “fim” se refere ao Messias, e não ao fim do mundo, ou ao período da Segunda Vinda.

O v28 continua situalizando a ação do Messias – “Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana. Na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de cereais”. Essa firme aliança se refere ao ministério de Jesus; a “metade da semana” são os ‘três anos e meio’ do ministério de Jesus. Os outros ‘três anos e meio’ se referem ao período até o ano 34, onde os judeus foram definitivamente rejeitados, depois de apedrejarem Estevão.

A última parte do v27 diz – “sobre a asa das abominações virá aquele que causa desolação, até que a destruição, que está determinada, seja derramada sobre ele”. A expressão “abominação” foi usada por Jesus para descrever a destruição do templo e de Jerusalém no ano 70 – “— Quando, pois, vocês virem, situado no lugar santo, o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel (quem lê entenda), então os que estiverem na Judeia fujam para os montes” Mateus 24:15,16.

Como saber se Jesus estava falando especificamente sobre a destruição de Jerusalém?

Isto porque no início do capítulo, Jesus diz – “se aproximaram para lhe mostrar as construções do templo. Ele, porém, lhes disse: — Vocês estão vendo todas estas coisas? Em verdade lhes digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada” Mateus 24:1,2.

Sendo assim as descrições da profecia de Daniel sobre desolação, destruição e dilúvio (esmagador) se referem à destruição de Jerusalém no ano 70, logo a seguir da semana que revelava o Ungido, ou o Messias.

TEMPO DO FIM

A interpretação que os evangélicos fazem dessa profecia de Daniel para 7 anos após a Vinda Secreta de Jesus, não seguem as informações do texto bíblico. Pois o texto diz que a profecia “estão determinadas para o seu povo e para a sua santa cidade” Daniel 9:24.

Ou seja, a profecia toda se refere ao tempo dos judeus, na época do "Ungido", ou do tempo de Jesus.

O CENTENÁRIO DE SINAIS DA SEGUNDA VINDA



O Cenário Atual
No domingo 10.11.2018 foi  a data do Fim da 1ª Guerra Mundial; o fim  do conflito que vitimou cerca de 15 milhões de pessoas chega ao seu centenário.

O conflito redesenhou o mapa da Europa, derrubou três impérios, contribuiu para a revolução soviética e deu origem à Segunda Guerra Mundial.

Uma guerra ‘mundial’ que envolveu o território europeu, e no máximo 10 países – Austria, Sérvia, Rússia, Alemanha, França, Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos, Bulgária e Turquia. Fonte: France Presse/Jornal Destak

O Cenário Profético
Jesus em seu Sermão Profético anunciou esse sinal – “E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim” Mateus 24:6.

“A profecia não somente prediz a maneira e objetivo da vinda de Cristo, mas apresenta sinais pelos quais os homens podem saber quando a mesma está próxima. Disse Jesus: “Haverá sinais no Sol, na Lua, e nas estrelas.” Lucas 21:25. “O Sol escurecerá, e a Lua não dará a sua luz. E as estrelas cairão do céu, e as forças que estão no céu serão abaladas. E então verão vir o Filho do homem nas nuvens, com grande poder e glória.” Marcos 13:24-26. GC 304.1

Guerras
Houve guerras mais impactantes que representam melhor esse sinal indicado por Jesus; o contexto que Jesus falava era do Império Romano e sua relação com o povo de Israel, e as guerras que derrubaram esse Império, formam um quadro profético melhor para a compreensão dos sinais da Segunda Vinda.

As guerras que forçaram a queda do Imperio Ocidental levaram cerca de 400 anos; e depois os eventos militares seguintes, fizeram também o Império Oriental cair em 1453.
Seja os eventos que derrubaram o Império Romano a 1600 anos e o Imperio Oriental a 500 anos, as guerras modernas, a 100 anos, apenas confirmam a veracidade dos sinais anunciados por Jesus.

Sinais nas Estrelas
Há exatamente 85 anos atrás [13.11.1833]  outro fenômeno celeste despertou o temor de uma geração; a famosa ‘chuva de meteoros’ Leônidas. Visto em toda a América do Norte, esse evento foi causado quando a Terra cruzou a órbita do cometa Tempel-Tuttle.

Nenhuma ‘chuva de meteoros’ registrada até aqui excedeu a intensidade e o significado da ‘chuva’ do século 19. Conta-se que choveram mais de 100 mil meteoros por hora! Frederick Douglass declarou: "Eu testemunhei esse espetáculo maravilhoso e fiquei pasmo. O ar parecia repleto de brilhantes mensageiros descendo do céu. Estava perto do nascer do sol quando contemplei essa cena sublime Passou-me pela mente a sugestão de que aquele momento poderia ser um pre- núncio da vinda do Filho do Homem”. 

Dois anos antes, na Costa Leste dos Estados Unidos, Guilherme Miller havia começado a pregar sobre a segunda vinda de Cristo e o fim do mundo por volta de 1843. A chuva de meteoros de 1833 ocorreu inesperadamente, ilu minando todo o céu noturno da mesma região, convencendo a muitos de que o ia do juízo estava próximo. Embora Cristo não tenha retornado tão depressa quanto Miller acreditava, a tempestade de meteoros continua a ser um marco na interpretação profética (Ap 6:13)

Terremoto
Da perspectiva humana, o grande terremoto de Lisboa em 1755 foi apenas mais uma vibração da crosta terrestre causada a movimentação das placas tectônicas. Mas dentro do cenário anunciado por Jesus, entendemos ser esse terremoto que cumpriu a profecia por estar enquadrado no tempo e na sequencia dos sinais.

O profeta do Apocalipse assim descreve o primeiro dos sinais que precedem o segundo advento: “Houve um grande tremor de terra; e o Sol tornou-se negro como saco de cilício, e a Lua tornou-se como sangue.” Apocalipse 6:12.

“Estes sinais foram testemunhados antes do início do século XIX. Em cumprimento desta profecia ocorreu no ano 1755 o mais terrível terremoto que já se registrou. Posto que geralmente conhecido por terremoto de Lisboa, estendeu-se pela maior parte da Europa, África e América do Norte. Foi sentido na Groenlândia, nas Índias Ocidentais, na Ilha da Madeira, na Noruega e Suécia, Grã-Bretanha e Irlanda. Abrangeu uma extensão de mais de dez milhões de quilômetros quadrados. Na África, o choque foi quase tão violento como na Europa. Grande parte da Argélia foi destruída; e, a pequena distância de Marrocos, foi tragada uma aldeia de oito ou dez mil habitantes. Uma vasta onda varreu a costa da Espanha e da África, submergindo cidades, e causando grande destruição.” GC 304.2

De igual modo, a chuva de meteoros de 1833 não foi causada apenas pelo fato da Terra ter passado pelo caminho do cometa Tempel-Tuttle. As guerras que acometem o planeta, da perspectiva bíblica, eventos naturais ou militares, são usados por Deus para despertar as pessoas e servir como precursor de Sua intervenção na história humana.

O TEMPO DO FIM E OS ENGANOS SATÂNICOS


O Tempo do Fim é entendido na profecia bíblica como sendo aquele após o último período de tempo anunciado pela profecia.

A última profecia de tempo, é a de Daniel 8:14 – “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs e o santuário será purificado”. Depois deste tempo profético, resta apenas o Tempo do Fim.

As “duas mil e trezentas tardes e manhãs” se referem a um período de 2.300 anos, que começaram no ano 457aC [Daniel 9:25 – a reconstrução de Jerusalém]  e terminam em 1844, no século 19. Sendo assim o Tempo do Fim é o período após 1844, os últimos 174 anos que estamos vivendo no momento.

Últimos Dias – Jesus inaugurou ao vir ao mundo – Hebreus 1:1
Fim do Tempo – Período antes de 1844
Tempo do Fim – Período depois de 1844
Fim do Mundo – Evento que culmina com a Segunda Vinda de Cristo; não tem data prevista

A gravidade do Tempo do Fim
Esse último período antes do Fim do Mundo [Mateus 24:3 up], os últimos 174 anos, é um período em que Satanás está irado com os habitantes do planeta [Apocalipse 12:12 up].
Nos limites do tempo de 1844, ocorrem grandes investidas de Satanás para enganar o mundo. É o último período e grandes mentiras são trazidas em várias formas.

O Engano da Evolução
O livro “Origem das Espécies, do naturalista britânico Charles Darwin, apresentando a Teoria da Evolução, foi publicado em 1859. Darwin nasceu em 1809, era estudante de medicina; abandonou o curso para fazer teologia, e posteriormente desenvolveu a Teoria da Evolução. Em 1836 Darwin já era conhecido no meio científico pelos fundamentos dessa teoria.

O Engano do Espiritismo
Allan Kardec nasceu em 1803, e se tornou conhecido como o fundador do Espiritismo ou Doutrina Espírita. Foi um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mediunidade). Em 18 de abril de 1857, publicou O Livro dos Espíritos, considerado como o marco de fundação do Espiritismo; criou a Revista Espírita em 1 de janeiro de 1858; fundou, nesse mesmo ano, a primeira sociedade espírita Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. [Fonte: Wikkipedia]

A mentira do pentecostalismo
William Seymour (1870-1922) foi o idealizador deste movimento que tem sua origem no final da segunda metade do século 19; apesar de se reconhecer o começo do movimento pentecostal como tendo início no ano 1906 em Los Angeles nos Estados Unidos na Rua Azuza, onde houve um grande avivamento caracterizado principalmente pelo “batismo com o Espírito Santo” evidenciado pelos dons do Espírito (glossolalia, curas milagrosas, profecias, interpretação de línguas e discernimento de espíritos). Fonte: Portal São Francisco

O pentecostalismo é uma tentativa humana de reproduzir a experiência sobrenatural que só pode ser concedida pelo Espírito Santo, em eventos sobrenaturais conhecidos biblicamente como Chuva Temporã [pentecostes apostólico do primeiro século] e a Chuva Serôdia, o segundo pentecostes do Tempo do Fim.

A mentira dos falsos profetas
O século 19 foi cenário do Terceiro Reavivamento espiritual norte-americano. Os EUA era uma terra de protestantes e o povo tinha na religião a base da nação. No mesmo período que Deus levanta a Igreja Remanescente e sua profetisa para o Tempo do Fim, vários falsos profetas surgem para enganar:

-Joseph Smith - foi o fundador e primeiro presidente da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Ele e cinco amigos organizaram a Igreja em Fayette, Nova York, no dia 6 de abril de 1830. Ele presidiu a Igreja até 27 de junho de 1844. Fonte: Sala de Imprensa Mormon

-Charles Tazel Russel – nasceu em Allegheny, EUA, em 16 de fevereiro de 1852. Organizou uma associação cristã cujos membros eram conhecidos como "Estudantes da Bíblia". Muitos grupos foram fragmentados; dsde 1931 os Estudantes da Bíblia , são chamados de Testemunhas de Jeová. Em fevereiro de 1881, foi cofundador da Sociedade Torre de Vigia de Sião A organização atual das Testemunhas de Jeová começou no fim do século 19. Fonte: jw.org

Irmãs Fox - Katherine "Kate" Fox (1837–1892), Leah Fox (1814–1890) e Margaret "Maggie" Fox (1833–1893).  Fizeram sucesso por muitos anos como médiuns que diziam possibilitar espíritos a se manifestarem por batidas (tiptologia). Os eventos sobrenaturais que desencadearam essa doutrina ocorreram na noite de sexta-feira, 31 de março de 1848.

A Política Marxista
Karl Heinrich Marx (1818-1883) era um sociólogo, historiador e economista alemão; e foi o principal pensador do marxismo, movimento filosófico e político nomeado em sua homenagem.
Junto com Friedrich Engels (1820-1895), Marx detalhou sua teoria política e previu o colapso do sistema capitalista (baseado na propriedade privada). Junto com a filosofia política idealizada por eles veio uma cosmovisão contrária aos valores do cristianismo, que permeiam hoje todas as nações. [Leia política da esquerda partidária]

Era da Pós-Verdade
Todas esses fatores surgiram no século 19, o século do início do Juízo Celestial. O Tempo do Fim é um período solene da história humana, e alvo da grande ira de Satanás em inundar a Terra com mentiras e filosofias falsas.

Valores, conceitos e hábitos tem de ser avaliados sobre essa perspectiva a fim de nos resguardarmos da mentira e enganos do Tempo do Fim.

 Leia também:
A Origem das Filosofias Partidárias
A Era da Pos Verdade 

A LEI DOMINICAL NA PROFECIA


A Lei Dominical iniciada no comercio de certas Províncias argentinas, trazem à discussão o que a Bíblia afirma sobre o domingo. O sábado é mencionado mais de 120 vezes na Bíblia; só no Novo Testamento é mencionado 53 vezes. Mas a palavra 'domingo' não aparece na Bíblia. O termo 'primeiro dia da semana' é usado, mas apenas 8 vezes e nenhum deles com a força com que o sábado é mencionado como dia santificado.

O sábado é mencionado nos Dez Mandamentos, a Lei de Deus. O domingo foi introduzido ali pelos papas, com a mudança desta Lei em dois dos mandamentos:
- o 2o mandamento foi retirado [não fazer imagens de escultura ou prestar culto a elas]
- a mudança do 4o mandamento [do sábado, para o domingo]
- e a divisão do 10o mandamento em dois, já que o 2o mandamento foi excluído.

Mas o incrível deste assunto todo é que isto já estava previsto nas profecias. Em Daniel 7, o profeta prevê que surgiria um poder [ilustrado como se fosse um animal, ou besta] que atuaria para “mudar os tempos e a Lei” Daniel 7.25.

O Apocalipse também profetiza afirmando –“ faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome” Apocalipse 13. 16 e 17.

O Apocalipse ao fazer uma profecia, usa imagística e expressões do Antigo Testamento. Para entender o significado, é necessário buscar o sentido no Antigo Testamento. Isso é uma regra hermenêutica [de interpretação]; os símbolos do Apocalipse não podem ser atribuídos a qualquer coisa, ou elementos contemporâneos [chips, cartões de crédito, códigos de barra etc].

Entenda as expressões usadas nesta profecia:

“marca sobre a mão” – isso se refere à Lei de Deus, pois os judeus foram orientados que para se lembrarem da Lei, teriam de usar tiras sobre a mão [Deut.6.8 – “Atarás como sinal na tua mão e te serão por frontal entre os olhos”]. No capítulo 5 de Deuteronômio estão os 10 Mandamentos [vs7-21] e no capítulo seguinte o mandamento cultural de que deviam atar essa lei na mão e entre a testa. A ‘marca na mão direita e sobre a fonte’ que a besta impõem ao mundo é uma imitação daquilo que Deus quer fazer, mas com Sua Lei – nos selar com essa Lei.

“para que ninguém possa comprar” – esta lei virá com força de governo [seja municipal, ou governamental] mas estabelece restrições, como vimos que estão ocorrendo na província de Rosario na Argentina.

“marca” – em contraste com a besta que têm sua marca, Deus tem o seu selo. Novamente o Antigo Testamento nos esclarece que selo é este: “Eu [Yahweh] lhes dei os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles, para que soubessem que eu sou o SENHOR que os santifica” Ezequiel 20.12. Se o sábado é o sinal de Deus, o domingo é a marca da besta. Assim como Deus sinaliza [selamento – Apoc. 7.4; 14.1] o Seu povo, a besta vai marcar os seus adoradores, ou os que obedecem a imposição do domingo como dia santificado.

“nome, número” – novamente temos que ir ao Antigo Testamento para descobrir que número é este de “seiscentos e sessenta e seis”. Esse digito é encontrado nas riquezas de Salomão; é dito que “O peso do ouro que se trazia a Salomão cada ano era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro” 1 Reis 10.14. O ouro e a riqueza de Salomão foram os elementos que corromperam seu governo. A igreja de Jesus não é marcada pela riqueza, mas pela humildade. A igreja que se cobre de ouro é a Igreja Católica Apostólica Romana.

Uma outra aplicação é o títulos dos papas – Vicarius Fillis Dei – que em latim, se atribuindo os algarismos romanos, somam 666. Essa é uma interpretação extra-bíblica.

A imposição do domingo, ferindo o princípio bíblico da Lei de Deus, é um desafio a autoridade Divina. A profecia nos alerta sobre esse fato, e nosso dever é não obedecermos a esse tipo de lei feitos por homens e que ferem os 10 Mandamentos.

“Importa antes obedecer a Deus que aos homens” Atos 5.29.


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A EXATIDÃO DA PROFECIA

“Durante sua primeira audiência geral e pública na Praça de São Pedro (27/02/05), no Vaticano, ele (Joseph Ratzinger) disse aos peregrinos que escolheu o mesmo nome do papa Bento 15 por causa do seu papel de pacificador durante a Primeira Guerra Mundial. Além disso, de acordo com ele, São Bento é o padroeiro da Europa, e o nome seria uma homenagem à união do continente” (BBC).


A última figura profética do cenário escatológico para a religião, apresenta a igreja infiel sentada sobre um animal de sete cabeças e dez coroas; justamente a figura que representa a Europa.

“Transportou-me o anjo, em espírito, a um deserto e vi uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres. Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição” Apocalipse 17:3 e 4.

Essa é a última descrição que a Revelação oferece para um sistema que se apresenta inicialmente da seguinte forma:

Cap. 12 – O Dragão (Satanás)
Cap.13 – O animal semelhante ao Leopardo (Papado); o animal com chifres de Cordeiro (EUA).
Cap. 17 – A mulher infiel sobre o Leopardo.

Essas representações configuram uma projeção profética para o sistema religioso no planeta; a partir do capítulo 12 são representados as interferências religiosas na igreja; a Mulher (igreja) vestida de sol é perseguida pelo Dragão, pelo leopardo e o animal com chifres de cordeiro, e em seguida a Mulher (igreja) infiel é apresentada como cavalgando sobre o Leopardo. Todas inferências escatológicas apontam para uma perseguição e uma corrupção da igreja antes pura e depois infiel.

Ratzinger “disse que São Bento simbolizou "um chamado às inalienáveis raízes cristãs" da civilização européia.

Paz e harmonia. Na audiência, Bento 16 também disse que quer trabalhar pela paz e harmonia entre os povos de todo o mundo” (BBC).

O Leopardo com sete cabeças é justamente a linhagem política que culminou na formação Européia atual (Egito, Assíria, Babilônia, Medo-Persia, Grécia, Roma e Europa) e os dez chifres são os antigos poderes formadores deste continente (Francos- França; Alemanes-Alemanha; Anglo saxões-Inglaterra; Lombardos-Itália; Visigodos-Espanha; Suevos-Portugal; Borgundos-Suiça; Ostrogodos, Hérulos e Vândalos).

Desta forma Ratzinger se proclama como representante daquela igreja que cavalga sobre os poderes da Europa. A última cena político-religiosa é o papado sobre os poderes políticos da Europa; continente este que Ratzinger quer unir (União Européia) e se beneficiar com sua influencia bélica e política.

A influencia do Papado amparado pela Europa, culminará no desfecho descrito no Apocalipse através do capítulo 18 que descreve a destruição de Babilônia – “Caiu, Caiu babilônia que deu a beber do seu vinho (cap.14:8) pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição” (18:3).
O Papado cumpre inconscientemente o roteiro profético, do qual os protagonistas são a igreja infiel que este representa, e a Europa, sobre a qual esta cavalga ou se beneficia politicamente.

VOCÊ ACREDITA EM PROFECIAS?

Se não acredita, vai se surpreender com as profecias Hollywoodianas sobre as catástrofes nas cidades da América do norte.

Nova York já foi destruída uma meia-dúzia de vezes, sem mencionar outras cidades americanas alvos de vírus, terremotos, vulcões etc.

O que aconteceu em Nova Orleans (Furacão Katrina) é um retrato daquilo que os próprios norte-americanos pagaram para ver em todos esses anos: violência, crime, desastres naturais e desordem...

As noticias de barbárie que nos chegaram pelos tele-jornais, nós a vimos bem antes de acontecer nas telas de nossas TVs ou nos cinemas.

“Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” Salmos 101:3.

O amor dos americanos pelas catástrofes, destruição e pelo mal está diante deles “ao vivo e a cores”. Se banquetear e ter prazer em cenas de violência e destruição levam a uma distanciação de Deus. As forças do mal vindicam a nação norte-americana.

“porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” Efésios 6:12.

O mundo está perplexo com a impotência norte-americana diante do desastre natural; os EUA se apercebem que há algo bem superior do que suas forças militares.

Talvez Deus tenha permitido esses eventos grotescos assolarem uma cidade para salvar toda a nação; quando um povo se apega ao mal e tem prazer na violência, se afastam de Deus e as forças do mal imperam mostrando sua face maligna.

Os EUA estão sendo sacudidos, assim como a Europa foi sacudida na idade média pelas invasões bárbaras e pelas pestes que dizimaram milhões de vidas.

Uma nação em que o prazer e a diversão é o “american dream” , hoje sofre o pesadelo de suas escolhas.

As profecias profanas de Hollywood se cumprem e certamente cenas espetaculares ainda estarão sendo exibidas “ao vivo e a cores”; até quando?

“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” Oséias 4:6

O MARKETING DE SATANÁS


Não se deixe impressionar pela grande propaganda de Hollywood.

Satanás tem sua forma de divulgar o Fim do Mundo, e certamente não é de acordo com o que a Bíblia afirma que vai ser.

Qual o grande objetivo nesta mega-propaganda feita pelos meios que Satanás tem controle?

Certamente é enviar FALSOS CONCEITOS SOBRE O FIM.

O fim do mundo não vai ocorrer através do que é anunciado por Hollywood, ou qualquer outra profecia; o fim do mundo vai ocorrer conforme a Bíblia declara.

E existem dezenas de distorções que estão sendo veiculadas pela mídia – dentro do interesse de Satanás – para desviar o foco do real fim do mundo que se aproxima.

Quando divulgamos essa mídia enganosa, estamos fazendo o marketing do inimigo.

Satanás também tem suas profecias.

Satanás também tem sua versão do Fim do Mundo.

Satanás irá personificar o próprio Jesus na sua Segunda Vinda – “Vede que vo-lo tenho predito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto!, não saiais. Ou: Ei-lo no interior da casa!, não acrediteis. Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem” Mateus 24:25-27.

Hoje estamos em um Tempo do Fim em que Satanás sabe que lhe resta pouco tempo, e estará “operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos” Mateus 24:24.
Se você é cristão e crê na Segunda Vinda, o filme de 2012 não é a sua mensagem.

Pregue a verdade sobre o Fim do Mundo.