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EUA E VATICANO MAIS PRÓXIMOS DO QUE NUNCA

 A profecia de Apocalipse 13 vs12-15 descreve uma proximidade entre duas bestas (EUA e Vaticano) que agora com a nomeação de Robert Prevost, como primeiro Papa norte-americano, pode ser a peça que faltava para essa união que o Apocalipse prevê.

 “Apesar de ser americano, o novo papa é considerado um reformista e não um nome alinhado às prioridades de Trump ou dos conservadores da Igreja nos Estados Unidos”. [BBC]

 "Esta eleição papal é também uma resposta a Trump, mas uma resposta oblíqua e não frontal contra ele", disse o professor de teologia histórica Massimo Faggioli, da Universidade Villanova, na Pensilvânia, em uma postagem no X (antigo Twitter). "O caos global que foi criado, em grande parte pelos Estados Unidos, nestes últimos anos, tornou possível um papa americano", diz Faggioli. "E ele é um papa das Américas, não somente dos Estados Unidos. É uma resposta muito criativa (por parte do Vaticano)", avalia Faggioli. "A partir de hoje, não será Trump nem Vance quem falará com os católicos americanos". [BBC]

 O sociólogo Francisco Borba Ribeiro Neto, em mensagem à BBC News Brasil logo após a eleição do novo papa, disse: "Uma escolha com uma força política chocante, ainda que eu acredite que o problema não é política, esse é o gesto político mais chocante da Igreja em toda a minha vida: afirma que quer estar em continuidade com Francisco, próxima aos Estados Unidos, mas sem abrir mão do seu perfil." [BBC]

 Todas essas declarações nos ajudam a entender o quadro profético de aproximação do Vaticano, da mais poderosa nação do planeta, os EUA. O quadro da profecia é um grande quebra-cabeça, onde os eventos vão acontecendo, e cabe a nós, após presenciar esses eventos colocar cada peça em seu lugar. Mas o quadro já foi revelado.

 Um papa norte-americano talvez seja essa peça para vermos essa relação próxima entre a Besta do Mar (Vaticano) e a Besta da Terra (EUA) e as ações delas de forma mundial – sanções econômicas (Ap 13:17), união das religiões (Ap 13:15), imposição da guarda do domingo (marca da besta – Ap 13:16) e decretos de morte (Ap 13:15up).

 O papel principal dos EUA, de acordo com a profecia, é promover a religião católica romana – “Ela (a Besta da Terra – EUA) exerce toda a autoridade da primeira besta (Vaticano) na sua presença e faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal havia sido curada” Ap 13:12. Embora Trump seja um protestante presbiteriano, seu vice-presidente, J.D. Vance é católico.

 Talvez, o que vejamos é uma aproximação, para depois haver uma aliança entre esses dois poderes apocalípticos.

 O livro O Grande Conflito afirma – “Os protestantes dos Estados Unidos serão os primeiros a estender as mãos através do abismo para apanhar a mão do espiritismo; estender-se-ão por sobre o abismo para dar mãos ao poder romano; e, sob a influência desta tríplice união, este país seguirá as pegadas de Roma, desprezando os direitos da consciência”. GC 588.1

 Os eventos políticos e religiosos assim, seguem o ‘script’ da profecia. Nós, que sabemos o fim desde o início, temos que com esperança aguardar o desdobramento de tudo. Porque o nosso foco não devem ser esses sinais, mas a Segunda Vinda de Jesus. É isso que esperamos!

Leia também:

Prevost e Trump

A Igreja Católica e a Política dos EUA

A ENCÍCLICA DIES DOMINI

A carta apostólica Dies Domini, promulgada por João Paulo II em 1998, visava reafirmar a centralidade do domingo na vida cristã-romana. Esse documento papal pode ser considerado um protótipo do Decreto Dominical; as bases teológicas para um decreto futuro contra a liberdade de culto.

 O documento é estruturado em cinco capítulos, cada um explorando diferentes dimensões do "Dia do Senhor".

No primeiro capítulo, "Dies Domini", o domingo é apresentado como a celebração da obra do Criador. O Papa destaca que, desde os tempos apostólicos, o domingo substituiu o sábado judaico como o dia dedicado a Deus, marcando a nova criação iniciada com a ressurreição de Cristo.

Vojtyla destaca que, embora o domingo seja, para os cristãos, principalmente uma celebração pascal, essa característica está intimamente ligada à mensagem das Escrituras sobre o desígnio de Deus na criação do mundo. Ele enfatiza que o Verbo, que se fez carne na plenitude dos tempos, é também o princípio e o fim do universo, conforme afirmado em João 1:3 e Colossenses 1:16. Essa presença ativa do Filho na obra criadora de Deus se manifesta plenamente no mistério pascal, onde Cristo, ao ressuscitar como "primícias dos que morreram" (1 Coríntios 15:20), inaugura a nova criação.

João Paulo II também menciona que o "shabbat", o repouso jubiloso do Criador, é uma bênção e consagração do sétimo dia, conforme Gênesis 2:3. Ele argumenta que o domingo, ao celebrar a nova criação iniciada com a ressurreição de Cristo, assume o papel de recordar e santificar, cumprindo o mandamento de "recordar" para "santificar" o dia do Senhor.

Assim, o Papa propõe que o domingo seja compreendido não apenas como um dia de descanso, mas como uma celebração da criação original e da nova criação em Cristo, unindo a obra do Criador com a obra redentora do Salvador.

O segundo capítulo, "Dies Christi", enfatiza o domingo como o dia do Senhor ressuscitado e do dom do Espírito. Aqui, o domingo é visto como a "Páscoa semanal", celebrando a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte.

Em "Dies Ecclesiae", o terceiro capítulo, o foco recai sobre a assembleia eucarística como alma do domingo. A participação na Eucaristia dominical é apresentada como essencial para a vida cristã, fortalecendo a comunhão e a identidade da Igreja.

O quarto capítulo, "Dies Hominis", trata do domingo como o dia do homem. João Paulo II argumenta que o descanso dominical é um direito humano fundamental, permitindo que as pessoas se dediquem à família, à cultura e à espiritualidade.

Finalmente, "Dies Dierum" aborda o domingo como a festa primordial, reveladora do sentido do tempo. O Papa propõe que o domingo seja o centro do calendário litúrgico, orientando a vida dos fiéis para a eternidade.

Ao longo da carta, João Paulo II expressa preocupação com a crescente secularização do domingo, transformado em mero "fim de semana". Ele conclama os cristãos a redescobrirem o verdadeiro significado do domingo, integrando fé, descanso e solidariedade.

Dies Domini é, portanto, um apelo à renovação da vivência dominical, destacando sua importância teológica, eclesial e humana.

Conclusão

O documento é um ensaio do Vaticano para um futuro decreto. As bases teológicas estão estabelecidas, embora quando sejam lidas com uma crítica textual e exegética rigorosa, não vemos de onde veio a mudança do sábado para o domingo. O argumento é mais alegórico do que textual. A tradição é usada mais do que a autoridade das Sagradas Escrituras.

Assim, Carol Vojtyla já em 1998 já estabelecia as intenções da Igreja Romana sobre o dia sagrado dessa Igreja Romana. Esse tema irá retornar ao cenário mundial. Na ótica da Encíclica Laudato Sí, como justificativa social e ambiental.

Mas Apocalipse 13 nos ajuda a entender que o argumento será moral e financeiro, dentro da associação das duas nações – EUA e Vaticano, as bestas do mar e da terra (Ap 13:11-18).

 Os documentos bases para essa ação, o decreto dominical, já estão a décadas formalizados, mas falta a ação política para isso. E essa força política virá da Casa Branca.

 Quem tiver olhos que leia, entenda e veja.


OS SETE ÚLTIMOS PAPAS


A leitura dos sete últimos reis (Ap 17:9) no Apocalipse leva alguns leitores a interpretar como se fossem papas. Mas na realidade se referem as "sete cabeças" da Besta Escarlate (Ap 17:3) que são os sete últimos impérios da história humana.

Como foi a atuação dos Sete ùltimos Papas dentro do cenário político-teológico? 

Esse resumo nos ajuda a entender a evolução do Vaticano como poder dentro da Europa e do Mundo Ocidental:

1. Papa Francisco (2013–2025) 

-Nome de batismo: Jorge Mario Bergoglio (Argentina)

-Primeiro papa das Américas e jesuíta 

-A sua Enciclica Laudato Si foi um documento que dava razão social e científica para a guarda do domingo.

-Ênfase: justiça social, meio ambiente (Laudato Si’), Igreja mais inclusiva 

-A inclusão de membros divorciados, e de pessoas de outros gêneros sexuais aproxima a igreja romana do quadro da "Babilônia" e "Sodoma" espiritual.

 

2. Papa Bento XVI (2005–2013) 

-Nome de batismo: Joseph Ratzinger (Alemanha) 

- Teólogo conservador, renunciou ao papado

- Representa o reforço doutrinário da besta (Ap 13:5–6), falando “com soberba e blasfêmias”.

- Ênfase: liturgia, doutrina, diálogo com a razão

 

 3. Papa João Paulo II (1978–2005) 

-Nome de batismo: Karol Wojtyła (Polônia) 

- Primeiro papa não italiano em 455 anos

- Retomou o poder político internacional, mudando o curso da Europa, com a queda do comunismo. Pode ser considerado o papa que consolidou a cura da “ferida mortal”.

-Mentor da Encíclica Dies Domini, que pode ser considerada um protótipo do Decreto Domical. 

- Ênfase: combate ao comunismo, juventude, defesa da vida

 

 4. Papa João Paulo I (1978) 

- Nome de batismo: Albino Luciani (Itália) 

-  Pontificado mais curto do século: 33 dias. Morreu de um infarto fulminante.

- Essa foi uma transição, sem impacto direto profético, mas inserido em um momento de crescimento do prestígio papal.

 

5. Papa Paulo VI (1963–1978) 

- Nome de batismo: Giovanni Battista Montini (Itália) 

-  Concluiu o Concílio Vaticano II e reforçou o papel do papado na sociedade moderna.

- Ênfase: modernização e diálogo com o mundo

-  Fortaleceu a base do ecumenismo e da influência moral global, preparando o caminho para a besta “cuja ferida foi curada”.

- É com ele que a imagem do papado moderno começa a se consolidar com força nos assuntos globais.

 

6. Papa João XXIII (1958–1963) 

- Nome de batismo: Angelo Giuseppe Roncalli (Itália) 

- Convocou o Concílio Vaticano II (1962): abertura ao mundo moderno, ao ecumenismo e ao diálogo inter-religioso.

- Ênfase: abertura da Igreja ao mundo moderno

- Leitura profética: início da grande aproximação com outras igrejas (Babilônia e suas filhas – Ap 17:5).

- Reconstrução da imagem da besta: união entre igrejas com pretensões universais.

 

 7. Papa Pio XII (1939–1958) 

- Nome de batismo: Eugenio Pacelli (Itália) 

- Papa durante a Segunda Guerra Mundial 

- Controverso por sua postura durante o Holocausto

-  Leitura profética: Começo da “cura da ferida mortal” (Ap 13:3). Após a crise mundial, o papado começa a retomar relevância global.

- Relações políticas com regimes e nações marcam seu papel diplomático, típico da besta apocalíptica que “domina reis” (Ap 17:18).

 Leia também:

A Enciclica Papal sobre o Domingo

A Encíclica Laudato Si

OS TRÊS ÚLTIMOS PAPAS

Desde a “ferida mortal” (Apocalipse 13:3) que o papado sofreu em 1798 com a prisão do papa Pio VI, e o fim de um reinado de 1260 anos de poder político-religioso,  o papado e o Vaticano vem depois disto em uma crescente retomada de poder.

Os três últimos papas foram o ápice dessa retomada do cenário político internacional.

O Papa João Paulo II, ou Carol Vojtyla, que reinou no Vaticano de 1978–2005, foi um expoente nesse retorno ao cenário internacional com o poder que os papas medievais possuíam.

Suas principais ações políticas foram:

- Combate ao comunismo – Desempenhou papel crucial na queda do comunismo na Europa, especialmente na Polônia, apoiando o movimento Solidariedade. Carol Vojtyla era polonês e lutou pela liberdade do seu povo.

- Diálogo inter-religioso – Vojtyla promoveu o entendimento entre diferentes religiões, incluindo encontros históricos com líderes judaicos e muçulmanos. Proximidade com líderes mundiais: estabeleceu relações diplomáticas com mais de 170 países. Foi o primeiro papa a entrar numa sinagoga e numa mesquita.

- Defesa dos direitos humanos – Condenou o apartheid na África do Sul e criticou regimes opressores.

Suas principais ações teológicas foram:

- Encíclicas importantes: Publicou documentos como Redemptor Hominis, Evangelium Vitae, e Dies Domini, abordando temas como a dignidade humana, a defesa da vida e a guarda do domingo.

- A Encíclica Dies Domini foi um documento de 1998, sobre o domingo, destacando como dia sagrado, sua origem na criação e ressurreição de Jesus e um chamado à guarda desse dia. Foi um protótipo do Decreto Dominical.

- Valorização da família: Enfatizou a importância da família e do matrimônio na sociedade contemporânea.

- Jornada Mundial da Juventude: Instituiu este evento para aproximar os jovens da fé católica.

O penúltimo, Papa Bento XVI, ou Joseph Ratzinger, reinou de 2005–2013 no Vaticano:

Ações Políticas:

- Diálogo inter-religiosos: Apesar de controvérsias, buscou manter o diálogo com outras religiões, incluindo o Islã e o Judaísmo.

- Conservadorismo moral: Reforçou posições tradicionais da Igreja em temas como aborto e eutanásia.

Suas principais ações teológicas:

- Encíclicas teológicas: Escreveu Dies Caritas Est, Spe Salvi e Caritas in Veritate, abordando o amor, a esperança e a caridade na verdade.

- Ênfase na liturgia: Destacou a importância da liturgia e da Eucaristia na vida da Igreja.

- Renúncia história: Primeiro papa a renunciar em séculos, abrindo precedente para futuras lideranças.

O Papa Francisco, ou Mario Jorge Bergóglio, reinou de 2013–2025, como 1º papa sul americano da história da igreja Católica:

Suas principais ações políticas foram:

- Justiça social: Defensor dos pobres e marginalizados, criticou o consumismo e a desigualdade social.

- Meio ambiente: Publicou a encíclica Laudato Si, chamando atenção para a crise ecológica e dando ênfase no descanso dominical.

- Reformas na Igreja: Implementou mudanças na Cúria Romana e enfrentou casos de abusos sexuais com novas diretrizes.

Suas ações teológicas foram:

- Inclusividade: Promoveu uma Igreja mais acolhedora, especialmente para divorciados e a comunidade LGBTQ+.

- Encíclicas sociais: Além de Laudato Si, escreveu Fratelli Tutti, enfatizando a fraternidade e amizade social.

- Estilo pastoral: Adotou uma abordagem mais simples e próxima dos fiéis, enfatizando a misericórdia  o amor.

ANÁLISE

Vamos analisar essas ações politicas e teológicas, desses três últimos papas, contrastando com a profecia bíblica.

Carol Vojtyla (Papa João Paulo II) em suas ações políticas pode ser considerado um dos papas que curou a “ferida mortal” profética (Ap 13:3), restaurando o prestígio global do papado. Foi o papa que mais se aproximou do modelo do papado medieval em interferências políticas.

Os papas medievais que destituam reis e promoviam outros. Vojtyla destituiu o comunismo na Europa, e desencadeou um movimento para o enfraquecimento do mesmo comunismo na poderosa URSS.

Sua popularidade e influência em todas as religiões seriam vistos como preparação para uma falsa unidade espiritual mundial. Influenciou de forma especial o Islamismo, aproximando esses religiosos para o mundo ocidental. Hoje os islâmicos estão instalados nas principais capitais européias, mas se tornaram uma ameaça a fé católica romana e ao mundo livre. A aproximação com o Islã foi amistosa, da parte de Carol Vojtyla, mas os líderes Islâmicos viram uma brecha para minar o mundo ocidental. E hoje o Islã poderia causar conquistar facilmente cidades como Paris e Londres, usando a Jihad, ou guerra santa.

Joseph Ratzinger (Papa Bento XVI)  foi visto como quem reafirma a autoridade do papado como a única via de salvação – sinal claro de um sistema que “se exalta acima de Deus” (2Ts 2:4). Suas afirmações exclusivistas sobre salvação na Igreja Romana são consideradas blasfêmias proféticas (Ap 13:5–6) uma marca distintiva da profecia de Daniel 7:25.

Foi um conservador em temas morais e doutrinários, e fortaleceu o papel do papado como “guia moral global”. Reafirmou que a Igreja Católica é a única verdadeira, causando reações entre outras confissões cristãs. Trabalhou para restaurar a tradição litúrgica, conectando o presente ao poder histórico da Igreja.

Jorge Mario Bergoglio (Papa Francisco) foi o que mais se aproximou do quadro profético-teológico que os papas poderiam o fazer. Forte em atuação em temas ambientais, sociais e econômicos escreveu a Encíclica Laudato Si’ que dava uma razão social e ambiental para a guarda do domingo.

Promoveu diálogo inter-religioso com judeus, muçulmanos, hindus, e até ateus. Reconhecido por líderes globais como figura moral central. Abriu assim espaço para debates sobre união entre igrejas (ecumenismo). Enfatizou a misericórdia acima da doutrina. Alguns veem isso como relativização de temas morais tradicionais (como homossexualidade e divórcio).

Considerado como o papa que mais aproxima Igreja e Estado, preparando terreno para a “imagem da besta” (Ap 13:14). Sua atuação em questões globais é vista como o renascimento final do poder papal, que levaria à imposição de leis religiosas globais (como o domingo obrigatório). Sua popularidade com não católicos reforça a ideia profética de que “toda a Terra se maravilhou após a besta”.

CONCLUSÃO

O cenário é de um poder crescente no Vaticano. Cada vez mais os líderes que são colocados ali, se aproximam na conclusão do quadro profético, onde o Apocalipse mostra que será concluído. 

No entanto, a profecia mostra que o Vaticano estará apoiado primeiro pelo EUA (Besta da Terra - Ap 13:11-18) e depois apoiado pela União Européia (Besta Escarlate - Ap 17:3).

O quadro do cquebra cabeça profético está se formando, e a última peça logo será colocada. E a ´ltima peça se chama "contrafação", a imitação da Segunda Vinda de Jesus por Satanás. 

Esteja pronto para as cenas finais. 

Leia também:

Enciclica Dies Domini

A Encíclica Laudato Si




O TRONO VAZIO

"Morreu nesta segunda-feira (21/04), aos 88 anos, o papa Francisco, primeiro papa sul-americano e jesuíta da história da Igreja Católica. O pontífice faleceu em sua residência no Vaticano, Casa Santa Marta. (...) "Às 7:35 desta manhã (hora local. 2:35h de Brasília), o Bispo de Roma, Francisco”.

"Aos 76 anos de idade, o cardeal Bergoglio da Argentina se tornou o primeiro pontífice das Américas e do hemisfério sul em 2013. Converteu-se também no primeiro papa jesuíta — ordem que, historicamente, era vista com desconfiança por Roma. Desde a morte de Gregório 3º, nascido na Síria em 741, todos os papas haviam sido europeus." (BBC Brasil)

A escatologia protestante dedica muita atenção e preocupação ao trono do Vaticano.

Porque a teologia protestante tem o seu foco no trono do Vaticano e naqueles que sobem ali para o assumir? A resposta é que a profecia apocalíptica oferece esse olhar sobre esse personagem da história religiosa.

A profecia de Daniel começa sua revelação apocalíptica no capitulo 02 desse livro deixando o fim das nações na Europa, como o berço das nações ocidentais. Naquela profecia, de uma estátua que representa a história politica das nações, a Europa é representada como os pés de barro e ferro (Daniel 2:41-44) que seria o berço do Vaticano e do surgimento do Papado.

Na visão seguinte, o profeta Daniel, já enxerga o Papado na cabeça de um “Animal Terrível e Espantoso” (Daniel 7:7) que simboliza uma nação, Roma, ou o império Romano. E na cabeça dessa nação, é representado como sendo um “chifre” (rei na própria interpretação das Escrituras – Daniel 7:24).

Desse “chifre” ou “rei” é dito – “esse chifre fazia guerra contra os santos e estava vencendo” Daniel 7:21. Essa descrição profética é muito importante, pois foi o papado que na idade média perseguiu, prendeu, torturou e matou os cristãos dissidentes que se opunham aos seus ensinos contrário às Escrituras.

O v24 é outra indicação histórica – “rei, que será diferente dos primeiros, e derrotará três reis” Daniel 7:24. Foi o papado, que surgiu dos “dez reinos” – as nações que originaram a Europa; e o mesmo papado que destruiu os três povos: os Hérulos – derrotados em 493 d.C.; os Vândalos – derrotados em 534 d.C.; e os Ostrogodos – derrotados em 538 d.C. Esses povos eram: uma tribo bárbara germânica, cristãos arianos (não criam na divindade completa de Cristo); e faziam oposição direta ao avanço da autoridade papal em Roma.

Por que isso é historicamente importante para a identificação do papado na profecia? Em 538 d.C., após a derrota dos ostrogodos, o bispo de Roma pôde exercer autoridade sem resistência sobre o Ocidente. Isso marca o início profético dos 1260 anos de domínio papal (538–1798), segundo a interpretação adventista de Daniel (12:7up) e Apocalipse.

Mas a mais clara e evidente identificação ocorre em Daniel 7:25 com a seguinte descrição profética – “Ele falará contra o Altíssimo, oprimirá os santos do Altíssimo e tentará mudar os tempos e a lei; e os santos serão entregues nas mãos dele por um tempo, tempos e metade de um tempo” Daniel 7:25.

1) “falará contra o Altíssimo” – essa é parte da descrição do poder do "chifre pequeno", que representa o papado medieval. Isso se refere a blasfêmias ou pretensões religiosas feitas pelo papado ao longo da história. Se refere a reivindicação de títulos divinos que o papa arroga para si mesmo: Vigário de Cristo (Vicarius Filii Dei)  ou substituto de Cristo. Isso é uma blasfêmia porque o substituto de Jesus na Terra foi o Espírito Santo (o Consolador – Ev. De João 14:16). Outro título que usa é “Pai dos reis, governador do mundo, substituto de Deus na Terra” (Enciclopedia Britânica).

É também uma referência a reivindicação do poder de perdoar pecados – Só Deus pode perdoar, mas a Igreja Católica ensinava que o sacerdote podia fazê-lo diretamente — em nome de Cristo, sim, mas a prática e o controle centralizados reforçavam o poder clerical.

Outra referência são as declarações de infalibilidade papal (séculos depois) – No Concílio Vaticano I (1870), o dogma da infalibilidade papal foi oficialmente estabelecido: Quando o papa fala "ex cathedra", suas palavras são consideradas sem erro em questões de fé e moral.

2. “Magoará os santos do Altíssimo” – se refere à perseguição aos crentes dissidentes da fé católica, que era punida com perseguição, prisão, tortura e morte. Especialmente no período dos 1260 anos proféticos (de 538 a 1798 d.C.)

Eventos históricos marcaram essa ação do papado – Inquisição, perseguições contra cristãos fiéis à Bíblia; mortes de grupos como valdenses, albigenses, e reformadores; e a imposição de doutrinas pela força. Os “Santos” em Daniel 7:25 são os crentes fiéis a Deus que resistiam ao domínio religioso-político do papado.

3. “Cuidará em mudar os tempos e a lei” – essa expressão em Daniel 7:25 indica a tentativa de alterar mandamentos divinos e o calendário sagrado. Se refere principalmente à mudança do sábado para o domingo. A Igreja Católica afirma ter transferido a santidade do sábado (7º dia) para o domingo (1º dia da semana). Isso foi uma mudança na lei moral de Deus (Êxodo 20:8–11) especialmente no 4º mandamento que é o dia que o próprio Deus estabeleceu para receber adoração.

A frase se refere também Mudanças litúrgicas e festas religiosas: Introdução de dias santos e festividades não bíblicas, substituindo os tempos estabelecidos por Deus. A expressão “cuidará” indica tentativa, não sucesso pleno — ou seja, Deus mantém sua autoridade apesar das alterações humanas.

 4. “Um tempo, tempos e metade de um tempo” – é interpretada como:  Tempo = o período de 1 ano; Tempos, o período de 2 anos; e Metade de um tempo = o período de meio ano. No total = 3 anos e meio proféticos = 1260 dias proféticos = 1260 anos literais. Se referindo historicamente ao período literal de 538–1798 d.C. (início da supremacia papal até sua queda temporária com o cativeiro de Pio VI por Napoleão).

Conclusão:

Assim, a preocupação protestante se mantém viva quanto à subida de outro papa no trono do Vaticano, devido ao foco que a profecia coloca nesse poder político-religioso. Os últimos papas – Carol Voytila (João Paulo II, Joseph Ratzinger (Bento 16) e Mario Jorge Bergólio (Francisco) fizeram importantes inserções na história para o avanço do poder do catolicismo, e cumprimento das profecias apocalípticas.

Daí a preocupação protestante reformista, que desse próximo papa, possa surgir o quadro escatológico previsto em Apocalipse 13, com a união das bestas do Mar e da Terra.

Aguardemos com uma “expectativa escatológica”.

Leia também:

Os três ùltimos Papas

Os Sete Últimos Papas

MARIO BERGÓLIO ADMITE OS PECADOS DO VATICANO


“O papa Francisco admitiu que existe corrupção no Vaticano (...) “Existe corrupção no Vaticano, mas eu estou em paz”, disse o líder católico em 25 de novembro de 2016, durante um encontro com representantes de ordens religiosas, e cujos detalhes foram narrados pelo padre Antonio Spadaro na nova edição da revista “La Civiltà Cattolica”.

 “Nas congregações gerais antes do conclave que me elegeu, falavam dos problemas do Vaticano e todos queriam reformas”, disse.

Questionado sobre os escândalos de abusos sexuais dentro da Igreja Católica, o Papa disse que a “disseminação dos abusos é devastante”, mas que o caso precisa ser visto como uma “doença”.

 No início da semana, uma comissão criada pelo governo da Austrália divulgou um relatório inédito sobre casos de pedofilia no país que aponta que 7% dos sacerdotes católicos locais foram acusados de abusos desde os anos 1950. O Vaticano, que possui regulamentações próprias e leis internas para lidar contra a pedofilia e a corrupção, também já foi citado pelas Nações Unidas a prestar esclarecimentos. Em setembro de 2016, a Santa Sé aderiu à convenção da ONU contra a corrupção”. [Fonte: Isto É]

Essa é uma evidência do chamado que Deus faz aos crentes sinceros para saírem do meio do Catolicismo. A profecia faz esse chamado: “Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos; porque seus pecados se acumularam até o céu, e Deus se lembrou dos atos iníquos que ela praticou” Apocalipse 18.4 e 5.

Mario Bergólio admite os pecados da sua igreja, a profecia afirma que os crentes devem sair dela, mas os crentes católicos não percebem por onde Deus esta conduzindo e o que Deus espera dos crentes.


A profecia indica qual o pecado – “luxúria” 18.7 – os pecados sexuais e agora a corrupção desqualificam essa igreja e a colocam exatamente no quadro que o Apocalipse a retrata – “a Grande Prostituta” – uma metáfora para a ‘prostituição espiritual’ que ocorreu no vaticano.

O PAPA TEM AUTORIDADE PARA PERDOAR PECADOS?


“O Papa Francisco prorrogou nesta segunda-feira uma concessão feita durante o período do Jubileu da Misericórdia, anunciando que todos os padres poderão absolver de forma indefinida o "pecado do aborto", tornando permanente uma medida temporária.” Fonte: AFP

A maior e mais blasfema posição que o papado adota é a pretensão de perdoar pecados.
A profecia de Daniel descrevendo esse poder afirma que “tinha uma boca que falava com insolência” Dn 7.8

A ‘insolência’ é a falta de respeito para com Deus, o Único que pode perdoar pecados; na oração do Pai Nosso é a Deus que é dirigida a súplica – “perdoa as nossas dívidas” Mt 6.2.

De Jesus, o Deus Encarnado é dito que – “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é Fiel e Justo para nos perdoar os pecados” 1João 1.9

Em nenhum texto bíblico é encontrado a autorização para um discípulo, bispo ou diácono oferecer o perdão. Essa não é uma doutrina ou prática bíblica, mas um mandamento humano.

As pessoas que se utilizam da confissão aos padres não alcançam o perdão; estão sendo enganadas sobre o perdão de seus pecados.

A profecia de Daniel descrevendo o papado ainda acrescenta – “proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudas os tempos e a Lei” Daniel 7.25

Colocando-se no lugar de Deus em perdoar os pecados, o papa, os padres e bispos estão sobre o juízo Divino. Mudam a Palavra de Deus e pretensamente assumem a autoridade e o lugar de Deus.

Mario Bergólio em sua carta  "Misericordia et misera" (Misericórdia e piedade)  "para que nenhum obstáculo se interponha entre o pedido de reconciliação e o perdão de Deus, de agora em diante concedo a todos os sacerdotes, em razão de seu ministério, a faculdade de absolver a quem tenha procurado o pecado do aborto" Fonte: AFP

Incrível, mas Mario Bergólio dá a si mesmo a sentença, como aquele que se coloca como “obstáculo se interpondo entre o pedido de reconciliação e o perdão de Deus”.

O papa, os padres e bispos são este “obstáculo” entre o pecador e Deus. O perdão de Deus é de Graça e estendido a todos sem intercessores terrenos.

A Bíblia afirma que so há um intercessor entre Deus e o pecador – “há um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” 1Timoteo 2.5

O próprio Jesus ensinando os crentes a orar indica – “tu quando orares, entra no teu quarto, e fechando a porta, ORA A TEU PAI, que está em secreto; E TEU PAI, que vê em secreto, te perdoará” Mateus 6.6

Os padres [pai em latim] que assumem essa postura no confessório estão acumulando o juízo de Deus sobre eles mesmos.

O Apocalipse descreve as pragas sobre o Trono da Besta [Papado] – “Porque os seus pecados se acumularam até o céu, e Deus se lembrou das iniquidades dela [Babilônia].” Apocalipse 18.5


De onde Mario Bergólio tirou a autoridade para perdoar pecados?

LEI DOMINICAL NO PAÍS DO PAPA


A Argentina, mais precisamente a província de Rosario adotou o que se nomeia como Lei Dominical. Uma lei com poder de governo que força a guarda do domingo como dia sagrado.

O Jornal La Capital, no dia 07 de Julho, publicou a seguinte manchete: “"La ley de descanso dominical establece que con tres infracciones se puede clausurar por 10 días - El ministro de Trabajo Julio Genesini confirmó que a la tercera multa a los que no cumplan la ley se procederá a la clausura”.

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O que isso significa?
A Bíblia e os Dez Mandamentos deixam claro que o dia a ser santificado é o sábado, o Sétimo Dia da semana – “Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo.Trabalharás seis dias e neles farás todos os teus trabalhos, mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao Senhor, o teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum” Êxodo 20.8-10.

Jesus no Novo Testamento é visto santificando esse dia – “Em Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler” Lucas 4.16.


Ao se usar a força de lei do governo para santificar outro dia, dois erros gravíssimos se cometem: 
1) Muda-se a Lei de Deus; 
2) Fere o princípio de liberdade religiosa.

Essa Lei se inicia no país de Mario Bergólio, o líder católico romano. Foi dentro da história desta igreja que houve os mais significativos movimentos contra a Lei de Deus.

Em 21 de Março de 321 dC, o Imperador Constantino, rescem convertido ao cristianismo, estabelece a guarda do domingo, com um decreto de Lei Imperial - "Que todos os juízes, e todos os habitantes da Cidade, e todos os mercadores e artífices descansem no venerável dia do Sol. Não obstante, atendam os lavradores com plena liberdade ao cultivo dos campos; visto acontecer amiúde que nenhum outro dia é tão adequado à semeadura do grão ou ao plantio da vinha; daí o não se dever deixar passar o tempo favorável concedido pelo céu." (in: Codex Justinianus, lib. 13, it. 12, par. 2.)

Hoje o mesmo se repete; os esforços dos Papas para valorizar o domingo são notórios; desde a Carta Dominis Dei, de Karol Wojtyla [João Paulo II] Leia aqui, e a mais recente de Mario Bergólio, a Laudato Si, onde o domingo é colocado como dia de comunhão para a família Leia aqui.

A questão crucial é que há um poder se opondo à Lei de Deus, e esse poder é religioso. O Apocalipse retrata esse poder com várias imagisticas na profecia - besta [cap.13]; prostituta [cap.17] e Babilônia [cap.18]. Todos eles de forma negativa.

A imposição do domingo com força de Lei é próprio do papado; fere a liberdade religiosa e fere a Lei de Deus. O Vaticano não deixou de ser o que foi na Idade Média, um poder opressor e perseguidor, que restringe a liberdade dos crentes.

Siga a Palavra de Deus, e atente para o conselho da profecia do Apocalipse - "Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" Ap 14.12.

NO LUGAR DE DEUS


Uma das previsões da profecia para o papado era que esse sistema religioso se "assenta[ria] no santuário de Deus, apresentando-se como Deus" 2 Ts 2.4up.

Essa profecia é feita pelo apóstolo Paulo ao predizer a grande apostasia que sobreviria à igreja -
"Não deixem que ninguém os engane de modo algum. Antes daquele dia virá a apostasia e, então, será revelado o homem do pecado, o filho da perdição. Este se opõe e se exalta acima de tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, chegando até a assentar-se no santuário de Deus, proclamando que ele mesmo é Deus" 2 Ts 2.3 e 4.

Os protestantes históricos identificam o papa como sendo este o "homem do pecado, o filho da perdição".

O papa pretende prerrogativas que só Deus as possui:
-receber adoração e reverência de humanos
-receber a confissão de pecados pessoais
-perdoar pecados

Através do profeta Isaías, Deus faz a seguinte declaração - "Sou eu, eu mesmo, aquele que apaga suas transgressões" Is 43.25; o apóstolo João afirma ainda: "Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo. Ele é a propiciação pelos nossos pecados” 1João 2.1 e 2.

Veja que o nosso intercessor está "junto ao pai" e Seu nome é "Jesus Cristo" e não Mario Bergólio, Joseph Ratzinger ou Karol Vojtyla.

Um ser humano ajoelhado na frente de outro ser humano é condenável nas Sagradas Escrituras; o próprio apóstolo João foi impedido de se ajoelhar diante de um Anjo - "E o anjo me disse: “Escreva...” [...] Então caí aos seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: "Não faça isso! Sou servo como você e como os seus irmãos [...] Adore a Deus!" Ap 19.9 e 10.

O próprio mandamento exige "Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor, o teu Deus, sou Deus zeloso" Ex 20.5.

O que esperar de um sistema religioso e de um líder eclesiástico que se coloca no lugar de Deus?
“A vinda desse perverso é segundo a ação de Satanás, com todo o poder, com sinais e com maravilhas enganadoras” 2Ts 2.9

POR QUÊ QUEREM MATAR O PAPA?

A polícia britânica prendeu nesta sexta-feira (17/09/10) cinco pessoas em Londres sob a suspeita de tramar um "ato de terrorismo" relacionado com a visita do papa Bento XVI, que em seu segundo dia no Reino Unido deve tentar estreitar os laços com a Igreja Anglicana.
Os cinco homens com idades entre 26 e 50 anos foram detidos pouco antes das 6h00 (2h00 de Brasília) no centro de Londres sob a suspeita de planejar, preparar ou instigar atos de terrorismo.


A Scotland Yard informou que após as detenções, os dispositivos de segurança para a visita do Papa foram revisados e "continuam sendo apropriados" e que o itinerário não foi modificado.


Bento XVI está tranquilo e confia na polícia, declarou pouco depois o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, para quem "a situação não é particularmente perigosa".


Os detidos estão sendo interrogados. Segundo o conselho municipal de Westminster, são garis que trabalham para uma empresa de limpeza privada. O canal de televisão Sky informou que os suspeitos são argelinos.


A Scotland Yard não explicou no que consistia a ameaça, nem tampouco se estava diretamente dirigida contra o pontífice, que tem muitos atos civis e políticos programados na Inglaterra até domingo, incluindo duas cerimônias que devem atrair milhares de pessoas. (Reuters)

Os muçulmanos tem razões óbvias para querer matar o líder do cristianismo (leia-se catolicismo). Para muçulmanos os cristãos são hereges.

No entanto há muito mais atrás da figura do líder católico - papado. As profecias bíblicas sob a ótica do protestantismo enxergam na figura do papa o próprio anticristo. Ou mais tecnicamente, aquele que tem o "espírito do anticristo".

Dentro da profecia bíblica, vários elementos identificam o líder católico como aquele que opera como o anticristo:
1. Seu Título - pontífice - construtor de pontes; ou vigário - substituto. A pretensão do papado em estar no lugar de Jesus aqui na terra e na igreja é uma heresia para os protestantes.

2. Sua prerrogativa - infalibilidade. O papado tem a prerrogativa de ser infalível em seus dogmas.

3. Sua pretensão de perdoar os pecados. O fato de padres e papas assumirem a autoridade de perdoar pecados é outra heresia. A Bíblia afirma que esse poder só Deus possui.

4. Suas doutrinas - ao longo dos séculos as doutrinas e tradições criadas pelos papas criaram um distanciamento do cristiansimo. O catolicismo é de longe um cristiansimo modificado.

5. Sua autoridade pretensa - diante destas prerrogativas, o papado julga-se como autoridade cristã. A única religião (catolicismo) que detém a salvação e as chaves da Vida Eterna.

6. A história da ICAR - o passado do catolicismo na idade média é assustador. A aversão dos cientistas e pensadores do mundo pós-moderno à igreja e a Bíblia, é devido ao que o catolicismo fez com ambas as situações - fez da religião um instrumento de tortura e da Bíblia um instrumento contra a ciência.

Por estes motivos e outros (muitos outros) o papa sofre com o ódio de muçulmanos e aversão dos protestantes.

Por este motivo alguns querem matar o papa.

Os protestantes deixam isso nas mãos de Deus."O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos" Apocalipse 20:10.

DOIS ÍCONES DO APOCALIPSE

Ratzinger e Bush tiveram um encontro apocalíptico no Vaticano. Em uma projeção escatológica os dois ícones da profecia do último livro das Sagradas Escrituras. Os dois representam as duas forças opositoras ao governo Divino descritas no capitulo 13 de Apocalipse.

O Papado e o governo dos EUA representados na profecia como dois animais – “a besta que sai do mar” e “a besta que sai da terra”. A profecia assim descreve esses governos, como aqueles que agiriam contra os propósitos Divinos aqui na terra. A segunda besta (ou animal) tem importância no cenário profético porque a primeira besta (ou animal) foi “ferida de morte” – uma referência a prisão do papa em 1798, por Bertier, general francês do exército de Napoleão.

No entanto a segunda besta (EUA) “foi-lhe concedido também dar fôlego à imagem da besta, para que a imagem da besta falasse” Apoc. 13:15. É os EUA que opera em favor e mimetizando os movimentos da primeira besta. A exemplo do papado de 538 a 1798 DC, os EUA oprime, impõem e faz guerra às nações que não se submetem aos seus “ideais democráticos” (dois chifres).

“Fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte” v.16 – e esse tem sido o papel dos EUA através das suas incursões militares e guerras impor o cristianismo ocidental e do interesse do vaticano.

No encontro “Bento 16 estaria especialmente preocupado com a situação dos cristãos iraquianos, muitos dos quais teriam deixado o país por causa da violência.

"Ele se mostrou preocupado com o fato de que a sociedade que está se formando (no Iraque) venha a ser pouco tolerante com o cristianismo", disse Bush. Bush disse esperar que a nova Constituição iraquiana proporcione um ambiente para que todos os iraquianos - muçulmanos e cristãos - vivam bem juntos”. [BBC]

São os interesses da primeira besta vivenciados militarmente pela segunda besta. O papado ganha “fôlego” e sua imagem de perseguição, imposição e intolerância religiosa é reproduzida como a profecia previu.

“O papa Bento 16 disse ao presidente americano George W. Bush que gostaria de ver uma "solução negociada" para os conflitos no Oriente Médio e que a situação no Iraque é preocupante”. [BBC]

A revelação aponta que “por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer (EUA) na presença da besta (Papado), enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta (Papado) que recebera a ferida da espada e vivia” v.14.

O que o mundo presencia é uma guerra religiosa para sufocar o Islamismo, a exemplo do que karol Wojtyla fez com o comunismo.

O que veremos a seguir (e já ocorre) é uma reascensão do Papado (primeira besta) que ressuscitada pelo “fôlego” oferecido pelos EUA, faz com que “Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta, e adoraram o dragão, porque deu à besta a sua autoridade; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? quem poderá batalhar contra ela?” v.4

A extrema popularidade do papado em nossos dias, e seus valores morais em defesa da sociedade e da família, em favor do cristianismo, é uma representação vívida da “ferida mortal curada” v.3, e da sua figura no capítulo 17, da “grande prostituta”, ou da grande igreja infiel, que faz o mundo cair em “grande admiração” 17:6.

Mais um capitulo da profecia se cumpre. E o livro esta em seus capítulos finais... que tal virarmos a página e vermos o que acontece no capitulo 18 e 19? Leia hoje o Apocalipse.

ATÉ QUANDO O PAPA SERÁ POP?

“Bento 16 completa dois anos de papado nesta quinta-feira, dia 19 (04.07). Decisões como a de recuperar o latim como língua sagrada do catolicismo e a missa tridentina de Pio 5º (em que os padres ficam virados para o altar e de costas para os fiéis) são um pouco constrangedoras. Assim como estão sendo anunciadas, sem maiores especificações, João Paulo 2º não faria”. Por conta da sua defesa da família tradicional e do celibato para os padres, de ter chamado o segundo casamento de praga e por condenar a eutanásia, o aborto, o uso da camisinha e a união entre homossexuais, o jornal italiano Il Manifesto disse que "Bento 16 estava apagando meio século de história". [BBC]

O que vimos nesses cinco dias de exibição de imagens na Tv e fotos dos jornais é o lado artístico do papado. A filosofia da ICAR continua a mesma que a da idade média. Agora mais do que nunca, pois Ratzinger é um conservador irremediável. “O papa foi criticado por caminhar contra a modernidade e o avanço da sociedade”. [BBC]

E a vinda ao Brasil são motivos óbvios; a ICAR está perdendo fiéis. “Sabemos que a cada dia 8 mil fiéis católicos na América Latina largam a Igreja para andar com os movimentos neopentecostais”, diz o escritor e especialista em Vaticano Marco Politi. “É um grave momento de preocupação para o papa, já alarmado com o fato de que a Igreja na Europa é muito secularizada.” [BBC]

Há criticas muito duras na Europa para Ratzinger. “Às vezes, tenho a impressão de que o papa é um chefe quase sem tropa”, disse o escritor católico Vittorio Mesori em uma entrevista ao jornal La Stampa, numa referência aos católicos que, em privado, não obedecem às normas morais da igreja. “Até vão à missa, mas não seguem as diretivas sobre ética sexual”. [BBC]

O jornalista esta corretíssimo. A idolatria católica ao “papa” é fogo de palha; a religião dos católicos se prende a missa do domingo de manhã, e isto para os que são praticantes, pois os 155 milhões de brasileiros que se dizem católicos, a maioria não sabe rezar o Pai Nosso. É uma nação de alienados espirituais que rejeitam por completo as principais doutrinas da ICAR. “Em 1991, 83,3% dos brasileiros se declararam católicos ao IBGE.

Nove anos depois, a porcentagem caiu para 73,8%. Outros números, como o do IBGE, em 2000 (73,8% de católicos), ou da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, em 2005 (67%), mostram uma situação ainda pior para a Igreja. Já os evangélicos teriam crescido de 9%, em 1991, para 15,45%, em 2000, de acordo com o IBGE. Segundo a pesquisa da Unifesp e da UFJF, os evangélicos podem representar hoje até 24% da população brasileira.”.[BBC]

Ratzinger veio ao Brasil para traçar planos para essa queda numérica dos católicos – “O papa indicou que o crescimento das seitas neopentecostais é uma preocupação na Igreja Católica, e que "a assembléia geral dos bispos quer encontrar respostas convincentes para isso" - em uma referência à 5ª Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe”; no entanto a vida descomprometida e mundanizada dos católicos é a razão para a perda de fiéis. São cristãos nominais apenas. Ao serem apresentados a uma religião viva como o protestantismo prega, é óbvio que abandonam o catolicismo.

RATZINGER QUER ECUMENISMO

O papa Bento 16 disse (11/05/07), durante um encontro com os bispos brasileiros em São Paulo, que "é preciso fortalecer o trabalho de evangelização para reverter a diminuição de fiéis da Igreja Católica.” [BBC]


A postura dos bispos e padres irão mudar com certeza. Por várias vezes os evangélicos e protestantes foram colocados em uma mesmo “saco” e rotulados de “seitas”. Ignorados o tempo todo por Ratzinger a igreja protestante representada por milhões de cristãos pode esperar um tratamento diferenciado a partir de agora.

O trabalho de evangelismo dos protestantes, foi chamado de “proselitismo agressivo”: "As pessoas mais vulneráveis ao proselitismo agressivo das seitas, que é motivo de justa preocupação, e incapazes de resistir às investidas do agnosticismo, do relativismo e do laicismo são geralmente os batizados não suficientemente evangelizados, facilmente influenciáveis porque possuem uma fé fragilizada e, por vezes, confusa, vacilante e ingênua, embora conservem uma religiosidade inata", disse o pontífice.” [BBC]

A Conferência Geral do Episcopado (Latino-Americano e do Caribe) ouviu essas palavras no discurso de abertura realizado por Ratzinger. Certamente os bispos estarão preocupados em traçar planos para reverter as investidas evangélicas e protestantes.

“Ele (Ratzinger) também pediu que os bispos busquem, em suas dioceses, o "ecumenismo", dando ênfase aos valores cristãos comuns com outras denominações cristãs, embora a multiplicação de “novas formas de proselitismo” de denominações cristãs torne esse trabalho “uma tarefa complexa”.

O Ecumenismo é a união das igrejas cristãs em torno de um mesmo ideal. Muito já se falou sobre ecumenismo, mas o cenário mundial parece finalmente favorecer a união dos cristãos em torno do ideal de uma sociedade menos violenta e mais justa. O que farão os protestantes e evangélicos? Irão se unir a ICAR sacrificando seus ideais protestantes, em nome da paz na religião e no mundo? Vale a pena se unir aos católicos e deixar os princípios bíblicos de lado? O que você individualmente vai decidir?

O FALSO EVANGELISMO DE RATZINGER – Parte 1

Com uma mensagem essencialmente cristã, Joseph Ratzinger tem sermoneado em várias ocasiões sobre temas que preocupam a sociedade mundial e advogado uma causa de restaurador moral em um mundo secularizado, violento e corrupto.


"Desenvolvem-se ameaças contra a estrutura natural da familia, fundada no casamento entre homem e mulher. E tentativas de relativizá-la, dando-lhe o mesmo estatuto de formas de união radicalmente diferentes. Tudo isso constitui uma ofensa à familia e contribui a desestabilizá-la, violando sua especificidade e papel social único”, afirmou Bento 16, falando a 175 embaixadores de países que mantêm relações diplomáticas com o Vaticano, Bento 16 afirmou que a democracia deve “promover o desenvolvimento, respeitando todas os componentes da sociedade”. [BBC]

O esforço do Vaticano está em resgatar (o que eles imaginam ser) as raízes do cristianismo; mas como sempre o papado começa do extremo oposto ao que Jesus começou. Ratzinger apela para os instrumentos políticos enquanto que o evangelho de Jesus era essencialmente ao coração do homem. Os insturmentos que Ratzinger diz ser a solução para o mundo estão na política, porém o evangelho de Jesus traz outra solução ao homem, bem diferente que o Vaticano prega.

“A melhora de alguns índices econômicos, o compromisso na luta contra o tráfico de drogas e a corrupção, os processos distintos de integração, os esforços para melhorar o acesso a educação, combater o desemprego e reduzir as desigualdades na distribuição de renda são índices que devem ser destacados com satisfação", disse ele. Para o papa "se estes processos se consolidarem, poderão contribuir de maneira determinante para vencer a pobreza que aflige vários setores da população e aumentar a estabilidade institucional".

“Em seu discurso aos diplomatas (09/04), Bento 16 também confirmou oficialmente a proxima viagem ao Brasil. "A visita apostólica que farei no próximo mês de maio ao Brasil me dará a oportunidade de olhar para este grande país, que me aguarda com alegria, e para a América Latina e o Caribe", disse ele em um discurso feito para diplomatas no Vaticano”. [BBC]

Mas as preocupações de Ratzinger são outras. O Verdadeiro Evangelho é progreso no Brasil e 15% dos católicos estão sendo arrebanhados todos os anos para as igrejas protestantes ou evangélicas, e o “papa” está preocupado, revela o bispo brasileiro J. Hulmes. Dos 155 milhões de católicos no Brasil (estimativa do Vaticano) aproximadamente 23 milhões estariam migrando para as igrejas protestantes a cada ano. É por esse motivo que Ratzinger vem ao seu maior reduto católico do mundo; preservar os 155 milhões de brasileiros no erro e na idolatria católica.

O FALSO EVANGELISMO DE RATZINGER – Parte 2

Ratzinger vai fazer o lançamento do seu livro aqui no Brasil. “O livro, segundo analistas, deve abrir uma nova frente de debates envolvendo história, religião e fé em torno da figura de Jesus.


"O livro do papa quer demonstrar que Jesus histórico não está em contraposição ao Jesus da fé", disse em entrevista à BBC Brasil o professor de história do cristianismo da Universidade de Roma Gian Maria Vian. Ele diz que pesquisas de nomes respeitados como o teólogo Rudolf Bultmann, um dos mais influentes do século XX, ajudaram a aumentar a distância que separa o "Cristo da fé" do "Jesus da história". Essa distância tem sido tema de várias polêmicas no mundo cristão e na mídia graças principalmente ao sucesso de publicações recentes como os livros Código da Vinci e Inquérito sobre Jesus, que questionaram ou reinterpretaram vários apectos da vida de Cristo - pelo menos a vida como tem sido apresentada pela igreja”. [BBC]

Como já declaramos em um artigo anterior, o mundo está “com grande admiração” (Apoc. 17:6 up) vendo o movimento católico sobre questões fundamentais para a moralização da sociedade mundial – aborto, casamento, família, Aids, juventude etc. E agora a figura de Jesus é defendida por Ratzinger em seu livro. Jesus está sobre feroz ataque na mídia; dezenas de livros, filmes e até comerciais depreciam e vulgarizam a figura Messiânica de Cristo. E Ratzinger sai em defesa do Jesus dos evangelhos, refutando o Jesus histórico da teologia liberal ou da alta crítica.

Vale lembrar que Ratzinger não é o primeiro a fazer isto. Ele está atrasado mais de um século. Os teólogos protestantes já escreveram dezenas de livros em favor do Jesus dos evangelhos em resposta a figura do Jesus histórico de Bultmann. Vou citar apenas um: Otto Borchert – “O Jesus Histórico”; Sociedade Religiosa Edições Nova Vida, São Paulo, 1990 – um livro de quase 20 anos atrás e que trata da questão histórica de Jesus. É apenas um de dezenas de livros protestantes, que cito, por estar em minha biblioteca particular.

Rudolf Bultmann foi um teólogo foi influenciado pela falsa ciência e criou critérios científicos para analisar a veracidade da história de Jesus. Criticou os evangelhos e negou a veracidade dos elementos sobrenaturais na vida de Cristo. “O vaticanista Sandro Magister diz que eles retratam Jesus Cristo "reduzido a simples homem do seu tempo, contradizendo a verdade central do cristianismo". Para Magister, os dois livros (Código da Vinci e Inquérito sobre Jesus) são os mais representativos (atuais) de um "ataque ao Jesus da fé", que estaria em curso.” [BBC]

Mas o Catolicismo é tão culpado quanto os teólogos liberais ou Dan Brown (de “Código da Vinci). O catolicismo muito antes de Bultmann e Brown, anulou a figura de Jesus. Embora onstente a Jesus no centro de sua religião, a figura é de um Jesus morto, enaltecendo a intercessores falsos – Maria, e os demais santos – estes sim que estão mortos e não estão no céu para interceder por ninguém.

O catolicismo de Ratzinger anulou o ministério de Jesus em interceder pelo homem. Faz isto a milênios, desde que os “papas” assumiram a prerrogativa de perdoar pecados.

O FALSO EVANGELHO DE RATZINGER – Parte 3

Como a Igreja Católica anulou o ministério de Jesus entre os homens:


1) O ERRO DA MISSA – “Por ela (missa) obtemos a misericórdia divina: (1) graças de contrição e arrependimento para perdão dos pecados; (2) remissão das penas temporais por causa dos pecados.” (Deharbe, A Full Catechism of the Catholic Religion, págs. 162, 163, 165).

A VERDADE: “Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” Hebreus 4:14 e 16. A misericórdia, o perdão e remissão são de livre acesso ao crente; não precisamos de um mediador humano (padre) nem de uma cerimônia (missa). A nossa confissão a Jesus é o acesso – “retenhamos firmemente a nossa confissão. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça”.

2) O ERRO DA INTERCESSÃO DE MARIA – Maria seria a intercessora entre Deus e os homens. Teriamos de nos dirigir a ela para alcançar nossos pedidos.

VERDADE: “Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem” 1 Timóteo 2:5. Não existe intercessores entre nós e Deus a não ser Jesus. Maria não é intercessora; os santos apóstolos não intercedem. Só há um intercessor – Jesus.

3) O ERRO DA IMORTALIDADE – Maria, Pedro, Paulo e as centenas de “santos” estariam vivos para conceder benefícios aos homens.

VERDADE: "Os mortos não louvam o Senhor, nem os que descem à região do silêncio." Salmos 115:17 – Maria está morta e aguarda a ressurreição na Segunda Vinda. "Pois na morte não há recordação do Senhor” Salmos 6:5. Não há um só registro de Maria ou apóstolos sendo ressuscitados ou sendo levados ao céu.

4) O ERRO DA TRADIÇÃO – Os teólogos católicos afirmam que a ICAR tem seu fundamento teológico em três pilares: A Bíblia, a Tradição e os Dogmas da Igreja.

VERDADE: A Igreja Judaica tinha a mesma diretriz e Jesus declarou: “E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus” Mateus 15:6. A maioria das doutrinas católicas invalidam os mandamentos ou anulam a Bíblia e suas doutrinas. Quando a Tradição se choca com o mandamento, a Tradição deve ser anulada, e não o contrário.

5) O ERRO DAS IMAGENS – “Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus” Êxodo 20:4 – As dezenas de imagens de santos que cobrem as paredes das igrejas católicas são uma anulação do segundo mandamento. Novamente a Tradição invalida o mandamento.

“Não as adorarás (imagens), nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso” Êxodo 20:5 – Os fiéis são colocados diante das imagens e se ajoelham diante delas; procissões são feitas em culto às imagens. Novamente a Tradição invalida o mandamento.

Outros textos sobre imagens:

Oséias 4:12 “O meu povo consulta o seu pedaço de madeira, e a sua vara lhe dá resposta; porque um espírito de prostituição os enganou, eles, prostituindo-se, abandonaram o seu Deus.”

Habacuque 2:19 “Ai daquele que diz à madeira: Acorda! E à pedra muda: Desperta! Pode o ídolo ensinar? Eis que está coberto de ouro e de prata, mas, no seu interior, não há fôlego nenhum.”

Jeremias 10:14 “Todo homem se embruteceu e não tem ciência; envergonha-se todo fundidor da sua imagem de escultura; porque sua imagem fundida MENTIRA É, e não há espírito nela”.

A VELHA FIGURA DO LÍDER POLÍTICO-RELIGIOSO

Os “papas” da Igreja Católica até o final do século 18 tiveram uma influencia política muito forte. Reis e rainhas estiveram submissos a sua liderança mundial durante 12 séculos e meio (idade média). E desde que o Vaticano reassumiu as terras e o governo daquele estado (Vaticano) em 1929, a figura dos “papas” voltaram ao cenário político-mundial.


Em um discurso Ratzinger disse: “Com profunda apreensão eu penso, neste dia festivo (natal), no Oriente Médio, marcado por tantos conflitos e tantas crises graves, e expresso minha esperança de que um caminho se abrirá para uma paz justa e duradoura", disse o papa, na Praça de São Pedro, no Vaticano."Ponho nas mãos do divino Filho de Belém, as indicações de uma retomada do diálogo entre israelenses e palestinos, que testemunhamos nos últimos dias, a esperança de novos desdobramentos encorajadores", acrescentou Bento 16. O papa também deplorou os conflitos em Darfur, no oeste do Sudão, e em outras partes da África.”. [BBC]

A interferência, e não só mera preocupação pastoral de Ratzinger, é evidente nos fatos passados do Vaticano na figura de K. Voityla (João Paulo II) nas ações contra o comunismo. Não eram só meras orações por um mundo melhor, foram interferências políticas para acabar com o comunismo e derrubar os muros de Berlim que separavam o mundo ocidental e oriental.

Mas Voityla tinha planos mais ambiciosos. “O pontífice disse que a nova ordem mundial deveria ser capaz de fornecer soluções para os problemas atuais com base na dignidade do ser humano, solidariedade entre países ricos e pobres e compartilhação de recursos. João Paulo 2º estava rezando uma missa na basílica de São Pedro, no Vaticano, para marcar o dia mundial da paz, celebrada pela Igreja Católica Romana no dia primeiro de janeiro”.[BBC – 01/01/04]

Ratzinger tem muros a derrubar também. Um muro divide o mundo palestino e israelense e seus desafios com as nações do oriente médio o colocam, como foi com Voityla, como um embaixador da paz para trazer a ordem política e espiritual naquela região. Os planos de Ratzinger são como de um estrategista militar; das acusações contra a religião de Maomé “para analistas, as declarações do papa na Alemanha, longe de terem representado um 'erro' ou uma gafe diplomática do principal dirigente da religião católica no mundo, fariam parte de uma estratégia do Vaticano.

O analista de assuntos vaticanos, Sandro Magister, diz acreditar que o papa sabia que aquela frase poderia provocar reações e correu este risco voluntariamente. Magister afirmou à BBC Brasil que este seria o 'estilo' de Bento 16, que quer impor uma nova direção política no Vaticano” [BBC – 25/09/06]

A postura do Vaticano desde os seus primórdios é esta – a liderança político-religiosa do mundo. Isto está no cerne do Vaticano; foi assim que dominou o mundo durante quase 13 séculos e é assim que pretende ser ainda impondo suas crenças e dogmas. “Entre as encíclicas mais políticas, figura "Vehementer nos", elaborada por Pio X em 1906, na qual a Igreja condena a lei francesa que adotava a separação entre a Igreja e o Estado e introduz o princípio do Estado laico, uma idéia mais tarde adotada em boa parte do mundo”. [UOL – 25/01/06]

“Na exortação apostólica pós-sinodal sobre Eucaristia Sacramentum Caritatis – O Sacramento do Amor, o papa fez recomendações para algumas das questões mais discutidas na Igreja, tendo como base recomendações do último Sínodo dos Bispos, realizado em outubro de 2005. No documento divulgado nesta terça-feira (10/04), Bento 16 deu ênfase a sua contrariedade com políticos e legisladores assumidamente católicos que defendem leis em desacordo com a posição da Igreja”. [BBC]

ENCICLICA PAPAL

O Líder dos católicos divulga sua primeira Encíclica papal e demonstra quão frágil é sua pregação, revelando falsidade e filosofia cristã barata. "Deus é amor" (Deus caritas est), é a 294ª da história da Igreja Católica, que no curso dos últimos dois séculos publicou numerosos documentos sobre importantes questões religiosas, políticas e morais.


Dias antes de divulgar 1 milhão de cópias de sua Encíclica o Vaticano decidiu que as editoras que publicaram a encíclica do papa Bento XVI, a ser divulgada nesta quarta-feira, deverão pagar direitos autorais, segundo um comunicado divulgado hoje pela Livraria Editorial Vaticana.

A nota lembra que a Livraria Editorial Vaticana tem "explicitamente" encomendados "a tutela e o exercício dos direitos autorais sobre os textos de todas as obras de magistério do Máximo Pontífice".

O lucro que o Vaticano terá com 1 milhão de cópias desta Encíclica será fabuloso. Mas a Igreja Católica já vendeu perdão dos pecados (indulgências), vagas no céu e até retirava as pessoas do purgatório (inferno) por grandes somas de dinheiro...

O incrível porém é o conteúdo da Encíclica; no documento, o papa faz uma distinção entre o amor erótico entre homem e mulher, e o amor idealizado e sem egoísmo. Ele também explica como amor significa caridade cristã – dar aos necessitados –, particularmente nos países em desenvolvimento.

No entanto para pregar a palavra de Deus, ele cobra direitos autorais; países em desenvolvimento terão de pagar da mesma forma que os paises ricos para ler um sermão onde Bento 16 analisa o “amor entre homem e mulher”, sem nunca ter tido uma relação conjugal...

A igreja católica passa dos limites da razão do homem, colocando o raciocínio de seus fiéis abaixo do que eles mesmo poderiam aceitar, mas como se trata de crenças, os fiéis dizem amem para tudo que lhes é colocado. Nunca um movimento religioso foi tão criticado, denunciado e exposto como o catolicismo.

Pervertedores da pura doutrina Bíblica, as bases do catolicismo estão na distorção e invenção.

 Suas principais doutrinas são criadas sem base escriturísticas da Bíblia:

1.Jesus é apresentado ao crente na cruz (porém Ele ressucitou – Romanos 10:9)

2.Maria é a intercessora (porém Jesus subiu ao céu para interceder – Hebreus 4:16)

3.O perdão dos pecados seria por penitencia (o perdão é de Graça – I João 2:1 e 2)

4.A confissão é feita a humanos (a confissão deve ser feita a Jesus – Hebreus 4:14)

5.O celibato dos Ministros (NUNCA foi ordenado aos Bispos o celibato – “É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher” I Timoteo 3:2)

6.Batismo de crianças (o batismo é de adultos e por imersão - Marcos 1:9; Atos 8:38)

7.Idolatria de imagens de santos (as imagens são proibidas - Êxodo 20:4; Oseias 4:2)

8.Pagamento de Promessas (as dádivas são de Graça ao crente – Mateus 7:8 e 9)

9.A salvação pode ser comprada, até por terceiros (a salvação é pessoal e de Graça – Efésios 2:8 e 9; Romanos 6:23)

10.Os papas são os substitutos de Jesus (Jesus deixou o Espírito Santo como seu substituto – “e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” Mateus 28:20 / “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre.” Joãos” 14:16

Não há uma só doutrina católica que seja correta escriturísticamente.

São muitas as inverdades; piores as falsidades como esta Encíclica, cobrada a peso de ouro aos fiéis...

O DOMINGO DOS PAPAS

“O Papa Bento XVI pediu aos católicos que voltem a freqüentar a missa: "Gostaria de pedir aos fiéis que santifiquem com alegria o 'dia do Senhor', o domingo, dia sagrado para os cristãos", disse o Papa a milhares de peregrinos reunidos no pátio de sua residência de verão, em Castelgandolfo, perto de Roma.

Os católicos deveriam assistir à missa todos os domingos e nas festas religiosas, mas a participação dos fiéis na celebração da eucaristia não pára de diminuir, apesar das recomendações dos bispos.” (2000 Agence France-Presse)


A reivindicação do Líder Católico do Domingo como dia do Senhor Jesus, é uma farsa.

Em todo Novo Testamento não há uma só referência ao domingo ou primeiro dia da semana como um dia santificado pelos primeiros cristãos.

O cristianismo era essencialmente uma religião que seguia os moldes judaicos e não se separou radicalmente dos princípios dessa dispensação.

Em Atos 2:46 “Diariamente perseveravam unânimes no templo” – revela a continuidade doutrinária que os primeiros cristãos seguiam, não abdicando da instituição judaica que o próprio Jesus seguira.

Elementos como o Sábado, as escrituras, a doxologia, as leis sociais, de saúde e moral nunca foram abdicadas da prática cristã primitiva.

O próprio Paulo, o apostolo revolucionário seguia os moldes judaicos-cristãos para sua relação com a igreja em Jerusalém – “Então, Paulo, tomando aqueles homens, no dia seguinte, tendo-se purificado com eles, entrou no templo, acertando o cumprimento dos dias da purificação, até que se fizesse a oferta em favor de cada um deles”. Atos 21:26

O próprio Paulo ao ser confrontado sobre sua suposta rebeldia aos fundamentos judaicos argumentou: “e que não me acharam no templo discutindo com alguém, nem tampouco amotinando o povo, fosse nas sinagogas ou na cidade (...) Porém confesso-te que, segundo o Caminho, a que chamam seita, assim eu sirvo ao Deus de nossos pais, acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a lei e nos escritos dos profetas”. Atos 24 12-14

Paulo acreditava ser o Judaismo e os ensinos da Lei e dos Profetas estarem de acordo com a nova dispensação Cristã. Afinal Jesus era o cumprimento das profecias para Israel e os Judeus.

Paulo mesmo, especificamente, adorava o Senhor Jesus no sábado – “No sábado, saímos da cidade para junto do rio, onde nos pareceu haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos 16:13

Todos os princípios Vetero-testamentários, sejam hebraicos, israelitas ou judaicos eram a base do cristianismo primitivo. Atos 13:44 “No sábado seguinte, afluiu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus” – o próprio Velho Testamento foi a Palavra de Deus durante os quatro primeiros séculos antes da formação do cano do Novo testamento.

O domingo só se tornou por tradição o dia do senhor (falso) a partir do Terceiro Século com a nomeação de Constantino, o Imperador , como o líder da Igreja Católica, agora Romana por adesão do mesmo Imperador.

Este dia foi publicado como santificado por vias da tradição, por associação pagã ao dia do sol, que Constantino adorava. A adequação do domingo como dia de adoração pela ressurreição de Jesus, não é sequer mencionada no Novo Testamento, ou associada a ensinos dos apóstolos.

Tratando-se de uma tradição nos reportamos às palavras de Jesus: “Negligenciando o mandamento de Deus, guardais a tradição dos homens”. Marcos 7:8

QUEM FOI O PRIMEIRO PAPA?

A Igreja Católica pretende que Pedro foi o primeiro Papa, e que a sucessão deste aos seus Bispos e Papa é de origem escriturística. Mas não é isso que o Novo testamento relata.


Tiago o irmão de Jesus se converteu após a morte do Senhor que apareceu a ele (“Jesus foi visto por Tiago, mais tarde, por todos os apóstolos” 1 Coríntios 15:7) e se tornou por herança, o líder da igreja primitiva. Aos apóstolos parece ter parecido mais sábio que a liderança do cristianismo fosse concedida ao irmão do Senhor Jesus – “No dia seguinte, Paulo foi conosco encontrar-se com Tiago, e todos os presbíteros se reuniram”. Atos 21:18

Na primeira grande questão que a igreja enfrentou (sobre os gentios) , foi Tiago que deu a palavra final na reunião dos apóstolos e bispos em Jerusalém – “Depois que eles terminaram, falou Tiago, dizendo: Irmãos, atentai nas minhas palavras” .Atos 15:13

Paulo reconhecia, em suas cartas, a Tiago, Pedro e João como as colunas, a liderança da igreja cristã – “e, quando conheceram a graça que me foi dada, Tiago, Cefas e João, que eram reputados colunas” . Gálatas 2:9

A própria carta de Tiago e sua saudação é de um líder cristão a todas as igrejas espalhadas pelo império – “Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo, às doze tribos que se encontram na Dispersão, saudações”. Tiago 1:1

Ainda na sua carta Tiago orienta aos judeus-cristãos conversos que em suas sinagogas recebam bem a todos sem acepção – “Se, portanto, entrar na vossa sinagoga algum homem” Tiago 2:2 , procedendo como Bispo de todas as igrejas judaico-cristãs.

O Papado é baseado em três erros fatais:

1. Pedro sendo o primeiro Papa

2. Celibato dos Bispos e Papas

3. Pretensão de Vicário de Cristo

Além de uma distorcida compreensão sobre a origem do bispado (em Pedro, e na forma de papa), o erro mais sórdido é o celibato, que tem levado a pecados sexuais na sua liderança; é um princípio anti-biblico, abusivo e opressor – “Porque é indispensável que o bispo seja alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados”. Tito 1: 6 e 7 e ainda: “Os Bispos sejam maridos de uma mulher e governem bem seus filhos e suas próprias casas.” I Timoteo 3:12

O pior dos erros é a pretensão de ser o Vicário (substituto) de Jesus na terra; aquele que supostamente seria a ponte entre o céu e a terra, intercessor dos os homens diante de Deus. Anulando o Ministério Sacerdotal de Jesus no Santuário Celestial, o Pontífice (como gosta de ser entitulado) e suas missas se colocam entre o penitente e o Salvador Jesus – “E, por isso, é mediador de um novo testamento, para que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia debaixo do primeiro testamento, os chamados recebam a promessa da herança eterna” Hebreus 9:15

O papa Leão XIII postulou em 1898: “Os sacrifícios do Velho Concerto eram sombras do futuro sacrifício da Cruz muito antes já do nascimento de Cristo. Após a Sua ascensão ao céu, um sacrifício idêntico continuou na missa... Nosso Divino Redentor quis que o sacrifício consumado uma vez na cruz se prolongasse para sempre. E isto é feito através da missa.” (Encyclical Caritatis Studium, 25 de julho de 1898).

Nada na terra pode operar em favor do homem caído, pecador. Somente há um caminho, e este não é o proposto pelo catoliscismo –Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem” 1 Timóteo 2:5.