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A ENCÍCLICA DIES DOMINI
A carta apostólica Dies Domini, promulgada por João Paulo II em 1998, visava reafirmar a centralidade do domingo na vida cristã-romana. Esse documento papal pode ser considerado um protótipo do Decreto Dominical; as bases teológicas para um decreto futuro contra a liberdade de culto.
No primeiro capítulo, "Dies
Domini", o domingo é apresentado como a celebração da obra do Criador. O
Papa destaca que, desde os tempos apostólicos, o domingo substituiu o sábado
judaico como o dia dedicado a Deus, marcando a nova criação iniciada com a
ressurreição de Cristo.
Vojtyla destaca que, embora o
domingo seja, para os cristãos, principalmente uma celebração pascal, essa
característica está intimamente ligada à mensagem das Escrituras sobre o
desígnio de Deus na criação do mundo. Ele enfatiza que o Verbo, que se fez
carne na plenitude dos tempos, é também o princípio e o fim do universo,
conforme afirmado em João 1:3 e Colossenses 1:16. Essa presença ativa do Filho
na obra criadora de Deus se manifesta plenamente no mistério pascal, onde
Cristo, ao ressuscitar como "primícias dos que morreram" (1 Coríntios
15:20), inaugura a nova criação.
João Paulo II também menciona que
o "shabbat", o repouso jubiloso do Criador, é uma bênção e
consagração do sétimo dia, conforme Gênesis 2:3. Ele argumenta que o domingo,
ao celebrar a nova criação iniciada com a ressurreição de Cristo, assume o
papel de recordar e santificar, cumprindo o mandamento de "recordar"
para "santificar" o dia do Senhor.
Assim, o Papa propõe que o domingo seja compreendido não apenas como um dia de descanso, mas como uma celebração da criação original e da nova criação em Cristo, unindo a obra do Criador com a obra redentora do Salvador.
O segundo capítulo, "Dies Christi", enfatiza o domingo como o dia do Senhor ressuscitado e do dom do Espírito. Aqui, o domingo é visto como a "Páscoa semanal", celebrando a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte.
Em "Dies Ecclesiae", o terceiro capítulo, o foco recai sobre a assembleia eucarística como alma do domingo. A participação na Eucaristia dominical é apresentada como essencial para a vida cristã, fortalecendo a comunhão e a identidade da Igreja.
O quarto capítulo, "Dies Hominis", trata do domingo como o dia do homem. João Paulo II argumenta que o descanso dominical é um direito humano fundamental, permitindo que as pessoas se dediquem à família, à cultura e à espiritualidade.
Finalmente, "Dies Dierum" aborda o domingo como a festa primordial, reveladora do sentido do tempo. O Papa propõe que o domingo seja o centro do calendário litúrgico, orientando a vida dos fiéis para a eternidade.
Ao longo da carta, João Paulo II expressa preocupação com a crescente secularização do domingo, transformado em mero "fim de semana". Ele conclama os cristãos a redescobrirem o verdadeiro significado do domingo, integrando fé, descanso e solidariedade.
Dies Domini é, portanto, um apelo à renovação da vivência dominical, destacando sua importância teológica, eclesial e humana.
Conclusão
O documento é um ensaio do Vaticano para um futuro decreto. As bases teológicas estão estabelecidas, embora quando sejam lidas com uma crítica textual e exegética rigorosa, não vemos de onde veio a mudança do sábado para o domingo. O argumento é mais alegórico do que textual. A tradição é usada mais do que a autoridade das Sagradas Escrituras.
Assim, Carol Vojtyla já em 1998 já estabelecia as intenções da Igreja Romana sobre o dia sagrado dessa Igreja Romana. Esse tema irá retornar ao cenário mundial. Na ótica da Encíclica Laudato Sí, como justificativa social e ambiental.
Mas Apocalipse 13 nos ajuda a
entender que o argumento será moral e financeiro, dentro da associação das duas
nações – EUA e Vaticano, as bestas do mar e da terra (Ap 13:11-18).
OS SETE ÚLTIMOS PAPAS
Como foi a atuação dos Sete ùltimos Papas dentro do cenário político-teológico?
Esse resumo nos ajuda a entender a evolução do Vaticano como poder dentro da Europa e do Mundo Ocidental:
1. Papa Francisco (2013–2025)
-Nome de batismo: Jorge Mario
Bergoglio (Argentina)
-Primeiro papa das Américas e
jesuíta
-A sua Enciclica Laudato Si foi um
documento que dava razão social e científica para a guarda do domingo.
-Ênfase: justiça social, meio
ambiente (Laudato Si’), Igreja mais inclusiva
-A inclusão de membros divorciados, e de pessoas de outros gêneros sexuais aproxima a igreja romana do quadro da "Babilônia" e "Sodoma" espiritual.
2. Papa Bento XVI (2005–2013)
-Nome de batismo: Joseph Ratzinger
(Alemanha)
- Teólogo conservador, renunciou ao papado
- Representa o reforço doutrinário
da besta (Ap 13:5–6), falando “com soberba e blasfêmias”.
- Ênfase: liturgia, doutrina,
diálogo com a razão
3. Papa João Paulo II (1978–2005)
-Nome de batismo: Karol Wojtyła
(Polônia)
- Primeiro papa não italiano em
455 anos
- Retomou o poder político
internacional, mudando o curso da Europa, com a queda do comunismo. Pode ser
considerado o papa que consolidou a cura da “ferida mortal”.
-Mentor da Encíclica Dies Domini, que pode ser considerada um protótipo do Decreto Domical.
- Ênfase: combate ao comunismo,
juventude, defesa da vida
4. Papa João Paulo I (1978)
- Nome de batismo: Albino Luciani
(Itália)
- Pontificado mais curto do século: 33 dias. Morreu de um infarto fulminante.
- Essa foi uma transição, sem
impacto direto profético, mas inserido em um momento de crescimento do
prestígio papal.
5. Papa Paulo VI (1963–1978)
- Nome de batismo: Giovanni
Battista Montini (Itália)
- Concluiu o Concílio Vaticano II e reforçou o
papel do papado na sociedade moderna.
- Ênfase: modernização e diálogo
com o mundo
- Fortaleceu a base do ecumenismo e da influência
moral global, preparando o caminho para a besta “cuja ferida foi curada”.
- É com ele que a imagem do papado
moderno começa a se consolidar com força nos assuntos globais.
6. Papa João XXIII (1958–1963)
- Nome de batismo: Angelo Giuseppe
Roncalli (Itália)
- Convocou o Concílio Vaticano II (1962):
abertura ao mundo moderno, ao ecumenismo e ao diálogo inter-religioso.
- Ênfase: abertura da Igreja ao
mundo moderno
- Leitura profética: início da
grande aproximação com outras igrejas (Babilônia e suas filhas – Ap 17:5).
- Reconstrução da imagem da besta:
união entre igrejas com pretensões universais.
7. Papa Pio XII (1939–1958)
- Nome de batismo: Eugenio Pacelli
(Itália)
- Papa durante a Segunda Guerra
Mundial
- Controverso por sua postura
durante o Holocausto
- Leitura profética: Começo da “cura da ferida
mortal” (Ap 13:3). Após a crise mundial, o papado começa a retomar relevância
global.
- Relações políticas com regimes e
nações marcam seu papel diplomático, típico da besta apocalíptica que “domina
reis” (Ap 17:18).
OS TRÊS ÚLTIMOS PAPAS
Desde a “ferida mortal” (Apocalipse 13:3) que o papado sofreu em 1798 com a prisão do papa Pio VI, e o fim de um reinado de 1260 anos de poder político-religioso, o papado e o Vaticano vem depois disto em uma crescente retomada de poder.
Os três últimos papas foram o ápice dessa retomada do
cenário político internacional.
O Papa João Paulo II, ou Carol Vojtyla, que reinou no
Vaticano de 1978–2005, foi um expoente nesse retorno ao cenário internacional
com o poder que os papas medievais possuíam.
Suas principais ações políticas foram:
- Combate ao comunismo – Desempenhou papel crucial na queda
do comunismo na Europa, especialmente na Polônia, apoiando o movimento
Solidariedade. Carol Vojtyla era polonês e lutou pela liberdade do seu povo.
- Diálogo inter-religioso – Vojtyla promoveu o entendimento
entre diferentes religiões, incluindo encontros históricos com líderes judaicos
e muçulmanos. Proximidade com líderes mundiais: estabeleceu relações
diplomáticas com mais de 170 países. Foi o primeiro papa a entrar numa sinagoga
e numa mesquita.
- Defesa dos direitos humanos – Condenou o apartheid na
África do Sul e criticou regimes opressores.
Suas principais ações teológicas foram:
- Encíclicas importantes: Publicou documentos como Redemptor
Hominis, Evangelium Vitae, e Dies Domini, abordando temas como a dignidade humana, a defesa
da vida e a guarda do domingo.
- A Encíclica Dies Domini foi um documento de 1998, sobre o domingo, destacando como dia sagrado, sua origem na criação e ressurreição de Jesus e um chamado à guarda desse dia. Foi um protótipo do Decreto Dominical.
- Valorização da família: Enfatizou a importância da família
e do matrimônio na sociedade contemporânea.
- Jornada Mundial da Juventude: Instituiu este evento para
aproximar os jovens da fé católica.
O penúltimo, Papa Bento XVI, ou Joseph Ratzinger, reinou de 2005–2013
no Vaticano:
Ações Políticas:
- Diálogo inter-religiosos: Apesar de controvérsias, buscou
manter o diálogo com outras religiões, incluindo o Islã e o Judaísmo.
- Conservadorismo moral: Reforçou posições tradicionais da
Igreja em temas como aborto e eutanásia.
Suas principais ações teológicas:
- Encíclicas teológicas: Escreveu Dies Caritas Est, Spe
Salvi e Caritas in Veritate, abordando o amor, a esperança e a caridade na verdade.
- Ênfase na liturgia: Destacou a importância da liturgia e
da Eucaristia na vida da Igreja.
- Renúncia história: Primeiro papa a renunciar em séculos,
abrindo precedente para futuras lideranças.
O Papa Francisco, ou Mario Jorge Bergóglio, reinou de 2013–2025,
como 1º papa sul americano da história da igreja Católica:
Suas principais ações políticas foram:
- Justiça social: Defensor dos pobres e marginalizados,
criticou o consumismo e a desigualdade social.
- Meio ambiente: Publicou a encíclica Laudato Si, chamando
atenção para a crise ecológica e dando ênfase no descanso dominical.
- Reformas na Igreja: Implementou mudanças na Cúria Romana e
enfrentou casos de abusos sexuais com novas diretrizes.
Suas ações teológicas foram:
- Inclusividade: Promoveu uma Igreja mais acolhedora,
especialmente para divorciados e a comunidade LGBTQ+.
- Encíclicas sociais: Além de Laudato Si, escreveu Fratelli
Tutti, enfatizando a fraternidade e amizade social.
- Estilo pastoral: Adotou uma abordagem mais simples e
próxima dos fiéis, enfatizando a misericórdia
o amor.
ANÁLISE
Vamos analisar essas ações politicas e teológicas, desses
três últimos papas, contrastando com a profecia bíblica.
Carol Vojtyla (Papa João Paulo II) em suas ações políticas
pode ser considerado um dos papas que curou a “ferida mortal” profética (Ap
13:3), restaurando o prestígio global do papado. Foi o papa que mais se
aproximou do modelo do papado medieval em interferências políticas.
Os papas medievais que destituam reis e promoviam outros.
Vojtyla destituiu o comunismo na Europa, e desencadeou um movimento para o enfraquecimento
do mesmo comunismo na poderosa URSS.
Sua popularidade e influência em todas as religiões seriam
vistos como preparação para uma falsa unidade espiritual mundial. Influenciou
de forma especial o Islamismo, aproximando esses religiosos para o mundo
ocidental. Hoje os islâmicos estão instalados nas principais capitais européias,
mas se tornaram uma ameaça a fé católica romana e ao mundo livre. A aproximação
com o Islã foi amistosa, da parte de Carol Vojtyla, mas os líderes Islâmicos
viram uma brecha para minar o mundo ocidental. E hoje o Islã poderia causar conquistar
facilmente cidades como Paris e Londres, usando a Jihad, ou guerra santa.
Joseph Ratzinger (Papa Bento XVI) foi visto como quem reafirma a autoridade do papado como a única via de salvação – sinal claro de um sistema que “se exalta acima de Deus” (2Ts 2:4). Suas afirmações exclusivistas sobre salvação na Igreja Romana são consideradas blasfêmias proféticas (Ap 13:5–6) uma marca distintiva da profecia de Daniel 7:25.
Foi um conservador em temas morais e doutrinários, e fortaleceu
o papel do papado como “guia moral global”. Reafirmou que a Igreja Católica é a
única verdadeira, causando reações entre outras confissões cristãs. Trabalhou
para restaurar a tradição litúrgica, conectando o presente ao poder histórico
da Igreja.
Jorge Mario Bergoglio (Papa Francisco) foi o que mais se
aproximou do quadro profético-teológico que os papas poderiam o fazer. Forte em
atuação em temas ambientais, sociais e econômicos escreveu a Encíclica Laudato
Si’ que dava uma razão social e ambiental para a guarda do domingo.
Promoveu diálogo inter-religioso com judeus, muçulmanos,
hindus, e até ateus. Reconhecido por líderes globais como figura moral central.
Abriu assim espaço para debates sobre união entre igrejas (ecumenismo). Enfatizou
a misericórdia acima da doutrina. Alguns veem isso como relativização de temas
morais tradicionais (como homossexualidade e divórcio).
Considerado como o papa que mais aproxima Igreja e Estado,
preparando terreno para a “imagem da besta” (Ap 13:14). Sua atuação em questões
globais é vista como o renascimento final do poder papal, que levaria à imposição
de leis religiosas globais (como o domingo obrigatório). Sua popularidade com
não católicos reforça a ideia profética de que “toda a Terra se maravilhou após
a besta”.
CONCLUSÃO
O cenário é de um poder crescente no Vaticano. Cada vez mais os líderes que são colocados ali, se aproximam na conclusão do quadro profético, onde o Apocalipse mostra que será concluído.
No entanto, a profecia mostra que o Vaticano estará apoiado primeiro pelo EUA (Besta da Terra - Ap 13:11-18) e depois apoiado pela União Européia (Besta Escarlate - Ap 17:3).
O quadro do cquebra cabeça profético está se formando, e a última peça logo será colocada. E a ´ltima peça se chama "contrafação", a imitação da Segunda Vinda de Jesus por Satanás.
Esteja pronto para as cenas finais.
O TRONO VAZIO
"Morreu nesta segunda-feira (21/04), aos 88 anos, o papa Francisco, primeiro papa sul-americano e jesuíta da história da Igreja Católica. O pontífice faleceu em sua residência no Vaticano, Casa Santa Marta. (...) "Às 7:35 desta manhã (hora local. 2:35h de Brasília), o Bispo de Roma, Francisco”.
"Aos 76 anos de idade, o cardeal Bergoglio da Argentina se
tornou o primeiro pontífice das Américas e do hemisfério sul em 2013.
Converteu-se também no primeiro papa jesuíta — ordem que, historicamente, era
vista com desconfiança por Roma. Desde a morte de Gregório 3º, nascido na Síria
em 741, todos os papas haviam sido europeus." (BBC Brasil)
A escatologia protestante dedica muita atenção e preocupação ao trono do Vaticano.
Porque a teologia protestante tem o seu foco no trono do
Vaticano e naqueles que sobem ali para o assumir? A resposta é que a profecia
apocalíptica oferece esse olhar sobre esse personagem da história religiosa.
A profecia de Daniel começa sua revelação apocalíptica no
capitulo 02 desse livro deixando o fim das nações na Europa, como o berço das
nações ocidentais. Naquela profecia, de uma estátua que representa a história
politica das nações, a Europa é representada como os pés de barro e ferro (Daniel
2:41-44) que seria o berço do Vaticano e do surgimento do Papado.
Na visão seguinte, o profeta Daniel, já enxerga o Papado na
cabeça de um “Animal Terrível e Espantoso” (Daniel 7:7) que simboliza uma
nação, Roma, ou o império Romano. E na cabeça dessa nação, é representado como
sendo um “chifre” (rei na própria interpretação das Escrituras – Daniel 7:24).
Desse “chifre” ou “rei” é dito – “esse chifre fazia guerra
contra os santos e estava vencendo” Daniel 7:21. Essa descrição profética é
muito importante, pois foi o papado que na idade média perseguiu, prendeu,
torturou e matou os cristãos dissidentes que se opunham aos seus ensinos
contrário às Escrituras.
O v24 é outra indicação histórica – “rei, que será diferente
dos primeiros, e derrotará três reis” Daniel 7:24. Foi o papado, que surgiu dos
“dez reinos” – as nações que originaram a Europa; e o mesmo papado que destruiu
os três povos: os Hérulos – derrotados em 493 d.C.; os Vândalos – derrotados em
534 d.C.; e os Ostrogodos – derrotados em 538 d.C. Esses povos eram: uma tribo
bárbara germânica, cristãos arianos (não criam na divindade completa de Cristo);
e faziam oposição direta ao avanço da autoridade papal em Roma.
Por que isso é historicamente importante para a
identificação do papado na profecia? Em 538 d.C., após a derrota dos
ostrogodos, o bispo de Roma pôde exercer autoridade sem resistência sobre o
Ocidente. Isso marca o início profético dos 1260 anos de domínio papal
(538–1798), segundo a interpretação adventista de Daniel (12:7up) e Apocalipse.
Mas a mais clara e evidente identificação ocorre em Daniel
7:25 com a seguinte descrição profética – “Ele falará contra o Altíssimo,
oprimirá os santos do Altíssimo e tentará mudar os tempos e a lei; e os santos
serão entregues nas mãos dele por um tempo, tempos e metade de um tempo” Daniel
7:25.
1) “falará contra o Altíssimo” – essa é parte da descrição
do poder do "chifre pequeno", que representa o papado medieval. Isso
se refere a blasfêmias ou pretensões religiosas feitas pelo papado ao longo da
história. Se refere a reivindicação de títulos divinos que o papa arroga para
si mesmo: Vigário de Cristo (Vicarius Filii Dei) ou substituto de Cristo. Isso é uma blasfêmia
porque o substituto de Jesus na Terra foi o Espírito Santo (o Consolador – Ev. De
João 14:16). Outro título que usa é “Pai dos reis, governador do mundo,
substituto de Deus na Terra” (Enciclopedia Britânica).
É também uma referência a reivindicação do poder de perdoar
pecados – Só Deus pode perdoar, mas a Igreja Católica ensinava que o sacerdote
podia fazê-lo diretamente — em nome de Cristo, sim, mas a prática e o controle
centralizados reforçavam o poder clerical.
Outra referência são as declarações de infalibilidade papal
(séculos depois) – No Concílio Vaticano I (1870), o dogma da infalibilidade
papal foi oficialmente estabelecido: Quando o papa fala "ex
cathedra", suas palavras são consideradas sem erro em questões de fé e
moral.
2. “Magoará os santos do Altíssimo” – se refere à
perseguição aos crentes dissidentes da fé católica, que era punida com perseguição,
prisão, tortura e morte. Especialmente no período dos 1260 anos proféticos (de
538 a 1798 d.C.)
Eventos históricos marcaram essa ação do papado – Inquisição,
perseguições contra cristãos fiéis à Bíblia; mortes de grupos como valdenses, albigenses,
e reformadores; e a imposição de doutrinas pela força. Os “Santos” em Daniel
7:25 são os crentes fiéis a Deus que resistiam ao domínio religioso-político do
papado.
3. “Cuidará em
mudar os tempos e a lei” – essa expressão em Daniel 7:25
indica a tentativa de alterar mandamentos divinos e o calendário sagrado. Se
refere principalmente à mudança do sábado para o domingo. A Igreja Católica
afirma ter transferido a santidade do sábado (7º dia) para o domingo (1º dia da
semana). Isso foi uma mudança na lei moral de Deus (Êxodo 20:8–11) especialmente
no 4º mandamento que é o dia que o próprio Deus estabeleceu para receber
adoração.
A frase se refere também Mudanças litúrgicas e festas
religiosas: Introdução de dias santos e festividades não bíblicas, substituindo
os tempos estabelecidos por Deus. A expressão “cuidará” indica tentativa, não
sucesso pleno — ou seja, Deus mantém sua autoridade apesar das alterações
humanas.
4. “Um tempo, tempos
e metade de um tempo” – é interpretada como: Tempo = o período de 1 ano; Tempos, o período
de 2 anos; e Metade de um tempo = o período de meio ano. No total = 3 anos e
meio proféticos = 1260 dias proféticos = 1260 anos literais. Se referindo
historicamente ao período literal de 538–1798 d.C. (início da supremacia papal
até sua queda temporária com o cativeiro de Pio VI por Napoleão).
Conclusão:
Assim, a preocupação protestante se mantém viva quanto à
subida de outro papa no trono do Vaticano, devido ao foco que a profecia coloca
nesse poder político-religioso. Os últimos papas – Carol Voytila (João Paulo
II, Joseph Ratzinger (Bento 16) e Mario Jorge Bergólio (Francisco) fizeram
importantes inserções na história para o avanço do poder do catolicismo, e
cumprimento das profecias apocalípticas.
Daí a preocupação protestante reformista, que desse próximo
papa, possa surgir o quadro escatológico previsto em Apocalipse 13, com a união
das bestas do Mar e da Terra.
Aguardemos com uma “expectativa escatológica”.
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Uma das previsões da profecia para o papado era que esse sistema religioso se "assenta[ria] no santuário de Deus, apresentando-se como Deus" 2 Ts 2.4up.
Essa profecia é feita pelo apóstolo Paulo ao predizer a grande apostasia que sobreviria à igreja -
"Não deixem que ninguém os engane de modo algum. Antes daquele dia virá a apostasia e, então, será revelado o homem do pecado, o filho da perdição. Este se opõe e se exalta acima de tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, chegando até a assentar-se no santuário de Deus, proclamando que ele mesmo é Deus" 2 Ts 2.3 e 4.
Os protestantes históricos identificam o papa como sendo este o "homem do pecado, o filho da perdição".
O papa pretende prerrogativas que só Deus as possui:
-receber adoração e reverência de humanos
-receber a confissão de pecados pessoais
-perdoar pecados
Através do profeta Isaías, Deus faz a seguinte declaração - "Sou eu, eu mesmo, aquele que apaga suas transgressões" Is 43.25; o apóstolo João afirma ainda: "Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo. Ele é a propiciação pelos nossos pecados” 1João 2.1 e 2.
Veja que o nosso intercessor está "junto ao pai" e Seu nome é "Jesus Cristo" e não Mario Bergólio, Joseph Ratzinger ou Karol Vojtyla.
Um ser humano ajoelhado na frente de outro ser humano é condenável nas Sagradas Escrituras; o próprio apóstolo João foi impedido de se ajoelhar diante de um Anjo - "E o anjo me disse: “Escreva...” [...] Então caí aos seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: "Não faça isso! Sou servo como você e como os seus irmãos [...] Adore a Deus!" Ap 19.9 e 10.
O próprio mandamento exige "Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor, o teu Deus, sou Deus zeloso" Ex 20.5.
O que esperar de um sistema religioso e de um líder eclesiástico que se coloca no lugar de Deus?
“A vinda desse perverso é segundo a ação de Satanás, com todo o poder, com sinais e com maravilhas enganadoras” 2Ts 2.9
POR QUÊ QUEREM MATAR O PAPA?
Os cinco homens com idades entre 26 e 50 anos foram detidos pouco antes das 6h00 (2h00 de Brasília) no centro de Londres sob a suspeita de planejar, preparar ou instigar atos de terrorismo.
A Scotland Yard informou que após as detenções, os dispositivos de segurança para a visita do Papa foram revisados e "continuam sendo apropriados" e que o itinerário não foi modificado.
Bento XVI está tranquilo e confia na polícia, declarou pouco depois o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, para quem "a situação não é particularmente perigosa".
Os detidos estão sendo interrogados. Segundo o conselho municipal de Westminster, são garis que trabalham para uma empresa de limpeza privada. O canal de televisão Sky informou que os suspeitos são argelinos.
A Scotland Yard não explicou no que consistia a ameaça, nem tampouco se estava diretamente dirigida contra o pontífice, que tem muitos atos civis e políticos programados na Inglaterra até domingo, incluindo duas cerimônias que devem atrair milhares de pessoas. (Reuters)
Os muçulmanos tem razões óbvias para querer matar o líder do cristianismo (leia-se catolicismo). Para muçulmanos os cristãos são hereges.
No entanto há muito mais atrás da figura do líder católico - papado. As profecias bíblicas sob a ótica do protestantismo enxergam na figura do papa o próprio anticristo. Ou mais tecnicamente, aquele que tem o "espírito do anticristo".
Dentro da profecia bíblica, vários elementos identificam o líder católico como aquele que opera como o anticristo:
1. Seu Título - pontífice - construtor de pontes; ou vigário - substituto. A pretensão do papado em estar no lugar de Jesus aqui na terra e na igreja é uma heresia para os protestantes.
2. Sua prerrogativa - infalibilidade. O papado tem a prerrogativa de ser infalível em seus dogmas.
3. Sua pretensão de perdoar os pecados. O fato de padres e papas assumirem a autoridade de perdoar pecados é outra heresia. A Bíblia afirma que esse poder só Deus possui.
4. Suas doutrinas - ao longo dos séculos as doutrinas e tradições criadas pelos papas criaram um distanciamento do cristiansimo. O catolicismo é de longe um cristiansimo modificado.
5. Sua autoridade pretensa - diante destas prerrogativas, o papado julga-se como autoridade cristã. A única religião (catolicismo) que detém a salvação e as chaves da Vida Eterna.
6. A história da ICAR - o passado do catolicismo na idade média é assustador. A aversão dos cientistas e pensadores do mundo pós-moderno à igreja e a Bíblia, é devido ao que o catolicismo fez com ambas as situações - fez da religião um instrumento de tortura e da Bíblia um instrumento contra a ciência.
Por estes motivos e outros (muitos outros) o papa sofre com o ódio de muçulmanos e aversão dos protestantes.
Por este motivo alguns querem matar o papa.
Os protestantes deixam isso nas mãos de Deus."O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos" Apocalipse 20:10.
DOIS ÍCONES DO APOCALIPSE
O Papado e o governo dos EUA representados na profecia como dois animais – “a besta que sai do mar” e “a besta que sai da terra”. A profecia assim descreve esses governos, como aqueles que agiriam contra os propósitos Divinos aqui na terra. A segunda besta (ou animal) tem importância no cenário profético porque a primeira besta (ou animal) foi “ferida de morte” – uma referência a prisão do papa em 1798, por Bertier, general francês do exército de Napoleão.
No entanto a segunda besta (EUA) “foi-lhe concedido também dar fôlego à imagem da besta, para que a imagem da besta falasse” Apoc. 13:15. É os EUA que opera em favor e mimetizando os movimentos da primeira besta. A exemplo do papado de 538 a 1798 DC, os EUA oprime, impõem e faz guerra às nações que não se submetem aos seus “ideais democráticos” (dois chifres).
“Fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte” v.16 – e esse tem sido o papel dos EUA através das suas incursões militares e guerras impor o cristianismo ocidental e do interesse do vaticano.
No encontro “Bento 16 estaria especialmente preocupado com a situação dos cristãos iraquianos, muitos dos quais teriam deixado o país por causa da violência.
"Ele se mostrou preocupado com o fato de que a sociedade que está se formando (no Iraque) venha a ser pouco tolerante com o cristianismo", disse Bush. Bush disse esperar que a nova Constituição iraquiana proporcione um ambiente para que todos os iraquianos - muçulmanos e cristãos - vivam bem juntos”. [BBC]
São os interesses da primeira besta vivenciados militarmente pela segunda besta. O papado ganha “fôlego” e sua imagem de perseguição, imposição e intolerância religiosa é reproduzida como a profecia previu.
“O papa Bento 16 disse ao presidente americano George W. Bush que gostaria de ver uma "solução negociada" para os conflitos no Oriente Médio e que a situação no Iraque é preocupante”. [BBC]
A revelação aponta que “por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer (EUA) na presença da besta (Papado), enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta (Papado) que recebera a ferida da espada e vivia” v.14.
O que o mundo presencia é uma guerra religiosa para sufocar o Islamismo, a exemplo do que karol Wojtyla fez com o comunismo.
O que veremos a seguir (e já ocorre) é uma reascensão do Papado (primeira besta) que ressuscitada pelo “fôlego” oferecido pelos EUA, faz com que “Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta, e adoraram o dragão, porque deu à besta a sua autoridade; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? quem poderá batalhar contra ela?” v.4
A extrema popularidade do papado em nossos dias, e seus valores morais em defesa da sociedade e da família, em favor do cristianismo, é uma representação vívida da “ferida mortal curada” v.3, e da sua figura no capítulo 17, da “grande prostituta”, ou da grande igreja infiel, que faz o mundo cair em “grande admiração” 17:6.
Mais um capitulo da profecia se cumpre. E o livro esta em seus capítulos finais... que tal virarmos a página e vermos o que acontece no capitulo 18 e 19? Leia hoje o Apocalipse.
ATÉ QUANDO O PAPA SERÁ POP?
O que vimos nesses cinco dias de exibição de imagens na Tv e fotos dos jornais é o lado artístico do papado. A filosofia da ICAR continua a mesma que a da idade média. Agora mais do que nunca, pois Ratzinger é um conservador irremediável. “O papa foi criticado por caminhar contra a modernidade e o avanço da sociedade”. [BBC]
E a vinda ao Brasil são motivos óbvios; a ICAR está perdendo fiéis. “Sabemos que a cada dia 8 mil fiéis católicos na América Latina largam a Igreja para andar com os movimentos neopentecostais”, diz o escritor e especialista em Vaticano Marco Politi. “É um grave momento de preocupação para o papa, já alarmado com o fato de que a Igreja na Europa é muito secularizada.” [BBC]
Há criticas muito duras na Europa para Ratzinger. “Às vezes, tenho a impressão de que o papa é um chefe quase sem tropa”, disse o escritor católico Vittorio Mesori em uma entrevista ao jornal La Stampa, numa referência aos católicos que, em privado, não obedecem às normas morais da igreja. “Até vão à missa, mas não seguem as diretivas sobre ética sexual”. [BBC]
O jornalista esta corretíssimo. A idolatria católica ao “papa” é fogo de palha; a religião dos católicos se prende a missa do domingo de manhã, e isto para os que são praticantes, pois os 155 milhões de brasileiros que se dizem católicos, a maioria não sabe rezar o Pai Nosso. É uma nação de alienados espirituais que rejeitam por completo as principais doutrinas da ICAR. “Em 1991, 83,3% dos brasileiros se declararam católicos ao IBGE.
Nove anos depois, a porcentagem caiu para 73,8%. Outros números, como o do IBGE, em 2000 (73,8% de católicos), ou da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, em 2005 (67%), mostram uma situação ainda pior para a Igreja. Já os evangélicos teriam crescido de 9%, em 1991, para 15,45%, em 2000, de acordo com o IBGE. Segundo a pesquisa da Unifesp e da UFJF, os evangélicos podem representar hoje até 24% da população brasileira.”.[BBC]
Ratzinger veio ao Brasil para traçar planos para essa queda numérica dos católicos – “O papa indicou que o crescimento das seitas neopentecostais é uma preocupação na Igreja Católica, e que "a assembléia geral dos bispos quer encontrar respostas convincentes para isso" - em uma referência à 5ª Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe”; no entanto a vida descomprometida e mundanizada dos católicos é a razão para a perda de fiéis. São cristãos nominais apenas. Ao serem apresentados a uma religião viva como o protestantismo prega, é óbvio que abandonam o catolicismo.
RATZINGER QUER ECUMENISMO
A postura dos bispos e padres irão mudar com certeza. Por várias vezes os evangélicos e protestantes foram colocados em uma mesmo “saco” e rotulados de “seitas”. Ignorados o tempo todo por Ratzinger a igreja protestante representada por milhões de cristãos pode esperar um tratamento diferenciado a partir de agora.
O trabalho de evangelismo dos protestantes, foi chamado de “proselitismo agressivo”: "As pessoas mais vulneráveis ao proselitismo agressivo das seitas, que é motivo de justa preocupação, e incapazes de resistir às investidas do agnosticismo, do relativismo e do laicismo são geralmente os batizados não suficientemente evangelizados, facilmente influenciáveis porque possuem uma fé fragilizada e, por vezes, confusa, vacilante e ingênua, embora conservem uma religiosidade inata", disse o pontífice.” [BBC]
A Conferência Geral do Episcopado (Latino-Americano e do Caribe) ouviu essas palavras no discurso de abertura realizado por Ratzinger. Certamente os bispos estarão preocupados em traçar planos para reverter as investidas evangélicas e protestantes.
“Ele (Ratzinger) também pediu que os bispos busquem, em suas dioceses, o "ecumenismo", dando ênfase aos valores cristãos comuns com outras denominações cristãs, embora a multiplicação de “novas formas de proselitismo” de denominações cristãs torne esse trabalho “uma tarefa complexa”.
O Ecumenismo é a união das igrejas cristãs em torno de um mesmo ideal. Muito já se falou sobre ecumenismo, mas o cenário mundial parece finalmente favorecer a união dos cristãos em torno do ideal de uma sociedade menos violenta e mais justa. O que farão os protestantes e evangélicos? Irão se unir a ICAR sacrificando seus ideais protestantes, em nome da paz na religião e no mundo? Vale a pena se unir aos católicos e deixar os princípios bíblicos de lado? O que você individualmente vai decidir?
O FALSO EVANGELISMO DE RATZINGER – Parte 1
"Desenvolvem-se ameaças contra a estrutura natural da familia, fundada no casamento entre homem e mulher. E tentativas de relativizá-la, dando-lhe o mesmo estatuto de formas de união radicalmente diferentes. Tudo isso constitui uma ofensa à familia e contribui a desestabilizá-la, violando sua especificidade e papel social único”, afirmou Bento 16, falando a 175 embaixadores de países que mantêm relações diplomáticas com o Vaticano, Bento 16 afirmou que a democracia deve “promover o desenvolvimento, respeitando todas os componentes da sociedade”. [BBC]
O esforço do Vaticano está em resgatar (o que eles imaginam ser) as raízes do cristianismo; mas como sempre o papado começa do extremo oposto ao que Jesus começou. Ratzinger apela para os instrumentos políticos enquanto que o evangelho de Jesus era essencialmente ao coração do homem. Os insturmentos que Ratzinger diz ser a solução para o mundo estão na política, porém o evangelho de Jesus traz outra solução ao homem, bem diferente que o Vaticano prega.
“A melhora de alguns índices econômicos, o compromisso na luta contra o tráfico de drogas e a corrupção, os processos distintos de integração, os esforços para melhorar o acesso a educação, combater o desemprego e reduzir as desigualdades na distribuição de renda são índices que devem ser destacados com satisfação", disse ele. Para o papa "se estes processos se consolidarem, poderão contribuir de maneira determinante para vencer a pobreza que aflige vários setores da população e aumentar a estabilidade institucional".
“Em seu discurso aos diplomatas (09/04), Bento 16 também confirmou oficialmente a proxima viagem ao Brasil. "A visita apostólica que farei no próximo mês de maio ao Brasil me dará a oportunidade de olhar para este grande país, que me aguarda com alegria, e para a América Latina e o Caribe", disse ele em um discurso feito para diplomatas no Vaticano”. [BBC]
Mas as preocupações de Ratzinger são outras. O Verdadeiro Evangelho é progreso no Brasil e 15% dos católicos estão sendo arrebanhados todos os anos para as igrejas protestantes ou evangélicas, e o “papa” está preocupado, revela o bispo brasileiro J. Hulmes. Dos 155 milhões de católicos no Brasil (estimativa do Vaticano) aproximadamente 23 milhões estariam migrando para as igrejas protestantes a cada ano. É por esse motivo que Ratzinger vem ao seu maior reduto católico do mundo; preservar os 155 milhões de brasileiros no erro e na idolatria católica.
O FALSO EVANGELISMO DE RATZINGER – Parte 2
"O livro do papa quer demonstrar que Jesus histórico não está em contraposição ao Jesus da fé", disse em entrevista à BBC Brasil o professor de história do cristianismo da Universidade de Roma Gian Maria Vian. Ele diz que pesquisas de nomes respeitados como o teólogo Rudolf Bultmann, um dos mais influentes do século XX, ajudaram a aumentar a distância que separa o "Cristo da fé" do "Jesus da história". Essa distância tem sido tema de várias polêmicas no mundo cristão e na mídia graças principalmente ao sucesso de publicações recentes como os livros Código da Vinci e Inquérito sobre Jesus, que questionaram ou reinterpretaram vários apectos da vida de Cristo - pelo menos a vida como tem sido apresentada pela igreja”. [BBC]
Como já declaramos em um artigo anterior, o mundo está “com grande admiração” (Apoc. 17:6 up) vendo o movimento católico sobre questões fundamentais para a moralização da sociedade mundial – aborto, casamento, família, Aids, juventude etc. E agora a figura de Jesus é defendida por Ratzinger em seu livro. Jesus está sobre feroz ataque na mídia; dezenas de livros, filmes e até comerciais depreciam e vulgarizam a figura Messiânica de Cristo. E Ratzinger sai em defesa do Jesus dos evangelhos, refutando o Jesus histórico da teologia liberal ou da alta crítica.
Vale lembrar que Ratzinger não é o primeiro a fazer isto. Ele está atrasado mais de um século. Os teólogos protestantes já escreveram dezenas de livros em favor do Jesus dos evangelhos em resposta a figura do Jesus histórico de Bultmann. Vou citar apenas um: Otto Borchert – “O Jesus Histórico”; Sociedade Religiosa Edições Nova Vida, São Paulo, 1990 – um livro de quase 20 anos atrás e que trata da questão histórica de Jesus. É apenas um de dezenas de livros protestantes, que cito, por estar em minha biblioteca particular.
Rudolf Bultmann foi um teólogo foi influenciado pela falsa ciência e criou critérios científicos para analisar a veracidade da história de Jesus. Criticou os evangelhos e negou a veracidade dos elementos sobrenaturais na vida de Cristo. “O vaticanista Sandro Magister diz que eles retratam Jesus Cristo "reduzido a simples homem do seu tempo, contradizendo a verdade central do cristianismo". Para Magister, os dois livros (Código da Vinci e Inquérito sobre Jesus) são os mais representativos (atuais) de um "ataque ao Jesus da fé", que estaria em curso.” [BBC]
Mas o Catolicismo é tão culpado quanto os teólogos liberais ou Dan Brown (de “Código da Vinci). O catolicismo muito antes de Bultmann e Brown, anulou a figura de Jesus. Embora onstente a Jesus no centro de sua religião, a figura é de um Jesus morto, enaltecendo a intercessores falsos – Maria, e os demais santos – estes sim que estão mortos e não estão no céu para interceder por ninguém.
O catolicismo de Ratzinger anulou o ministério de Jesus em interceder pelo homem. Faz isto a milênios, desde que os “papas” assumiram a prerrogativa de perdoar pecados.
O FALSO EVANGELHO DE RATZINGER – Parte 3
1) O ERRO DA MISSA – “Por ela (missa) obtemos a misericórdia divina: (1) graças de contrição e arrependimento para perdão dos pecados; (2) remissão das penas temporais por causa dos pecados.” (Deharbe, A Full Catechism of the Catholic Religion, págs. 162, 163, 165).
A VERDADE: “Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” Hebreus 4:14 e 16. A misericórdia, o perdão e remissão são de livre acesso ao crente; não precisamos de um mediador humano (padre) nem de uma cerimônia (missa). A nossa confissão a Jesus é o acesso – “retenhamos firmemente a nossa confissão. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça”.
2) O ERRO DA INTERCESSÃO DE MARIA – Maria seria a intercessora entre Deus e os homens. Teriamos de nos dirigir a ela para alcançar nossos pedidos.
VERDADE: “Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem” 1 Timóteo 2:5. Não existe intercessores entre nós e Deus a não ser Jesus. Maria não é intercessora; os santos apóstolos não intercedem. Só há um intercessor – Jesus.
3) O ERRO DA IMORTALIDADE – Maria, Pedro, Paulo e as centenas de “santos” estariam vivos para conceder benefícios aos homens.
VERDADE: "Os mortos não louvam o Senhor, nem os que descem à região do silêncio." Salmos 115:17 – Maria está morta e aguarda a ressurreição na Segunda Vinda. "Pois na morte não há recordação do Senhor” Salmos 6:5. Não há um só registro de Maria ou apóstolos sendo ressuscitados ou sendo levados ao céu.
4) O ERRO DA TRADIÇÃO – Os teólogos católicos afirmam que a ICAR tem seu fundamento teológico em três pilares: A Bíblia, a Tradição e os Dogmas da Igreja.
VERDADE: A Igreja Judaica tinha a mesma diretriz e Jesus declarou: “E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus” Mateus 15:6. A maioria das doutrinas católicas invalidam os mandamentos ou anulam a Bíblia e suas doutrinas. Quando a Tradição se choca com o mandamento, a Tradição deve ser anulada, e não o contrário.
5) O ERRO DAS IMAGENS – “Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus” Êxodo 20:4 – As dezenas de imagens de santos que cobrem as paredes das igrejas católicas são uma anulação do segundo mandamento. Novamente a Tradição invalida o mandamento.
“Não as adorarás (imagens), nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso” Êxodo 20:5 – Os fiéis são colocados diante das imagens e se ajoelham diante delas; procissões são feitas em culto às imagens. Novamente a Tradição invalida o mandamento.
Outros textos sobre imagens:
Oséias 4:12 “O meu povo consulta o seu pedaço de madeira, e a sua vara lhe dá resposta; porque um espírito de prostituição os enganou, eles, prostituindo-se, abandonaram o seu Deus.”
Habacuque 2:19 “Ai daquele que diz à madeira: Acorda! E à pedra muda: Desperta! Pode o ídolo ensinar? Eis que está coberto de ouro e de prata, mas, no seu interior, não há fôlego nenhum.”
Jeremias 10:14 “Todo homem se embruteceu e não tem ciência; envergonha-se todo fundidor da sua imagem de escultura; porque sua imagem fundida MENTIRA É, e não há espírito nela”.
A VELHA FIGURA DO LÍDER POLÍTICO-RELIGIOSO
Em um discurso Ratzinger disse: “Com profunda apreensão eu penso, neste dia festivo (natal), no Oriente Médio, marcado por tantos conflitos e tantas crises graves, e expresso minha esperança de que um caminho se abrirá para uma paz justa e duradoura", disse o papa, na Praça de São Pedro, no Vaticano."Ponho nas mãos do divino Filho de Belém, as indicações de uma retomada do diálogo entre israelenses e palestinos, que testemunhamos nos últimos dias, a esperança de novos desdobramentos encorajadores", acrescentou Bento 16. O papa também deplorou os conflitos em Darfur, no oeste do Sudão, e em outras partes da África.”. [BBC]
A interferência, e não só mera preocupação pastoral de Ratzinger, é evidente nos fatos passados do Vaticano na figura de K. Voityla (João Paulo II) nas ações contra o comunismo. Não eram só meras orações por um mundo melhor, foram interferências políticas para acabar com o comunismo e derrubar os muros de Berlim que separavam o mundo ocidental e oriental.
Mas Voityla tinha planos mais ambiciosos. “O pontífice disse que a nova ordem mundial deveria ser capaz de fornecer soluções para os problemas atuais com base na dignidade do ser humano, solidariedade entre países ricos e pobres e compartilhação de recursos. João Paulo 2º estava rezando uma missa na basílica de São Pedro, no Vaticano, para marcar o dia mundial da paz, celebrada pela Igreja Católica Romana no dia primeiro de janeiro”.[BBC – 01/01/04]
Ratzinger tem muros a derrubar também. Um muro divide o mundo palestino e israelense e seus desafios com as nações do oriente médio o colocam, como foi com Voityla, como um embaixador da paz para trazer a ordem política e espiritual naquela região. Os planos de Ratzinger são como de um estrategista militar; das acusações contra a religião de Maomé “para analistas, as declarações do papa na Alemanha, longe de terem representado um 'erro' ou uma gafe diplomática do principal dirigente da religião católica no mundo, fariam parte de uma estratégia do Vaticano.
O analista de assuntos vaticanos, Sandro Magister, diz acreditar que o papa sabia que aquela frase poderia provocar reações e correu este risco voluntariamente. Magister afirmou à BBC Brasil que este seria o 'estilo' de Bento 16, que quer impor uma nova direção política no Vaticano” [BBC – 25/09/06]
A postura do Vaticano desde os seus primórdios é esta – a liderança político-religiosa do mundo. Isto está no cerne do Vaticano; foi assim que dominou o mundo durante quase 13 séculos e é assim que pretende ser ainda impondo suas crenças e dogmas. “Entre as encíclicas mais políticas, figura "Vehementer nos", elaborada por Pio X em 1906, na qual a Igreja condena a lei francesa que adotava a separação entre a Igreja e o Estado e introduz o princípio do Estado laico, uma idéia mais tarde adotada em boa parte do mundo”. [UOL – 25/01/06]
“Na exortação apostólica pós-sinodal sobre Eucaristia Sacramentum Caritatis – O Sacramento do Amor, o papa fez recomendações para algumas das questões mais discutidas na Igreja, tendo como base recomendações do último Sínodo dos Bispos, realizado em outubro de 2005. No documento divulgado nesta terça-feira (10/04), Bento 16 deu ênfase a sua contrariedade com políticos e legisladores assumidamente católicos que defendem leis em desacordo com a posição da Igreja”. [BBC]
ENCICLICA PAPAL
Dias antes de divulgar 1 milhão de cópias de sua Encíclica o Vaticano decidiu que as editoras que publicaram a encíclica do papa Bento XVI, a ser divulgada nesta quarta-feira, deverão pagar direitos autorais, segundo um comunicado divulgado hoje pela Livraria Editorial Vaticana.
A nota lembra que a Livraria Editorial Vaticana tem "explicitamente" encomendados "a tutela e o exercício dos direitos autorais sobre os textos de todas as obras de magistério do Máximo Pontífice".
O lucro que o Vaticano terá com 1 milhão de cópias desta Encíclica será fabuloso. Mas a Igreja Católica já vendeu perdão dos pecados (indulgências), vagas no céu e até retirava as pessoas do purgatório (inferno) por grandes somas de dinheiro...
O incrível porém é o conteúdo da Encíclica; no documento, o papa faz uma distinção entre o amor erótico entre homem e mulher, e o amor idealizado e sem egoísmo. Ele também explica como amor significa caridade cristã – dar aos necessitados –, particularmente nos países em desenvolvimento.
No entanto para pregar a palavra de Deus, ele cobra direitos autorais; países em desenvolvimento terão de pagar da mesma forma que os paises ricos para ler um sermão onde Bento 16 analisa o “amor entre homem e mulher”, sem nunca ter tido uma relação conjugal...
A igreja católica passa dos limites da razão do homem, colocando o raciocínio de seus fiéis abaixo do que eles mesmo poderiam aceitar, mas como se trata de crenças, os fiéis dizem amem para tudo que lhes é colocado. Nunca um movimento religioso foi tão criticado, denunciado e exposto como o catolicismo.
Pervertedores da pura doutrina Bíblica, as bases do catolicismo estão na distorção e invenção.
Suas principais doutrinas são criadas sem base escriturísticas da Bíblia:
1.Jesus é apresentado ao crente na cruz (porém Ele ressucitou – Romanos 10:9)
2.Maria é a intercessora (porém Jesus subiu ao céu para interceder – Hebreus 4:16)
3.O perdão dos pecados seria por penitencia (o perdão é de Graça – I João 2:1 e 2)
4.A confissão é feita a humanos (a confissão deve ser feita a Jesus – Hebreus 4:14)
5.O celibato dos Ministros (NUNCA foi ordenado aos Bispos o celibato – “É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher” I Timoteo 3:2)
6.Batismo de crianças (o batismo é de adultos e por imersão - Marcos 1:9; Atos 8:38)
7.Idolatria de imagens de santos (as imagens são proibidas - Êxodo 20:4; Oseias 4:2)
8.Pagamento de Promessas (as dádivas são de Graça ao crente – Mateus 7:8 e 9)
9.A salvação pode ser comprada, até por terceiros (a salvação é pessoal e de Graça – Efésios 2:8 e 9; Romanos 6:23)
10.Os papas são os substitutos de Jesus (Jesus deixou o Espírito Santo como seu substituto – “e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” Mateus 28:20 / “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre.” Joãos” 14:16
Não há uma só doutrina católica que seja correta escriturísticamente.
São muitas as inverdades; piores as falsidades como esta Encíclica, cobrada a peso de ouro aos fiéis...
O DOMINGO DOS PAPAS
Os católicos deveriam assistir à missa todos os domingos e nas festas religiosas, mas a participação dos fiéis na celebração da eucaristia não pára de diminuir, apesar das recomendações dos bispos.” (2000 Agence France-Presse)
A reivindicação do Líder Católico do Domingo como dia do Senhor Jesus, é uma farsa.
Em todo Novo Testamento não há uma só referência ao domingo ou primeiro dia da semana como um dia santificado pelos primeiros cristãos.
O cristianismo era essencialmente uma religião que seguia os moldes judaicos e não se separou radicalmente dos princípios dessa dispensação.
Em Atos 2:46 “Diariamente perseveravam unânimes no templo” – revela a continuidade doutrinária que os primeiros cristãos seguiam, não abdicando da instituição judaica que o próprio Jesus seguira.
Elementos como o Sábado, as escrituras, a doxologia, as leis sociais, de saúde e moral nunca foram abdicadas da prática cristã primitiva.
O próprio Paulo, o apostolo revolucionário seguia os moldes judaicos-cristãos para sua relação com a igreja em Jerusalém – “Então, Paulo, tomando aqueles homens, no dia seguinte, tendo-se purificado com eles, entrou no templo, acertando o cumprimento dos dias da purificação, até que se fizesse a oferta em favor de cada um deles”. Atos 21:26
O próprio Paulo ao ser confrontado sobre sua suposta rebeldia aos fundamentos judaicos argumentou: “e que não me acharam no templo discutindo com alguém, nem tampouco amotinando o povo, fosse nas sinagogas ou na cidade (...) Porém confesso-te que, segundo o Caminho, a que chamam seita, assim eu sirvo ao Deus de nossos pais, acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a lei e nos escritos dos profetas”. Atos 24 12-14
Paulo acreditava ser o Judaismo e os ensinos da Lei e dos Profetas estarem de acordo com a nova dispensação Cristã. Afinal Jesus era o cumprimento das profecias para Israel e os Judeus.
Paulo mesmo, especificamente, adorava o Senhor Jesus no sábado – “No sábado, saímos da cidade para junto do rio, onde nos pareceu haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos 16:13
Todos os princípios Vetero-testamentários, sejam hebraicos, israelitas ou judaicos eram a base do cristianismo primitivo. Atos 13:44 “No sábado seguinte, afluiu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus” – o próprio Velho Testamento foi a Palavra de Deus durante os quatro primeiros séculos antes da formação do cano do Novo testamento.
O domingo só se tornou por tradição o dia do senhor (falso) a partir do Terceiro Século com a nomeação de Constantino, o Imperador , como o líder da Igreja Católica, agora Romana por adesão do mesmo Imperador.
Este dia foi publicado como santificado por vias da tradição, por associação pagã ao dia do sol, que Constantino adorava. A adequação do domingo como dia de adoração pela ressurreição de Jesus, não é sequer mencionada no Novo Testamento, ou associada a ensinos dos apóstolos.
Tratando-se de uma tradição nos reportamos às palavras de Jesus: “Negligenciando o mandamento de Deus, guardais a tradição dos homens”. Marcos 7:8
QUEM FOI O PRIMEIRO PAPA?
Tiago o irmão de Jesus se converteu após a morte do Senhor que apareceu a ele (“Jesus foi visto por Tiago, mais tarde, por todos os apóstolos” 1 Coríntios 15:7) e se tornou por herança, o líder da igreja primitiva. Aos apóstolos parece ter parecido mais sábio que a liderança do cristianismo fosse concedida ao irmão do Senhor Jesus – “No dia seguinte, Paulo foi conosco encontrar-se com Tiago, e todos os presbíteros se reuniram”. Atos 21:18
Na primeira grande questão que a igreja enfrentou (sobre os gentios) , foi Tiago que deu a palavra final na reunião dos apóstolos e bispos em Jerusalém – “Depois que eles terminaram, falou Tiago, dizendo: Irmãos, atentai nas minhas palavras” .Atos 15:13
Paulo reconhecia, em suas cartas, a Tiago, Pedro e João como as colunas, a liderança da igreja cristã – “e, quando conheceram a graça que me foi dada, Tiago, Cefas e João, que eram reputados colunas” . Gálatas 2:9
A própria carta de Tiago e sua saudação é de um líder cristão a todas as igrejas espalhadas pelo império – “Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo, às doze tribos que se encontram na Dispersão, saudações”. Tiago 1:1
Ainda na sua carta Tiago orienta aos judeus-cristãos conversos que em suas sinagogas recebam bem a todos sem acepção – “Se, portanto, entrar na vossa sinagoga algum homem” Tiago 2:2 , procedendo como Bispo de todas as igrejas judaico-cristãs.
O Papado é baseado em três erros fatais:
1. Pedro sendo o primeiro Papa
2. Celibato dos Bispos e Papas
3. Pretensão de Vicário de Cristo
Além de uma distorcida compreensão sobre a origem do bispado (em Pedro, e na forma de papa), o erro mais sórdido é o celibato, que tem levado a pecados sexuais na sua liderança; é um princípio anti-biblico, abusivo e opressor – “Porque é indispensável que o bispo seja alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados”. Tito 1: 6 e 7 e ainda: “Os Bispos sejam maridos de uma mulher e governem bem seus filhos e suas próprias casas.” I Timoteo 3:12
O pior dos erros é a pretensão de ser o Vicário (substituto) de Jesus na terra; aquele que supostamente seria a ponte entre o céu e a terra, intercessor dos os homens diante de Deus. Anulando o Ministério Sacerdotal de Jesus no Santuário Celestial, o Pontífice (como gosta de ser entitulado) e suas missas se colocam entre o penitente e o Salvador Jesus – “E, por isso, é mediador de um novo testamento, para que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia debaixo do primeiro testamento, os chamados recebam a promessa da herança eterna” Hebreus 9:15
O papa Leão XIII postulou em 1898: “Os sacrifícios do Velho Concerto eram sombras do futuro sacrifício da Cruz muito antes já do nascimento de Cristo. Após a Sua ascensão ao céu, um sacrifício idêntico continuou na missa... Nosso Divino Redentor quis que o sacrifício consumado uma vez na cruz se prolongasse para sempre. E isto é feito através da missa.” (Encyclical Caritatis Studium, 25 de julho de 1898).
Nada na terra pode operar em favor do homem caído, pecador. Somente há um caminho, e este não é o proposto pelo catoliscismo –Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem” 1 Timóteo 2:5.




















