Mostrando postagens com marcador Vaticano e EUA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vaticano e EUA. Mostrar todas as postagens

PREVOST E TRUMP

 Quando a fumaça branca subiu na Capela Sistina, o mundo conheceu o novo papa: Robert Francis Prevost, americano, ex-prefeito do Dicastério para os Bispos, conhecido por sua sensibilidade pastoral, abertura ao diálogo e firmeza em temas sociais. Para muitos, a escolha foi mais que um simples movimento eclesiástico: foi um recado geopolítico.

 Hoje, Donald Trump, no comando dos EUA, representa uma das faces mais fortes do conservadorismo global. Ele não apenas brincou dizendo que gostaria de ser papa — inclusive postando uma montagem vestindo trajes papais — como também vem tentando, nos bastidores, exercer influência no Vaticano.

 Em um movimento calculado, Trump nomeou Brian Burch, chefe e cofundador da CatholicVote, grupo ultraconservador católico, como embaixador dos EUA no Vaticano, reforçando seu desejo de emplacar aliados e agendas alinhadas com a direita religiosa americana.

 Olhando para trás, a Igreja Católica sempre escolheu seus papas considerando os grandes desafios do momento. Nos anos 1980, o comunismo ateísta soviético era a ameaça, e veio João Paulo II, da Polônia comunista, símbolo de resistência espiritual. Nos anos 2010, o desafio eram as igrejas evangélicas crescendo na América Latina, e veio Francisco, da Argentina, para reconquistar o rebanho do sul global. No cenário atual, a pressão vem do norte, especialmente dos EUA e de uma nova onda ultraconservadora simbolizada por Trump.

 Diante disso, o Vaticano poderia ter seguido dois caminhos: escolher um papa ultraconservador para responder com dureza ou apostar em um nome que reafirmasse os valores progressistas de Francisco. A escolha por Prevost foi clara: uma resposta pastoral, não política. Ele foi eleito não apenas para manter um rumo, mas para construir pontes entre o conservadorismo e o progressismo, em um momento de intensas polarizações dentro e fora da Igreja.

 A escolha do nome Leão XIV remete ao Papa Leão XIII, conhecido por sua ênfase na justiça social e nos direitos dos trabalhadores, sinalizando uma possível continuidade nesse enfoque. Além disso, sua eleição pode ser interpretada como uma resposta estratégica do Vaticano às pressões geopolíticas, especialmente diante da influência conservadora crescente nos Estados Unidos.

 Com Prevost, a Igreja parece dizer ao mundo — e especialmente a Trump: não vamos ceder à pressão geopolítica nem deixar que agendas nacionais ditem o rumo da fé universal. A escolha de um americano progressista mostra que Roma não quer ser instrumentalizada como extensão da Casa Branca nem da nova direita católica.

 O novo Papa é visto como alguém que continuará a promover reformas na Igreja, ampliando a participação das mulheres, reforçando o combate à pobreza e defendendo migrantes — temas que frequentemente colidem com a agenda trumpista. Como primeiro papa americano, Leão XIV representa um ponto delicado de equilíbrio entre progressismo e conservadorismo: ele rejeita a “simpatia por crenças em desacordo com o evangelho”, mostrando firmeza moral, especialmente sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas também resiste à clericalização feminina, preferindo aprofundar o papel das mulheres sem mudar a natureza sacramental da Igreja. Sua linha pastoral deve seguir o caminho de Francisco, combatendo o clericalismo e aproximando decisões das bases locais.

 Mais do que nunca, o Vaticano sinaliza que compreende o momento atual: não basta apenas reagir ao cenário mundial, é preciso antecipar-se. A eleição de Prevost mostra que Roma quer construir pontes entre progressistas e conservadores, reafirmando que a fé católica não será instrumentalizada por pressões políticas ou geopolíticas, mas manterá sua voz independente no palco global.

 Fonte: SPDiário.com.br – reportagem na íntegra.

Leia também: 

A Igreja Católica e a Política dos EUA

A IGREJA CATÓLICA E A POLITICA DOS EUA

No livro “Catholicism in the United States” (2021), Massimo Faggioli, professor de teologia histórica, da Universidade Villanova, na Pensilvânia (Robert Prevost, foi aluno de Fagglioli) analisa a influência da política norte americana na igreja romana.

Ele analisa as complexas relações entre a Igreja Católica e a política nos Estados Unidos, destacando a posição singular de Joe Biden como o segundo presidente católico do país.

 1. O Triângulo Igreja–Casa Branca–Vaticano

Faggioli propõe que as relações entre a Casa Branca, o Vaticano e a Igreja Católica nos EUA formam um "triângulo" essencial para compreender as tensões políticas e religiosas contemporâneas. Ele observa que, enquanto o Papa Francisco promoveu uma visão pastoral e inclusiva, setores conservadores da Igreja americana frequentemente adotam posições mais rígidas, especialmente em questões como aborto e direitos LGBTQ+.

 2. Biden e a Identidade Católica Pública

Diferentemente de presidentes católicos anteriores, como John F. Kennedy, que procuraram minimizar sua fé na esfera pública, Biden integra abertamente sua identidade católica em sua vida política. Faggioli destaca que essa abordagem representa uma mudança significativa na maneira como a fé católica é percebida e vivida na política americana. [The New Yorker]

 3. Tensões com a Hierarquia Católica Americana

Faggioli relata as tensões entre Biden e a hierarquia católica dos EUA, especialmente em relação à sua posição sobre o aborto. Ele observa que, embora Biden mantivesse práticas religiosas pessoais, como frequentar missas regularmente, suas políticas pró-escolha geram críticas de bispos conservadores que questionam sua comunhão com os ensinamentos da Igreja. [Time]

 4. Polarização e o Papel da Igreja

Faggioli analisa como a polarização política nos EUA influencia a Igreja Católica, com grupos conservadores alinhando-se frequentemente com ideologias políticas de direita. Ele argumenta que essa politização pode comprometer a missão universal da Igreja e sua capacidade de ser um espaço de unidade e diálogo.

 5. O Desafio da Unidade na Diversidade

Faggioli mostra o desafio de manter a unidade da Igreja em meio à diversidade de opiniões políticas e sociais. Ele sugere que a liderança de Biden, foi influenciada por sua fé católica, pode oferecer uma oportunidade para promover uma visão mais inclusiva e compassiva, alinhada com os princípios do Concílio Vaticano II.

Massimo Faggioli, em seu livro analisa a profunda polarização que permeia a Igreja Católica nos Estados Unidos, especialmente no contexto do pontificado do Papa Francisco e da presidência de Joe Biden. Ele identifica três crises interligadas que afetam a Igreja:

1. Crise de ordem eclesial: Há uma perda de autoridade e legitimidade nas instituições da Igreja, tanto nas estruturas formais (como os bispos e o clero) quanto nas informais (como o sacerdócio e a teologia).

2. Crise de ordem política: A Igreja enfrenta desafios em sua relação com a democracia e os valores constitucionais dos EUA, evidenciados por eventos como o ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021.

3. Crise de ordem geopolítica: A posição do catolicismo americano no cenário global está em transformação, com um distanciamento do Vaticano e relações enfraquecidas com outras regiões do mundo.

Faggioli observa que a eleição de Biden, um católico praticante, não unificou a Igreja americana. Pelo contrário, evidenciou divisões internas, especialmente entre os bispos dos EUA e o Papa Francisco. Enquanto o Vaticano adotou uma postura de diálogo com a nova administração, a Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB) demonstrou resistência, chegando a considerar a negação da comunhão a Biden devido às suas posições políticas sobre temas como aborto e direitos LGBTQ+. [Loyola Marymount University Newsroom]

O autor também destaca que a polarização na Igreja reflete a polarização política mais ampla nos EUA. Setores conservadores da Igreja alinham-se frequentemente com ideologias políticas de direita, enquanto outros grupos buscavam uma abordagem mais inclusiva e pastoral, em sintonia com o Papa Francisco.

Em resumo, Faggioli argumenta que a Igreja Católica nos EUA está em um momento crítico, enfrentando desafios internos e externos que exigem uma reflexão profunda sobre sua identidade, missão e relação com a sociedade. Ele sugere que a superação dessas crises requer um compromisso renovado com os princípios do Concílio Vaticano II e uma abertura ao diálogo e à diversidade dentro da própria Igreja.

Conclusão

O Estado do Vaticano possui uma política e se relaciona com os EUA e as demais nações com uma política internacional. Essa relação política com os "reis da terra" (Ap 18:3) e com os EUA (Ap 13:12-15) é chamada de "prostituição" (Ap 18:9).

O livro do teólogo Faggioli é uma evidência dessas relações políticas especialmente com os EUA.  Mais uma vez, a profecia apocalíptica está certa nas suas descrições sobre os governos atuais.

Leia também:

Prevost e Trump

Trump e o Vaticano

EUA E VATICANO MAIS PRÓXIMOS DO QUE NUNCA

 A profecia de Apocalipse 13 vs12-15 descreve uma proximidade entre duas bestas (EUA e Vaticano) que agora com a nomeação de Robert Prevost, como primeiro Papa norte-americano, pode ser a peça que faltava para essa união que o Apocalipse prevê.

 “Apesar de ser americano, o novo papa é considerado um reformista e não um nome alinhado às prioridades de Trump ou dos conservadores da Igreja nos Estados Unidos”. [BBC]

 "Esta eleição papal é também uma resposta a Trump, mas uma resposta oblíqua e não frontal contra ele", disse o professor de teologia histórica Massimo Faggioli, da Universidade Villanova, na Pensilvânia, em uma postagem no X (antigo Twitter). "O caos global que foi criado, em grande parte pelos Estados Unidos, nestes últimos anos, tornou possível um papa americano", diz Faggioli. "E ele é um papa das Américas, não somente dos Estados Unidos. É uma resposta muito criativa (por parte do Vaticano)", avalia Faggioli. "A partir de hoje, não será Trump nem Vance quem falará com os católicos americanos". [BBC]

 O sociólogo Francisco Borba Ribeiro Neto, em mensagem à BBC News Brasil logo após a eleição do novo papa, disse: "Uma escolha com uma força política chocante, ainda que eu acredite que o problema não é política, esse é o gesto político mais chocante da Igreja em toda a minha vida: afirma que quer estar em continuidade com Francisco, próxima aos Estados Unidos, mas sem abrir mão do seu perfil." [BBC]

 Todas essas declarações nos ajudam a entender o quadro profético de aproximação do Vaticano, da mais poderosa nação do planeta, os EUA. O quadro da profecia é um grande quebra-cabeça, onde os eventos vão acontecendo, e cabe a nós, após presenciar esses eventos colocar cada peça em seu lugar. Mas o quadro já foi revelado.

 Um papa norte-americano talvez seja essa peça para vermos essa relação próxima entre a Besta do Mar (Vaticano) e a Besta da Terra (EUA) e as ações delas de forma mundial – sanções econômicas (Ap 13:17), união das religiões (Ap 13:15), imposição da guarda do domingo (marca da besta – Ap 13:16) e decretos de morte (Ap 13:15up).

 O papel principal dos EUA, de acordo com a profecia, é promover a religião católica romana – “Ela (a Besta da Terra – EUA) exerce toda a autoridade da primeira besta (Vaticano) na sua presença e faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal havia sido curada” Ap 13:12. Embora Trump seja um protestante presbiteriano, seu vice-presidente, J.D. Vance é católico.

 Talvez, o que vejamos é uma aproximação, para depois haver uma aliança entre esses dois poderes apocalípticos.

 O livro O Grande Conflito afirma – “Os protestantes dos Estados Unidos serão os primeiros a estender as mãos através do abismo para apanhar a mão do espiritismo; estender-se-ão por sobre o abismo para dar mãos ao poder romano; e, sob a influência desta tríplice união, este país seguirá as pegadas de Roma, desprezando os direitos da consciência”. GC 588.1

 Os eventos políticos e religiosos assim, seguem o ‘script’ da profecia. Nós, que sabemos o fim desde o início, temos que com esperança aguardar o desdobramento de tudo. Porque o nosso foco não devem ser esses sinais, mas a Segunda Vinda de Jesus. É isso que esperamos!

Leia também:

Prevost e Trump

A Igreja Católica e a Política dos EUA

A RELAÇÃO DA CASA BRANCA COM O VATICANO


É o Antigo Testamento que determina a interpretação das 'bestas' no Apocalipse como sendo reinos ou nações. Mais especificamente, o Livro de Daniel afirma - "Os quatro grandes animais são quatro reinos" Daniel 7.17

As duas Bestas de Apocalipse 13, representam dois reinos que estariam atuando na história humana conjuntamente.

Tradicionalmente a primeira besta "que sobe do mar" Ap 13.1 é interpretada como sendo o Reino dos Papas [Papado] na Idade Média [Leia aqui]; e da mesma forma a segunda besta que "sobe da terra" Ap 13.11 é interpretada como a nação Americana, ou EUA [Leia aqui]

A profecia indica que esses dois governos, Vaticano e Casa Branca, irão atuar em uma parceria; veja as frases que indicam essa relação simbiótica.

"Exercia toda a autoridade da primeira besta" v11
"fazia a terra e seus habitantes adorar a primeira besta" v11
"foi permitido realizar sinais em nome da primeira besta" v13
"Ordenou-lhes que fizessem uma imagem em honra à besta" v14
"Foi-lhe dado poder para dar fôlego à imagem da primeira besta" v15
"obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca" v16

A profecia indica que a segunda besta [EUA] irá operar em favor da segunda besta [Vaticano].

Desde o início do Século 20 tem sido essa a relação entre a Casa Branca e Vaticano.

Hebert Hover e Pio XII

R. Nixon e Paulo VI


Lindon Johnson e Paulo VI

Gerald Ford e Paulo VI

Jimmy Carter e J. Paulo II

R. Reagan e J. Paulo II
Nenhuma relação de presidente americano com o Vaticano foi tão bem sucedida e exerceu um poder sobre a história vigente como de Reagan e Wojtyla. Com uma ação diplomática combinada Wojtyla conseguiu derrubar o muro que separava o mundo capitalista das nações comunistas. 

Mais tarde Reagan, ainda com a influência de Wojtyla, conseguiu minar as forças politicas da antiga URSS [União Soviética] e acabar com a Guerra Fria entre os dois países.

G. H. Bush e J. Paulo II

B. Clinton e J. Paulo II

George Bush e Bento XVI

B. Obama e M. Bergólio

Foi na administração do evangélico Barack Obama que a aproximação entre protestantismo e catolicismo alcançou o seu ápice [Leia aqui]. Pastores pentecostais e evangélicos se encontraram com Mario Bergólio; e afinal o líder católico entrou no Congresso Americano [Leia aqui]

Esses não foram encontros diplomáticos mas ações coordenadas de Vaticano e Casa Branca que foram previstos na profecia de Apocalipse 13.

Como um país de origem protestante, que surgiu a partir de imigrantes europeus que fugiam da perseguição católica na alta idade média, se tornaram aliados do Vaticano?

Essa reposta se encontra no âmago da própria história do cristianismo - apostasia.

15 MOTIVOS PORQUE O VATICANO É A PRIMEIRA BESTA DO APOCALIPSE

Os animais representados no Apocalipse tem uma fundamental compreensão na revelação oferecida no Apocalipse.

A primeira besta é reconhecida por muitos estudiosos como o vaticano ou papado; veja por que, baseado em Apocalipse 13:

1.       v.1a – Então vi subir do mar uma besta – o mar e as águas têm o significado de “povos, multidões, nações e línguas” (17:15). Sua origem é um continente populoso e berço desta nação – a Europa.

2.      v.1b –que tinha dez chifres e sete cabeças – chifres na profecia indicam ‘reis’ e as cabeças ‘reinos’ – Daniel 7:24. Os 10 reis são identificados como os reis dos povos que originaram a Europa. As 7 cabeças são as nações que antecederam a oposição a Deus e seu povo através dos séculos – Egito, Assíria, Babilônia, Média-persia, Grécia, Roma pagã e Roma papal.

3.      v.1c – e sobre os seus chifres dez diademas – estes são os reis dos povos que originaram a Europa –  Francos (França), Alamanes (Alemanha), Saxões (Inglaterra), Lombardos (Itália), Visigodos (Espanha), Suevos (Portugal), Borgundos (Suíça), Ostrogodos, Hérulos e Vândalos.

4.      v.1d –  e sobre as suas cabeças nomes de blasfêmia – as cabeças foram os reinos opositores e sempre blasfemaram contra a autoridade de Deus. A Bíblia registra exemplos clássicos como Faraó do Egito (Exo.5 ) e Nabucodonosor (Dan.3).

5.      v.2a - E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão – Esses são animais descritos nas profecias de Daniel, que representavam: Babilônia, Média-persia, Grécia (Dan.7). A besta é semelhante ao leopardo, que na profecia representava a Grécia. O papado tem algo em sua teologia baseada em fundamentos platônicos; exemplo disso o conceito sobre morte, alma, inferno etc.

6.      v.3a – Também vi uma de suas cabeças como se fora ferida de morte – em 1798 o papado foi destituído pela França de sua autoridade na Europa.

7.      v.3b –  mas a sua ferida mortal foi curada – em 1914 o papado foi restituído de seu poder e propriedades na Italia.

8.      v.3c – Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta – a admiração ocorre porque no século 20 o papado se tronou muito popular em sua política e doutrinas, muito diferente do período da idade média.

9.      v.5 a – Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias – as prerrogativas que o papado assume em mediar a relação do homem com Deus, dar ao papa o título de ‘substituto’ do Filho De Deus; perdoar pecados dos homens; infalibilidade e outras prerrogativas, são arrogâncias e blasfêmias contra Deus.

10.  v.5b – e deu-se-lhe autoridade para atuar por quarenta e dois meses – esse período se refere a 1260 dias (42 x 30=1260) em que o papado ‘reinou’ na Europa tendo o papa como ‘rei’ e autoridade no continente.

11.  v.6 – E abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome e do seu tabernáculo e dos que habitam no céu- assumindo a postura de mediador entre Deus e o homem, o papado anulou a obra de Jesus no santuário Celestial (Heb. 4:14; 8:1) e toda a obra de salvação realizada ali.

12.  v.7a – Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los – talvez uma das mais claras referências, pois o papado foi o responsável pela morte de milhões de pessoas em 1260 anos de perseguição pelas guerras e inquisições.

13.   v.7b – e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação – a Europa esteve por mais de um milênio sob a autoridade déspota desse poder blasfemo.

14.  v.8 – E adora-la-ão todos os que habitam sobre a terra – uma referência futura, e que indica a submissão atual do mundo ao papado.

15.  v.9 – Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto – a primeira parte se cumpriu em 10 de Março de 1798 quando o general Berthier levou Pio VI preso.

A Primeira Besta ou Reino, ou seja, o Vaticano de acordo com a profecia é apresentado como um oponente de Deus e de sua obra de salvar os homens. Ele recebe o poder do Dragão (Satanás) – “e o dragão deu-lhe o seu poder e o seu trono e grande autoridade” v.2.

10 MOTIVOS PORQUE OS EUA É A SEGUNDA BESTA DO APOCALIPSE

Apesar dos EUA serem coadjuvantes na profecia, precisamos colocar as lentes corretas para enxergar o papel desta nação e entender porque ela não está no centro da cena exibida pela Revelação.

1.      v.11a. – “subiu da terra” – uma indicação da origem desta nação em um continente que não era o berço das nações como a Europa.

A primeira besta é vista “subir do mar” e para este símbolo é dito que o significado são “povo, multidões, nações e línguas” (17:15). E a igreja de Roma tem na Europa o seu berço, em oposição ao surgimento dos EUA no Novo Mundo – a América.

2.      V.11b – “tinha dois chifres” – no Apocalipse e Daniel ‘chifres’ representam ‘reis’ ou o poder estabelecido de uma nação (Daniel 7:27; Apocalipse 17:12). Os EUA desde suas origens têm estabelecido que a Liberdade Civil e Religiosa rejam essa nação ‘sem papa e sem rei’. O governo republicano e  protestantismo se constituem o poder estabelecido desta nação. Como estes ‘chifres’ são semelhantes aos do  cordeiro (símbolo para Jesus – 5:12) muito se assemelham aos princípios do evangelho.

3.      v.11c – “falava como Dragão” – aqui é indicada a contradição entre o que esta nação professa e o que pratica. Apesar da nação norte-americana ter suas raízes culturais e históricas nas nações cristãs protestantes, sua ação político-militar sobre as demais nações é opressiva.

4.      V.12a – “exerce todo o poder da primeira besta” – o poder do papado era sobre a consciência do homem, impondo a religião em detrimento da liberdade. E esta tem sido a política norte-americana, através da imposição pela força militar.

5.      V.12b – “faz.. que adorem a primeira besta” – pode parecer improvável que uma nação protestante promova o papado, mas é assim que a profecia descreve a relação do Vaticano e a Casa Branca.

6.      V.13a – “faz grandes sinais... descer fogo do céu” – essa cena evoca o evento do Carmelo (Elias) descrito no Antigo Testamento. Mas aqui o fogo que desce do céu, desta vez cai no altar errado, iludindo a humanidade. Uma clara referência ao Espírito Santo (fogo) e sua descida sobre a terra, certamente indicando o Pentecostalismo que se iniciou neste país.

7.      V.14a – “engana... com sinais que lhe foi permitido fazer” – é notório que o movimento pentecostal que se originou nos EUA tem a marca de um ministério de sinais e prodígios. Esses sinais servem ao propósito de enganar.

8.      V.15c – “fizessem uma imagem a besta” – isso é uma referência ao que a primeira besta (o papado) já havia feito no passado e a segunda besta (EUA) repete. O papado perseguiu, torturou e martirizou muitos cristãos que se opunham ao seu governo (igreja-estado) na idade média; e isto será repetido pelos EUA, mimetizando, recriando essa imagem do papado nos últimos dias.

9.      V.15c – “fossem mortos os que não adorassem a imagem da besta” – os milhões de pessoas que foram vítimas das guerras norte-americanas (Vietnam, Afeganistão, Irã, Líbia etc) são uma extensão desta profecia, que há de ser continuada em cenas futuras de perseguição aos cristãos que se opuserem aos ditames do Vaticano e Casa branca.

10.  V.16b – “e faz com que a todos... seja posto um sinal” – a imposição de um dia de guarda em honra ao papado se constitui o cumprimento dessa profecia. Deus tem um sinal sobre seus fiéis seguidores ( Ezequiel 20:20), e Satanás tem como objetivo perverter esse sinal, mudando o dia de honra que o próprio Deus escolheu para receber adoração e santificação.

A Segunda Besta, isto é, os EUA  é apresentado na profecia como aquele que promove a adoração da Primeira Besta (Vaticano/papado). A América é atribuída a ascensão do papado e seu sucesso em ‘selar’ os humanos com o ‘selo da besta’.

Leia também - Donald Trump preenche as caracteristicas de Apocalipse 13

10 MOTIVOS PORQUE OS EUA É A SEGUNDA BESTA DO APOCALIPSE

Apesar dos EUA serem coadjuvantes na profecia, precisamos colocar as lentes corretas para enxergar o papel desta nação e entender porque ela não está no centro da cena exibida pela Revelação.

1.      v.11a. – “subiu da terra” – uma indicação da origem desta nação em um continente que não era o berço das nações como a Europa.

A primeira besta é vista “subir do mar” e para este símbolo é dito que o significado são “povo, multidões, nações e línguas” (17:15). E a igreja de Roma tem na Europa o seu berço, em oposição ao surgimento dos EUA no Novo Mundo – a América.

2.      V.11b – “tinha dois chifres” – no Apocalipse e Daniel ‘chifres’ representam ‘reis’ ou o poder estabelecido de uma nação (Daniel 7:27; Apocalipse 17:12). Os EUA desde suas origens têm estabelecido que a Liberdade Civil e Religiosa rejam essa nação ‘sem papa e sem rei’. O governo republicano e  protestantismo se constituem o poder estabelecido desta nação. Como estes ‘chifres’ são semelhantes aos do  cordeiro (símbolo para Jesus – 5:12) muito se assemelham aos princípios do evangelho.

3.      v.11c – “falava como Dragão” – aqui é indicada a contradição entre o que esta nação professa e o que pratica. Apesar da nação norte-americana ter suas raízes culturais e históricas nas nações cristãs protestantes, sua ação político-militar sobre as demais nações é opressiva.

4.      V.12a – “exerce todo o poder da primeira besta” – o poder do papado era sobre a consciência do homem, impondo a religião em detrimento da liberdade. E esta tem sido a política norte-americana, através da imposição pela força militar.

5.      V.12b – “faz.. que adorem a primeira besta” – pode parecer improvável que uma nação protestante promova o papado, mas é assim que a profecia descreve a relação do Vaticano e a Casa Branca.

6.      V.13a – “faz grandes sinais... descer fogo do céu” – essa cena evoca o evento do Carmelo (Elias) descrito no Antigo Testamento. Mas aqui o fogo que desce do céu, desta vez cai no altar errado, iludindo a humanidade. Uma clara referência ao Espírito Santo (fogo) e sua descida sobre a terra, certamente indicando o Pentecostalismo que se iniciou neste país.

7.      V.14a – “engana... com sinais que lhe foi permitido fazer” – é notório que o movimento pentecostal que se originou nos EUA tem a marca de um ministério de sinais e prodígios. Esses sinais servem ao propósito de enganar.

8.      V.15c – “fizessem uma imagem a besta” – isso é uma referência ao que a primeira besta (o papado) já havia feito no passado e a segunda besta (EUA) repete. O papado perseguiu, torturou e martirizou muitos cristãos que se opunham ao seu governo (igreja-estado) na idade média; e isto será repetido pelos EUA, mimetizando, recriando essa imagem do papado nos últimos dias.

9.      V.15c – “fossem mortos os que não adorassem a imagem da besta” – os milhões de pessoas que foram vítimas das guerras norte-americanas (Vietnam, Afeganistão, Irã, Líbia etc) são uma extensão desta profecia, que há de ser continuada em cenas futuras de perseguição aos cristãos que se opuserem aos ditames do Vaticano e Casa branca.

10.  V.16b – “e faz com que a todos... seja posto um sinal” – a imposição de um dia de guarda em honra ao papado se constitui o cumprimento dessa profecia. Deus tem um sinal sobre seus fiéis seguidores ( Ezequiel 20:20), e Satanás tem como objetivo perverter esse sinal, mudando o dia de honra que o próprio Deus escolheu para receber adoração e santificação.

A Segunda Besta, isto é, os EUA  é apresentado na profecia como aquele que promove a adoração da Primeira Besta (Vaticano/papado). A América é atribuída a ascensão do papado e seu sucesso em ‘selar’ os humanos com o ‘selo da besta’.

Leia também - Donald Trump preenche as caracteristicas de Apocalipse 13

A SEDUÇÃO DA SEGUNDA BESTA

A Revelação coloca no cenário profético dos últimos dias, dois governos que protagonizam as cenas finais. Eles são descritos como ´bestas´ou animais, símbolos evocados pelo Apocalipse,  mas de acordo com a profecia bíblica indicam nações, reinos ou reis (Daniel 7:17 ).

Duas nações protagonizam as cenas finais deste mundo, mas a segunda ´besta´ ou nação é descrita como ‘enganando’ as demais nações (Apocalipse 13:14 ).

Os EUA são aceitos como a nação que se encaixa na profecia bíblica da segunda besta. Como os EUA estariam enganando as nações?

A nação norte-americana e sua liberdade civil e religiosa tem sido objeto das atenções das nações. O ‘sonho americano´, o capitalismo, consumismo e o estilo de vida americano reproduzido através dos filmes e veiculado através da mídia tem sido uma ‘sedução’ as demais nações.

Esse engano referenciado pela profecia aponta principalmente para a falsa adoração imposta por este reino para que “adorassem a imagem da besta” (13:15) – o papado.

Mas a sedução da primeira nação vai além da imposição de adoração; ela também envolve questões culturais, econômicas e morais.

Dentre os muitos valores que os americanos ostentam e doutrinam os habitantes deste mundo, estão:
1.      O cristianismo de Roma
a.      Honra ao papado
b.      Domingo com dia de guarda
c.       Oposição ao aborto
d.      Oposição aos outros sistemas religiosos
                                                              i.      Ateísmo (comunista)
                                                            ii.      Monoteismo (islâmico, judaico)
                                                          iii.      Politeísmo (xintoísta, hinduísta, budista)
2.      O protestantismo apostatado
a.      Guarda do domingo
b.      Abolição da lei
c.       Descrença na Palavra de Deus
3.      O evangelicalismo
a.      Pentecostalismo
b.      Neo-pentecostalismo
4.      O capitalismo
a.      Setor econômico
b.      Setor petrolífero
c.       Setor industrial
5.      O consumismo
a.      Mídia
b.      Entretenimento
c.       Moda
Os EUA assim se constituem como o ‘falso profeta’ (16:13) ou aquela nação que engana, seduz e desencaminha “os que habitam  sobre a terra”.

O SEGUNDO PODER

Apocalipse 13 retrata dois poderes político-religiosos atuando no Tempo do Fim, em nossos dias.

Eles são representados por animais ou ‘bestas’, pois dentro da simbologia profética, animais são reinos – “Então, ele disse: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços”. Daniel 7:23

O quarto reino da profecia de Daniel é o mesmo reino de Apocalipse 13; um reino político-religioso que devorou a história humana, deixando-a em trevas durante toda a idade média; a Igreja Católica, que alem da Teologia opressiva, exerceu o domínio sobre reis e as nações da Europa.

Mas em Apocalipse existe um segundo reino que é descrito – “Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada” v. 12 – os EUA, como aquele que dá continuidade, á opressão política sobre as nações e impõem a teologia pós-moderna do protestantismo apóstata.

Como isso pode estar se cumprindo?

“O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, iniciou neste domingo sua visita à China visitando uma das poucas igrejas cristãs que funcionam legalmente na capital chinesa, Pequim.

De acordo com um representante da Casa Branca, com a visita, Bush, que é evangélico, procurou mostrar seu apoio à liberdade religiosa na China.

Ainda neste domingo, o presidente americano tem uma reunião com o presidente chinês, Hu Jintao, em que a questão da liberdade de culto deve ser um dos assuntos em pauta.

Ele foi acompanhado pela mulher Laura à Igreja Gangwashi, e escreveu no livro de convidados: “que Deus abençoe os cristãos da China”

De acordo com um representante da Casa Branca, com a visita, o presidente dos EUA, que é evangélico, procurou mostrar seu apoio à liberdade religiosa na China. O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, pediu ao governo chinês que garanta maior liberdade social, política e religiosa aos cidadãos do país.

Visitou na China uma das poucas igrejas cristãs que funcionam legalmente na capital chinesa, Pequim.

De acordo com um representante da Casa Branca, com a visita, Bush, que é evangélico, procurou mostrar seu apoio à liberdade religiosa na China.

Ainda neste domingo, o presidente americano tem uma reunião com o presidente chinês, Hu Jintao, em que a questão da liberdade de culto deve ser um dos assuntos em pauta”.

“Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu” V.14.

Os esforços norte-americanos sempre estão dentro dos interesses do Vaticano; com a pretensão da Liberdade Religiosa, o líder americano espera que o cristianismo seja levado sob a espúria bandeira daquele país, onde a força militar de Cruzadas pós-modernas, como a que acontece no oriente Médio, tenta levar o mundo Oriental ao cristianismo.

Esse sempre foi o método da primeira besta (Igreja Romana) e a segunda besta (EUA) refaz sua imagem, de perseguidora, impositora e hostil.

O cristianismo nunca deve estar associado a qualquer forma de governo; o principio de separação de igreja e estado, é uma das colunas da reforma e do cristianismo verdadeiro.

Em breve veremos a parte final da profecia do Apocalipse se cumprir, onde um embargo econômico, liderado pelos EUA, impedirá a qualquer nação de comprar e vender, se não seguir a sua pretensa ´liberdade religiosa´ -

“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte,para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome” V. 16 e 17.

Aliás essas já são as regras do capitalismo americano...

BUSH INCENTIVA IGREJA NA CHINA

Durante uma visita ao Japão antes de chegar à China, Bush havia pedido que a China permitisse mais liberdade à sua população e havia citado Taiwan, considerado por Pequim uma província rebelde, como exemplo bem-sucedido de transição da "repressão para a democracia".

Um porta-voz do governo chinês, entretanto, disse que os chineses "disfrutam de todas as formas de democracia e liberdade previstas na lei".

A igreja evangélica visitada por Bush é uma das cinco autorizadas a funcionar em Pequim. De acordo com Mike Green, diretor para assuntos asiáticos do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, o presidente americano visitaria a igreja não apenas porque é domingo.

"É também importante que o mundo veja e que o povo chinês veja que a expressão da fé é algo positivo para uma sociedade saudável e madura", disse.

REAGAN E JOÃO PAULO II CONTRA O COMUNISMO (Década de 80)

Apocalipse 13:12 “Exerce (EUA) toda a autoridade da primeira besta (Vaticano) na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada.”

Os esforços conjuntos de EUA e Vaticano contra o ´eixo do mal´, são antigos... desde a década de 80 Reagan e João Paulo II já uniam esforços para que o Cristianismo fosse a Religião soberana no planeta. O ´eixo do mal´ em meados dos anos 80 era o Comunismo, e o empenho de Reagan e de João Paulo II em acabar com a Europa comunista e a antiga URSS, estão documentadas nos links ao lado.

A profecia diz que a postura de perseguir os povos que se opõem a Fé Católica que na Idade Média foi através das Cruzadas, retornaria com o apoio da segunda besta (EUA): “façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu;e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta”.

A Imagem da besta, se refere ao poder de perseguição que caracterizou a Igreja Católica medieval, e o Papado foi ferido em 1798 quando os Generais de Napoleão prenderam o Papa e fizeram fim ao reinado de 1260 anos de poder sobre a Europa, através da opressão Política e Religiosa.

Os EUA reviveram a ´imagem da primeira besta (vaticano)’ lhe conferido autoridade Militar através da derrubada do Comunismo em 1989 e agora com a tentativa de queda do Islamismo.

Reagan e João Paulo II são os principais responsáveis pela entrada pela queda do Comunismo na Europa na antiga URSS; interesses divididos, objetivos opostos – os EUA interessados na Política e o Vaticano na derrubada do Ateísmo Comunista.

Curiosamente Reagan e João Paulo II subiram ao poder no início da década de 80, e trabalharam juntos durante 8 anos, quando o presidente Norte-Americano terminou seu mandato; o Muro de Berlim foi derrubado um ano depois, em 1989. Em 1981 os dois Líderes sofreram atentados e foram alvejados por tiros; Reagam 30 de Março, e João Paulo II em 13 de Maio do mesmo ano.