Mostrando postagens com marcador APOCALIPSE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador APOCALIPSE. Mostrar todas as postagens

666 – O NÚMERO DA BESTA

O Apocalipse indica haverá um número a ser recebido pelos adoradores da Besta – “o número da besta, pois é número de ser humano. E esse número é seiscentos e sessenta e seis”; capítulo 13, verso 18.

Para entendermos esse número apocalíptico precisamos entender a numerologia que existe no livro da Revalção.

O número 7 é usado extensivamente no Apocalipse, indicando ser o número que identifica a Deus e seus seguidores. O número 7 aparece 55 vezes no Apocalipse. As profecias estão agrupadas em séries de sete – sete estrelas, sete anjos, sete cartas, sete igrejas, sete selos, sete trombetas, sete taças, sete pragas etc.

O uso do número 7 está relacionado com a semana da criação e com o Criador. O Apocalipse aponta para o Criador com o uso da imagística do número 7.

Já o número 6 aponta para o ser humano. A própria Revelação indica – “é número de ser humano” Ap 13:18. Mas o número da besta vem com o número 6 triplicado – 666. E é dito que isso consiste em “a marca, o nome da besta ou o número do seu nome”; Ap 13:17. Essas três coisas parecem ser sinônimas, ou a mesma coisa – marca, nome da besta ou o número do seu nome” que é o dígito 666.

MARCA

Assim como Deus tem o seu sinal, a besta tem a sua marca. Deus diz através do profeta Ezequiel – “dei os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles, para que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica”; Ez 20:12. “Santifiquem os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vocês, para que saibam que eu sou o Senhor , seu Deus’; Ez 20:20. E assim o sábado se torna um sinal de Deus para Seu povo e a santificação desse povo.

Já a besta tem sua marca. A Revelação diz – “A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, (a besta) faz com que lhes seja dada certa marca na mão direita ou na testa”; Ap 13:16. A marcação ‘na mão’ e ‘na testa’ está relacionado com Dt 6:8, que descreve o hábito cultural-religioso que Deus havia indicado ao povo para carregar a Lei de Deus consigo; eles deveria amarrar tiras de couto na mão e na testa, e ali deveriam estar escritas as palavras da lei. Era um sinal de obediência do povo, a Aliança de Deus, prescrita em Sua Lei.

A marca da besta se constituiu o oposto disso – a desobediência à lei de Deus.

NOME DA BESTA

A Revelação indica que o “número do seu nome” esta no número 666. Isso pode se relacionar ao idioma do latim, onde os números representam letras. O latim era o idioma do império romano e também da igreja romana. No latim, um dos títulos do Papa é ‘Vicarius Filli Dei’, onde as letras desse título, se forem vertido para os números correlatos, somam 666.

NÚMERO DO SEU NOME

O 666 assim é um número que indica o nome ou identidade da besta – o papado – que pretende ser o substituto de Deus na terra. Nos documentos oficiais da ICAR se tem registrado – “O papa é tão honrado e tão exaltado que não é um mero homem, mas é como se fosse Deus na Terra” (Lucius Ferraris, “Papa”, artigo 2 em Prompta Bibliotheca [1763], v. 6, p. 25-29).

 

O Papa Leão XIII declarou: “Nós [os papas] assumimos na Terra o lugar do Deus Todo-Poderoso” (The Great Encyclical Letters of Pope Leo XIII [Nova York: Benziger, 1903], p. 193).

A marca da besta, é o domingo; e o sinal de Deus é o sábado. A experiência de adoração no sábado leva a santificação do povo de Deus (que é a benção do sábado- Gn 2:2). A santificação é o processo de levar os humanos à imagem e semelhança de Deus novamente. E a experiência de adorar no domingo, é uma adoração  ao Dragão, a besta, e ao sol. E levam as nações a se assemelhar a Satanás em impiedade.

O sinal de Deus (experiência de adoração no sábado e ser santificado) levará ao selamento do povo de Deus. A marca da besta (experiência de guardar o domingo) levará a também a um ‘selamento’, ou o recebimento da ‘marca’.

O selamento dos adoradores da besta, ou dos que guardam o domingo, se dará quando receberem “o número do seu nome”, o 666.

Esse digito tríplice tem haver com a falsa trindade - o dragão, a besta e o falso profeta (Ap 16:13). Está relacionado também com os “três espíritos imundos” (Ap 16:13up).

O 666 assim representa a falsa trindade - Satanás, o papa e o falso profeta.

Quem admitir adoração a esses sistemas religiosos falsos, será selado por eles (recebera a imagem de satanás) ou recebera o número 666.

Então receber o número 666 é uma experiência espiritual de adoração a Satanás, ao papa ou falso profeta. E não adorar a Deus. O Apocalipse afirma – “adoraram o Dragão porque deu a sua autoridade à besta” Ap 13:4.

Essa adoração ao Dragão ou a besta acontece através da santificação do domingo. O primeiro dia da semana foi separado por Constantino, o imperador romano do 4º século; e foi perpetuado pelos bispos e papas da igreja romana.

Respondendo de uma forma resumida e rápida – o que é o número 666?

É a experiência religiosa de adoração a Satanás, a besta e o Falso Profeta, através do domingo, o falso dia de adoração.

Leia também - Quem é a Besta?

Leia também - A segunda Besta

Leia também - O Falso Profeta

1844 - O EPICENTRO DOS EVENTOS FINAIS

 

Há uma profecia que envolve tempo na Bíblia e ela se torna o epicentro de muitos eventos dos ‘últimos dias’ e dos ‘eventos finais’.

A profecia de Daniel 8:14 é uma revelação que envolve tempo e nos leva ao ano escatológico de 1844 (explicação no final do post).

De 1844, no século 19, eclodem todos os importantes eventos espiritualistas, científicos, políticos, e dezenas de outros que formam o cenário atual que vivemos.

É como se essa data fosse o epicentro de uma série de eventos no céu e na terra; da parte de Deus e da parte de Satanás, para o grande evento da Segunda Vinda.

Satanás desencadeia uma serie de eventos para atrapalhar o ‘tempo do fim’ na conclusão do juízo na vida dos humanos. Esses eventos são para frustrar os propósitos de salvação dos crentes, missão da igreja e preparação para a crise final.

Por exemplo, pouco antes de 1844 surgem as bestas descritas no Apocalipse, ou nações protagonistas do cenário político do tempo do fim:


Pouco antes de 1844 também surgem filosofias partidárias que iriam combater contra a igreja, a família e o casamento:


Os conceitos de capitalismo e comunismo surgem dentro desse período:

Nesse tempo também surge a teoria da evolução, na pessoa e obra de Charles Darwin:

O século 19 foi um caldeirão para o surgimento de vários falsos profetas como Jesus havia predito (Mt 24:24):

Entendendo a profecia - "Até duas mil e trezentas tardes e manhãs. Depois, o santuário será purificado” Daniel 8:14. E esse dígito temporal é o ponto de partida para os seguintes grandes eventos:

1)      A vinda do Messias

2)      A entrada do Messias no Santuário Celestial

3)      O início do juízo

As “2300 tardes e manhãs” é um período de tempo de 2300 anos. Na Bíblia “tarde e manhã” significa ‘dia’ (Gn1:5) e em profecia, ‘dias’ são ‘anos’ – “cada dia representando um ano” Nm14:34; aqui essa frase se aplica a uma profecia Divina, ao castigo de 40 anos do povo em permanecer ao deserto; eles haviam observado a Terra Prometida durante 40 dias, rejeitaram a terra, e Deus os castigou com 40 anos. Outro texto que possui essa expressão – “cada dia por um ano” Ez4:7 – é a profecia anunciada por Deus ao povo que iria sofrer um cerco de 40 anos em Jerusalém.

Os 2300 anos tem o seu início em 457 aC. O anjo explica isso a Daniel, no capítulo seguinte a essa profecia (9:25) – “Saiba e entenda isto: desde que foi dada a ordem para restaurar e para edificar Jerusalém” Daniel 9:25. O anjo elucida a Daniel, dizendo que os 2300 anos começariam com as “setenta semanas... até a vinda do Ungido” Daniel 9:24,25.

‘Setenta semanas’, seguindo o principio “dia-ano”, se referem a 490 anos iniciais desse período do 2300 anos.

Mas o ano 457 aC também é o início dos 2300 anos, nos levando até o século 19, no ano de 1844. Nesse ano “o santuário se(ria) purificado” Dn 8:14. Ou o Santuário Celestial que Jesus entrou (Hb 8:1,2) ali se iniciaria o juízo, onde “foi instalada a sessão do tribunal e foram abertos os livros" Daniel 7:10. As profecias de Daniel descrevem esses eventos.

 Assim o ano de 1844 se torna um epicentro de eventos finais que nos ajudam a entender muitos dos fenômenos que ocorrem em nossos dias.

Seja a falsa ciência, os movimentos culturais ou filosofias políticas, esses eventos surgem para desviar a atenção e desencaminhar as pessoas na terra.

Por isso o Apocalipse diz – “Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vocês, cheio de fúria, sabendo que pouco tempo lhe resta" Ap12:12.

E o tempo pós 1844 é um tempo regressivo para a Segunda Vinda e o Juízo Final.

E já se passaram 178 anos do início do Tempo do Fim, e muitos eventos preditos já aconteceram; muitos sinais se cumpriram (Mt 24:5-14).

Pouco tempo nos resta.

OS PERSONAGENS DA PROFECIA APOCALÍPTICA



As profecias apocalípticas estão nos livros de Daniel e Apocalipse e se constituem em revelações para o Tempo do Fim

O livro de Daniel estabelece um princípio para a interpretação dos animais em profecias – “Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis que se levantarão da terra... O quarto animal será um quarto reino na terra” Daniel 7:17 e 23.

Esse é um ‘molde de interpretação’ para as profecias apocalípticas. A sequência de animais deve ser interpretado como uma sequência de reinos. Isso em Daniel ou Apocalipse.

Os animais das visões de Daniel – os 4 animais do capítulo 7; os dois animais do capítulo 8, são reinos sequenciais. Os animais [bestas] de Apocalipse 11, 13 e 17, são reinos.

A BESTA QUE SAI DO ABISMO – Ap 11:7
“a besta que sobe do abismo” Apocalipse 11:7 – esse reino é descrito dentro da visão das 2 testemunhas. O reino faz guerra ás duas testemunhas, as destrói e vence por um período de tempo. As duas testemunhas “profetizam por mil duzentos e sessenta dias” v3. Ou seja, não podem ser pessoas reais.

Os 1260 dias são os 1260 anos de domínio papal na Europa [538-1798 dC] em que a Bíblia foi ignorada e adulterada pelo poder religioso romano. As Duas Testemunhas são o Antigo e Novo Testamentos – “as duas oliveiras e os dois candeeiros” v4, pelos quais Deus derrama unção e luz sobre a humanidade.

A nação que fez guerra a Bíblia e a erradicou por 3 anos e meio v9, é a França. Esse país através da Revolução Francesa, não só prendeu o papa, derrubou o domínio religioso corrupto, mas também aboliu as escrituras durante o ‘reinado do terror’ de 05.09.1793 a 28.07.1794.

As Bíblias foram queimadas nas praças da cidade de Paris motivados pela filosofia da Revolução Francesa que era o culto da razão, como as bases do iluminismo europeu que se estabelecia por todos os países.

A BESTA QUE SAI DO MAR – Ap 13:1-10
A descrição mais flagrante está no v.5  – "Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias” – as prerrogativas que o papado assume em mediar a relação do homem com Deus, dar ao papa o título de ‘substituto’ do Filho De Deus; perdoar pecados dos homens; a infalibilidade e outras prerrogativas, são arrogâncias e blasfêmias contra Deus.

O  v.6 ainda descreve  – “E abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome e do seu tabernáculo e dos que habitam no céu” – assumindo a postura de mediador entre Deus e o homem, o papado anulou a obra de Jesus no santuário Celestial (Heb. 4:14; 8:1) e toda a obra de salvação realizada ali.

Mas é o  v.7 que descreve a principal característica que coloca o papado como protagosnista desse símbolo – “ Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los” – talvez uma das mais claras referências, pois o papado foi o responsável pela morte de milhões de pessoas em 1260 anos de perseguição pelas guerras e inquisições contra os próprios cristãos que negavam seguir suas doutrinas corruptas.

A BESTA QUE SAI DA TERRA – Ap 13:11-18
Seguindo  o princípio de interpretação de que esse símbolo também é uma nação, o v13 indica que essa nação – “faz grandes sinais... descer fogo do céu” – essa cena evoca o evento do Carmelo (Elias) descrito no Antigo Testamento. Mas aqui o fogo que desce do céu, desta vez cai no altar errado, iludindo a humanidade. Uma clara referência ao Espírito Santo (fogo) e sua descida sobre a terra.

Certamente indicando o Pentecostalismo que se iniciou neste país; o berço pentecostal é os EUA.
O v14 ainda acrescenta  – “engana... com sinais que lhe foi permitido fazer” – é notório que o movimento pentecostal que se originou nos EUA tem a marca de um ministério de sinais e prodígios. Esses sinais servem ao propósito de enganar e dissimular a verdadeira experiência com o Espírito Santo.

A IMAGEM DA BESTA – Ap 13:15
Em Ap 13:14 é dito que a primeira besta [EUA] é que leva os que “habitam na sobre a terra” a fazer  “uma imagem à besta”.

No verso 15 do mesmo capítulo é dito que os EUA comunica “fôlego a imagem da besta”; isso se remete a Gênesis 2:7, na criação de Adão, quando Deus sopra o ‘fôlego’ dando vida ao ser humano. O texto da a entender que os habitantes da terra fazem a ‘imagem da besta’ e os EUA dão ‘fôlego’ ou vida a essa ‘imagem’. Essa é uma entidade que parte dos EUA; é um ‘produto’ da nação americana.

A ‘imagem da besta’ também parece ser uma entidade como a própria ‘besta do mar’ ou o papado. O capítulo 14 afirma que a “besta e a sua imagem” recebem adoração, sendo portanto uma entidade religiosa.

Os EUA [segunda besta] é descrito como que ‘faz descer fogo do céu’ 13:13. Essa é uma referência a experiência de Elias no Monte Carmelo; só que no evento do Tempo do Fim, o fogo descerá no altar do ‘falso profeta’. Essa é uma referência também à descida do Espírito Santo sobre os discípulos no Pentecostes, e se cumpre no movimento protestante dos pentecostais. A ‘imagem da besta’ ou movimento pentecostal é genuinamente americano por isso é descrita dentro da profecia da besta que sobre da terra.

FALSO PROFETA
O Apocalipse descreve que “a besta foi presa, e com ela o falso profeta” 19:20. O papa não é o Falso Profeta.

Os falsos profetas são muito mencionados na Bíblia como aqueles que arrogavam ter o Espírito Santo, mas falavam de si mesmos.

Os EUA como nação que “faz cair fogo do céu” 13:13:13up, parece ser a melhor interpretação para a origem do falso profeta. É uma clara alusão ao evento do Carmelo onde Elias – o verdadeiro profeta – e os profetas de Baal estiveram disputando que faria descer fogo do céu [1Rs 18:19].

A ‘imagem da Besta’ e o ‘Falso Profeta’ parecem ser a mesma entidade religiosa em fases diferentes.
Assim como a Besta do Mar [Ap 13:1], a Grande Prostituta [Ap 17] e a Cidade Babilônia [Ap 18] são a mesma entidade religiosa [papado, igreja romana e ICAR], mas em fases diferentes.

A ‘imagem da besta’ pode estar relacionado ao início do movimento pentecostal, associado à guarda do domingo; e o ‘falso profeta’ associado a ultima fase do movimento pentecostal em união à igreja católica, para o decreto dominical e o decreto de morte.

 GRANDE PROSTITUTA – Ap 17
Mulher na simbologia bíblica é uma referência à igreja - Efesios 5:35 [nos vs22-31 Paulo dá conselhos a marido e à mulher; no v35 ele explica que eram uma referência profética a Cristo e Sua igreja].

Essa é a mesma Besta do Mar [papado] mas em uma fase diferente, como igreja e não como poder político-religioso como na idade média.

O fato básico da simbologia é que é uma mulher prostituída, ou que se corrompeu.
A corrupção dessa mulher/igreja se deu pelas doutrinas bíblicas que foram modificadas:
-mudança do texto bíblico original
-mudança do sábado para o domingo
-exclusão do texto que descreve o segundo mandamento em Êxodo 20
-autorização para homens [padres] perdoarem pecados
-papa assumir o lugar do Espírito Santo na Terra
-atribuição a Maria como intercessora, e não a Jesus como intercessor

BABILÔNIA – A GRANDE CIDADE – Ap 18
Esse é o mesmo poder religioso anterior, mas em uma outra fase.
Os nomes da Mulher Prostituta [17:5] e da cidade [18:2] são a mesma. A igreja será transformada em algum poder político novamente mas não como no passado.
A imagística de uma cidade, é extraída da queda da antiga Bbailônia [Daniel 5] que caiu diante da ação dos Medo-persas.
É nesta fase que esse poder religioso cai e se encaminha para sua destruição – vs 9-19.

A MULHER DE APOCALIPSE 17


1.       A ‘mulher’ de Apocalipse 12 é mencionada como indo ao deserto em fuga; a ‘mulher’ do capítulo 17 é descrita como “num deserto e vi uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres” v.3.

Mulher na simbologia bíblica é uma referência à igreja - Efesios 5:35 [nos vs22-31 Paulo dá conselhos a 
marido e à mulher; no v35 ele explica que eram uma referência profética a Cristo e Sua igreja]

2.        Ela é identificada como a “grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas” v.1. Ora no Apocalipse é codificado que “as águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas” 17:15. 

A Europa é o berço dos povos e nações, e onde se encontra o Vaticano.

3.       É declarado desta igreja que “se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra” v.2. 

O Vaticano no passado e no presente sempre esteve envolvida com política e assuntos de estado. 
A ‘prostituição’ se refere às mudanças nos conceitos bíblicos para a formulação das suas falsas doutrinas. 
Também é uma referência a suas relações com as nações.

4.       A profecia descreve a “mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres”. 

Essa besta ou animal representa o estado do Vaticano sobre a qual a igreja se sustenta.

5.       O Apocalipse declara: “as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada” (17:9).  Roma é a cidade das 7 colinas – Campidoglio, Quirinale, Viminale, Esquilino, Celio, Aventino e Palatino.

6.       Outra indicação é feita como “os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora”. Os 10 chifres são os 10 reinos que originaram a Europa – Francos (França), Alamanes (Alemanha), Saxões (Inglaterra), Lombardos (Itália), Visigodos (Espanha), Suevos (Portugal), Borgundos (Suiça) Ostrogodos, Hérulos e Vândalos.

7.       A riqueza da igreja católica é descrita no v.4 – “Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição”. 

8.       É afirmado que a igreja católica não está sozinha na prostituição do evangelho de Jesus Cristo – “Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: Babilônia, A Grande, A Mãe Das Meretrizes E Das Abominações Da Terra". Como mãe é provável que haja suas filhas ou denominações que tem suas doutrinas deturpadas por conceitos  católicos.

9.       Talvez a evidência mais forte seja a do v.6 – “Então, vi a mulher embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus; e, quando a vi, admirei-me com grande espanto”.  Nada é mais evidente do que o fato desta igreja ter perseguido os cristãos dissidentes e protestantes que não concordavam com as mudanças teológicas.

10.   “A mulher que viste é a grande cidade que domina sobre os reis da terra” v.18; ou o Vaticano. Pode ser argumentado que o Vaticano não domina sobre as nações. Mas a profecia descreve apenas aspectos do domínio religioso. O papa é o líder moral do mundo contemporâneo.

O apelo da Palavra de Deus é – “Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” 18:4.

Os crentes devem sair deste sistema religioso falido – “Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo” 18:2 e 3.    

A mulher de Apocalipse 17 é a igreja católica apostólica romana.

A IMAGEM DA BESTA



O Apocalipse menciona 8x a ‘imagem da besta’ - 13:14 ;  13:15; 14:9 ; 14:11 ;  15:2 ; 16:2 ; 19:20 ; 20:4 . São 2 usos da expressão “imagem da besta” e 6 usos da expressão “sua imagem”.

Em Ap 13:14 é dito que a primeira besta [EUA] é que leva os que “habitam na sobre a terra” a fazer  “uma imagem à besta”.

1.“Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu” Ap 13:14.

No verso 15 do mesmo capítulo é dito que os EUA comunica “fôlego a imagem da besta”; isso se remete a Gênesis 2:7, na criação de Adão, quando Deus sopra o ‘fôlego’ dando vida ao ser humano. O texto da a entender que os habitantes da terra fazem a ‘imagem da besta’ e os EUA dão ‘fôlego’ ou vida a essa ‘imagem’.

2. “e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta” Ap 13:15.  

No capítulo 14, fora da descrição da besta que sai da terra, e agora descrevendo as 3 Mensagens Angélicas, na terceira mensagem é descrito que as pessoas adoram a ‘besta’ [papado] e a ‘imagem da besta’. Aqui o texto revela que são duas entidades diferentes; a besta que recebe adoração aqui é o papado, na pessoa do papa; e a imagem da besta também recebe adoração, sendo uma provável instituição ou entidade como o papado.

Paulo em 2Tessalonicenses menciona o “homem da iniquidade” 2:3, ou “iníquo” 2:8; e ainda o “filho da perdição”.  As 3 expressões se referem ao papa, que promove a ‘grande apostasia’ 2:3 predita por Paulo. O papado não pode ser a ‘imagem da besta’; ele faz parte deste reino representado pela ‘besta do mar’.

A ‘imagem da besta’ parece ser uma entidade como a própria ‘besta do mar’ ou o papado.
O capítulo 14 ainda afirma que a “besta e a sua imagem” recebe adoração, sendo portanto uma entidade religiosa. E essa entidade faz os ‘habitantes da terra’ receberem a ‘marca da besta’ sobre a ‘fronte e a mão’.

3. “Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão” Ap 14:9.
A ‘marca da besta’ é uma oposição ao ‘selo de Deus’ e ao selamento descrito no capítulo 7:3. O selo de Deus é identificado como a experiência de santificação do sábado [Ez 20:12 e 20]. Correlatamente a experiência da adoração no domingo é a ‘marca da besta’.

Ou seja, a entidade religiosa ‘imagem da besta’ promove ao lado da besta a falsa adoração do domingo. E isso é claramente relacionado em nossos dias que são as igrejas protestantes ou evangélicas que compartilham essa interpretação de que o domingo é o dia de guarda, em oposição à verdade bíblica da santificação do sábado.

Identificado a entidade religiosa que é a ‘imagem da besta’ – o protestantismo apostatado – entendemos que aquilo que o papado promoveu no passado, o protestantismo também irá promover em união ao papa. E o castigo descrito à ‘besta’, é participado pela ‘imagem da besta’.

4. “A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome" Apo 14:11. 

Os adoradores da besta e os adoradores da ‘imagem da besta’ são descritos como recebendo o mesmo castigo das pragas apocalípticas.

5. “Saiu, pois, o primeiro anjo e derramou a sua taça pela terra, e, aos homens portadores da marca da besta e adoradores da sua imagem, sobrevieram úlceras malignas e perniciosas” Apo 16:2.

Em contraste, os remidos são descritos como aqueles que estão fora destas duas entidades [Ap 18:4], porque Deus os chama a sair dali.

6. “Vi como que um mar de vidro, mesclado de fogo, e os vencedores da besta, da sua imagem e do número do seu nome, que se achavam em pé no mar de vidro, tendo harpas de Deus” Apo 15:2.

No verso seguinte encontramos três entidades mencionadas – a ‘besta do mar’ [o papado]; o ‘falso profeta’ e a ‘imagem da besta’. Mas o verso afirma que “os dois são lançados... no lago de fogo”. Ou seja, o ‘falso profeta’ é também a ‘imagem da besta’. O ‘falso profeta’ é o protestantismo apostatado. 

São duas fases da mesma entidade religiosa; pois inicialmente, quando ainda não está ligado ao papado, é descrito como falso profeta que ‘faz descer fogo do céu’ 13:13. Essa é uma referência a experiência de Elias no Monte Carmelo; só que no evento do Tempo do Fim, o fogo descerá no altar do ‘falso profeta’. Essa é uma referência também à descida do Espírito Santo sobre os discípulos no Pentecostes, e se cumpre no movimento protestante dos pentecostais. O ‘falso profeta’ ou movimento pentecostal é genuinamente americano e na profecia é descrito com ligação à besta que sobe da terra - 13:11.

7. “Mas a besta foi aprisionada, e com ela o falso profeta que, com os sinais feitos diante dela, seduziu aqueles que receberam a marca da besta e eram os adoradores da sua imagem. Os dois foram lançados vivos dentro do lago de fogo que arde com enxofre” 19:20.

 A última referência a ‘imagem da besta’ é usada para descrever a experiência dos que estão durante o milênio no céu. Ou seja, foram arrebatados na Segunda Vinda [1Tes 4:16 e 17]; e não receberam o selamento da besta [na mão e na testa] e reinam com Cristo no céu durante mil anos.

8. “tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos” 20:4 up.

Conclusão:
A ‘imagem da besta’ é uma criação dos que “habitam sobre a terra” e não um movimento religioso que parte de Deus. É identificada como um entidade religiosa que se liga ao papado em conexão com a experiência de se guardar o domingo, o dia falso de adoração. 

É também identificada como tendo uma ‘dupla personalidade’, sendo também o ‘falso profeta’ ou tendo o movimento pentecostal em sua composição. Como a ‘imagem da besta’ é descrita na seção da ‘besta da terra’, essa entidade seria formada em seu tempo e domínio, sendo identificada como o protestantismo apostatado.

A apostasia dessa entidade é denunciada pelo Apocalipse como ocorrendo pela experiência da falsa adoração, que a o papado havia criado e promovido. Daí a expressão ‘imagem da besta’, ou como tendo a mesma experiência do papado, ou da religião romana.

O CHIP E A MARCA DA BESTA



O Apocalipse indica que os humanos serão marcados com dois selos – o selo de Deus ou a marca da besta.

A profecia descreve o selamento do povo de Deus – “E ouvi o número dos selados, e eram cento e quarenta e quatro mil selados, de todas as tribos dos filhos de Israel” Ap 7:4.

Mas Satanás também tem seu selamento e pretende implantar sua marca nas mãos e testas de todos os habitantes da Terra.

O SELAMENTO
O selamento de Deus ocorre para que haja uma diferença entre os habitantes da Terra; Deus diferencia os justos dos ímpios, pois os eventos finais serão destruidores.

É dito na profecia que o Anjo “clamou com grande voz aos quatro anjos, a quem fora dado o poder de danificar a terra e o mar. Dizendo: Não danifiqueis a terra, nem o mar, nem as árvores, até que hajamos selado nas suas testas os servos do nosso Deus” Ap 7:2,3.

A razão do selamento então, é a destruição que ocorrerá antes da Segunda Vinda de Jesus.
Ainda é dito que os servos de Deus são selado na ‘testa’. A marca da besta é descrita da mesma forma, como sendo na ‘testa e na mão’ – “seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas” Ap 13:16.

Toda descrição do Apocalipse é simbólica. E os símbolos desta profecia devem ser extraídos do Antigo Testamento, e não do que imaginamos estar relacionado na atualidade.

O ENIGMA E A SOLUÇÃO
A Bíblia oferece o símbolo, e também dá a resposta, ou a solução para esses enigmas.

No Antigo Testamento encontramos uma orientação Divina para o povo de Israel, usar os ‘Tefilins’ ou ‘filacterios’ para ser diferenciado dos demais povos. Eram tiras de couro que usavam nos pulsos ou na testa, e nessas tiras de couro haviam trechos da Lei de Deus escritas.

A ordem de Deus era – “Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração... Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos” Dt 6:5-8.

O sinal de Deus para que o povo fosse reconhecido diante das nações pagãs, eram os filactérios amarrados na mão e na testa.

Quando o Apocalipse usa essa imagística, ou esse símbolo, está fazendo uma referência à Lei de Deus que deve estar na mente do Seu povo.

O povo de Deus no Temo do Fim será reconhecido como aquele que obedece sua Lei. O Apocalipse afirma essa realidade, dizendo que  “O dragão [Satanás] irou-se contra a mulher [a Igreja], e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente [o Povo de Deus], os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo” Ap 12:17.

O Selamento [Ap 7:1-3] do Povo de Deus ocorre quando o cristão reconhece a Soberania de Deus através de Sua Lei, e em obediência se distingue dos adoradores da bBesta, que ignoram ou mudam Sua lei.

O SELO DE DEUS
Outro profeta, Ezequiel, descreve o Selo de Deus como sendo um dos mandamento dessa Lei – “E também lhes dei os meus sábados, para que servissem de sinal entre mim e eles; para que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica” Ez 20:12.

O sábado se torna um ícone do selamento, porque foi um dos mandamentos alterados pela Besta [papado] mudando a guarda do sábado para o domingo.

O selamento de Deus, é mimetizado pela ‘Besta que sai do mar’, através da doutrinação do dia falso de adoração. Ou seja, a Besta também está realizando um selamento na testa e na mão, mas com o seu próprio ‘sinal’ [Ap 13:6].

A obediência a Deus é o processo de selamento. É a distinção que Deus usa para diferenciar na Terra aqueles que são realmente seus através da santificação – “santificai os meus sábados, e servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o Senhor vosso Deus” Ez 20:20.

Obviamente não é a obediência de um só mandamento, o sábado, que santifica, o sela o Povo de Deus, mas a obediência a todos os mandamento, do qual o sábado aqui é uma referência, devido a mudança que a Besta do Mar efetuou, tornando a Lei de Deus anulada.



A DISTRAÇÃO
A "marca na mão direita e na testa" não se trata de um 'chip'. As coisas espirituais se explicam com temas espirituais, e não com tecnologia deste mundo.

Essa é uma distração para que os que desconhecem a interpretação bíblica do Apocalipse, se envolvam em uma expectativa falsa, e sejam distraídos da verdadeiro selamento.

Lembre que os símbolos do Apocalipse é a própria Bíblia que oferece seu significado. No Antigo Testamento "na mão e na testa" eram colocados trechos da lei amarrados [Deut. 6.8] são os 'Tefilins' ou filactérios. É desta imagística do Antigo Testamento que deve ser extraído a solução para o símbolo da profecia.

Assim como o povo de Deus será selado com a Sua Lei através da obediência [Ap 7.3] os adoradores da besta [papado] serão selados na desobediência.

Essa 'marca da besta' é uma marca espiritual ou 'selamento’; assim como o selamento do remanescente será pela obediência à Lei.

A AGENDA DO FALSO PROFETA

Equipe do Capitol Ministries durante estudo biblico com Trump


“A Capitol Ministries —nome que significa “Ministério do Capitólio”, símbolo do Congresso americano— foi fundada pelo ex-jogador de basquete Ralph Drollinger na Califórnia, em 1996, para “criar discípulos de Jesus Cristo na arena política pelo mundo todo”.

"Até o ano 2010,  o público eram deputados estaduais; naquele ano, o primeiro ciclo de estudos foi fundado em Washington, no Congresso americano. Mas foi em 2017 que Drollinger  deu seu salto para o primeiro plano da política mundial, quando fundou o primeiro grupo de estudos dedicado apenas a membros do Governo de Donald Trump."

 "O encontro semanal, em um local não revelado, reúne dez membros do alto escalão do Governo, incluindo o vice-presidente, Mike Pence, e o secretário de Estado, Mike Pompeo, que dirige a política externa. O ex-diretor da Agência de Proteção Ambiental Scott Pruitt, que articulou a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, sobre aquecimento global, e já questionou o efeito de emissões de carbono sobre o clima, também chegou a participar."

"O objetivo dos estudos bíblicos, que são traduzidos para o espanhol e em breve para o português, é disseminar a visão de Drollinger sobre o cristianismo aplicado à política. “Nossa ideia é chegar a nível de Presidência da República e ministros, primeiro escalão. A gente tem um slogan que é ‘first the firsts’, ou seja, primeiro os primeiros. Através dessas pessoas com relevância a gente pode mudar o destino da nossa nação”, diz o pastor Ferreira Jr., que, indicado pelo diretor regional no Brasil, pastor Giovaldo de Freitas, passou por uma semana de treinamento em Seattle com Ralph Drollinger e sua equipe."

"As aspirações da Capitol Ministries no Brasil são ambiciosas, embora o pastor Ferreira Jr. chame de “trabalho de formiguinha”: conduzir, a portas fechadas nos gabinetes, reuniões bíblicas individuais com parlamentares, especialmente os não convertidos, além de reuniões coletivas semanais —e ainda garantir que cada parlamentar do Congresso Nacional receba os estudos impressos, por e-mail e por mensagem no celular. “Nosso objetivo é reconstruir a nação a partir de valores cristãos que são forjados através do estudo da palavra”, define o pastor."
Trump orando com pastores do Capitol Ministries

"Afinal, o objetivo da igreja fundada por Drollinger é basicamente “converter” políticos e servidores públicos a uma visão cristã evangélica da política que se casa perfeitamente com a visão da ultradireita americana. “Sem essa orientação, é bem mais difícil chegar a políticas públicas que satisfaçam a Deus e sejam benéficas ao progresso da nação”.

"Financiada pelo vice-presidente Mike Pence e pelo secretário de Estado Mike Pompeo, segundo afirmou o próprio Drollinger em seu site, a Capitol Ministries também se vale da influência do Governo americano para cumprir sua missão, entre aspas, divina: dominar o mundo." [Fonte: El País]

O FALSO PROFETA NA PROFECIA


A imagística do Falso Profeta vem do AT onde pessoas assumiam falar por Yahweh, mas Deus não os havia chamado. Os falsos profetas sempre fizeram um desserviço  ao povo de Deus.

O caso clássico de Falsos profetas é de 1Rs 22:12 onde Acabe e Josafá fazem uma aliança militar, acreditando em Falsos Profetas.

Jesus deixou um sinal no Sermão Profético, sobre o Fim do Mundo, alertando sobre Falsos Profetas – Mt 24:11.

E o Apocalipse usa essa imagística do Falso Profeta para articular a história-profética ao falar sobre a Trindade Satânica que há de reger o mundo no Tempo do Fim.

O Falso Profeta é mencionado 3x no Apocalipse – 16:13; 19:20; 20:10.

Em 16:13 o profeta vê “sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs” “da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta”. Esse capítulo 16 é uma fase após a apresentação das 3 Bestas [11:7 – A Besta que surge do Abismo; 13:1 – A Besta que sai do Mar; 13:11 – A Besta que sai da Terra].


Ou seja, Apocalipse 13 parece ser um ‘tempo’ onde o mundo é regido por poderes de nações [as três bestas – Europa, Papado, EUA].

Apocalipse 16 parece ser um outro ‘tempo’ quando outros três poderes atuam – Dragão, Besta e Falso Profeta [Satanás, Europa ou Papado e EUA].

Os EUA, a antiga Besta da Terra, no capítulo 16 é retratado como Falso Profeta.

Na imagística do AT são Falsos Profetas que pretendem falar em nome de Deus mas não foram chamados por Deus. Eles mentem e falam de si mesmo.

E o que temos visto nos EUA é exatamente essa postura do atual governo Trump. Tentar falar em nome de Deus, mas com um falso evangelho e mentiras.

Trump não é o Falso Profeta. O Falso Profeta é um governo caracterizado por uma religiosidade pretenciosa que pretende falar em nome de Deus.

A matéria do Jornal El País, apenas nos mostra como a profecia está se cumprindo no governo de Donald Trump.

NOTRE DAME E BABILÔNIA



A Revelação mostra o fim de Babilônia como sendo um grande incêndio – “Chorarão e se lamentarão sobre ela os reis da terra, que com ela se prostituíram e viveram em luxúria, quando virem a fumaceira do seu incêndio” Ap 18;9.

Notre Dame não é propriamente a Babilônia descrita no capítulo 18 de Apocalipse.
Babilônia é a ‘Mãe das Meretrizes’ Ap 17:5 – ou a denominação original da qual a Catedral de Notre Dame, apenas representava. O Catolicismo Romano é a Babilônia, que uniu cristianismo e o paganismo para formular o que conhecemos hoje como a Igreja Católica Apostólica Romana.

Essa união do cristianismo e do paganismo, a profecia bíblica trata como ‘prostituição’; e caracteriza a pretensão do catolicismo como uma prostituta – o capítulo 17 de Apocalipse é que a caracteriza assim.

No capítulo 18 de Apocalipse a profecia mostra esse sistema religioso em uma nova fase, como uma cidade [Ap 17:18]. Com autoridade civil e religiosa, daí a transição da imagística da profecia – de uma prostituta, para uma cidade.

Mas o fim de Babilônia, narrado na profecia, é um grande incêndio – “num dia virão as suas pragas, a morte, e o pranto, e a fome; e será queimada no fogo; porque é forte o Senhor Deus que a julga” Ap 18:8.

Curiosamente, a França é retratada na profecia como sendo parte da 1ª Besta que ‘surge do abismo’ Ap 11:7, e sua catedral mais expressiva, que foi palco do ateísmo e anarquia da Revolução Francesa, sofre esse incêndio.

O Vaticano é caracterizado na profecia como a 2ª Besta que ‘emerge do mar’, e que também sofrerá um grande incêndio – “sobre ela prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio; estando de longe pelo temor do seu tormento, dizendo: Ai! ai daquela grande cidade de Babilônia, aquela forte cidade! pois em uma hora veio o seu juízo” Ap 18:9,10.

Talvez, não seja somente Notre Dame que sofrerá um incêndio mas também o Vaticano. A profecia não é precisa em especificar se será a capela de São Pedro, ou o Museu, ou os prédios do Vaticano, mas a sentença da profecia não falhará.
Babilônia, ou o Vaticano, tem muitas riquezas a mais do que Notre Dame. Os tesouros culturais e valores que estão ali, são muito mais significativo como patrimônio da humanidade. Mas estão sentenciados ao incêndio. E esse incêndio será sobrenatural, como castigo Divino pela corrupção do Vaticano; tanto corrupção moral como doutrinária.

E uma grande comoção mundial será desencadeada também, pelas perdas deste incêndio – “vendo a fumaça do seu incêndio, clamaram, dizendo: Que cidade é semelhante a esta grande cidade? E lançaram pó sobre as suas cabeças, e clamaram, chorando, e lamentando” Ap 18:18,19.

Para Deus, o tesouro cultural NÃO É valioso, quanto o valor da obediência aos seus mandamentos. Babilônia desprezou os mandamentos de Deus e os mudou, enganando as nações. Por isso será tão castigada.

Leia também:
 O Incêndio de Notre Dame

A França na Profecia Bíblica

A França e o Reinado do Terror

O INCÊNDIO DE NOTRE DAME



O monumento histórico mais visitado da Europa, a Catedral de Notre Dame sofreu um grande incêndio[14.04.19] danificando a ‘torre agulha’ e o seu teto que caíram destruídos pelo fogo.

A Catedral francesa tem 850 anos e já havia sobrevivido a eventos como as duas grandes guerras mundiais e a Revolução Francesa.

Cathédrale Notre-Dame de Paris ou literalmente em português, "Catedral de Nossa Senhora de Paris" é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo, situa-se na praça Paris, na pequena ilha Île de la Cité em Paris, França, rodeada pelas águas do Rio Sena.

Idealizada pelo Bispo Maurice de Sully e iniciada pelo Papa Alexandre III, durante o reinado do Rei Luis VII, a catedral é de estilo gótico, característico do século 12.

Palco da Convenção Ateísta
Durante a Revolução Francesa a Catedral de Notre Dame  foi palco da convenção ateísta que se instalou no país.

“Todo culto foi proibido, exceto o da liberdade e do país. O "bispo constitucional de Paris foi obrigado a desempenhar a parte principal na farsa mais impudente e escandalosa que já se levou à cena em face de uma representação nacional. ... Em plena procissão foi ele empurrado a fim de declarar à Convenção que a religião por ele ensinada durante tantos anos, era, em todo o sentido, uma peça de artimanha padresca, destituída de fundamento tanto na História como na verdade sagrada. Negou em termos solenes e explícitos a existência da Divindade a cujo culto fora consagrado, dedicando-se, para o futuro, à homenagem da liberdade, igualdade, virtude e moralidade. Depôs então sobre a mesa os paramentos episcopais, recebendo fraternal abraço do presidente da Convenção. Vários padres apóstatas seguiram o exemplo deste prelado". Com blasfema ousadia, que se diria incrível, disse um dos padres da nova ordem: "Deus, se existis, vingai Vosso nome injuriado. Eu Vos desafio! Conservais-Vos em silêncio; não ousais fazer uso de Vossos trovões.

Depois que a França renunciou ao culto do Deus vivo, pouco tempo se passou até descer ela à idolatria degradante, pelo culto da deusa da Razão, na pessoa de uma mulher dissoluta. E isto na assembléia representativa da nação, e pelas suas mais altas autoridades civis e legislativas! Diz o historiador: "Uma das cerimônias deste tempo de loucuras permanece sem rival pelo absurdo combinado com a impiedade. As portas da convenção foram abertas de par em par a uma banda de música, seguida dos membros da corporação municipal, que entraram em solene procissão, cantando um hino de louvor à liberdade e escoltando, como o objeto de seu futuro culto, uma mulher coberta com um véu, a quem denominavam a deusa da Razão. Levada à tribuna, tirou-se-lhe o véu com grande pompa, e foi colocada à direita do presidente, sendo por todos reconhecida como dançarina de ópera. ... A essa pessoa, como mais apropriada representante da razão a que adoravam, a Convenção Nacional da França prestou homenagem pública.

"Essa momice, ímpia e ridícula, entrou em voga; e o instituir a deusa da Razão foi repetido e imitado, por todo o país, nos lugares em que os habitantes desejavam mostrar-se à altura da Revolução." Disse o orador que apresentou o culto da Razão: "Legisladores! O fanatismo foi substituído pela razão. Seus turvos olhos não poderiam suportar o brilho da luz. Neste dia, imenso público se congregou sob aquelas abóbadas góticas que, pela primeira vez, fizeram ecoar a verdade. Ali, os franceses celebraram o único culto verdadeiro - o da Liberdade, o da Razão. Ali formulamos votos de prosperidade às armas da República. Ali abandonamos ídolos inanimados para seguir a Razão, esta imagem animada, a obra-prima da Natureza." - História da Revolução Francesa, de Thiers, vol. 2, págs. 370 e 371.

Ao ser a deusa apresentada à Convenção, o orador tomou-a pela mão e, voltando-se à assembléia, disse: "Mortais, cessai de tremer perante os trovões impotentes de um Deus que vossos temores criaram. Não reconheçais, doravante, outra divindade senão a Razão. Ofereço-vos sua mais nobre e pura imagem; se haveis de ter ídolos, sacrificai apenas aos que sejam como este. ... Caí perante o augusto Senado da Liberdade, ó Véu da Razão! ...

"A deusa, depois de ser abraçada pelo presidente, foi elevada a um carro suntuoso e conduzida, por entre vasta multidão, à catedral de Notre Dame para tomar o lugar da Divindade. Ali foi ela erguida ao altar-mor e recebeu a adoração de todos os presentes." - Alison.

Não muito depois, seguiu-se a queima pública da Escritura Sagrada. Em uma ocasião, "a Sociedade Popular do Museu" entrou no salão da municipalidade, exclamando: "Vive La Raison!" e carregando na extremidade de um mastro os restos meio queimados de vários livros, entre os quais breviários, missais, e o Antigo e Novo Testamentos, livros que "expiavam em grande fogo", disse o presidente, "todas as loucuras que tinham feito a raça humana cometer". - Journal de Paris, 14 de novembro de 1793 (nº 318).

O cristianismo francês nunca mais conseguiu ser restabelecido em sua força depois deste episódio. O incêndio ocorrido ontem [14.04.19] apenas consumou a cremação, de uma religião morta a um século. 

A catedral como monumento era um sucesso, mas como lugar de culto, já havia sucumbido.
O incêndio apenas lhe cremou às cinzas.

A LAMENTAÇÃO SOBRE O GRANDE INCÊNDIO



O incêndio que destruiu o Museu Nacional no Rio de Janeiro causou grande comoção nacional.
“O Museu Nacional do Rio de Janeiro, consumido por um incêndio na noite deste domingo [02.09.18], conta com um dos maiores acervos de antropologia e história natural do país - são cerca de 20 milhões de itens.” [BBC]

A história de um país estava ali e perdeu-se em questão de horas; o fogo destruiu a tudo. Os brasileiros estão indignados e profundamente tristes com o descaso, pelo patrimônio histórico, e com as perdas que são irremediáveis. Perdeu-se tudo, para sempre.

A Bíblia descreve um grande incêndio também, mas desta vez, será consumido toda a história humana. Esse triste e lamentável episódio deve nos levar a refletir as coisas deste mundo são descartáveis na perspectiva Divina.

O descaso é revoltante no caso das perdas do museu. Mas uma lição deve ser tirada deste triste episódio – perdas maiores ocorrerão por ocasião da Segunda vinda.

O apóstolo Pedro descreve a destruição que acompanhará a Segunda Vinda de Jesus – “os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens ímpios.

O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.
Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão.

Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade,
Aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão?” 2 Pedro 3:7-12

Na ocasião deste evento catastrófico da Segunda Vinda, todos os museus serão destruídos – o Museu do Louvre em Paris; o Museu de História Natural em Londres; o Museu Smithsonian nos EUA; e também todos os monumentos mais inscríveis deste mundo – a Torre Eiffel de Paris; o Cristo Redentor, no Rio; o Big Bem, em Londres; a Grande Muralha da China.

A triste história humana é descartável; só há uma coisa que importa realmente que é a história sobre Deus e Seu plano para salvar os humanos.

Essa memória, nunca se perdeu, e jamais será perdida – a salvação de Deus.

AS 3 MENSAGENS SATÂNICAS

Ao descrever a oposição que o ‘Dragão’ faz a Deus, o Apocalipse descreve três espíritos imundos ‘semelhantes a rãs’ (Apocalipse 16: ). Isto é uma contrafação das 3 Mensagens Angélicas (Apocalipse 14: ).

 Assim como Deus tem suas mensagens a humanidade, o ‘Dragão’ também tem suas mensagens satânicas.

Os espíritos imundos ‘semelhantes a rãs’ saem da ‘boca do Dragão’, da besta e do Falso Profeta. São falsos evangelhos, mentiras que tem o objetivo de enganar, destruir e desencaminhar os humanos.

Qual seria o conteúdo destas mensagens? Em se tratando das três forças opositoras à Verdade – o Dragão,a Besta e o Falso Profeta – eles tem um falso evangelho.

A grande mentira que Satanás (o Dragão) tenta incutir na mente humana tem haver com a alma do homem – ‘é certo que não morrereis’ (Genesis 3: ). A imortalidade da alma tem sido uma falsidade repetida de forma insistente pelo ‘pai da mentira’. Isso porque atende ao principal argumento satânico – que Deus mentiu ao afirmar que o homem morreria por ocasião do pecado.

Satanás ainda repete essa mentira da imortalidade da alma porque sabe que jamais poderá mimetizar a ressurreição. Em sua grande e última performance para enganar os humanos, ele pretende imitar a Segunda Vinda, no entanto jamais poderia reproduzir uma ressurreição.

Levar a humanidade a acreditar que ao morrer a alma vai ao paraíso, convenceria a todos que somos imortais. O Espiritismo tem feito isto e conceituado esta doutrina na mente da humanidade.

A segunda mentira sai da boca da Besta. O papado também possui uma doutrina que tem enganado as nações. Embora represente o cristianismo, o papado não professa a crença na Palavra de Deus.

A crença de que o planeta surgiu de uma explosão (big-bang) e que os 11 primeiros capítulos do Gênesis não são literais, mas alegóricos, fazem da origem do homem e da vida do planeta uma obra do acaso.

A descrença, o ateísmo e a incredulidade que prevalecem no mundo são o resultado da ação da besta e seu cristianismo adulterado.

A terceira grande mentira é obra do Falso Profeta. A nação norte-americana é  identificada como este falso vidente, que apresenta a inventiva manifestação do Espírito Santo através do pentecostalismo.

O protestantismo apostatado se constitui a base cristã para o pentecostalismo. A doutrina dos dons espirituais baseados em sinais sobrenaturais e a manifestação do Espírito Santo através de dons de línguas, profecias e exorcismo é a marca registrada deste segmento religioso.

Assim como Deus alerta a humanidade com suas mensagens angélicas, através de seus agentes celestiais, Satanás também tem seus mensageiros e respectivas mensagens:
1.      Dragão – Espiritismo (Imortalidade da alma)
2.      Besta – Ateísmo
3.      Falso Profeta – Pentecostalismo

Estes três movimentos compartilham entre si suas crenças; a imortalidade da alma é a principal delas, adotada por pentecostais e católicos. Apesar de ser um movimento religioso a besta favorece o principal oponente filosófico do cristianismo – o ateísmo.

Devido a sua postura na idade média para com a ciência e adesão as suas teorias do pós- modernismo, o papado ironicamente pode ser considerado o pai do ateísmo por sua relação prostituída com a ciência moderna.

AS 3 MENSAGENS APOCALÍPTICAS

No Apocalipse encontramos 3 mensagens que são anunciadas por anjos a todos os habitantes da terra.
Para você entender a importância dessas mensagens é preciso entender primeiro de que forma elas foram dispostas no livro.

O Apocalipse sempre apresenta quadros proféticos mostrando as cenas finais (de vitória e glória) antes das cenas de intermediárias (luta e batalhas).

O capítulo 14 onde as mensagens estão são precedidas pela cena de Jesus (o Cordeiro) no Monte Sião com os remidos (salvos) em uma comemoração apoteótica em um cântico de vitória.

Mas a que cenas essas mensagens antecedem?
1.      O Cordeiro e os remidos no Monte Sião
2.      Os Anjos proclamam as 3 Mensagens
3.      Os 7 Flagelos (Pragas)

Antes de ocorrer as Pragas que causaram um cenário de destruição e caos no planeta, são enviadas as 3 mensagens para alertar os habitantes da terra.

O conteúdo dessas mensagens são chocantes e o objetivo é chamar a atenção dos terráquios para o fim de todas coisas.

1ª Mensagem – Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

2ª Mensagem – Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição.

3ª Mensagem – Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro.

A primeira mensagem fala de um juízo.
A segunda mensagem fala da queda de um sistema religioso.
A terceira mensagem aponta para os adoradores que estão nesse sistema religioso, como sendo alvos da ira de Deus.

A falsa religião é o alvo do juízo de Deus nesses últimos dias. Quem você adora e como você se relaciona com sua espiritualidade vai fazer muita diferença nestes últimos dias.