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A IGREJA CATÓLICA E A POLITICA DOS EUA
No livro “Catholicism in the United States” (2021), Massimo Faggioli, professor de teologia histórica, da Universidade Villanova, na Pensilvânia (Robert Prevost, foi aluno de Fagglioli) analisa a influência da política norte americana na igreja romana.
Ele analisa as complexas relações entre a Igreja Católica e a política nos Estados Unidos, destacando a posição singular de Joe Biden como o segundo presidente católico do país.
1. O Triângulo Igreja–Casa Branca–Vaticano
Faggioli propõe que as relações entre a Casa Branca, o Vaticano e a Igreja Católica nos EUA formam um "triângulo" essencial para compreender as tensões políticas e religiosas contemporâneas. Ele observa que, enquanto o Papa Francisco promoveu uma visão pastoral e inclusiva, setores conservadores da Igreja americana frequentemente adotam posições mais rígidas, especialmente em questões como aborto e direitos LGBTQ+.
2. Biden e a Identidade Católica Pública
Diferentemente de presidentes católicos anteriores, como John F. Kennedy, que procuraram minimizar sua fé na esfera pública, Biden integra abertamente sua identidade católica em sua vida política. Faggioli destaca que essa abordagem representa uma mudança significativa na maneira como a fé católica é percebida e vivida na política americana. [The New Yorker]
3. Tensões com a Hierarquia Católica Americana
Faggioli relata as tensões entre Biden e a hierarquia católica dos EUA, especialmente em relação à sua posição sobre o aborto. Ele observa que, embora Biden mantivesse práticas religiosas pessoais, como frequentar missas regularmente, suas políticas pró-escolha geram críticas de bispos conservadores que questionam sua comunhão com os ensinamentos da Igreja. [Time]
4. Polarização e o Papel da Igreja
Faggioli analisa como a polarização política nos EUA influencia a Igreja Católica, com grupos conservadores alinhando-se frequentemente com ideologias políticas de direita. Ele argumenta que essa politização pode comprometer a missão universal da Igreja e sua capacidade de ser um espaço de unidade e diálogo.
5. O Desafio da Unidade na Diversidade
Faggioli mostra o desafio de manter a unidade da Igreja em meio à diversidade de opiniões políticas e sociais. Ele sugere que a liderança de Biden, foi influenciada por sua fé católica, pode oferecer uma oportunidade para promover uma visão mais inclusiva e compassiva, alinhada com os princípios do Concílio Vaticano II.
Massimo Faggioli, em seu livro analisa
a profunda polarização que permeia a Igreja Católica nos Estados Unidos,
especialmente no contexto do pontificado do Papa Francisco e da presidência de
Joe Biden. Ele identifica três crises interligadas que afetam a Igreja:
1. Crise de ordem eclesial: Há uma perda de autoridade e legitimidade nas instituições da Igreja, tanto nas estruturas formais (como os bispos e o clero) quanto nas informais (como o sacerdócio e a teologia).
2. Crise de ordem política: A Igreja enfrenta desafios em sua relação com a democracia e os valores constitucionais dos EUA, evidenciados por eventos como o ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021.
3. Crise de ordem geopolítica: A posição do catolicismo americano no cenário global está em transformação, com um distanciamento do Vaticano e relações enfraquecidas com outras regiões do mundo.
Faggioli observa que a eleição de Biden, um católico praticante, não unificou a Igreja americana. Pelo contrário, evidenciou divisões internas, especialmente entre os bispos dos EUA e o Papa Francisco. Enquanto o Vaticano adotou uma postura de diálogo com a nova administração, a Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB) demonstrou resistência, chegando a considerar a negação da comunhão a Biden devido às suas posições políticas sobre temas como aborto e direitos LGBTQ+. [Loyola Marymount University Newsroom]
O autor também destaca que a polarização na Igreja reflete a polarização política mais ampla nos EUA. Setores conservadores da Igreja alinham-se frequentemente com ideologias políticas de direita, enquanto outros grupos buscavam uma abordagem mais inclusiva e pastoral, em sintonia com o Papa Francisco.
Em resumo, Faggioli argumenta que
a Igreja Católica nos EUA está em um momento crítico, enfrentando desafios
internos e externos que exigem uma reflexão profunda sobre sua identidade,
missão e relação com a sociedade. Ele sugere que a superação dessas crises
requer um compromisso renovado com os princípios do Concílio Vaticano II e uma
abertura ao diálogo e à diversidade dentro da própria Igreja.
Conclusão
O Estado do Vaticano possui uma política e se relaciona com os EUA e as demais nações com uma política internacional. Essa relação política com os "reis da terra" (Ap 18:3) e com os EUA (Ap 13:12-15) é chamada de "prostituição" (Ap 18:9).
O livro do teólogo Faggioli é uma evidência dessas relações políticas especialmente com os EUA. Mais uma vez, a profecia apocalíptica está certa nas suas descrições sobre os governos atuais.
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É o Antigo Testamento que determina a interpretação das 'bestas' no Apocalipse como sendo reinos ou nações. Mais especificamente, o Livro de Daniel afirma - "Os quatro grandes animais são quatro reinos" Daniel 7.17
As duas Bestas de Apocalipse 13, representam dois reinos que estariam atuando na história humana conjuntamente.
Tradicionalmente a primeira besta "que sobe do mar" Ap 13.1 é interpretada como sendo o Reino dos Papas [Papado] na Idade Média [Leia aqui]; e da mesma forma a segunda besta que "sobe da terra" Ap 13.11 é interpretada como a nação Americana, ou EUA [Leia aqui]
A profecia indica que esses dois governos, Vaticano e Casa Branca, irão atuar em uma parceria; veja as frases que indicam essa relação simbiótica.
"Exercia toda a autoridade da primeira besta" v11
"fazia a terra e seus habitantes adorar a primeira besta" v11
"foi permitido realizar sinais em nome da primeira besta" v13
"Ordenou-lhes que fizessem uma imagem em honra à besta" v14
"Foi-lhe dado poder para dar fôlego à imagem da primeira besta" v15
"obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca" v16
A profecia indica que a segunda besta [EUA] irá operar em favor da segunda besta [Vaticano].
Desde o início do Século 20 tem sido essa a relação entre a Casa Branca e Vaticano.
15 MOTIVOS PORQUE O VATICANO É A PRIMEIRA BESTA DO APOCALIPSE
10 MOTIVOS PORQUE OS EUA É A SEGUNDA BESTA DO APOCALIPSE
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A SEDUÇÃO DA SEGUNDA BESTA
O SEGUNDO PODER
Eles são representados por animais ou ‘bestas’, pois dentro da simbologia profética, animais são reinos – “Então, ele disse: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços”. Daniel 7:23
O quarto reino da profecia de Daniel é o mesmo reino de Apocalipse 13; um reino político-religioso que devorou a história humana, deixando-a em trevas durante toda a idade média; a Igreja Católica, que alem da Teologia opressiva, exerceu o domínio sobre reis e as nações da Europa.
Mas em Apocalipse existe um segundo reino que é descrito – “Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada” v. 12 – os EUA, como aquele que dá continuidade, á opressão política sobre as nações e impõem a teologia pós-moderna do protestantismo apóstata.
Como isso pode estar se cumprindo?
“O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, iniciou neste domingo sua visita à China visitando uma das poucas igrejas cristãs que funcionam legalmente na capital chinesa, Pequim.
De acordo com um representante da Casa Branca, com a visita, Bush, que é evangélico, procurou mostrar seu apoio à liberdade religiosa na China.
Ainda neste domingo, o presidente americano tem uma reunião com o presidente chinês, Hu Jintao, em que a questão da liberdade de culto deve ser um dos assuntos em pauta.
Ele foi acompanhado pela mulher Laura à Igreja Gangwashi, e escreveu no livro de convidados: “que Deus abençoe os cristãos da China”
De acordo com um representante da Casa Branca, com a visita, o presidente dos EUA, que é evangélico, procurou mostrar seu apoio à liberdade religiosa na China. O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, pediu ao governo chinês que garanta maior liberdade social, política e religiosa aos cidadãos do país.
Visitou na China uma das poucas igrejas cristãs que funcionam legalmente na capital chinesa, Pequim.
De acordo com um representante da Casa Branca, com a visita, Bush, que é evangélico, procurou mostrar seu apoio à liberdade religiosa na China.
Ainda neste domingo, o presidente americano tem uma reunião com o presidente chinês, Hu Jintao, em que a questão da liberdade de culto deve ser um dos assuntos em pauta”.
“Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu” V.14.
Os esforços norte-americanos sempre estão dentro dos interesses do Vaticano; com a pretensão da Liberdade Religiosa, o líder americano espera que o cristianismo seja levado sob a espúria bandeira daquele país, onde a força militar de Cruzadas pós-modernas, como a que acontece no oriente Médio, tenta levar o mundo Oriental ao cristianismo.
Esse sempre foi o método da primeira besta (Igreja Romana) e a segunda besta (EUA) refaz sua imagem, de perseguidora, impositora e hostil.
O cristianismo nunca deve estar associado a qualquer forma de governo; o principio de separação de igreja e estado, é uma das colunas da reforma e do cristianismo verdadeiro.
Em breve veremos a parte final da profecia do Apocalipse se cumprir, onde um embargo econômico, liderado pelos EUA, impedirá a qualquer nação de comprar e vender, se não seguir a sua pretensa ´liberdade religiosa´ -
“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte,para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome” V. 16 e 17.
Aliás essas já são as regras do capitalismo americano...
BUSH INCENTIVA IGREJA NA CHINA
Um porta-voz do governo chinês, entretanto, disse que os chineses "disfrutam de todas as formas de democracia e liberdade previstas na lei".
A igreja evangélica visitada por Bush é uma das cinco autorizadas a funcionar em Pequim. De acordo com Mike Green, diretor para assuntos asiáticos do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, o presidente americano visitaria a igreja não apenas porque é domingo.
"É também importante que o mundo veja e que o povo chinês veja que a expressão da fé é algo positivo para uma sociedade saudável e madura", disse.
REAGAN E JOÃO PAULO II CONTRA O COMUNISMO (Década de 80)
Os esforços conjuntos de EUA e Vaticano contra o ´eixo do mal´, são antigos... desde a década de 80 Reagan e João Paulo II já uniam esforços para que o Cristianismo fosse a Religião soberana no planeta. O ´eixo do mal´ em meados dos anos 80 era o Comunismo, e o empenho de Reagan e de João Paulo II em acabar com a Europa comunista e a antiga URSS, estão documentadas nos links ao lado.
A profecia diz que a postura de perseguir os povos que se opõem a Fé Católica que na Idade Média foi através das Cruzadas, retornaria com o apoio da segunda besta (EUA): “façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu;e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta”.
A Imagem da besta, se refere ao poder de perseguição que caracterizou a Igreja Católica medieval, e o Papado foi ferido em 1798 quando os Generais de Napoleão prenderam o Papa e fizeram fim ao reinado de 1260 anos de poder sobre a Europa, através da opressão Política e Religiosa.
Os EUA reviveram a ´imagem da primeira besta (vaticano)’ lhe conferido autoridade Militar através da derrubada do Comunismo em 1989 e agora com a tentativa de queda do Islamismo.
Reagan e João Paulo II são os principais responsáveis pela entrada pela queda do Comunismo na Europa na antiga URSS; interesses divididos, objetivos opostos – os EUA interessados na Política e o Vaticano na derrubada do Ateísmo Comunista.
Curiosamente Reagan e João Paulo II subiram ao poder no início da década de 80, e trabalharam juntos durante 8 anos, quando o presidente Norte-Americano terminou seu mandato; o Muro de Berlim foi derrubado um ano depois, em 1989. Em 1981 os dois Líderes sofreram atentados e foram alvejados por tiros; Reagam 30 de Março, e João Paulo II em 13 de Maio do mesmo ano.

















