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OS MUÇULMANOS E A SEXTA TROMBETA


O método historicista de interpretação entende as profecias do Apocalipse como símbolos que se relacionam com os eventos da história.

Na profecia das trombetas nos capítulos 08 e 09 do Apocalipse os protagonistas 
são relacionados com os muçulmanos.

As trombetas são uma imagistica do juízo de Deus sobre as nações. E a 5a e a 6a trombetas são referentes aos muçulmanos na sua fase inicial e atual.

O capítulo 9 da revelação descreve assim a ação muçulmana – “O quinto anjo tocou a trombeta... saíram gafanhotos para a terra; e foi-lhes dado poder como o que têm os escorpiões da terra, e foi-lhes dito que não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão-somente aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fronte” vs.1, 3 e 4.

A imagística dos ‘gafanhotos’ com poder de ‘escorpiões’ que ‘causam dano à terra’, são as similaridades que a profecia relaciona as ações dos muçulmanos desde o 6o século.

Apesar das nações muçulmanas terem um aspecto secundário na profecia, os protagonistas, as duas bestas (animais)representados pelo papado e os EUA são alvejados pelas ações muçulmanas destruidoras.

Percebemos isto no v.5 desta citação onde é declarado que “ não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão-somente aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fronte.” .

Deus usa a energia destruidora dos escorpiões (muçulmanos) para castigar os que não possuem o selo de Deus. Ele direciona essa força destruidora contra aqueles que não possuem o sinal de lealdade ao Criador.

O terrorismo do islamismo extremista são os eventos da sexta trombeta; que antecedem a sétima e última trombeta, que é a Segunda Vinda de Jesus.

Ou seja, estamos muito próximos do Fim do Mundo. Cada evento terrorista é um toque da 6a trombeta.

A religião rapidamente esta se polarizando como catalisador na sociedade mundial; valores religiosos, costumes e motivações político-religiosas estão se tornando o referencial para as decisões dos líderes e até as guerras do planeta.

O que podemos esperar neste cenário mundial político-religioso?

Exatamente o que a profecia já indicou – o papado assumindo a liderança moral das nações e exigindo sua falsa adoração, isto através da força político-militar dos EUA.

O poder militar norte-americano vem sofrendo os golpes do ‘escorpião’, ou o terrorismo islâmico, e assim restringindo sua ação. Deus caprichosamente move as nações, porque tem todas elas sob Seu controle.

Deus se utiliza das nações para executar Seu planos. Restringe a apostasia dos americanos e o extremismo islâmico. “Pois do SENHOR é o reino, é ele quem governa as nações.” Salmos 22:28.

Leia também Protagonistas das 7 Trombetas- parte 1

Leia também Protagonistas das 7 Trombetas- parte 2

A PRIMAVERA ÁRABE E O VERÃO DE DEUS


Valores Ocidentais


“A Primavera Árabe, conhecida como a série de revoltas contra regimes autoritários no mundo árabe, completa seis meses desde os protestos que derrubaram os presidentes tunisiano e egípcio e provocaram crises em países como Líbia, Síria, Iêmen e Bahrein.

O fenômeno continua ativo no norte de África e Oriente Médio; apesar das incertezas, alguns continuam otimistas sobre as conquistas da Primavera Árabe, que colocou a democratização entre os principais assuntos de uma região que parecia condenada a seguir como um santuário de regimes autocráticos intocáveis”. (R7)

“Tunisianos começaram a ir às urnas na primeira eleição livre da Primavera Árabe, nove meses depois da queda do ex-presidente Zinedine el Abidine Ben Ali. Os eleitores escolherão uma assembleia com 217 assentos que redigirá uma nova constituição e nomeará um governo interino. O partido islâmico moderado Ennahda deve receber grande parte dos votos, mas ainda não está claro se será o suficiente para alcançar uma maioria”. (BBC)

Assim como a Renascença foi um despertar para a Reforma, a ‘Primavera Árabe’ é um despertar para os valores ocidentais. Não é só a Democracia, mas o Capitalismo e o Cristianismo Ocidental que irá permear nos campos floridos desta primavera muçulmana.

O último sinal para a Segunda Vinda é: “será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” Mateus 24:14. E os países muçulmanos precisam ouvir do evangelho de Jesus Cristo.

Assim como o Japão pós-guerra, e o bloco comunista da Europa Oriental da ‘Guerra Fria’, os países árabes saem desta ‘Guerra do Terror’ alimentados pela mão do antigo inimigo – os EUA. A Segunda Besta cumpre o seu papel em submeter as nações aos interesses do cristianismo ocidental.

Como ocorreu com os japoneses, e o leste europeu, a tendência é que o cristianismo avance por estes países, conquistando a janela 10/40 – uma área que não era penetrada pelo cristianismo devido às leis e regimes totalitários.

A primavera árabe é o verão de Deus – “Quando começam a brotar, vendo-o, sabeis, por vós mesmos, que o verão está próximo” Lucas 21:30.  

A REVOLUÇÃO MUÇULMANA E A INTERNET

Desde o último dia 25 de janeiro - data que ganhou um caráter histórico, principalmente na internet, pelo uso da hashtag #Jan25 no Twitter -, os egípcios protestaram pela saída do presidente Hosni Mubarak, que estava há 30 anos no poder.

No dia 28 as manifestações ganharam uma nova dimensão, fazendo o governo cortar o acesso à rede e declarar toque de recolher.

A revolução do país muçulmano, através da internet, ganhou um livro que reúne posts feitos no microblog Twitter entre janeiro e fevereiro de 2011 para contar a história da revolução no Egito que levou à queda do ditador Mubarak.

O lançamento da editora OR Books deve começar a ser vendido nos Estados Unidos em 21 de abril, mas já pode ser comprado em 160 páginas, “Tweets from Tahrir”, ou “Tuítes de Tahrir”, reúne os comentários-chave feitos no microblog que mostram a revolução em tempo real. 

Os editores aproveitaram o fato de milhares de jovens documentarem cada etapa dos acontecimentos, tirando fotos, escrevendo e postando em até 140 caracteres, para construir uma narrativa contada pelas pessoas no centro da revolução – os ativistas da praça Tahrir.

Depois disto as manifestações no Egito colocaram o Google em uma situação complicada, tentando manter diplomática distância de um de seus funcionários que se tornou herói para os protestantes no Cairo.

O Google já teve problemas políticos, principalmente no ano passado, quando se opôs às regras de censura na China. A filosofia da empresa de “deixar o poder nas mãos das pessoas” é reforçada pelo co-fundador Sergey Brin, que desenvolveu animosidade à opressão devido ao sofrimento da sua família judia sob o Comunismo da União Soviética.

A máxima do Google “não seja o demônio” há muito tempo serve como diretriz aos seus funcionários, inclusive na defesa da internet aberta.

A relação do Google com o Egito tem sido relativamente amigável. Com base na análise da própria companhia da freqüência de pedidos de autoridades para remoção de conteúdo, o presidente Hosni Mubarak raramente fez objeções à ferramenta de busca online.

A soltura esta semana de Wael Ghonim, o gerente de marketing de 30 anos de idade do Google, que assumiu os créditos pela página do Facebook que ajudou a dar início à manifestação, revela o apuro de empresas de grande porte com funcionários cujo ativismo político se torna uma importante desvantagem.

Ghonim é um egípcio que coordena as operações de marketing do Google no Oriente Médio e na África, a partir de Dubai, nos Emirados Árabes. Ele desapareceu no dia 27 de janeiro, dois dias após o início dos protestos pedindo a saída de Mubarak.

Uma das principais ferramentas usadas para organizar a rebelião foi uma página do Facebook em honra a Khaled Said, um executivo de 28 anos de idade morto em junho pelas mãos da polícia secreta, uma instituição odiada por muitos egípcios

Assumindo a ideologia da revolução, os hackers ativistas do grupo Anonymous iniciaram uma série de ataques de negação de serviço (DDoS) contra sites do governo egípcio. Os ataques DDoS acontecem pouco tempo depois da internet ser restabelecida no Egito.

O grupo organiza fóruns e solicita aos voluntários que direcionem seus ataques a sites como Ministério das Informações do Egito e do Partido Nacional Democrata, do atual presidente Hosni Mubarak.

Os ataques têm como motivação os recentes bloqueios de internet e telefonia no país, que vive uma revolução que pedia a saída de seu ditador Hosni Mubarak.

O grupo Anonymous ficou conhecido por travar uma série de ataques DDoS contra corporações que se posicionaram contrárias ao WikiLeaks como Visa, MasterCard e PayPal.

[A mídia é uma força que não pode ser mensurada. Deus certamente está se utilizando dela, para abrir os países muçulmanos. A maior e melhor informação via internet, será do Evangelho Eterno chegando a esses países. Ore por isto.]

Fonte: AFP, Info-Exame.

O QUE ESTA ACONTECENDO NO MUNDO MUÇULMANO?

“Protestos antigoverno inspirados pelas revoltas populares que derrubaram os presidentes da Tunísia e do Egito estão ganhando força em países muçulmanos do Oriente Médio e norte da África, apesar de tentativas de concessões políticas e econômicas. Choques foram relatados pela primeira vez na fortemente controlada Líbia de Gaddafi, e novos protestos ocorreram em Bahrein, Iêmen, Iraque e Irã nesta quarta”.

Do ponto de vista da profecia, uma grande abertura esta ocorrendo no oriente médio e também nas nações muçulmanas espalhadas na Ásia e África.

Mas o protagonista deste momento da história da humanidade é aquele que a profecia já indica como que “faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada...Seduz os que habitam sobre a terra...” Apocalipse 13:12 e 14.

“O presidente dos EUA, Barack Obama, disse que a queda do ditador egípcio Hosni Mubarak - antigo aliado de Washington- devia ‘servir de exemplo’ para os outros países da região”. E isto sem cumpre como uma profecia do ‘falso profeta’.

A Democracia e a Liberdade são representadas como o poder da segunda besta (EUA) – chifres semelhantes aos do cordeiro. Este segundo animal-reino representado no Apocalipse, mimetiza as ações do Cordeiro (Jesus Cristo) mas “fala como o Dragão”. A Democracia e Liberdade podem se parecer muito com as verdades do Evangelho de Paz e Justiça, no entanto se constituem os poderes da segunda besta para seduzir o mundo.

“O secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates considera que sua postura (do Egito) controlada durante a crise era a ‘prova do valor’ da ajuda militar americana fornecida ao Egito por cerca de 30 anos”. E esse tem sido papel profético dos EUA dentro da história humana – libertar as nações ‘oprimidas’ e conduzi-las a uma pretensa Liberdade.

O que podemos esperar neste cenário do mundo muçulmano?

Assim como o comunismo foi derrotado pela ação conjunta do Vaticano e da Casa Branca, poderemos ver também em breve o mundo muçulmano se rendendo a Democracia e Liderdade do Ocidente.

É à primeira besta (Vaticano) que tudo isso é convergido. É aos interesses cristãos-católicos que todo o cenário profético se conclui. No entanto Deus se utiliza destes poderes a fim de estabelecer seus próprios desígnios.

Assim como Deus se utilizou no passado dos impérios para que Seu nome fosse exaltado por todas as nações, Deus hoje também se utiliza das atuais nações para propagar seu Evangelho Eterno.

As duas bestas do Apocalipse se constituem impérios como foi Babilônia, Medo-persia, Grécia e Roma; todas elas Deus usou para propagação do seus designios para com a humanidade.

Deus tem seus meios de evangelizar em massa; e estes meios são infinitamente mais eficazes que os nossos.
Fonte: G1

OS MUÇULMANOS NO CENÁRIO PROFÉTICO ATUAL

“O embaixador brasileiro no Cairo, Cesário Melantonio, previu na quinta-feira e acertou em cheio: se os "imans" (sacerdotes muçulmanos) se rebelassem contra a censura prévia do governo e convocassem a população a aderir às manifestação na sexta-feira, dia nacional de preces, o Egito iria pegar fogo.”

Esta cena nos faz lembrar a descrição que o Apocalipse faz da nação muçulmana e sua projeção no quadro profético. O capítulo 9 da revelação descreve assim a ação muçulmana – “O quinto anjo tocou a trombeta, e vi uma estrela caída do céu na terra. E foi-lhe dada a chave do poço do abismo.  Ela abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço como fumaça de grande fornalha, e, com a fumaceira saída do poço, escureceu-se o sol e o ar. Também da fumaça saíram gafanhotos para a terra; e foi-lhes dado poder como o que têm os escorpiões da terra, e foi-lhes dito que não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão-somente aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fronte.”

A nação muçulmana tem um aspecto secundário na profecia; os protagonistas, as duas bestas (animais)representados pelo papado e os EUA são alvejados pelas ações muçulmanas destruidoras.

Percebemos isto no v.5 desta citação onde é declarado que “ não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão-somente aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fronte.” .

Deus usa a energiadestruidora dos escorpiões (muçulmanos) para castigar os que não possuem o selo de Deus. Ele direciona essa força destruidora contra aqueles que não possuem o sinal de lealdade ao Criador.

 No Egito atual “as pessoas saíram das mesquitas e foram às ruas, e a rebelião deixou de ser restrita a jovens e à classe média com acesso à internet e tomou conta da capital e de todas as outras sete grandes cidades egípcias: Suez, Alexandria, Port Said, Ismailia, Assiut e Sohag.”

A religião rapidamente esta se polarizando como catalisador na sociedade mundial; valores religiosos, costumes e motivações político-religiosas estão se tornando o referencial para as decisões dos líderes do planeta.

“O Egito é um país poderoso, militarizado, o líder árabe e dos 22 países da Liga Árabe, só dois mantêm relações com o vizinho Israel: justamente o Egito e a Jordânia. E Israel é o principal aliado norte-americano no Oriente Médio. Washington já perdeu o Irã (de origem persa) há tempos e não pode correr o risco de perder agora o apoio do Egito e da Jordânia, principalmente para regimes religiosos extremistas. A conclusão é que, se o mundo árabe está em chamas, o mundo todo está quente. E inseguro.”

O que podemos esperar neste cenário onde as cores da profecia enegrecem o horizonte imediato?

Exatamente o que a profecia já indicou – o papado assumindo o controle 'espiritual' das nações e exigindo sua falsa adoração, isto através da força militar dos EUA.

O poder militar norte-americano vem sofrendo os golpes do ‘escorpião’, leia-se Islã, e assim restringindo sua ação. Deus caprichosamente move as nações, porque tem todas elas em suas mãos.

Deus se utiliza das nações para coibir a ação de ambas; restringe a apostasia dos americanos e o paganismo islâmico. “Pois do SENHOR é o reino, é ele quem governa as nações.” Salmos 22:28 

Fonte: UOL

TURQUIA – O DESTINO DO PAPADO

O Apocalipse menciona as Sete Pragas (cap. 16), e a partir da quinta o Vaticano (trono da besta/animal) como o centro do relato.

“Derramou o quinto a sua taça sobre o trono da besta, cujo reino se tornou em trevas, e os homens remordiam a língua por causa da dor que sentiam ... Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do oriente”. Apoc. 16:10-12.

O rio Eufrates na profecia ganha destaque; a Turquia sempre foi aceita na escatologia bíblica como representada por esse rio. Assim como a bíblia se refere a algumas nações por seus principais rios (Egito – Nilo, Jer. 46:8) o Eufrates pode representar a Turquia. É para lá que o líder católico foi (29.11.06) em sua viagem diplomática-religiosa, tentando estreitar os laços entre catolicismo e islamismo.

“O primeiro fator de importância que se descortina nesta sexta praga, é o grande rio Eufrates. Este rio, que é o mais importante rio da Ásia Ocidental, tem sua origem nas montanhas da Armênia de onde se estende até ao Golfo Pérsico, num percurso aproximado de 2200 quilômetros, e numa largura média de 100 metros. (...) o rio Eufrates, localizado como símbolo, é figura duma poderosa potência localizada e dominante em sua região. Pois toda vez que este rio é tomado pela inspiração como emblema duma potência política, sempre alude a um grande e poderoso poder de sua região.

"Além disso, o rio Eufrates, desde remotos tempos, tem sido tomado como ponto de partida dos juízos de Deus, a cargo do poder de sua região sobre e em determinada região da terra. E é exatamente a isto, aludindo ao fim ou à sexta praga, que Jeremias faz referência nas seguintes palavras: "Porque este dia é o dia do Senhor Jeová dos Exércitos, dia de vingança para se vingar dos Seus adversários: e a espada devorará, e fartar-se-á, e embriagar-se-á com o sangue deles; porque o Senhor Jeová dos Exércitos tem um sacrifício na, terra do norte, junto ao rio Eufrates”. Mello, 1954.

No capítulo nove do Apocalipse, a Turquia também é usada com a simbologia do Eufrates no papel da profecia das Sete Trombetas, onde é anunciada a supremacia dos turcos (1449-1840) – “dizendo ao sexto anjo, o mesmo que tem a trombeta: Solta os quatro anjos que se encontram atados junto ao grande rio Eufrates” Apoc. 9:14.

O contexto em que o Papado e a Turquia (Eufrates) são mencionados no capítulo 16 do Apocalipse é bem claro – as sete pragas. Esses eventos são evidentemente pouco antes da Segunda Vinda de Jesus a terra. O cenário será bem adverso e tumultuado por catástrofes prenunciadas nas pragas.

No entanto o movimento do papado, o cenário de fundo (Turquia) e a própria profecia nos evocam uma proximidade ou esboçam já o quadro final que se desenrolará no futuro.

Por que a Turquia?

Foi lá que o domínio muçulmano se desenvolveu nos 390 anos proféticos (1449-1840), sendo o centro cultural e religioso do mundo moderno (Século 19). É para lá que Ratzinger vai, talvez numa tentativa de “secar” a influencia muçulmana ou “minar” as diferenças entre islamismo e catolicismo.

Não poderemos esperar um desfecho final de profecias, mas uma movimentação em direção ao desfecho.

Os dois protagonistas, papado e os muçulmanos do islã, são peças fundamentais do cenário das Sete Trombetas e Pragas; resta-nos observar como todas as coisas se conduzirão, para haver o esboço da quinta, sexta e sétima pragas:

5ª praga – “o trono da besta, cujo reino se tornou em trevas, e os homens remordiam a língua por causa da dor que sentiam e blasfemaram o Deus do céu por causa das angústias e das úlceras que sofriam” v.10 e11.

6ª praga – “o grande rio Eufrates, cujas águas secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do oriente. Então, vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs;porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso” v.12-14.

7ª praga – “o sétimo anjo a sua taça pelo ar, e saiu grande voz do santuário, do lado do trono, dizendo: Feito está! E sobrevieram relâmpagos, vozes e trovões, e ocorreu grande terremoto, como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra; tal foi o terremoto, forte e grande. E a grande cidade se dividiu em três partes, e caíram as cidades das nações. E lembrou-se Deus da grande Babilônia para dar-lhe o cálice do vinho do furor da sua ira. Todas as ilhas fugiram, e os montes não foram achados; também desabou do céu sobre os homens grande saraivada, com pedras que pesavam cerca de um talento; e, por causa do flagelo da chuva de pedras, os homens blasfemaram de Deus, porquanto o seu flagelo era sobremodo grande” v.17-21.

ISLAMISMO E PAPADO FRENTE A FRENTE

“O papa Bento 16 se encontrou com enviados de nações muçulmanas, em uma tentativa de contornar a crise nas relações entre o Vaticano e o Islã, causada por uma palestra feita pelo sumo pontífice na Alemanha no início deste mês. O encontro desta segunda-feira (25/09/06) ocorreu na residência do papa, em Roma. Embaixadores de 21 países e um representante da Liga Árabe participaram”. (BBC)


O mundo religioso parece caminhar para um grande ecumenismo. Católicos e islâmicos dão as mãos após 500 anos de ataques, guerras, carnificinas e perseguições. Em uma manobra calculada, o líder católico chamou a atenção de islâmicos e segue em uma cruzada diplomática para evangelizar o oriente médio. Os Cruzados norte americanos no campo de batalha seguem fazendo o trabalho sujo no Iraque, depois de subjugar o Afeganistão. A história se repete; o Vaticano tenta conquistar a Terra Santa, e para tanto uma grande Cruzada Moderna é investida.

“Gostaria de sublinhar o meu total e profundo respeito pelos muçulmanos”, disse o papa. Bento 16 pediu um diálogo sincero e respeitoso e afirmou que ambas as religiões deveriam rejeitar todas as formas de violência. Depois de seu discurso, o papa cumprimentou todos os enviados, um a um.O papa expressou “total e profundo respeito” pela fé muçulmana e disse que o diálogo entre as duas religiões é vital para o futuro. Em resposta, o embaixador do Iraque, Albert Telda, disse que "era tempo de deixar o ocorrido para trás e construir pontes".” (BBC)

Ratzinger recebeu seus oponentes religiosos como todos os papas o fizeram com reis e nobres do passado; sentado em um trono destacado, falou como se recebesse súditos de uma província rebelde. Sem pedir desculpas o líder católico foi evasivo, mas diplomático; educado mas, impassível. Disse o que disse, e ponto final.

“Da mesma forma, fiéis aos ensinamentos de suas próprias tradições religiosas, Cristãos e Muçulmanos precisam aprender a trabalhar juntos, como de fato eles já fazem em muitas tarefas comuns, para se proteger contra todas as formas de intolerância e para se opor a todas as manifestações de violência; quanto a nós, autoridades religiosas e líderes políticos, precisamos guiá-los e encorajá-los nesta direção. De fato, ‘se é verdade que, no decurso dos séculos, surgiram entre cristãos e muçulmanos não poucas discórdias e ódios, este sagrado Concílio exorta todos a que, esquecendo o passado, sinceramente se exercitem na compreensão mútua e juntos defendam e promovam a justiça social, os bens morais e a paz e liberdade para todos os homens’ (Declaração Nostra Aetate, 3)”. (BBC) – trecho do discurso de Ratzinger.

“O presidente americano George W. Bush ficou desconcertado quando foi questionado nesta segunda-feira se ele acreditava que a guerra no Iraque e o aumento do terrorismo eram "sinais do Apocalipse".

"Hã.... A resposta é que... Eu não havia pensando nisso desta maneira", foi a primeira reação do presidente, hesitando e provocando risos na platéia.

"Acho que eu sou uma pessoa mais prática", disse o presidente, depois de 34 segundos.

A pergunta foi feita por uma mulher na platéia no The City Club, em Cleveland, onde o presidente fez um discurso para marcar os três anos da invasão americana no Iraque, no início do que foi uma hora de perguntas ao presidente” (BBC).

Seriam as guerras do final do século 20 e início do 21, sinais do Apocalipse?

Há uma crescente certeza de que vivemos nos últimos dias deste planeta, e os eventos militares entre as nações ganham uma nova dimensão para cristãos.

Jesus mesmo afirmou em seu discurso profético do Fim do Mundo –“E ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; olhai não vos perturbeis; porque forçoso é que assim aconteça; mas ainda não é o fim” Mateus 24:6.

Isso porque as grandes projeções para este elemento na profecia de Jesus, estariam na I e II guerras mundiais, que forma extensiva a todo o planeta; certamente nas décadas de 20 e 40 do século 20 elas cumpriram esta profecia.

A 70 anos atrás “ainda não (era) o fim...”; mas o que dizer de nossos dias?

O Apocalipse tem uma seção reservada somente para eventos militares – a profecia das Trombetas – exclusivamente destacando as guerras da humanidade que interferiram na história (visite: www.apocalipserevelado.zip.net).

No Apocalipse os eventos militares na terra cessam com a 6ª trombeta, com a ação dos Otomanos sobre o Império Oriental no século 15; a derrocada do império é arrastada por alguns séculos até 1798 quando o Papa é preso pelos exércitos de Napoleão. Esses eventos militares ganharam destaque na profecia do Apocalipse por sua importância quanto ao papado, que oprimia os cristãos e monopolizava a religião.

Por sua vez, os EUA tem seu lugar na profecia, mas não caracterizado por sua ação militar, mas por sua influencia político-religiosa. O Apocalipse descreve os EUA como um dos dois animais protagonistas da segunda seção do livro (a partir do capítulo 12, veja em: http://apocalipserevelado.zip.net/arch2005-01-23_2005-01-29.html ).

O destaque da Revelação não é tanto as guerras que o “animal com chifres parecidos com o de cordeiro” (Apoc. 13:11) promove (Vietnã, Golgo Pérsico, Afeganistão, Iraque) mas o que esse país faz a nível político-religioso. Sua influencia com o segundo animal ou reino (Apoc. 13:2) o Vaticano, e como ele tenta levar todo o planeta “enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia” (v.14).

A profecia segue destacando o engano, um sistema de adoração, uma imposição econômica, e um selamento que tem dimensão espiritual.

O Presidente norte-americano se engasgou por se surpreendido com o fato das pessoas associar sua investida militar com o Apocalipse... mas seu real poder em cumprir a profecia, está com o favorecimento que faz das doutrinas católicas dentro do seu país (aborto, santidade do domingo, família, liberdade religiosa e a política anti-gay).

Nossa preocupação deve estar nessa dimensão da política norte-americana. Até onde estamos sendo influenciados a nos assemelhar ao reino do Vaticano – “fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta” v.15.

Aqui está o fator do Fim tanto esperado.

CONFRONTO DE RELIGIÕES

O mundo Ocidental (leia-se cristianismo) e o mundo Oriental (leia-se islamismo) cada vez mais estão próximos de um confronto direto.


“Novos protestos contra a publicação, por jornais europeus, de charges mostrando o profeta Maomé (ou Mohammed) voltaram a acontecer (03/02/07), com grupos islâmicos iraquianos, egípcios e palestinos conclamando os manifestantes durante as orações tradicionais das sextas-feiras. Na Indonésia, os manifestantes entraram na recepção do edifício que abriga a embaixada dinamarquesa e alvejaram o escudo dinamarquês na entrada com ovos.Nas cidades de Lahore e Multan, no Paquistão, manifestações reúnem centenas de estudantes”(BBC).

Em nome de Deus, as nações perpetuam as guerras, perseguições, cruzadas, enquanto o próprio Deus declara abominar o homem violento – “O Senhor prova o justo e o ímpio; a sua alma odeia ao que ama a violência” Salmos 11:5.

Essas situações pseudo-religiosas em que o oriente e o ocidente estão envolvidos, culminarão em resultantes catastróficas para a humanidade:

- a religião está perdendo o seu vínculo espiritual com a alma humana, e o descrédito para com a Divindade cresce entre os homens;

- os elementos espirituais estão se banalizando, a fé está se extinguindo, e o amor entre os homens congelando;

- o confronto entre crenças esta colocando uma tensão sobre as nações, estimulando a guerra, o terrorismo e a violência generalizada.

Jesus mesmo declarou – “quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” Lucas 18:8.

Este quadro desalentador fortalece o desejo humano de um fim em todas as coisas. Um basta na política humana e seus métodos violentos e corruptos.

Deus tem planejado uma intervenção na história humana – “Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória” Mateus 24:30.

A Segunda Vinda de Jesus em Glória é a Esperança dos Cristãos Evangélicos para por fim ao caos instalado pela política humana em governar o planeta. Jesus em sua Segunda Vinda, não virá restaurar a ordem das coisas no Planeta mas por fim a história humana de pecado e rebelião.

Alguns segmentos teológicos imaginam que Jesus irá permitir 1000 anos de paz na terra após a sua vinda, ou que Ele parecerá para acabar com a onda de violência e corrupção, instalando um milênio de paz, mas isso não é o que a Profecia revela.

Propósitos da Segunda Vinda:

- Jesus virá em Glória com milhares de Anjos – “Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; e todas as nações serão reunidas em sua presença” Mateus 25:31.
- Jesus julgará as nações e as condenará por sua violência e corrupção – “porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos” Atos 17:31.
- Jesus levará os Justos Vivos e Ressuscitará os mortos – “Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo” João 5:28 e 29.
- Jesus não deixará ninguém na Terra, pois estará desolada e deserta – “Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos. Esta é a primeira ressurreição” Apocalipse 20:5.
- Jesus levará os Justos para o Céu – “Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, VOLTAREI e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também” João 14:2 e 3.

A INTOLERANCIA DE MAOMET

“Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos” Mateus 24: 24.

Uma das várias advertências deixadas por Jesus como sinais para o Tempo do Fim, foi a presença de FALSOS PROFETAS que operariam sinais, prodígios e enganariam a muitos.

A palavra ‘Cristo’ significa ‘ungido’ ou ‘enviado’ e ao lado da qualificação de Profeta Jesus coloca aqueles que pretendem ser enviados de Deus, como pessoas especiais (como Jesus o foi) com uma mensagem Divina para divulgar a humanidade.

Após a vinda do verdadeiro Cristo, Jesus o Deus encarnado, alguns pretenderam ser os ‘enviados’ de Deus ou profeta, com uma mensagem de salvação ao homem. Várias religiões surgiram da pretensa habilitação de um humano qualquer, que pretendia ser o representante de Deus na terra ou um profeta para os seus dias.

O Islamismo, Budismo e o Confuncionismo são religiões que alegam que seus fundadores eram enviados ou profetas de Deus. Mas as profecias Messiânicas do Velho testamento e o cumprimento das mesmas na vida de Jesus excluem totalmente qualquer outro indivíduo, colocando o selo de falsidade ao qual o mesmo Jesus advertiu sobre os FALSOS PROFETAS e FALSOS CRISTOS.

Desde os hebreus, israelitas, judeus e o pelo próprio cristianismo, Deus pretendeu falar ao homem pelos canais autorizados de profetas e por fim do Messias – o próprio Jesus.

No entanto outro individuo que se coloque na mesma qualificação de profeta acaba se enquadrando no perfil de engano para os últimos dias.

O profeta divinamente autorizado possui credenciais que a própria escritura avaliza, colocando-o em uma posição de credibilidade; no entanto o que percebemos após a era apostólica é o surgimento de FALSOS PROFETAS pretendendo assumir um comissão Divina de salvação da humanidade e a determinação de um novo sistema religioso estranho ao Cristianismo.

Os cristãos possuem 3500 anos de orientação profética através das escrituras, que de forma concatenada e clara as profecias apontam para o Messias Jesus e a formação do Cristianismo.

Nenhuma outra filosofia religiosa pode assumir as mesmas prerrogativas proféticas ali deixadas; e também nenhum outro movimento pós-apostolico se encaixa ou assume uma dispensação superior ao cristianismo.

Tudo que discorde da linha profética dos 3500 anos de revelação deixados nas Escrituras, se faz um FALSO movimento ou FALSA filosofia religiosa.

O ISLAMISMO DE MAOMÉ

Maomet nasceu no ano 570 e seu nome significa "exalçado". Filho de Abdallah e de Amina, pertencentes à tribo dos Coraichitas que tinha a seu cargo a custódia do templo de Kaaba, ficou órfão de pai aos dois meses de idade e de mãe aos seis anos.

A meninice e juventude de Maomet: são descritas permeadas de lendas muçulmanas que, embora inverdades, é claro, inspiraram um fanatismo cego a seus seguidores, a ponto de estarem sempre prontos a matar e a morrer em defesa do profeta e de seus ensinos.

Aos cuidados dos parentes Maornet fêz-se homem, afinal, casando-se aos 25 anos com uma viúva rica, Cadicha, já quarentona, a serviço de quem estivera por algum tempo.

Não se contentou Maornet sômente com um casamento e realizou "ainda quatorze uniões conjugais". Entre as suas esposas e concubinas figuravam uma cristã (copta do Egito), uma judia e uma criança de sete anos, Aixa ( mais tarde favorita e que era filha de Abu Becre - o sucessor do profeta") Teve também onze concubinas".

0 matrimônio contraído com Cadicha fêz de Maornet um dos mais ricos habitantes de Meca. Renunciando, porém, algum tempo depois suas operações comerciais, fixou tôda a sua atenção no espetáculo moral que ofereciam seus compatriotas e ' no remédio que êle cria mais eficaz para erguê-lo a um plano mais elevado.

Êste remédio era o plano de uma nova religião, que consumiu quinze anos até que amadurecesse a seu contento. Mas, para cimentar o novo credo que pretendia fôsse aceito por seus compatriotas e pelo mundo todo, procurou dar cunho de revelação aos dogmas da nova seita de sua invenção.

Aos 40 anos, depois de já ter meditado 15 em seu projeto, em 610, pretendeu ter chegado o momento de pôr em prática o que pretendia. Começou por participar o aparecimento do anjo Gabriel a êle, na solidão do monte Hira, o qual viera comunicar-lhe a elevada missão para a qual fôra escolhido como profeta. Verdadeiras lendas absurdas envolvem a pretensão de Maornet como profeta escolhido e inspirado de Deus, que são demasiado ridículas para serem inseridas nesta obra.

Depois de participar a nova a Cadicha, poucas pessoas, inclusive Abu Becre, ficaram a par da sua pretensa investidura. Durante três anos comunicou-a secretamente; afinal declarou que Deus lhe ordenara que a proclamasse ao gênero humano. Todavia as lendas maometanas que cercam Maornet dão uma idéia do triste fundarnento do maometanismo. Em tôdas as suas fantásticas visões lendárias, crêem orgulhosamente os fanáticos muçulmanos.

As classes de Meca não receberam com bom grado, a princípio, as doutrinas de Maomet. Quando em 622 se encontravam em Meca muitos peregrinos fiéis ao profeta, desencadeou-se então a perseguição. Por ordem de Maornet e em segrêdo, seus seguidores abandonaram a cidade com destino a Medina e outras partes.

Maomet ficou em Meca até que todos os seus partidários dela se retirassem. Uma assembléia, entretanto, resolveu dar cabo dêle antes que também deixasse a cidade. Mas êle, acompanhado de Abu Becre, fugiu para Medina, onde foi recebido de braços abertos, e cuja cidade foi chamada "cidade do profeta.

A fuga de Maomet, de Meca, em 16 de julho do ano 622, a Hegira, determina o início da era maometana, observada por todos os seguidores do profeta. Esta fuga, porém, a contra gôsto do fugitivo, despertou-lhe ódio de vingança contra Meca e seus perseguidores,

Estabelecido e apoiado firmemente em Medina, começou Mãomet a sua guerra contra Meca, a cidade sagrada do país. Disse que . a chave do paraíso é a espada, que uma gota de sangue derramada pela causa de Deus, uma noite passada sob as armas a céu aberto, têm mais merecimento do que dois meses de jejum e de oração.

ENGANO, FARSA E VIOLÊNCIA

A partir das atitudes de Maomet (poligamia, falsidade e blasfêmia) esta a base de toda a pretensa religião Islâmica. Não se trata de preconceito mas de uma fria análise desta grande invenção de aparições e delegações divinas a um homem que nunca teve projeções messiânicas ou proféticas.

A Bíblia é autorizada e tem poder para determinar, nos assuntos de religião, o que seria ou não uma heresia, religião falsa ou falso profeta. Maomet, o Islamismo não preenchem os requisitos da Verdade Bíblica.

O Velho Testamento, base para o Alcorão, não aponta nenhum profeta para substituir a revelação máxima de Jesus. A pretensão de Maomet é infundada, mentirosa e fabulosa. O Islamismo, por mais sinceros que sejam seus seguidores, é uma invenção paralela ao cristianismo que o livro do Apocalipse classifica como “poço do abismo” (Apoc. 9:2).

Toda a violência e a intolerância dos muçulmanos revelam a falsidade de seus pretensos dogmas religiosos. Deus é amor, e nunca apoiaria os métodos grotescos de uma religião que usa a força, o crime e é apoiada por armas e bombas.

Todo a dispensação hebraica, israelita e judaica foi caracterizada pela ação Divina para salvar o homem e levar as nações a um convívio pacífico e seguro. Qualquer aproximação do Islã ao pretenso convívio sadio e pacífico é pura utopia. O Islã é uma filosofia religiosa falsa e que leva os homens a violência, ao barbarismo e ao crime.

O terrorismo e agora mais recentemente as manifestações intolerantes e violentas que o mundo islâmico assume revelam o caráter desses pretensos seguidores de Allah. Deus não apóia a violência; ela é fruto do reino das trevas, Satanás é o idealizador do terrorismo, e os homens bomba são nada mais que infelizes servos do Diabo.

Não herdarão mulheres e muito menos estarão no paraíso. Essa estúpida história nunca é mencionada no Velho testamento, nem sequer é ensinado que há vida após a morte... é uma invenção sórdida e absurda do Islã, vinda direta da mente de Satã.

Não há um segmento pacífico do Islã; o que existe é uma atenuação dos seus ensinos. O Islamismo ocidental não atenua os escritos do Alcorão. Maomet ensinou a intolerância aos cristãos; incentivou o suicídio pela fé; pregava fabulas para incentivar os seguidores a depor sua vida em nome de Allah.

O Islã é um contraste com os princípios pacíficos do Evangelho Cristão; Jesus ensinava que “deveria de dar a outra face ao que o fere”, “andar duas milhas” com os soldados romanos que exigiam aos judeus carregar suas cargas e amar ao próximo. Um contraste absurdo com o Islã.
Maomet inventou o Islamismo, mas seus dogmas revelam sua grande farsa.

O ISLAMISMO NA PROFECIA


O capítulo 09 de Apocalipse antecipa a história do Islamismo e usando o termo profético designado pela Revelação, o ABISMO de filosofia religiosa que seria o Islã.
“O quinto anjo tocou a trombeta, e vi uma estrela caída do céu na terra. E foi-lhe dada a chave do poço do abismo. Ela abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço como fumaça de grande fornalha, e, com a fumaceira saída do poço, escureceu-se o sol e o ar. Também da fumaça saíram gafanhotos para a terra; e foi-lhes dado poder como o que têm os escorpiões da terra” Apocalipse 9:1-3.

É com as imagens de ABISMO, FUMAÇA, FORNALHA, TREVAS, ESCORPIÂO que simbolicamente o Islã é descrito na sua aparição na historia humana. A interpretação cristã protestante evangélica contemporânea atribui esses símbolos e a profecia do capítulo nove da Revelação ao Islamismo.

“Maomet tinha "fumo' reservado para o mundo naquele "poço do abismo'. "Fumo", diz a revelação, “como o fumo duma grande fornalha”. Que fumo era êsse? Era um "fumo" que escureceu o sol e o ar'. Mas, "o sol e o ar", aqui, são simbólicos; são uma referencia ao Sol da Justiça – Cristo –que através do verdadeiro cristianismo, ilumina o mundo.

Êste "fumo" mortífero é a religião maometana fundada por Maomet que emanou da Arábia. Um "fumo' que escureceu o "sol" dajustiça de Cristo e o "ar" do evangelho da Sua graça, para milhões de habitantes do mundo em dilatadas extensões. Há plausível diferença entre o cristianismo e o maometanismo, já no fato de que o primeiro é representado nas profecias como uma luz que desceu do céu, enquanto o segundo como um "fumo" pestilento e sufocante que emanou - do poço do abismo” (MELLO, 1959).

Deus não deixou a humanidade cega quanto a qualquer movimento filosófico ou religioso que conduzisse o planeta a perdição; as advertências quanto ao islamismo abrangem Duas Trombetas (profecias das 7 trombetas) e dois capítulos inteiros (cap. 08 e 09) descrevendo a origem e os movimentos Islâmicos na história.

“O "Korão", livro sagrado do maometanismo é um sistema de erros de falsa inspiração atribuído a Maornet. Os adeptos do embusteiro profeta, no entanto, acreditam cegamente que o livro não é obra pessoal dêle, mas que reproduz fielmente as palavras divinas transmitidas pelo anjo Gabriel, durante mais de vinte anos, ora em Meca, ora em Medina. - Mas a própria tradição não se harmoníza com esta crença.

"Os ensinos do "Korão" negam a divindade do Filho de Deus e colocam Maomet: acima dÊle; negam a morte expiatória de Cristo e a obra regeneradora do Espírito Santo; não encaram o pecado como tal e a necessidade de perdão como indispensável. Negam, enfim, todo o plano da salvação como revelado no Evangelho de Cristo.

"Além de ser constituído de preceitos religiosos que contrariam as Sagradas Escrituras, é um livro imoral, pois contém "evocações e promessas do mais requintado sensualismo", "e da poligamia". 0 próprio profeta árabe era imoral e polígamo. Na verdade a Arábia foi o “Poço” que Maornet abriu e donde emanou sôbre o mundo cristão o "fumo" duma religião imoral inventada, como se fora uma revelação destinada a substituir todos os credos incluso o cristianismo” (MELLO, 1959).

MUÇULMANOS SOFREM COM TERREMOTO

No mês do Ramadã, o mês sagrado do Islã, as nações muçulmanas sofrem com um terremoto que já fez 40.000 vítimas (2006).


Desde a invasão do Paquistão pelos EUA, já houve 3 grandes terremotos neste país, sendo esse o pior de todos.

Considerado o quartel general do terrorismo mundial, o Paquistão parece estar sofrendo o Juízo Divino pelas atrocidades que financia ou alberga através da manutenção de terroristas em seu território.

O livro dos Salmos fala muito sobre os tremores de terra, e no salmo 68 é revelado que a presença Divina contra seus inimigos se manifesta através do tremor na terra:

1 Levanta-se Deus; dispersam-se os seus inimigos; de sua presença fogem os que o aborrecem.

2 Como se dissipa a fumaça, assim tu os dispersas; como se derrete a cera ante o fogo, assim à presença de Deus perecem os iníquos.

8 tremeu a terra; também os céus gotejaram à presença de Deus; o próprio Sinai se abalou na presença de Deus, do Deus de Israel.

O que estamos vivenciando em nossos dias é uma batalha da grande guerra do Bem contra o Mal. Embora sejam humanos como nós, com famílias e crianças, o Islã se constitui o oponente do Cristianismo a Séculos.

O oponente não se encontra nas pessoas, mas na força que está atrás de suas crenças. O Apocalipse se refere ao surgimento desta crença como – “o poço do abismo, e subiu fumaça do poço como fumaça de grande fornalha, e, com a fumaceira saída do poço, escureceu-se o sol e o ar”. Apocalipse 9:2

Essa é a descrição do Islamismo surgindo como nação religiosa.

No mês sagrado de comemorações, e em plena batalha do Islã contra o Cristianismo, (leia-se terrorismo) as nações desde o Oriente médio até o sul da Ásia sentem um abalo em seus fundamentos e crenças.

Precisamos entender o contexto cósmico em que estão inseridos todos esses eventos catastróficos que se passam no planeta; muito está ainda por vir. A grande batalha terminará como o Armagedom a grande batalha final do Deus Todo-poderoso com as forças do Mal.

O Salmo 18 descreve assim as forças opositoras de Deus diante da descrença e maldade do homem:

7 Então, a terra se abalou e tremeu, vacilaram também os fundamentos dos montes e se estremeceram, porque ele se indignou.

8 Das suas narinas subiu fumaça, e fogo devorador, da sua boca; dele saíram brasas ardentes.

9 Baixou ele os céus, e desceu, e teve sob os pés densa escuridão.

13 Trovejou, então, o SENHOR, nos céus; o Altíssimo levantou a voz, e houve granizo e brasas de fogo.

14 Despediu as suas setas e espalhou os meus inimigos, multiplicou os seus raios e os desbaratou.

UNIÃO DAS RELIGIÕES MONOTEISTAS

Vestindo os trajes de autoridade como “Vicarius Fillis Dei” – substituto do Filho de Deus, o líder católico visitou a Alemanha(2006), e recebeu representantes do Islamismo e do Judaísmo para uma aproximação maior das três religiões monoteístas.

Essa cena (embora não seja essa a interpretação exata) nos faz lembrar a cena apocalíptica – “Então, vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs” Apocalipse 16:13.

Trata-se de um esforço decidido da Igreja Católica, sobre a autoridade da união Européia (Apocalipse 17) em aproximar politicamente, os dogmas e doutrinas de muçulmanos e judeus.

"A Igreja Católica está comprometida, eu reafirmo hoje, com tolerância, respeito, amizade e paz entre os povos, culturas e religiões", afirmou o líder católico.

“O Bispo de Roma acrescentou que as duas religiões monoteístas têm um grande campo de ação para unir-se em defesa dos valores morais fundamentais, como são a dignidade e a defesa dos direitos” (REUTERS).

“O papa acrescentou que as lições do passado devem servir para evitar que as pessoas caiam nos mesmos erros. Bento XVI ainda afirmou: "queremos buscar o caminho da reconciliação e aprender a viver respeitando a identidade de cada um". Ele também exigiu a defesa da liberdade religiosa,o que, para o papa, é uma necessidade constante e o respeito pelas minorias, "um sinal indiscutível de verdadeira civilização" (REUTERS).

O Bispo de Roma ressaltou que a Igreja "olha com estima" os muçulmanos que adoram um único Deus. Ao longo dos séculos, discursou, surgiram "muitas desavenças e inimizades" mas o Sínodo (assembléia que reúne bispos católicos do mundo inteiro) aconselha a todos "que esquecendo o passado, exerçam sinceramente a compressão mútua, defendam e promovam a justiça social, os bens morais, a paz e a liberdade para todos"(REUTERS).

O que os podemos esperar deste cenário político-religioso? Uma união das grandes religiões, pelo menos uma união política e filosófica, devido aos grandes contrastes entre suas crenças; seguida de uma aproximação entre as denominações cristãs protestantes, essas sim sacrificando suas doutrinas em nome da paz mundial, advogada pelo líder católico.

A igreja católica assume cada vez mais o cenário mundial com a postura imperiosa que sempre desejou reconquistar e que lhe foi característica por 1260 anos proféticos. Espera-se não só a ocupação do mesmo espaço político-religioso, mas também a manifestação da mesma intolerância religiosa que atingia a liberdade de consciência e de fé, daqueles que se negavam a aceitar as imposições dogmáticas.

Estamos voltando para a idade média, e a imagem da besta de Apocalipse 13 está por se restaurar.

UM GIGANTE CHAMADO ARAFAT

Golias era um Palestino antigo( I Samuel 17), um Filisteu e lutava por um Ideal – as Terras Palestinas.


A luta hoje é a mesma a posse da Palestina (o atual estado de Israel) e a ocupação de Jerusalém. Os Israelenses apoiados pelos EUA conseguem se manter nas terras herdadas por Jeová... mas até quando?

Arafat nasceu em 1929 no Cairo (ele afirmava que nascera em Jerusalem); foi um comerciante que fez fortuna no Kuwait e em 1959 se engajou na luta para reaver as Terras do seu povo. Criou a OLP (Organização para Libertação da Palestina) que atuava seqüestrando aviões, e atacando Israel com bombas e terrorismo... “Além do militarismo, Arafat se valeu de estratégias muitas vezes discutíveis para consolidar sua liderança no movimento palestino.

Em nome de sua causa, com freqüência fez uso de ameaças e intimidações para garantir que o poder permanecesse em suas mãos.” (BBC). Mas em 1974 ele se agrega a ONU reinvindicando os direitos de seu povo, e ganha carisma de Líder. A partir daí ele não é mais visto como guerilheiro mas como diplomata, até ao lado do papa...

Depois de tantos anos de diplomacia e ganhar status na política mundial Israel sob força militar restringe os Palestinos e Y.Arafat devido aos grandes eventos terroristas no novo século. Em abril de 2000, seu velho inimigo Ariel Sharon o acusou de instigar o terrorismo nas ruas de Israel e suas tropas atacaram o quartel-general de Arafat. Como Israel controla os sítios Palestinos, Y.Arafat é proibido de sair de Ramalah onde é o quartel general dos Palestinos.

Com 75 anos e debilitado na saúde se tornou um símbolo de resistência (terrorista) e de luta pelos direitos do seu povo. Ganhou status de herói no meio do seu povo, diplomata no meio político, assassino em Israel e suspeito pelos EUA.

G.Bush e T.Blair reuniram-se na Casa Branca após o enterro de Y.Arafat para discutir o destino dos Palestinos; mas ”evitando mencionar o nome do líder palestino morto, Yasser Arafat, os dois líderes deram suas condolências ao povo palestino”. Os dois líderes mundiais não tem dúvida quanto a participação terrorista de Y.Arafat nos ataques a Jerusalém e talvez em outros eventos pelo mundo.

Essa é uma infindável luta entre Israel e os Filisteus, mas agora sem Jeová e fundas... mas com os EUA (a besta de Apoc.13) e mísseis!