CONSELHO DE PAZ MUNDIAL


O Papa Leão foi convidado para o Conselho de Paz de Trump.O Pontífice foi chamado para integrar grupo que pretende resolver conflitos globais. Robert Francis Prevost, o 267o papa da ICAR, está entre os líderes mundiais convidados a integrar o "Conselho de Paz" do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quarta-feira (21.01.26).

O objetivo é esvaziar a ONU e criar uma espécie de nova governança global liderada pelo próprio Trump.

O conselho foi inicialmente criado para pôr fim ao conflito em Gaza, porém Trump afirmou que o grupo terá um escopo muito mais amplo e buscará resolver conflitos globalmente.

Padrão da Profecia

A profecia do Apocalipse 13 prevê que EUA e Vaticano irão atuar juntos em um ordem mundial. No entanto as ações desses dois poderes, de acordo com a profecia, estará longe em trazer paz, e trarão sanções e decretos de morte.

"Seduz aqueles que habitam sobre a terra ... E lhe foi concedido poder... e fizesse morrer todos os que não adorassem a imagem da besta. A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz com que lhes seja dada certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome" Apocalipse 13:14-17.

Profecia de Paz

Paulo escrvendo aos crentes de Tessalônica e descrevendo os eventos do fim, relata uma tentativa de paz mundial frutrada. Ele diz - “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto àquela que está grávida; e de nenhum modo escaparão.” 1 Tes. 5:3.

A paz que os lideres mundiais procuram,, não será resultado de política ou força militar. Essa paz só Jesus na Sua Segunda Vinda irá estabelecer. 

Vaticano e Casa Branca

A relação política entre o Vaticano e a Casa Branca, quando analisada a partir da interpretação adventista de Apocalipse 13:11–18, não é compreendida apenas como diplomacia internacional comum, mas como um movimento profético de natureza histórico-escatológica. 

A leitura adventista entende esse texto como descrevendo a ascensão de um poder com aparência de cordeiro, mas com voz de dragão, identificado historicamente com os Estados Unidos, uma nação que surge defendendo princípios de liberdade civil e religiosa, mas que, ao longo do tempo, passa a exercer coerção religiosa em cooperação com outro poder religioso-político já estabelecido.

No cenário profético de Apocalipse 13, o primeiro poder exerce influência global e recupera sua autoridade após um período de declínio. A interpretação adventista identifica esse poder com o sistema papal, cuja dimensão não é apenas religiosa, mas também política e moral. 

A Casa Branca, como centro do poder político e econômico dos Estados Unidos, aparece nesse quadro não como submissa ao Vaticano, mas como parceira estratégica, fornecendo sustentação civil, jurídica e coercitiva a uma agenda moral e religiosa global. Essa parceria não é vista como um acordo formal único, mas como um alinhamento progressivo de interesses, valores e objetivos.

A União Mundial entre Igreja e Estado

O livro O Grande Conflito fornece a formulação clássica dessa interpretação ao descrever explicitamente o momento em que essa aproximação se tornaria profeticamente decisiva.

“Quando o protestantismo estender a mão por sobre o abismo para dar a mão ao poder romano; quando se inclinar por sobre o precipício para dar a mão ao espiritismo; quando, sob a influência dessa tríplice união, o nosso país repudiar todos os princípios de sua Constituição como governo protestante e republicano, e tomar providências para a propagação dos erros e ilusões papais, então poderemos saber que chegou o tempo para a atuação maravilhosa de Satanás e que o fim está próximo.”
(O Grande Conflito, cap. 35, “A Liberdade de Consciência Ameaçada”).

Essa declaração é central para a compreensão adventista da relação entre o protestantismo apostatado, catolicismo romano e poder civil norte-americano. Nessa perspectiva, a Casa Branca simboliza o braço político que viabiliza, por meio de legislação e influência internacional, aquilo que o poder religioso não pode impor sozinho. O Vaticano, por sua vez, representa a autoridade religiosa e moral que confere legitimidade espiritual a esse processo.

A diplomacia entre Estados Unidos e Vaticano, intensificada sobretudo a partir do século XX, é interpretada dentro desse arcabouço como um processo de normalização da cooperação entre poder político e autoridade religiosa. Para o pensamento adventista, o problema não reside no diálogo diplomático em si, mas na convergência entre religião institucionalizada e coerção estatal. Quando princípios religiosos passam a moldar políticas públicas com alcance nacional e global, especialmente em temas de consciência, economia e direitos civis, essa relação deixa de ser meramente política e assume contornos proféticos.

A Profecia se cumprindo

Apocalipse 13:11–18 descreve um sistema que leva todas as nações a se submeterem a determinados padrões, não apenas espirituais, mas também sociais e econômicos. O papel dos Estados Unidos, segundo essa leitura, é o de tornar possível essa imposição por meio de sua liderança econômica, influência cultural e capacidade de pressão internacional. 

O Vaticano oferece a matriz religiosa e histórica que orienta esse movimento. O Grande Conflito interpreta esse momento como o ápice do conflito entre verdade e erro, quando a igreja volta a buscar o apoio do Estado para impor sua autoridade.

Assim, a relação política entre Vaticano e Casa Branca, sob a ótica adventista, é entendida como parte de um desenvolvimento profético mais amplo, no qual a separação entre Igreja e Estado é progressivamente dissolvida. Essa união não é vista como um evento isolado, mas como um processo histórico que culmina na formação de um sistema global de poder religioso, político e econômico, em consonância com o cenário delineado em Apocalipse 13.

Conclusão

A história política das nações segue o enredo da profecia. Deus revelou nas Escrituras todo o cenário político-religioso do momento final da história humana. Embora os capítulos desse enredo sejam sombrios, a certeza que as Escrituras, no Apocalipse, nos dão é de algo maravilhoso - esses eventos terminam com a manifestção gloriosa da Segunda Vinda de Jesus. A descrição é - "Olhei, e eis uma nuvem branca, e sentado sobre a nuvem um semelhante a filho de homem, tendo na cabeça uma coroa de ouro e na mão uma foice afiadaApocalipse 14:14.

Jesus está voltando e o capítulo final do Grande Conflito entre o bem e o mal, está prestes a se encerrar. Persevere em manter-se na descrição dos santos que herdarão a Nova Terra - "Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" Apocalipse 14:12.



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